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AVISO LEGÁU
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Oh “Alzira”!!! Afixe A Terra e o Ar Afixe Água Afixe Isto aquece…! Afixe Il mio amico Giorgio Afixe Tempestade política Afixe Et pourquoi pas un post français? Afixe Férias Afixe O êxodo dos lisboetas Afixe Literatura para férias Afixe Blogosfera e os seus perigos ou erros Afixe Inspecções Afixe A crise é geral Afixe Abrandar a espiral da violência Afixe Classificados - Terapia da Gaguez Afixe

julho 21, 2005

Oh “Alzira”!!!

O Blog [ai-dia] teve uma ideia brilhante.
Assim como as catástrofes naturais, furacões por exemplo, têm nomes pessoais, o nosso NG decidiu que seria interessante, baptizar outras catástrofes também com nomes próprios.
Assim, a seca, chama-se Arnaldo e o défice Alzira
É logo muito mais simpático.
Mas porque raio o senhor das Finanças pediu o divórcio da Alzira?!

afixado por Emiéle às 08:57 AM | Ninguém diz nada, pá? | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

A Terra e o Ar

Hoje sinto-me um pouco …
Um pouco…
Já falei do Fogo e Água.
Faltam a Terra e o Ar para termos os 4 elementos básicos.
E é interessante que são dois elementos, embora complementares como são os 4, estes são quase opostos. A Terra será o mais “material” de todos, o mais pesado, o mais sólido. E inversamente o Ar é invisível, imaterial, levíssimo…
Mas tudo é importante para a Vida.

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afixado por Emiéle às 08:22 AM | Ninguém diz nada, pá? | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Água

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Pedem-nos que a poupemos.
Explicam «Água: Usando bem, mais gente tem»
É justo, é correcto. Claro que convêm dar o exemplo e correr rapidamente a tapar as fugas que se observam constantemente.
Também seria boa ideia regar apenas o que fosse de regar e não o asfalto como se observa constantemente naquelas regas automáticas que por aí se vê.
Mas sobretudo era importante informar toda a gente que este maravilhoso bem, não é eterno. Depende de toda a gente o prolongar da sua vida.

afixado por Emiéle às 08:17 AM | Ninguém diz nada, pá? | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Isto aquece…!

Parece-me que hoje só se pode falar de calor.
A todos os níveis.
Directamente e sem qualquer metáfora, o tempo está insuportavelmente quente. Isto aliado à prolongada seca, dá para explicar a vaga de incêncios que este ano já não se limitam à nossa pobre floresta ( a Arrábida, meu Deus!) e atacam povoações, e matam pessoas. Assustador.
Por outro lado a vida na sociedade também parece bastante quente. Destaco, quase como um símbolo, um motim numa cadeia Provocou seis feridos, um em estado grave, e aconteceu no que foi em tempos uma prisão-escola. Oh, ironia! Uma prisão-escola onde são frequentes as fugas bem sucedidas!
E o clima político não pode estar mais quente!
Depois da polémica entrevista de Freitas do Amaral, vem agora a bomba da demissão do Ministro das Finanças. Pode especular-se muito sobre o que provocou esta demissão. O certo é que uma mudança destas ao fim de 4 meses de governo, num governo que se queria coeso e forte, não é bom sinal…
Pois é. Isto está mesmo muito quente!!!

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afixado por Emiéle às 07:18 AM | Ninguém diz nada, pá? | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Il mio amico Giorgio

Il mio amico Giorgio Morais è in grado di scrivere molto bene in inglese, ed anche un po in francese.
Ma perché lui non sceglie l'italiano?
Sará possibile che non gli piace?
Ma comme, Dio mio?
L'italiano, un'idioma meraviglioso, musicale, fresco, morbido, caldo... Tra me e Gibel, noi, sempre ci sentiamo in italiano. Gibel, spesso, mi fa della poesia in italiano, una cosa stupenda. Un bravo ragazzo, lui!
Poi, comme vendetta, io gli faccio della poesia in fenicio antico.
Mi fai un pó di poesia, Giorgio? In inglese? Per offrire alla nostra cara amica Madge?
A me, devo dire senza esitazione, mi piace l'italiano. Non sono in grado di scrivere delle cose dificile, certo, delle parole complesse, erudite. Comme, ad esempio, quelle che trovo spesso nella poesia musicata da Ramazzotti. Ma cosí, scrivendo qualcosa d'inutile, di stupido e vuoto, forse mi faccio capire un pó meglio e non lascio capire agli altri che non so niente, veramente nulla, di quest'idioma.
Arrivederci, Giorgio! Baci!

