A Unidade ACESSO da FCT destaca

APD

Desenvolver a Economia Digital e a Sociedade do Conhecimento, preparando Portugal para um novo modelo de atividade económica.

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WCAG 2.0

Através da publicação do Regulamento Nacional de Interoperabilidade Digital (RCM n.º 91/2012 de 8 de novembro) as WCAG 2.0 do W3C passaram a ser explicitamente mencionadas na legislação nacional.

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Agenda Digital

A Comissão Europeia lançou, em Março de 2010, a estratégia Europa 2020, que define as grandes linhas para a saída da crise e prepara a economia da UE.

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Notícias de primeira página

Introdução à Norma Europeia EN 301 549

Atualização: série legendada na íntegra em português!

Playlist do Youtube da Série de vídeos de introdução à EN 301 549:

As normas técnicas são geralmente difíceis de ler e de entender. A norma Europeia (EN 301 549) que norteia a contratação pública de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) não é exceção. Foi a pensar nisto que a Funka – empresa europeia especialista em acessibilidade – com o patrocínio da Microsoft, produziu uma série de 13 vídeos de introdução à Norma Europeia EN 301 549. Os vídeos, em formato de tutoriais de 10 a 15 minutos, facilitam a compreensão e a utilização da Norma por quem é responsável pelo desenvolvimento ou pela aquisição de TIC.

Quanto mais fácil for para as pessoas compreenderem como podem ter a acessibilidade em conta aquando dos processos de aquisição, mais acessível a nossa sociedade será. A Microsoft investiu anos na elaboração da Norma Europeia EN 301 549. Esperamos que esta série de vídeos ajude a Norma a alcançar o seu máximo potencial.

Alex Li, Analista Principal de Standards da Microsoft.

A EN 301 549 vai, provavelmente, ser um dos passos mais importantes rumo à acessibilidade às TIC na Europa. Ela é o resultado do trabalho conjunto das organizações europeias de normalização CEN/CENELEC e ETSI, as quais foram mandatadas pela Comissão Europeia para elaborarem uma Norma Técnica no âmbito da acessibilidade às TIC que possa servir de diretriz à legislação sobre contratação pública nos vários Estados Membros. Espera-se que a Norma possa ter um impacto imediato no setor público mas o objetivo é que as soluções acessíveis se disseminem por toda a sociedade.

Estamos muito orgulhosos e felizes por levar a cabo este projeto.

Susanna Laurin, CEO da Funka e especialista em acessibilidade.

Referências EN 301 549

nota: o presente artigo foi publicado originalmente na Revista Diagrama – revista oficial da AMA – Agência para a Modernização Administrativa, em julho de 2017.

Autor: Jorge Fernandes [1]

Uma utilizadora usa um smartphone

Foi há 20 anos que se publicou em Portugal o Livro Verde para a Sociedade da Informação. Pela primeira vez, num documento de política pública, reconhecia-se nas características da Sociedade da Informação (SI) uma oportunidade à participação e à inclusão de pessoas com necessidades especiais, nomeadamente pessoas com limitações funcionais derivadas de uma deficiência ou incapacidade.

A Internet e a digitalização da informação são duas dessas características, que nos levou, em meados da década de 90, a pensar que estávamos à beira de uma revolução no que diz respeito ao acesso à informação e à comunicação, por parte de pessoas com limitações funcionais graves. Por exemplo, as pessoas cegas passariam, potencialmente, a aceder a um jornal diário; uma pessoa tetraplégica passaria, potencialmente, a ter na Internet uma via alternativa de ida ao banco ou fazer compras numa grande superfície; uma pessoa surda poderia, potencialmente, ver um qualquer vídeo com tradução em língua gestual portuguesa ou com legendagem.

Leia mais sobre os 20 de acessibilidade web para cidadãos com necessidades especiais em Portugal

RTP - Rádio e Televisão de Portugal

85% dos respondentes com deficiência visual dizem nunca terem visto nenhuma das séries transmitidas pela RTP com audiodescrição.

Dos que nunca viram, 68% dizem que desconheciam que as séries estavam a ser transmitidas com audiodescrição.

Dos que dizem já ter visto, 58% fizeram-no via rádio, sintonizando a Onda Média da Antena 1.

Já não disporem de Televisão Digital Terrestre e não terem um aparelho de rádio com Onda Média ou não conseguirem sintonizá-lo em boas condições de receção são também razões apontadas pelos potenciais espetadores para nunca terem tido a oportunidade de assistirem a uma emissão com audiodescrição.

O presente estudo foi da responsabilidade da equipa da Unidade ACESSO do Departamento da Sociedade da Informação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e foi realizado durante o mês de novembro de 2016.

Estudo sobre a receção de audiodescrição transmitida pela RTP.

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