Wednesday, June 01, 2005
Hoje revolto!
E minha alma de baixo a cima, de lés a lés revolvo...
sou ser usado e deposto, mas estou sempre como novo.
Um Brinde ao meu Coração! Esse corajoso que carrego dentro do peito, junto a meu chamuscado pulmão. Sempre a bombar, recorda meu rosto vivo que sempre é possível ultrapassar um desgosto.
Um brinde ao meu desgosto!
A minha certeza... sou uma princesa , mas o guerreiro, o meu cavaleiro partiu para a guerra e não tornou... disseram-me que morreu... que padeceu... mas vive nas miragens das minhs encruzilhadas...
OH! Lá estou eu... o meu coração... o meu desgosto...
nascemos, crescemos...
passamos por filões de experiências, até que chegamos ao estágio em que fomos longe demais:
OFERECI O MEU CORAÇÃO e nunca mais o recuperei.
Mas não estou infeliz por isso.
Estou triste, pelo percurso do meu desatino em destino e não estou magoada.
Estou magoada com a falta de momento preciso, o conciso estado em que recolhemos os lucros e louros de tudo o que foi trabalhado... árduo.
Os meus trinta anos, são rugosos e bonitos.
Sobrevivi já algumas vezes, Deus pôs-me à prova outras tantas...
mas a maior prova de todas é passada todos os dias e não há vencedores porque ultrapassa a conhecida dimensão...
ultrapassa as raivas e dores, e tristezas e alegrias e esperanças..
a maior prova é quando me deparo com os meus sonhos todos espalhados pelo chão:
como se as estrelas caissem do céu, e eu andasse de rabo para o ar, de canto em canto, de momento a momento a reunir para os colocar no mesmo, exacto lugar.
Devo portanto, ser uma aberração da natureza... mas há uma certeza no sorriso: eu vou sobreviver e meu corpo também, e meu coração também, e emus abraços por dar também.
Um beijo às crianças:
às minhas duas crianças - meu filho e eu.
Tuesday, April 26, 2005
"ALMAS GÉMEAS - ZACSIS" - Continuação
Estávamos a preparar a festa da chegada da Primavera e o acordar dos animais. Das altas esferas recebíamos os sinais para nossos passos melhor orientar... Como todas as virgens, devia conduzir-me ao sopé da montanha, e jejuar e pedir à Deusa que me iluminásseno caminho que como feiticeira branca iniciaria... os rituais por mim seleccionados haviam sido por minha Avó passados, uma matriarca muito respeitada no reino da fantasia... e que me havia sempre prevenido - "filha, há-de vir o dia!" "Que dia? Que significa isso?" indagava eu sempre curiosa e em silmutâneo sempre receosa... o que vinha, que podia vir? "Quando chegar. Quando for a hora da reunião entre ti e tua gémea Alma tu reconhecerás. Seja agora, ou nos mundos vindouros... porque, filha, o mundo vai dar muitas voltas e o amor profundo das Almas gémeas não morre..."
Todo o tempo que estive no sopé da montanha pensava nestatão simples e contudo enigmática mensagem... e quase me sentia culpada... em vez de me preparar para o grande ritual e estar disponível para as mensagens dos meus Guias e orientadores, estava embrenhada em mil pensamentos. Mas foi nesse exacto momento que eu tive uma iluminação. Como é sabido por todos na floresta e mesmo no Castelo, é na noite que as aprendizes passam no sopé que são feitas as grandes e principais revelações. Poisa minha, eu nem me queria acreditar: Em breve haveria um reencontro. Um luminoso reencontro em que minha voz ficaria presa, minhas pernas tremeriam, meu coração ecoaria, minha alma libertar-se-ia na mágica prisão do amor. Tive ainda outra revelação: amar-nos-íamos oerdida e irremediávelmente. Seria somente a REUNIÃO. Mas não ficaríamos juntos. Não poderíamos. Eu sou pagã... por todas as vindouras vidas nos procuraríamos em algumas não nos cruzaríamos, mas tínhamos uma triste e pesada sina: jamais podermos ficar juntos....