P.S.: Il prossimo "post", lo devi fare tu, ma in tedesco!
P.S.2.: Quei ultimi "baci" che ti ho dato non hanno nessuna conotazione omosessuale, ok? Porco, questo Giorgio...

afixado por Bernardo Motta às 01:57 AM | 4 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

julho 20, 2005

Tempestade política

Uma notícia:
« Quero exprimir a minha solidariedade ao senhor ministro das Finanças que é um homem sério e competente. Quero deixar bem claro que não serão campanhas como estas que nos vão afastar do nosso caminho que é lutar pelo crescimento da economia portuguesa», salientou José Sócrates.»
Outra notícia:
«Numa conferência de imprensa convocada de surpresa para o fim da tarde de hoje, o ministro de Estado e das Finanças sublinhou que «nunca deixará de tomar as medidas necessárias», independentemente de estas o afectarem pessoalmente.»
Terceira notícia:
«O primeiro-ministro solicitou, esta quarta-feira, ao Presidente da República a exoneração do ministro das Finanças, a pedido deste, por motivos pessoais, familiares e cansaço. Segundo a agência Lusa, Fernando Teixeira, presidente da CMVM, deverá ocupar o lugar de Campos e Cunha».

Que mais se segue?

afixado por Emiéle às 11:01 PM | 5 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Et pourquoi pas un post français?

Parce que mon français est trop basique…

afixado por Jorge Morais às 08:49 PM | 18 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Férias

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Amanhã vou, finalmente, sair uns dias de Lisboa. Poucos, apenas o suficiente para apanhar um pouco de Sol, ver o Mar (o outro), saborear o Pôr de Sol do Alentejo, brincar com o João Pedro, comer pão alentejano, tomar uns bons banhos e descansar. Ainda pensei em deixar uns posts, com data futura. Um poema, uma foto, uma ideia. Mas não dá gozo. O gozo que me dá o Afixe, são os vossos comentários. Ler-vos, poder imaginar que vos tenho aqui, pertinho, discordar de vocês, muitas vezes, mas ter sempre prazer na vossa visita. Que gozo dá deixar-vos a porta aberta se não estiver lá (cá) para vos receber?
A Émièle costuma dizer que eu sou transparente. É verdade, não sou capaz de estar triste ou desencantada sem que todos notem. Nem de estar feliz sem que todos saibam. Não se é feliz, dizias tu, amiga, na semana passada, está-se feliz, algumas vezes. Estou feliz. Vou de férias numa altura em que estou feliz. Lembro as vezes em que tal não aconteceu, ao longo dos anos (tantos anos...) e fico, ainda, com mais vontade de o dizer, aqui. Bem alto. Para vocês ouvirem. E para eu aproveitar. Nunca se sabe quanto tempo dura. Não importa o tempo. Enquanto durar, quero aproveitar.
De amanhã de manhã até à próxima Terça feira, não estou aqui. De amanhã de manhã até à próxima Terça Feira, continuo aqui.
Um abraço.

Voltei cá...qual "Um abraço", qual carapuça. Que coisa formal e fria (apesar do bem que sabem,ao vivo e a cores...), milhares de beijinhos.

afixado por Isabel às 07:00 PM | 16 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

O êxodo dos lisboetas

Já sabemos que todos os anos acontece um fenómeno destes mas não me lembro de disto ter sucedido com a intensidade que se está a ver agora.
É um facto que no início deste mês assistimos a engarrafamentos monumentais nas saídas de Lisboa. Uma coisa espantosa! Parecia-me que havia um invisível Flautista de Hamelin que, em lugar de ratos, levasse atrás de si automóveis. Eram quilómetros e quilómetros de carros meio parados, que iam lentamente caminhando para a saída de Lisboa. No primeiro dia até imaginei que tivesse havido um acidente, alguma coisa de invulgar, mas depois entendi que eram apenas veraneantes a saírem. Houve depois quem me chamasse a atenção para o facto de Julho ser menos caro do que Agosto, e se calhar estará aí o segredo.
O facto é que a população desapareceu mesmo. Misteriosamente. Desde há uns tempos que comecei a ter lugar para estacionar o carro, ando sentada no metro, sou atendida num instante no balcão do café, e as filas nas caixas dos supermercados têm um décimo do comprimento habitual.
Que simpática fica assim a minha Lisboa!

