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Coloque as suas questões sobre o Euro
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Questões gerais

O que é o EURO?
Quanto vale um euro?
Mas porquê uma moeda única para a União Europeia?
Quais irão ser as notas e moedas em euros?
O euro terá cêntimos?
Quando é que se pode usar o euro?
Como vai ser efectuada a conversão?
A conversão para euros reduz o poder de compra?
Como se processam os arredondamentos?
Haverá afixação dos preços em escudos e euros?

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Veja as questões práticas, como por exemplo, a informação na Caderneta.

O que é o EURO?

O euro é a moeda dos países participantes na UEM, substituindo as moedas dos Estados Membros aderentes.

Os países que actualmente integram a UEM são 11: Bélgica, Alemanha, Espanha, França, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Holanda, Áustria, Portugal e Finlândia.

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Quanto vale um euro?

De acordo com as taxas de conversão fixadas em 1 de Janeiro de 1999, 1 EURO = 200,482 escudos.

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Mas porquê uma moeda única para a União Europeia?

Os objectivos da moeda única são fortalecer a economia europeia e aumentar a sua competitividade a nível internacional.

Para o público em geral, a moeda única traz vantagens directas.

O consumidor poderá comparar mais facilmente preços em toda a Europa e viajar sem necessitar de trocar o seu dinheiro. Poupará, assim, nas comissões cambiais e na diferença entre o valor da compra e de venda da moeda, além de não correr o risco de ver o valor do seu dinheiro variar por alterações da taxa de câmbio.

As empresas beneficiam da eliminação do risco de câmbio e da descida das taxas de juro que o euro deverá induzir.

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Quais irão ser as notas e moedas em euros?

As notas e moedas  em euros só existirão fisicamente em Janeiro de 2002.

As notas de euro, que serão idênticas em todos os países, mostram, sob fundo de diversas cores, motivos arquitectónicos (pontes, portas e janelas) que nunca existiram. Terão dimensões diferentes para cada denominação e distinguir-se-ão facilmente entre si.

Existirão sete notas de euro, correspondentes a 5, 10, 20, 50, 100, 200 e 500 euros.

As moedas de euro, oito no total, serão redondas e diferenciar-se-ão pelo tamanho, peso, cor, espessura e serrilha, sendo facilmente identificáveis, mesmo por invisuais.

O euro divide-se em 100 centavos, existindo moedas de 1, 2, 5, 10, 20 e 50 centavos e 1 e 2 euros.

As moedas terão uma face comum a todos os países e uma face nacional.

Em Portugal, a face nacional baseia-se nos símbolos usados por D.Afonso Henriques para autenticar os seus documentos.

As moedas poderão circular não só no país no qual foram emitidas mas também em toda a zona do euro.

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O euro terá cêntimos?

Sim. O euro terá duas casas decimais e a denominação dos seus cêntimos será idêntica em todos os países que introduzam a moeda única: chamar-se-á oficialmente "cent" e equivalerá a um centésimo do euro (cerca de 2 escudos).

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Quando é que se pode usar o euro?

As taxas de conversão entre as moedas participantes e o euro foi fixada em 1 de Janeiro de 1999.

A partir dessa data, já pode usar o euro em transacções que sejam realizadas através da CGD e outros bancos (por exemplo cheques, transferências) ou com o cartão de débito, de crédito ou PMB (Porta-Moedas Multibanco).

As notas e moedas em euros só começam a circular cerca de 3 anos mais tarde.

Durante esse período transitório (1999-2002), todas as operações bancárias podem já ser feitas em euros. O princípio que vigora neste período é o de não obrigação e não proibição, ou seja ninguém é obrigado a aceitar euros, mas também ninguém é impedido de os utilizar.

A partir de 1 de Janeiro de 2002, todos os valores monetários, que não tenham ainda sido convertidos para euros, serão convertidos automaticamente, nomeadamente, salários, impostos, depósitos e empréstimos.

Até 30 de Junho de 2002, o processo de retirada de notas e moedas em escudos terá que estar terminado.

Depois dessa data, todas as transacções, incluindo as compras do dia-a-dia, como o jornal ou o pão, terão de ser realizadas em euros.

As notas e moedas em escudos continuarão a poder ser trocadas no Banco de Portugal durante 20 anos.

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Como vai ser efectuada a conversão?

Todas as operações de conversão relativamente ao euro deverão ser obrigatoriamente efectuadas usadando as taxas de conversão fixadas em 1 de Janeiro de 1999.

Os bancos e as empresas não deverão cobrar qualquer comissão ou taxa por esta operação de conversão, pelo que o valor real dos activos e das dívidas não será afectado com a nova moeda.

Regras estabelecidas para a conversão:

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Taxa de Conversão:
1 euro = 200,482 escudos

Converter 200 euros em escudos:
200 euros x 200,482 = 40.096$00
(arredondamento para o escudo mais próximo)

  • converter euros em escudos: o montante em euros é multiplicado pela taxa de conversão do escudo, sendo o arredondamento feito para o escudo mais próximo;
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Converter 5.000 escudos em euros:
5.000$00 ÷ 200,482 = 24,94 euros
  • .converter escudos em euros: o montante em escudos é dividido pela taxa de conversão do escudo e o resultado é arredondado a duas casas decimais, ou seja para o cêntimo do euro mais próximo;
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Taxa de Conversão:
1 euro = 200,482 escudos
1 euro = 6,55957 franco francês

Converter 5.000 escudos em francos:

1) conversão de escudos em euros
5.000$00 ÷ 200,482 = 24,939894 euros

2) conversão de euros em francos
24,940 euros x 6,55957=163,6 francos

  • converter escudos numa unidade monetária de um país que participa na zona euro - são necessárias duas operações:
    - 1) conversão de escudos em euros: o valor em escudos é dividido pela taxa de conversão do escudo, sendo o valor obtido arredondado no mínimo a três casas decimais;
    - 2) conversão de euros na moeda pretendida: o valor intermédio em euros é então multiplicado pela taxa de conversão dessa moeda face ao euro.
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  • converter escudos numa unidade monetária de um país que não participa na zona euro: utilizam-se as taxas de câmbio referenciadas ao euro.

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A conversão para euros reduz o poder de compra?

Não, pois através da mesma taxa de conversão todos os valores serão convertidos em euros, seja de salários, depósitos, empréstimos, etc.

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Como se processam os arredondamentos?

Os montantes convertidos para euro devem ser arredondados para o cêntimo mais próximo (duas casas decimais).

Os montantes convertidos para as unidades monetárias nacionais deverão ser arredondados para a sub-unidade mais próxima.

No caso de um valor exactamente intermédio, o montante deve ser arredondado por excesso.

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Haverá afixação dos preços em escudos e euros?

Enquanto coexistirem as duas moedas deverá efectuar-se a dupla afixação de preços, por forma a facilitar a adaptação dos consumidores à nova moeda.

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