Sunday, April 24, 2005
"ALMAS GÉMEAS - ZACSIS" - Continuação
Eu era livre... cabelos soltos a meio das costas, flores brancas nas mãos, vestido pelo campo esvoaçando, rosto rosado da correria... alguém em gargalhadas me perseguia... e eu fugia, ou pelo fugia que fingia...
As nuvens... os decotes das nuvens ficavam-lhes tão bem... as barbas por aparar à milénios, os amorosos gigantes sentados em pequenos varandins a rir de contentes... os gnomos, os duendes, uns tratando dos animais, outros das frondosas árvores, outros das pequenas plantas... aqui, ali e além uma ou outra fada a passear-se... olha, aquela tem um minúsculo regador nas mãos. As crianças a brincar, os risos no ar... harmonia, alegria, paz... os cavalos a pastar soltos, desenraizados de rédas. E as éguas junto dos poltros, que ás suas patas se aninham pedindo colo... ali um pégaso... ah! Um Troll, mas não cheira mal e está bem disposto a rir com o duende verde em cima do ombro, que a barba lhe está a aparar... aquele ali... AQUELE, ALI!!!! AAAA-LLLLiiii! Oh Leitor (a), tu sabes quem é:
Ele jamais se senta no seu cavalo sem sua permissão.
Vivemos no teu reino de imaginação, aqui os Humanos, Animais, Plantas, Duendes, Gnomos, Fadas, Pégasos, Trolls, Dragões... todos vivemos em harmonia. E os Dragões não são maus, são cinzentos, queridos e ajudam as velhas feiticeiras e os Druidas a fazer o lume nos rituais à branca cheia Lua.
Mas do outro lado do lago está o meu cavaleiro... a armadura de couro, os sapatos desbotados de tanto correr com as crianças brincando ás escondidas... o cabelo ondulado, comprido, solto... desarranjado, à natureza de seus jeitos entregue... as mãos fortes, mas tão delicadas no toque de uma flor, na seda de um abraço... os ombros largos da segurança de eu existir no mundo, algures em algum lugar, no mundo da fantasia ou mesmo no real... e a profundeza dos mares nos olhos do olhar... a mesma profundeza que à noite quando durmo me enlaça de tranquilidade... e a boca fresca de meu nome se tentar recordar, só ontem o disseras, amor: "AMOR!"
As nuvens... os decotes das nuvens ficavam-lhes tão bem... as barbas por aparar à milénios, os amorosos gigantes sentados em pequenos varandins a rir de contentes... os gnomos, os duendes, uns tratando dos animais, outros das frondosas árvores, outros das pequenas plantas... aqui, ali e além uma ou outra fada a passear-se... olha, aquela tem um minúsculo regador nas mãos. As crianças a brincar, os risos no ar... harmonia, alegria, paz... os cavalos a pastar soltos, desenraizados de rédas. E as éguas junto dos poltros, que ás suas patas se aninham pedindo colo... ali um pégaso... ah! Um Troll, mas não cheira mal e está bem disposto a rir com o duende verde em cima do ombro, que a barba lhe está a aparar... aquele ali... AQUELE, ALI!!!! AAAA-LLLLiiii! Oh Leitor (a), tu sabes quem é:
Ele jamais se senta no seu cavalo sem sua permissão.
Vivemos no teu reino de imaginação, aqui os Humanos, Animais, Plantas, Duendes, Gnomos, Fadas, Pégasos, Trolls, Dragões... todos vivemos em harmonia. E os Dragões não são maus, são cinzentos, queridos e ajudam as velhas feiticeiras e os Druidas a fazer o lume nos rituais à branca cheia Lua.
Mas do outro lado do lago está o meu cavaleiro... a armadura de couro, os sapatos desbotados de tanto correr com as crianças brincando ás escondidas... o cabelo ondulado, comprido, solto... desarranjado, à natureza de seus jeitos entregue... as mãos fortes, mas tão delicadas no toque de uma flor, na seda de um abraço... os ombros largos da segurança de eu existir no mundo, algures em algum lugar, no mundo da fantasia ou mesmo no real... e a profundeza dos mares nos olhos do olhar... a mesma profundeza que à noite quando durmo me enlaça de tranquilidade... e a boca fresca de meu nome se tentar recordar, só ontem o disseras, amor: "AMOR!"