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afixado por Emiéle às 04:00 PM | 12 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Literatura para férias

Claro que não sei se toda a gente é como eu, mas acredito que muitos de vocês sejam.
Quando se aproximam as férias começo a pôr de lado os livros que pretendo ler nas ditas. A verdade é que durante o tempo normal de trabalho há sempre tanta coisa a pôr em dia que ficam uns tantos livros “para ler nas férias”. Normal, não é?
O complicado é que os livros dividem-se ( pelo menos para mim ) em duas categorias: os que “acho que devo ler” e os que “me apetece ler”. Há uma série de leituras que me sinto na obrigação de fazer. Um pouco na linha do “tem de ser”, certas obras que eu sei que vou ter de ler, mas… Pronto, O.K. fica para as férias.
E há “os outros”.
Os que compro por impulso, porque gosto muito do autor, porque achei o nome sugestivo, porque li a badana ou a contra-capa e me pareceu interessante, porque alguém me tinha dito bem, porque a capa era gira, eu sei lá os motivos possíveis!
E a pilha vai crescendo…
Quase todos os anos se repete uma cena irritante. Enquanto o monte dos que “devo ler” está ali quietinho, sossegado, sem se mexer, os que vou comprando por gosto, ao fim de uns dias não resisto a dar uma olhadela, leio um bocadinho, e mais um bocadinho, e mais um bocadinho, ai, ai, já não chega às férias!
Este ano, estou a pô-los longe da vista, em cima do guarda-fato. É um truque que quero ver se resulta. Depois conto o resultado.

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afixado por Emiéle às 01:44 PM | 9 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Blogosfera e os seus perigos ou erros

O JN dedica hoje o seu “em foco” à Blogosfera. E alerta para os cuidados de devemos ter ou perigos a que se está sujeito. Contam-se ali muitas histórias de que eu estava completamente a leste e me deixam inquieta. É importante ser-se sério, e saber viver-se usando a liberdade como ela deve ser usada
A verdade é que este meio de contacto que, usado como nós fazemos é um prazer, mas pode realmente transformar-se no monstro de Frankenstein, se deixarmos de o poder controlar.
Em tempos, aqui o Afixe, em posts assinados pelo Monty, alertava-se sobre esses perigos. Levaram a mal o que ele dizia, na minha opinião por não o terem entendido. Contudo, estes casos podem ajudar-nos a voltar a reflectir sobre o que está em causa. E é sério.

afixado por Emiéle às 08:14 AM | 12 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Inspecções

Sem querer pensar em “caçadas” a verdade é que enquanto os infractores estiverem convencidos que os riscos que correm são mínimos, é óbvio que os preferem correr a cumprir as suas obrigações e obedecer à lei. É um “jogo” que vale a pena.
E o jogo só acaba quando existirem fiscalizações e inspecções, como deve ser.
Ora sabe-se que a IGAE tem cerca de 150 inspectores
Pelo que entendo para o país todo! Cento e cinquenta?! Ao todo?! Beeem....
Para além disso queixam-se de já não serem jovens, terem uma média de 50 anos, e se por um lado a idade implica experiência e treino, dará também menos resistência e mais cansaço. Houve um curso que formou novos inspectores, o que se está à espera? Sai caro meter mais gente? E não sai caro deixar as vigarices à solta?

afixado por Emiéle às 07:36 AM | 4 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

A crise é geral

Cantavam os Rio Grande no seu “Postal dos Correios” : «o rapaz estuda nos computadores; dizem que é em emprego com saída ….»
Mas parece que era dantes. Agora já nem isso.
Dizem que «O grupo informático Hewlett Packard (HP) anunciou, ontem, a redução de 14 500 postos de trabalho»
Isto é que vai uma crise…

afixado por Emiéle às 07:14 AM | 3 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Abrandar a espiral da violência

Por um lado a violência matou 25.000 iraquianos e fez mais de 40.000 feridos civis em dois anos, no Iraque.
Por outro, temos o horror de Atocha e de Londres, onde mortes e feridos o foram por atacado, num momento.
Blair, pelo que leio, parece estar a tomar uma atitude diferente na sua essência, da tomada por Bush. Está a captar a colaboração dos líderes espirituais muçulmanos.
E conseguiu que «o Fórum muçulmano britânico apresentasse uma fatwa (decreto religioso) na qual sublinha que o Islão condena a violência e a destruição das vidas de inocentes, acrescentando que os atentados são proibidos pelo Alcorão».
Esta parece-me uma jogada inteligente.
É certo que não resolve o fundo da questão, mas o retirar alguma base de apoio pode ajudar a travar esta espiral de horror.

afixado por Emiéle às 06:42 AM | 1 afixadela | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Classificados - Terapia da Gaguez

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afixado por Gibel às 12:17 AM | 2 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

julho 19, 2005

E se a internet se for abaixo?!

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Conselhos úteis aqui

afixado por Gibel às 11:58 PM | 2 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

What about an English post?

I don't know why there aren't almost any posts in English in this Portuguese part of the blogosphere. Maybe it's because we don't feel sufficiently secure writing in a foreign language although we may use it very often. Yes, I know we can make lots of mistakes but what's the big problem? We do that in Portuguese and nobody cares.

