fevereiro 24, 2006

O NOVO PROJECTO EDITORIAL DO DANIEL MAIA - ALL GIRLZine

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Publicado por jmachado em 12:16 PM | Comentários (11)

fevereiro 21, 2006

CONCURSO DE BD INFANTO-JUVENIL EM COLARES

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Publicado por jmachado em 10:49 AM | Comentários (0)

fevereiro 20, 2006

2ª EDIÇÃO DO TEXTO DE NUNO P. SOUSA SOBRE O BD JORNAL - REVISTA E LIGEIRAMENTE AMPLIADA + A BD DO PEDRO ALVES - RAZÕES PARA NÃO COMPRAR O BD JORNAL

Com a leitura do BD Jornal 10 é impossível não reflectir sobre alguns assuntos, lá abordados ou evocados.

Comecemos pelo próprio jornal em si. A edição de Fevereiro atinge um número recorde de colaboradores: vinte e cinco. Poder-se-á pensar que este número se deve ao dossier do balanço de 2005 da Bedeteca (que devido a um erro de formatação, será republicado no próximo número), mas é um ledo engano, pois tal não foi considerado para a obtenção do referido número. A que se deve então este aumento? Provavelmente, a publicação já atingiu estatuto suficiente para que os convites do editor sejam aceites e outros colaboradores o procurem de mote próprio.

Por outro lado, as 32 páginas começam a ser poucas para o material a publicar – repare-se nos vários artigos que se viram forçados a continuar no próximo número. Tal, eventualmente, obrigará a uma selecção mais rigorosa do material a publicar no futuro, o que obrigará a uma redefinição da política editorial. Em princípio, a qualidade poderá lucrar com esta selecção.

Pedro Alves, na minha opinião, tem a sua melhor participação de sempre no jornal, com a prancha Razões para não comprar o BD Jornal. Os velhos (e, infelizmente, novos) do Restelo já anunciaram todas as razões e mais alguma para este projecto falhar, o qual teima em chegar às bancas e lojas especializadas mensalmente, sempre repleto de assuntos interessantes. E é divertido ver algumas das razões de descrédito desmontadas com humor q.b. Aliás, não deixa de ser curioso ler na reportagem sobre a comunicação do responsável pelo balanço anual da ACBD francesa Gilles Ratier que naquele país o interesse sobre as publicações periódicas sobre BD tem aumentado, bem como o seu número, que em 2005 atingiu as 22 revistas.

Mas há outros momentos de reflexão. José de Freitas, editor da Devir, aproveita o balanço editorial do ano passado para dar algumas luzes do plano para o presente ano. Pessoalmente, o seu artigo pareceu-me uma justificação para o derradeiro canto do cisne, onde se culpam vários factores para as fracas vendas (curiosamente, nunca a aparentemente amadora política editorial), que em última instância obrigam ao término das revistas mensais, à redução do número anual de publicações para cerca de metade e à descontinuação de algumas séries. Um futuro bastante melindroso para a publicação de comics em Portugal (não esqueçamos a política agressiva da editora nos direitos de publicação deste género), que eventualmente poderá beneficiar o mercado de importações.

Mário Freitas, responsável pelas lojas especializadas Kingpin of Comics, puxa a brasa para a sua sardinha, ou melhor, para a loja que abriu apenas dedicada ao manga. Curiosamente, não são dados números (nem brutos, seja de quantidade de vendas, seja do montante implicado, nem percentuais, para se poder comparar tal com os outros géneros). Mas parece acreditar que o futuro da BD está nas publicações asiáticas (o manga japonês, o manhwa coreano, o manhua chinês e outros produtos similares). Em França, as pistas parecem apontar nesse caminho. Aliás, Gilles Ratier questiona-se sobre se as várias correntes não se estão a aproximar daquele estilo, notando noutras publicações alterações dos códigos gráficos ou narrativos por influência do manga. Já em Portugal, não tenho tanta certeza de que será assim. Dark Angel não conseguiu cativar muitos leitores e os recentes My-Hime e Vampire Princess Myu da nova editora Mangaline terão um eventual nicho de mercado restrito.

E, por outro lado, o nouvelle manga,- tendo O Homem que Caminha de Jiro Taniguchi recebido boas opiniões da crítica especializada - parece que vai continuar a ficar fora dos planos editoriais portugueses, segundo J. M. Lameiras.

E os autores nacionais? O artigo sobre a LX Comics, decididamente com um grafismo longe de qualquer tentativa mainstream, deixou-me uma dúvida – é uma montra da abundância (?) do underground feito no nosso país ou, pelo contrário, promove que novos autores produzam dentro de certas linhas de modo a lá serem publicados, sem que depois exista qualquer tipo de mercado para eles? Alguns nomes parecem ter contrariado este facto, mas talvez tal tenha resultado desses autores apresentarem um grafismo mais apelativo à população em geral.

E alguns deles têm participado em projectos inovadores. Por exemplo, Miguel Rocha com José Carlos Fernandes no andaluz Osinvito, onde se promove o turismo regional com... BD!