-------------------Continua-----------------------------------------------------------------------------------
Thursday, April 21, 2005
ALMAS GÉMEAS - ZACSIS CAPÍTULO I
No doirar de meus dias reencontrei-te...
Quando a esperança em mim era já uma flor jazida e a conformidade de meus dias, de minhas rotinas, o objectivo do dia-a-dia: reconheci-te e deu-se o balsâmico reencontro das duas partes da mesma luminosidade, os dois «EU SOU» que formam este único par de «NÓS»... e acordou nossa voz que éramos o Outono, a Primavera e o Inverno...
Eu era triste, encalorada pelos meus rectos passos de Mãe. Mas a minha condição de mulher, de ser humano ornado a sonhos e ilusões havia sido num pedestal colocado, onde meramente de tempos a tempos meus olhos lançavam um fugaz olhar, pensando nos «Se's» do que teria sido capaz - quem sabe Se tivesse nascido rapaz, de outras humanas roupagens me vestisse... Ah! Eu pensava tanta coisa ter sido capaz.
Havia perdido a inocência de meus olhos, o calor dos abraços espontâneos, os lascivos braços estendidos ao sol e à vida - havia perdido as batalhas e estava irremediávelmente ferida. Estava combalida e todos em meu redor tentavam recuperar-me...
Recuperar-me... sentia-lhes piedade, compaixão! Como me recuperarem se havia perdido o coração?...
E assim, entrei. Já não havia desespero, nem possível consolo. Minha alma era uma dama conformada. Pouco, muito pouco confortada... excepto quando meus olhos se deparavam com os dois que havia colocado ao mundo e necessitavam meu sorriso pouco surdo e meu gesto pouco mudo... nesses momentos, minha fisionomia mudava e ele era um duende pequenino e eu uma fada... e corríamos pelos vales encantados em busca do arco-íris...
Assim sendo entrei. Nem meu apetecer em redor olhou. Quando a voz, a sombra dos passos, o rouco do tossir: Eu... em mim algo fez um turbilhão e acordou. Naquele mágico momento não tempo,nem tempos, nem tão pouco essa filosofia havia sido criada para caracterizar algo da existência humana real e não explicativa.
-------------------------continua--------------------------------------------------------------------------
Publicação de "ALMAS GÉMEAS - ZACSIS" de L. VAN ARLE
Ágil na vontade exponho rasgos de imagens, ventos de gargalhadas...
fecho os olhos - vejo as flores no chão espalhadas e entre aqui e ali e acolá uma fada faz piruetas e o duende caretas...
transporto-me a um mundo novo - o das ideias que brotam das minhas emoções e que a mão escreve sem pudor. Também não há rancor.
Uma história que vejo delinear sempre que fecho os olhos e que ainda não está terminada...
fecho os olhos - vejo as flores no chão espalhadas e entre aqui e ali e acolá uma fada faz piruetas e o duende caretas...
transporto-me a um mundo novo - o das ideias que brotam das minhas emoções e que a mão escreve sem pudor. Também não há rancor.
Uma história que vejo delinear sempre que fecho os olhos e que ainda não está terminada...
talvez se alguém, de quando em quando ao me ler, for fazendo força para o caminho se abrir, talvez então eu a conclua com o mesmo amor e comoção com que iniciei e agora transcrevo para que possam ler, ou possas ler... ou ninguém ler... ou eu reler
Importa que escrevo...
Importa que escrevo...
não para quantos, ou quem ou mesmo para concorrer se tenho sucesso no mundo bloguista...
se essa é a ideia, então equivocaram-se na porta de entrada.
!Bem haja!" aos que ficarem, e um "fiquem Bem!" aos que passaram.
L. VAN ARLE
se essa é a ideia, então equivocaram-se na porta de entrada.
!Bem haja!" aos que ficarem, e um "fiquem Bem!" aos que passaram.
L. VAN ARLE
DESAFIO
Em resposta ao desafio da ADRYKA http://suspirar.blogspot.com/, continuo a corrente:
Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?
gostava de ser o livro de rascunhos do autor de Fahrenheit 451
Já alguma vez ficaste apanhadinho(a) por uma personagem de ficcção?