In my humble opinion, or shortly, IMHO, it is a problem of vocabulary. We might know basic constructions of the language and how to spell the words the right way. But we do not really know the richness of a language until we read a book in that language.

I don't mean a technical book, which only gives us a specialized part of the language. I also don't mean a sex book where we might learn some terms that might be useful for international contacts but it's too scientific. Sex books have the problem of making sex look boring.

I mean one of the classics, such as my 12th year school book in English class: The Great Gatsby. I looked for some old stuff of mine last time I was in my parents' house. Among them there was this book. A book I've read completely. A book where gay was used without the connotation it has nowadays. A book where each new page has a word that we must look for in a dictionary.

Since then, unfortunately, I only bought technical books. But that book and the lyrics from my favourite songs were my ticket to some of the richness of English language. I will probably buy more books in English soon.

Nowadays I hear and talk in English without making any translation to Portuguese in the middle. I make some mistakes as I do writing but that's a way of learning. If you, dear reader, find any mistake in this text, please let me know. It's a way of learning and improving my English. Anyway, I make mistakes in Portuguese too, what's the big deal?

afixado por Jorge Morais às 09:32 PM | 61 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Já chegámos à Madeira?

Já anteriormente, aquando duma entrevista ao Expresso do Comandante da Polícia de Segurança Pública de Lisboa, eu e a Émiéle tinhamos deixado dois posts, sobre o arrastão que, afinal, não foi arrastão.
Hoje, num relatório entregue na Assembleia da República, a PSP nega a existência de qualquer arrastão, no passado dia 10 de Junho, na Praia de Carcavelos.
Agora que, oficialmente e não porque alguém foi "enganado por uma jornalista ao serviço de interesses partidários", a Assembleia da República, tem em sua posse o relatório que desmente o que inicialmente foi divulgado pela Polícia e pela quase totalidade da Comunicação social, quem vai pedir responsabilidades? Quem vai ser responsabilizado? Quando e como?
Inventar uma história, divulgá-la, alimentá-la e com ela alimentar o ódio e a desconfiança, vai merecer o quê da Assembleia e do Governo? Dos tribunais ? Ou do Presidente da República?

Ou será que ninguém vai pedir contas a ninguém, confirmando que, afinal, a Madeira fica mesmo ali ao lado...??

afixado por Isabel às 09:10 PM | 8 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Peace Talks

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afixado por Gibel às 07:48 PM | 7 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

À ATENÇÃO DA PREVENÇÃO RODOVIÁRIA PORTUGUESA

Condutores que apreciam cantarolar ao volante tendem a concentrar-se melhor na condução e a adormecer menos do que condutores caladinhos. Não sei se quem canta no duche também fica mais enxuto e lavadinho mas estas conclusões de um estudo da Universidade de Sheffield são deveras interessantes. Até porque concluíram pelas escolhas musicais mais e menos acertadas: "Don't Cha Wanna Ride" da Joss Stone é boa onda, mas nada de ouvir as marchas heróicas britânicas do Elgar - conduzem a uma greater driver aggression and reckless motoring behavior.

Realmente, um gajo põe-se a trautear isto, a marcha of Pomp and Circumstance No. 1 (que como bom reaccionário filo-britânico adoro)

Land of hope and glory
Mother of the free,
How shall we extol thee,
Who are born of thee.
Wider still and wider
Shall thy bounds be set,
God who made thee mighty
Make thee mightier yet
God who made thee mighty
Make thee mightier yet

e um gajo talvez resvale um poucachinho para sentir-se dono da estrada, mas também é só um poucachinho, escusavam de dramatizar...

afixado por Gibel às 06:00 PM | 4 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

A post from an ex-londoner

Tenho andado a pôr em dia a leitura atrasada de alguns blogs. Da nossa madge, por exemplo. E acho que esta posta merece bem ser destacada e lida por quem ainda o não tiver feito.

afixado por Gibel às 05:35 PM | Ninguém diz nada, pá? | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Eficiência