Estas e muitas outras questões se colocam na leitura do 10º número do BD Jornal (abordei aqui apenas 8 das 32 páginas).

A nível de BD, publicam-se 2 pranchas de Ruben Lopez, à laia de preview, a nova A 5ª Pedagógica de Miguel Montenegro (a necessitar de inspiração no argumento), uma tira cómica de Quico (idem), outra de Derradé (ibidem) e uma última de Pedro Alves do fanáticodaBD (também), além da caricatura de Nelson Santos da série Bedéfilos Irredutíveis.

BD Jornal #10
Pedranocharco / Ulmeiro, Fevereiro de 2006 (Portugal)
32 pp, brochado
ISSN 1636-2327

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Publicado por jmachado em 06:08 PM | Comentários (0)

fevereiro 18, 2006

ANÁLISE AO BDJORNAL 10 - POR NUNO PEREIRA DE SOUSA

PELA PRIMEIRA VEZ LEIO UMA ABORDAGEM MAIS EXAUSTIVA E CRÍTICA A UMA EDIÇÃO DO BDJORNAL E NÃO PODIA DE REFERI-LA AQUI, COM TRANSCRIÇÃO INTEGRAL.

DE NUNO PEREIRA DE SOUSA NO BLOGUE BEDÊ (http://bede.blogdrive.com)

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Com a leitura do BD Jornal 10 é impossível não reflectir sobre alguns assuntos, lá abordados ou evocados.

Comecemos pelo próprio jornal em si. A edição de Fevereiro atinge um número recorde de colaboradores: vinte e cinco. Poder-se-á pensar que este número se deve ao dossier do balanço de 2005 da Bedeteca (que devido a um erro de formatação, será republicado no próximo número), mas é um ledo engano, pois tal não foi considerado para a obtenção do referido número. A que se deve então este aumento? Provavelmente, a publicação já atingiu estatuto suficiente para que os convites do editor sejam aceites e outros colaboradores o procurem de mote próprio.

Por outro lado, as 32 páginas começam a ser poucas para o material a publicar – repare-se nos vários artigos que se viram forçados a continuar no próximo número. Tal, eventualmente, obrigará a uma selecção mais rigorosa do material a publicar no futuro, o que obrigará a uma redefinição da política editorial. Em princípio, a qualidade poderá lucrar com esta selecção.

Pedro Alves, na minha opinião, tem a sua melhor participação de sempre no jornal, com a prancha Razões para não comprar o BD Jornal. Os velhos (e, infelizmente, novos) do Restelo já anunciaram todas as razões e mais alguma para este projecto falhar, o qual teima em chegar às bancas e lojas especializadas mensalmente, sempre repleto de assuntos interessantes. E é divertido ver algumas das razões de descrédito desmontadas com humor q.b. Aliás, não deixa de ser curioso ler na reportagem sobre a comunicação do responsável pelo balanço anual da ACBD francesa Gilles Ratier que naquele país o interesse sobre as publicações periódicas sobre BD tem aumentado, bem como o seu número, que em 2005 atingiu as 22 revistas.

Mas há outros momentos de reflexão. José de Freitas, editor da Devir, aproveita o balanço editorial do ano passado para dar algumas luzes do plano para o presente ano. Pessoalmente, o seu artigo pareceu-me uma justificação para o derradeiro canto do cisne, onde se culpam vários factores para as fracas vendas (curiosamente, nunca a aparentemente amadora política editorial), que em última instância obrigam ao término das revistas mensais, à redução do número anual de publicações para cerca de metade e à descontinuação de algumas séries. Um futuro bastante melindroso para a publicação de comics em Portugal (não esqueçamos a política agressiva da editora nos direitos de publicação deste género), que eventualmente poderá benificiar o mercado de importações.

Mário Freitas, responsável pelas lojas especializadas Kingpin of Comics, puxa a brasa para a sua sardinha, ou melhor, para a loja que abriu apenas dedicada ao manga. Curiosamente, não são dados números (nem brutos, seja de quantidade de vendas, seja do montante implicado, nem percentuais, para se poder comparar tal com os outros géneros). Mas parece acreditar que o futuro da BD está nas publicações asiáticas (o manga japonês, o manhwa coreano, o manhua chinês e outros produtos similares). Em França, as pistas parecem apontar nesse caminho. Aliás, Gilles Ratier questiona-se sobre se as várias correntes não se estão a aproximar daquele estilo, notando noutras publicações alterações dos códigos gráficos ou narrativos por influência do manga. Já em Portugal, não tenho tanta certeza de que será assim. Dark Angel não conseguiu cativar muitos leitores e os recentes My-Hime e Vampire Princess Myu da nova editora Mangaline terão um eventual nicho de mercado restrito.

E, por outro lado, o nouvelle manga,- tendo O Homem que Caminha de Jiro Taniguchi recebido boas opiniões da crítica especializada - parece que vai continuar a ficar fora dos planos editoriais portugueses, segundo J. M. Lameiras.