Pelo Darcy de "Orgulho e Preconceito" da Jane Austen
Qual o último livro que compraste?
Não faço ideia... não tenho hábito de comprar livros: o meu Pai é coleccionador e tem uma biblioteca, e de resto oferecem-me. Gostava de salientar que nunca fui na onda de ler os livros da moda... isso para mim são tretas, há ainda tantos livros clássicos que ainda não li, esses sim inovaram a nivel literário. Hoje em dia - maioria dos livros editados - acrescentam diferentes formas de fazer lixo literário... esta é a minha opinião, mas também não percebo nada disto....
Qual o último livro que leste?
Reli o "o último suspiro do mouro" do Salman Rushdie
Que livro estás a ler?
Neste momento ando a ler textos e informação que recolhi na Internet... não dá para tudo, mas quando me apetece ler um pouco para relaxar leio "O Profeta "
Que livros (cinco) levarias para uma ilha deserta?
1. Orgulho e preconceito - Jane Austen; 2. L'Etrangé - Albert Camus. 3. Escritos da Juventude - Albert Camus
4. As ondas - Virginia Woolf, estou para ler à seis anos e nunca consigo e 5.O livro que eu fosse escrevendo nos vários cadernos que levasse.
A quem vais passar este testemunho (três pessoas) e porquê?
Não vou passar a ninguém em especial pois a quem passaria já responderam nos seus blogs.
- A TODOS Quanto queiram aceitar o Desafio.
Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?
gostava de ser o livro de rascunhos do autor de Fahrenheit 451
Já alguma vez ficaste apanhadinho(a) por uma personagem de ficcção?
Pelo Darcy de "Orgulho e Preconceito" da Jane Austen
Qual o último livro que compraste?
Não faço ideia... não tenho hábito de comprar livros: o meu Pai é coleccionador e tem uma biblioteca, e de resto oferecem-me. Gostava de salientar que nunca fui na onda de ler os livros da moda... isso para mim são tretas, há ainda tantos livros clássicos que ainda não li, esses sim inovaram a nivel literário. Hoje em dia - maioria dos livros editados - acrescentam diferentes formas de fazer lixo literário... esta é a minha opinião, mas também não percebo nada disto....
Qual o último livro que leste?
Reli o "o último suspiro do mouro" do Salman Rushdie
Que livro estás a ler?
Neste momento ando a ler textos e informação que recolhi na Internet... não dá para tudo, mas quando me apetece ler um pouco para relaxar leio "O Profeta "
Que livros (cinco) levarias para uma ilha deserta?
1. Orgulho e preconceito - Jane Austen; 2. L'Etrangé - Albert Camus. 3. Escritos da Juventude - Albert Camus
4. As ondas - Virginia Woolf, estou para ler à seis anos e nunca consigo e 5.O livro que eu fosse escrevendo nos vários cadernos que levasse.
A quem vais passar este testemunho (três pessoas) e porquê?
Não vou passar a ninguém em especial pois a quem passaria já responderam nos seus blogs.
- A TODOS Quanto queiram aceitar o Desafio.
Monday, April 18, 2005
O Olhar
... após tanto tempo estava já absorta em outras realidades, não mais se recordava de palavras, emoções, histórias, tristezas, alegrias ou glórias....
mas naquele momento, em que o rosto virou e olhou - o dela não questionou, somente observou - viu o profundo do mar dos olhos dele a envolvê-la... naquele segundo houve toque de almas... qual Fénix renascida da cinzas que de súbito a agarrou, tocou, beijou...
De rápida e quase fugaz, a intensidade rodeou a existência, e a alma, e abriu os cristais do ser e do querer e do sonhar: por aquele breve e escasso segundo o rosto dela se virou, e no mar dos olhos dele se envolveu reconhecendo o futuro que milhões de não sensações antes havia idealizado...
A forma de olhar - a dele - era de novo o reconhecimento... era... "És minha! Vais voltar!"
A forma de observar dela emocionou-se e as lágrimas circundaram a púpila do olho, e ela cerrou punhos e gritou
- AFASTA DE MIM ESSE SONHO!