(recebido por email)
Um helicóptero sobrevoava Lisboa, ontem, quando uma avaria eléctrica danificou todo o sistema de navegação e comunicação do aparelho. Devido às nuvens e névoa, o piloto não conseguia determinar a sua posição nem o percurso para o aeroporto.
Então, o piloto viu um edifício alto, voou até lá, circulou o edifício e escreveu um cartaz que colou ao vidro da frente. No cartaz do piloto lia-se:"ONDE É QUE EU ESTOU?" em letras grandes.
As pessoas no edifício alto depressa responderam ao piloto, desenharam um cartaz e seguraram-no numa janela do edifício. No cartaz lia-se:"VOCÊ ESTÁ NUM HELICÓPTERO" O piloto sorriu, acenou, olhou para o seu mapa, e determinou a rota para o aeroporto da Portela, onde aterrou em segurança.
Depois de estarem em terra, o co-piloto perguntou ao piloto como é que um sinal que dizia "VOCÊ ESTÁ NUM HELICÓPTERO" o ajudou a determinar a sua posição. O piloto respondeu "Eu sabia que aquele tinha que ser o edifício da PORTUGAL TELECOM porque, à semelhança das pessoas que atendem os números verdes, eles deram-me uma resposta tecnicamente correcta mas completamente inútil."

afixado por Emiéle às 04:48 PM | 9 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

E a dúvida é...

... a partir de quando é que deixou de lá caber?

Mini.jpg


afixado por Emiéle às 04:35 PM | 2 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

O que se faz para encontrar namorado/a !

Pois é! Parece valer tudo menos tirar olhos ( mas talvez se possa tapá-los…)
Vem aí uma “coisa” entre o reality-show e o documentário que vai mostrar como encontrar namorado. É um programa que
vai seguir 11 mulheres nova-iorquinas na aventura de encontrar namorados através da Internet
[ já agora, porque é que não serão homens? Quero acreditar que seja apenas por as mulheres serem mais vistosas para efeito de programa…]
Dizem que as mulheres escolhidas para o programa são «profissionais, bonitas e atraentes que rondam idades entre os 26 e os 38 anos».
Tadinhas, sem namorado.
Também não se pode ter tudo, né?

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afixado por Emiéle às 12:39 PM | 17 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Pretextos...

maos.jpg

Todos os pretextos são bons para ir ao Coliseu ouvir Maria Bethania. Estar de férias é um pretexto. Bom. Por isso decidi sair de casa, já a seguir, e ir a correr à procura de bilhete para hoje ou para amanhã.
Todos os pretextos são bons para recordar Vinicius de Moraes. Bethania está a cantar Vinicius, no Coliseu.
Para publicar um poema de amor não é preciso pretexto. Basta viver. Aqui fica, de Vinicius de Moraes, com a esperança que não seja demasiado tarde para encontrar bilhete e a certeza que nunca é demasiado tarde para cantar o Amor, Soneto do Amor Total.

Amo-te tanto meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.

Amo-te enfim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.

afixado por Isabel às 10:31 AM | 7 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Festival Intercéltico

(esta notícia é dedicada à minha colega Isabel - Olá Isabel!!!Boas férias! )

Ora fiquem a saber que no primeiro fim-de-semana de Agosto vai haver um Festival Intercéltico que deve dar que falar!
Vai ser em Ávila de Sendim, Miranda do Douro.
Quem lá puder ir, deve dar por bem empregue o seu tempo.
E viva a música!!!!

afixado por Emiéle às 08:58 AM | 6 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Motards

Aqui há uns tempos, em conversa animada com uma amiga, criticando eu o modo como os motards se expõem e os riscos que correm, ela ( que não é exactamente uma motard ) defendia-os explicando-me que eles estão muito protegidos. Eu dizia que um capacete é pouco, mesmo que a cabeça esteja a salvo, falta todo o resto, mas segundo a informação que ela me deu, o fato típico de um motard é quase uma armadura. O casaco que usa tem até reforços internos de metal, é pesadíssimo – além de caríssimo. Ela contou-me que quem dá tantos milhares de euros por uma mota também dá mais quinhentos por um casaco, e isso faz sentido.
A verdade é que depois daquela conversa, fiquei com as minhas convicções abaladas… Se calhar aquelas correrias loucas não seriam tão loucas como isso, os rapazes estavam mais protegidos do que eu imaginava.
Contudo, uma coisa é o motard sensato, outra é o louco. E nestes encontros como o do Algarve isso foi evidente.
Já morreram duas pessoas, foram apanhados 153 condutores acusados de «excesso de álcool, falta de capacete protector, ausência de seguro, manobras perigosas e irregularidade das matrículas».
Pois é. Se calhar ela tinha razão quanto aos seus amigos, pessoas sensatas e com juízo. Mas não é a imagem geral, e lá teremos as nossas razões…

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afixado por Emiéle às 08:25 AM | 7 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

"Procuramos candidatos/as às Eleições Autárquicas”

Eu ia escrever qualquer coisa, mas parece-me que desisto.
É que esta notícia fala por si. Palavras para quê???
Estamos em Portugal, não é ? "O Partido Humanista (PH) deseja concorrer ao maior número de autarquias do País, mas nas suas fileiras não existem militantes e simpatizantes para tão grande empresa. Como resolver o problema? Simples pôr um anúncio num jornal de grande circulação e esperar que o telefone toque»

afixado por Emiéle às 08:09 AM | 9 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Os ecopontos