E os autores nacionais? O artigo sobre a LX Comics, decididamente com um grafismo longe de qualquer tentativa mainstream, deixou-me uma dúvida – é uma montra da abundância (?) do underground feito no nosso país ou, pelo contrário, promove que novos autores produzam dentro de certas linhas de modo a lá serem publicados, sem que depois exista qualquer tipo de mercado para eles? Alguns nomes parecem ter contrariado este facto, mas talvez tal tenha resultado desses autores apresentarem um grafismo mais apelativo à população em geral.

E alguns deles têm participado em projectos inovadores. Por exemplo, Miguel Rocha com José Carlos Fernandes no andaluz Osinvito, onde se promove o turismo regional com... BD!

Estas e muitas outras questões se colocam na leitura do 10º número do BD Jornal (abordei aqui apenas 8 das 32 páginas).

A nível de BD, publicam-se 2 pranchas de Ruben Lopez, à laia de preview, a nova A 5ª Pedagógica de Miguel Montenegro (a necessitar de inspiração no argumento), uma tira cómica de Quico (idem), outra de Derradé (ibidem) e uma última de Pedro Alves do fanáticodaBD (também).

Publicado por jmachado em 02:13 PM | Comentários (2)

fevereiro 16, 2006

WORKSHOP DE CARTOON POLÍTICO

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Publicado por jmachado em 08:28 PM | Comentários (0)

fevereiro 15, 2006

BDjornal Nº 10

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Publicado por jmachado em 05:52 PM | Comentários (0)

fevereiro 08, 2006

SAMIZDATACLUB apresenta uma noite de electro - break’n’noise - strange electrónica

Na Caixa Económica Operária (Rua da Voz do Operário, 64, Lisboa)
Sábado, dia 11 Fevereiro, 22h30

ENTRADA LIVRE !!!

com:
SAM PULL
(Essaycollective/Yellowbop rec.)

ZASTRAZ
(Showskills)
Djing por MP3 RANDOM PLAYLIST
Vjing por RT e VISUAL_ BASIQ

Lançamento de Even gravediggers read Playboy de André Lemos e venda de serigrafias do autor.

ZAZTRAZ é um live P.A que utiliza Joysticks e controladores de Videogames para produzir quantidades extremas de ruídos e samplers que ao vivo são mixados com noise experimental e Breakcore. Durante a apresentação o publico é convidado a participar usando controladores sem fios para improvisar e interferir diretamente no áudio. www.showskills.com

SAM PULL - A Yellow Bop Records avançou desde Abril último com sete edições on-line – e tem em Sam Pull, habitual produtor, o seu criador mais escondido. Esta é uma boa oportunidade de conhecer o seu trabalho e nao ficar indiferente. Espera-se uma pista de dança bem acesa com som singular e original! www.essaycollective.org

ANDRÉ LEMOS (Lisboa, 1971) é um “operário gráfico” de classe A que além de ter feito o e-flyer desta edição do Samizdata Club também tem espalhado estórias de criaturas bizarras em edições tão diversificadas como a Lx Comics, Ilustração Portuguesa, Quadrado, Mutate & Survive, Mesinha de Cabeceira, Umbigo, Público, etc… Neste evento estarão em destaque edições onde ele tem colaborado e será oficializado o lançamento do graf’zine “Even gravediggers read Playboy” – o primeiro Opuntia Books! Em exposição e venda estarão quatro folhas de 1m x 70cm serigrafadas do livro “Tribune Brute”. www.opuntia-books.blogspot.com | www.opuntia-syndrome.blogspot.com

SAMIZDATACLUB é um espaço ultracultural de confronto / especulação / experimentação artística e social incentivado por um colectivo de editoras discográficas, banda desenhada, produtores musicais, djs, vjs, designers que assim decidem dar resposta a lacunas existentes no panorama artístico nacional através de sinergias e parcerias, troca de ideias, de forma a criar uma efectiva rede de disseminação de informação por canais alternativos. www.myspace.com/samizdataclub

Caixa Económica Operária www.caixaeconomicaoperaria.web.pt | Thisco www.thisco.net | Chili Com Carne www.chilicomcarne.com | Data Volt http://dezkalabro.blogspot.com | Connexion Bizarre www.connexionbizarre.com | Alquimia www.fadeinfestival.com | Phono http://phono.com.sapo.pt | Base Rec. www.basept.com | Sindicato

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Publicado por jmachado em 01:13 AM | Comentários (0)

fevereiro 04, 2006

MORREU SETH FISHER

Esta manhã fomos surpreendidos com algumas notícias dispersas, que davam conta da morte de Seth Fisher.

Ao que parece "caíu" de um telhado, no 7º piso de um edifício em Osaka...

Aqui ficam alguns dos textos pescados na net e algumas fotos do Festival da Amadora de 2004, onde o autor esteve como convidado.

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Publicado por jmachado em 12:55 PM | Comentários (5)