20.06.2016  00:30
Mais riscos, menos SEF
Ainda que o verão não tenha começado oficialmente, já os serviços e forças de segurança se preparam para garantir a segurança de todos os que vivem e visitam o nosso país.
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Por Acácio Pereira

Ainda que o verão não tenha começado oficialmente, já os serviços e forças de segurança se preparam para garantir a segurança de todos os que vivem e visitam o nosso país. Todos os anos se lançam campanhas sazonais para uma ou outra região mais turística e que, por isso, merece um especial cuidado. Tal como as outras polícias, também o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) é disso um bom exemplo, preparando-se para uma época estival muito agitada, reforçando o controlo fronteiriço e a fiscalização em todo o território nacional.

Este é um esforço que recai exclusivamente nas mulheres e homens que compõem o corpo de inspetores do SEF, o qual – pese embora ter cada vez mais trabalho, lidar com cada vez maiores riscos e ter cada vez menos profissionais – tem conseguido dar conta do recado.

Mas pergunta-se: até quando é que estes inspetores, cuja competência é tão elogiada internacionalmente, continuarão a ser alvo de discriminação pelos governos? Até quando continuarão a ser prejudicados a nível da renovação do seu efetivo, da formação profissional ou da progressão na carreira?
Não se trata só de uma questão de justiça, mas da segurança de Portugal e da União Europeia.

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