Temos visto muita publicidade sobre o tema.
Aliás, sabendo o preço de uma campanha publicitária, ( sabem?) podemos concluir a importância que tinha a separação dos produtos para reciclagem. E pelo que se vê resultou:
« a quantidade total de embalagens recolhidas para reciclagem tem vindo a aumentar, começando por 1743 toneladas até atingir as 270 mil em 2004» .
É interessante que da leitura deste artigo não encontro nada de muito novo. A verdade é que desde sempre me lembro de ver aproveitar vidro (garrafas) e papel. Esse tipo de aproveitamento é muito natural porque vem ao encontro do que sempre se fez. A novidade é existir um local próprio para ir deixar esses materiais. Quanto às embalagens, isso é mesmo novidade, mas também é o que levanta mais problemas, porque dizem que não convém deixar embalagens sujas. E parece absurdo, ir gastar a preciosa água para limpar uma coisa que é para deitar fora. Dizem agora que afinal as garrafas de óleo já podem ser tratadas também. O.K.
Contudo, uma das coisas que mais desmotiva quem quer colaborar nestas campanhas, para além da má distribuição dos ecopontos, é o tempo que levam a ser esvaziados. Falando por mim, é desmoralizador, passar por esses locais e ver os contentores a deitar por fora papel e vidro e estarem assim dias e dias. O ar de desleixo que dá, o mau aspecto, chega logo para afugentar a pessoa melhor intencionada! Era muito importante, as empresas estarem atentas aqueles ecopontos que se enchem mais depressa.

afixado por Emiéle às 07:50 AM | 4 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Energias limpas

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Portugal não tem petróleo.
Mas é um país que parece feito à medida das outras energias: rodeado de mar, tem muito sol e bastante vento. O que é que queremos mais?
Parece que desta vez se está a pensar a sério em investir nesses sectores. O primeiro ministro prometeu:
"Não desenvolveremos a energia eólica com base em materiais importados. Queremos criar uma indústria ligada a este ramo da energia"
Creio ser isso o que muitos esperam.
Será desta?

afixado por Emiéle às 07:40 AM | 3 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

julho 18, 2005

A.F.I.X.E. - o início

Repórter do jornal Afixador: Foi no mês passado descoberta a existência de uma seita ligada ao submundo do crime, ao qual terá estado ligado o empresário Carrascão. O seu nome era A.F.I.X.E., Axembleia de Fieis da Igreja do Xanto Evangelho. Conseguimos chegar à fala com um antigo colaborador, que nos vai ajudar a desvendar os seus mistérios. Boa noite, Sr. Fonte Anónima.

Sr. Fonte Anónima: Boa noite.

RjA: Fale-nos da A.F.I.X.E.

SFA: A A.F.I.X.E. foi uma ideia genial, criada pelo Pastor Alcebíades Ximenes. Ele falava um pouco mal, por causa de um problema no maxilar, mas para disfarçar, dizia que era galego. Daí aquele nome ridículo para a organização. No essencial, ele foi buscar 10 frases a canções portuguesas e fez deles os dez mandamentos ou, como ele gostava de chamar, instruções para a vida.

RjA: Pode falar-nos dessas instruções para a vida?

SFA: A primeira era "Se queres ter maior prazer chama o António.", que ele tirou da canção "Chama o António", do Toy.

RjA: E que é que o nome António tem a ver com isso.

SFA: Bem, tal como os papas, o Pastor Ximenes adoptou o nome António. Era assim que ele engatava as mulheres do culto.

RjA: Muito bem. Já agora pode dizer-nos, resumidamente os outros 9?

SFA: Claro. Vamos por ordem. A segunda era "Zuvi zeva zuvi zeva zuvi zeva novi, zuvi zava zivi zeva novi ah!", da canção "Zuvi Zeva Novi", dos Mler If Dadá. Ele achava que aquela canção era a voz do diabo, cantada de trás para a frente. A terceira era "Uma lady na mesa, uma louca na cama.", da canção "Taras e Manias", do Marco Paulo. Foi a forma que ele arranjou de convencer condessa da Estrela a entrar no culto.

RjA: A condessa da Estrela, a mulher do empresário Carrascão.

