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presidenciais 2016

Marcelo promete fazer pontes, cicatrizar feridas e aproximar posições

No discurso de vitória, Marcelo Rebelo de Sousa assumiu a intenção de ser um conciliador. "Enquanto presidente tudo farei para unir aquilo que as conjunturas dividam."

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José Sena Goulão/Lusa

No discurso de vitória, no átrio da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa disse que deseja que uma das marcas da sua presidência seja fomentar a unidade nacional.

"Um país como o nosso, a sair de uma crise económica e social profunda não se pode dar ao luxo de desperdiçar energias e de alimentar crispações desnecessárias e contraproducentes. Enquanto presidente tudo farei para unir aquilo que as conjunturas dividam. Estarei tendo a relação entre todos os portugueses, fazendo pontes, cicatrizando feridas, aproximando posições.

Quanto mais coesos formos mais fortes seremos no combate às injustiças e na promoção da credibilidade e da esperança no futuro."

Marcelo falou num "tempo de recuperação": "Eu acredito que os próximos cinco anos não serão um tempo perdido, serão um tempo e recuperação e futuro. É por isso que estou aqui, por isso e porque acredito em Portugal. Por isso porque sei que temos história, memória e futuro."

Com a contagem dos votos praticamente fechada, Marcelo tem 52,1%. Sampaio da Nóvoa é o segundo mais votado, Marisa Matias a terceira e Maria de Belém a quarta. Vitorino Silva, conhecido como Tino de Rans, é o sexto candidato mais votado, com mais de 3% (3,3%) dos votos.

Aqui, acompanhámos, ao minuto, o que se foi passando na noite eleitoral.

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