SFA: Sim, essa mesma. Durou bastante tempo, até ele aparecer. A quarta, era "Tu não sabes nada de nada.", da canção "Nada de nada", do João Pedro Pais. Era uma forma de tentar manter os fiéis na ignorância. Depois, havia a quinta instrução, que ele citava contando uma parábola, falando das virtudes da boa vizinhança. Era "A bondade da vizinha é coisa doutro mundo, quando não uso a da frente uso a garagem do fundo.", da canção "Garagem da vizinha", do Quim Barreiros. De seguida, vinha a sexta instrução, que ele dizia depois de convencer os fiéis que não devia gostar de dinheiro, de modo a que eles deixassem ficar como esmola. Era "Se houver alguém que não goste, não gaste - deixe ficar...", tirada da "Menina dos olhos de água", do Pedro Barroso.

RjA: Estou a ver que ele tinha uma forma ardilosa de encandear as frases.

SFA: Tudo nele era pensado. Veja a sétima frase: "Nem todo o sapato te serve no pé.", da canção "Cais do Sodré", do Rodrigo.~

RjA: O que significa?

SFA: Que apenas a ele servia a tarefa de guia espiritual da humanidade. Cada um devia calçar o sapato que lhe servia. No caso dos fiéis, era servir e deixar o dinheiro. A sétima frase, "Teu corpo é um rio onde a sede corre.", da canção "Amélia dos olhos doces", do Carlos Mendes, reforçava isso, dizendo que eles não eram capazes de sorver a água dentro deles, de forma a matar a sua própria sede de sabedoria. A nona frase, "Ai que ninguém volta ao que já deixou...", da canção "O Pastor", dos Madredeus, era uma forma de impedir que eles mudassem de ideias e voltassem à sua vida anterior. Finalmente, a última frase, "Novos ricos são má sorte.", da canção "Pronúncia do Norte", dos GNR, era uma forma de dizer aos que tinha enriquecido recentemente, que deviam desfazer-se dela rapidamente, entregando-a ao culto, ou teriam má sorte.

RjA: Estou a ver que tudo estava planeado.

SFA: Tudo. O problema foi mesmo o Carrascão ter tomado o controlo da coisa. É que o Pastor só pensava em mulheres, quando foi a ver estava sem dinheiro.

RjA: E você?

SFA: Eu acabei na miséria. Até o meu T6 em Sintra e o Porsche tive de vender. Como é que um gajo, habituado ao luxo, consegue viver com um milhão de contos? Eu até estava a pensar concorrer a deputado, mas agora acabaram com as reformas vitalícias...

RjA: Bem, foi a entrevista possível, com o Sr. Fonte Anónima. Muito obrigado.

SFA: Obrigado, eu. Pedia-lhe que em vez de passar um único cheque, me passasse cinco, com quantias e datas diferentes.

afixado por Jorge Morais às 11:00 PM | 12 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Há dias assim

Em que os filhos da puta perdem. Em que a pulhice cessa, em que os canalhas têm de engolir a própria saliva, em que o abuso de poder sai derrotado, mesmo quando apoiado por teias de cumplicidades e favores entre órgãos e dirigentes, entre o Sr. Dr. F.. de tal e o Sr. Dr. Director de tal.., pelo mais pestilento tráfico de influências, tantas vezes agasalhado pelos aventais do grémio. Derrotados pelo soberano império da Lei. E que bem sabe aqui a palavra Império. Pela simples e transparente força do Direito. Em que se chora alegre para dentro por cada uma das horas difíceis de uma guerra com mais batalhas perdidas que ganhas, que várias vezes fizeram cerrar os punhos, com vontade de bater, dirigindo essa força do espírito para o teclado dos argumentos, das petições, dos requerimentos, dos pareceres, das interpretações da norma. Há dias assim, em que a coragem e a esperança, a galhardia na defesa de um direito, são vingadas por termos mantido a preserverança. Apesar da tentação de baixar os braços. Há dias assim na vida de um advogado. São os melhores.
Mas este dia é especial, porque pelas pessoas "públicas" que envolve ficará para as minhas memórias forenses. Que ainda sou novo demais para escrever. Mas se e quando as escrever, que bem me vai saber descrever a derrota de cada um dos pulhas. E dizer os nomes dos pulhas.

afixado por Gibel às 05:06 PM | 16 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Jet-set

Mais uma das CONVERSAS DE OBJECTOS:

jetset.jpg

Tive licença dos patrões e a verdade é que são irresistíveis!

afixado por Emiéle às 04:23 PM | 5 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Televendas

A sociedade moderna tem as suas pragas.
Quando Moisés fugiu do Egipto, houve as rãs, os gafanhotos, creio que mosquitos e moscas, e mais umas pragazitas de que agora não me lembro.
Nós temos as vendas por telefone!
Eu considerava-me uma pessoa cordata e amável, dantes. Quando recebia uma chamada, mesmo se fosse engano e me interrompessem a fazer qualquer coisa, tentava responder amavelmente, desculpar o engano, que «qualquer um tem, não é verdade?...»
Isso era antes.
No tempo A.T. ( ante-televendas)
Mas hoje sou malcriadíssima. Começo por atender muuuuito mais cautelosamente, detectar à primeira investida se é um desses seres. Não é difícil, porque se vêm através de lista telefónica, chamam-me pelo primeiro e último nome coisa que ninguém no mundo faz. E pimba, apanho-os logo, antes de começarem a desbobinar a conversa, digo que não me interessa e
desligo.
Mas há momentos, fui “recrutada” por telemóvel!! Acreditam? Por telemóvel?! Foi a primeira vez. Mal atendi vem a apresentação do costume, que ganhei umas férias, que não precisava de comprar nada, que… que… Fiquei sem voz. É que está a alastrar, se já entram por telemóvel nada os detêm.
Fiquei mesmo preocupada.

afixado por Emiéle às 04:15 PM | 11 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Relembrando - 10 instruções para a vida retiradas de canções portuguesas

Se queres ter maior prazer chama o António.
in Chama o António, Toy

Zuvi zeva zuvi zeva zuvi zeva novi, zuvi zava zivi zeva novi ah!
in Zuvi Zeva Novi, Mler If Dadá

Uma lady na mesa, uma louca na cama.
in Taras e Manias, Marco Paulo

Tu não sabes nada de nada.
in Nada de nada, João Pedro Pais

A bondade da vizinha é coisa doutro mundo, quando não uso a da frente uso a garagem do fundo.
in Garagem da vizinha, Quim Barreiros

Se houver alguém que não goste, não gaste - deixe ficar...
in Menina dos olhos de água, Pedro Barroso

Nem todo o sapato te serve no pé.
in Cais do Sodré, Rodrigo

Teu corpo é um rio onde a sede corre.
in Amélia dos olhos doces, de Carlos Mendes

Ai que ninguém volta ao que já deixou...
in O Pastor, Madredeus

Novos ricos são má sorte.
in Pronúncia do Norte, GNR

IMPORTANTE
Não perca, hoje à noite:
A.F.I.X.E., a organização que esteve na origem da blogonovela.

afixado por Jorge Morais às 12:40 PM | 13 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

Contra o medo...

sorriso.jpg

Ao fazer a ronda diária pelos Blogs que guardo aqui em cima, na pasta dos favoritos, encontrei um post no Troll Urbano e outro no Bicho-Carpinteiro sobre o mesmo tema: O medo.
No dia dos atentados de Londres, deixei, aqui, um poema do Alexandre O’Neill sobre o tema.
O medo, tornou-se um tema recorrente, nesta época de perguntss sem resposta.
Três dias depois do 11 de Setembro, tinha viagem marcada para Bruxelas.
No aeroporto, lembro-me de procurar em cada rosto, de entre os que estavam na minha fila de check in, um rosto que me parecesse suspeito. Era uma busca irracional e incontrolável. Quem me parecia suspeito? O que me parecia suspeito? A tez, os gestos, a bagagem?
Já no avião que me haveria de levar a Bruxelas, sentada ao lado dum inglês, para aí no meio da viagem, vejo um homem levantar-se, dois bancos à frente. Levava uma pequena mala de mão e dirigia-se, pareceu-me, para a casa de banho. Era um homem. Nada de particular nem de estranho. Um homem com uma pequenina pasta na mão.
Creio que estremeci. O Sr. inglês, ao meu lado, olhou-me e disse “É inevitável, não podemos deixar que aconteça, mas é inevitável...”.
Uns minutos depois, quando o homem da mala voltou, o meu parceiro de viagem, disse-me que já podia voltar a dormir...falámos o resto da viagem. Na irracionalidade de ter medo por ver alguém levantar-se para ir à Casa de Banho.
Porque não podemos alinhar nos que usam o medo como cercear de liberdades e de vidas, temos que o ultrapassar. Basta-nos os medos a que não podemos fugir – o da morte. O da perda. O da dor. Não podemos dar a quem impõe o medo como arma, o prazer de cantar vitória. Mesmo que nos entrem pela casa adentro imagens de jovens iguais a todos os jovens que entram numa estação de metro igual a todas as estações de metro. Ou mesmo que nos entrem pela casa adentro imagens de sangue e de morte em qualquer Iraque deste mundo, sob o pretexto que se tenta combater o medo, não nos podemos deixar transformar em “ratos”. Sob pena de deixarmos de viver. Ou de, apenas, sobrevivermos em tocas fechadas sem luz, sem risos e sem gente.

afixado por Isabel às 12:29 PM | 5 afixadelas | 0 tréquebeques | enviar | fórum|

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