ASSIM NÃO ME COMPONHO!
Às Mãos
Quero agradecer a todas as mãos que com a máxima ternura e sinceridade me têm acarinhado, protegido e orientado.
Quero agradecer às mãos que me têm limpo as lágrimas quando o meu desespero mais está estampado.
Quero agradecer às mãos que consolidam os abraços que me dão.
Quero agradecer às mãos que acarinham meu rosto nos beijos.
Quero agradecer às mãos espirituais que nas noites de tristeza cobrem meu ser de esperança.
Quero agradecer às mãos curadoras de meu Anjo da Guarda.
Quero agradecer às minhas mãos, por também elas proporcionarem tudo isto a outros seres.
Obrigado.
L. Van Arle.
Quero agradecer às mãos que me têm limpo as lágrimas quando o meu desespero mais está estampado.
Quero agradecer às mãos que consolidam os abraços que me dão.
Quero agradecer às mãos que acarinham meu rosto nos beijos.
Quero agradecer às mãos espirituais que nas noites de tristeza cobrem meu ser de esperança.
Quero agradecer às mãos curadoras de meu Anjo da Guarda.
Quero agradecer às minhas mãos, por também elas proporcionarem tudo isto a outros seres.
Obrigado.
L. Van Arle.
Sunday, April 17, 2005
When I Said "She cames to Me"...
I LOOKED AT YOU: SURPRISED…
YOU LOOKED AT ME: ADMIRED… WITH A CERTAIN SMILE… AND I FLYED…
CERTAIN SMILE... WHEN I SAID SHE CAMES TO ME…
SO IT’S ALL RIGHT… THIS TIME WON’T HURT… PROMISE YOU… THIS TIME IS NOT A GAME.
SHE WALKED TROUGHT THE CLOUDS… FAIRY TAILS…
“IT’S ME…” - ACCEPT. “I’M SO ALIVE…” - IS IT YOU?
DO I RECOGNISE YOUR FACE?
MAYBE YOUR SWEET, SWEET AND GREENED EYES.
SO DIFFERENT GREEN YOU MADE ME HAPPY WHEN I SAW YOU. YOU MADE ME DREAM… IF LIFE IS ENOUGH TO KNOW GOD’S WISHES…
OH, I BELIEVE HIM, MY FAITH, MY BELIEFS… EVERY NIGHT WHEN I LAY ME DOWN TO SLEEP I PRAY MY WISHES LIKE WISPERS TO MY GUIDES, TO HOLLY SUPREME BEING…
I WISH TO BE ALIVE AND FEEL IT…
I WISH TO FEEL EVERY PEACE IN THE OTHERS EYES…
I WISH TO FEEL THE GRACE OF A CHILD’S SMILE FACE
MY CHILD… THAT LITTLE: THE BEING I GAVE BIRTH…
HO! I WISH TO SEE HEAVEN IN YOUR EYES…
TO DANCE WITH THE WIND’S FLOW…
TO KISS THE MORNINGS, EMBRACE THE NIGHTS…
HO, I’M SO THANKFULL…
I CAN’T IMAGINE MY LIFE WITHOUT MIRACLES… … THEY STILL HAPPEN…
ARE YOU SURE I’M READY ENOUGH?
ARE YOU SURE I’M PREPARED FOR SO?
I’M FEELING BLESSED.
SOON MORNING WILL COME AGAIN, BUT AT THIS PRECISE MOMENT I UNDERSTAND THE TRUE MEANING OF PASSION,
OF BEING CAPTURED IN SOMEONE’S HEART,
IN SOMEONE’SE GENTLENESS…
SO KIND, SO GENTLE, SO - “I’M LIKE THIS!” …
ARE YOU STILL HERE TOMORROW?
I’M AFFRAID… AM I BEING TRAPPED?
I REALIZE THAT PAIN AND LOVE PAINS HAVE TRULY A MOTIVE…
JUST FOR MAKE ME REALISE HOW IMPORTANT FEELINGS AND PEOPLE AND HEARTS ARE…
I DO NOT KNOW WHATS GOING TO BE YOUR ROLE IN MY LIFE…
BUT IF YOU ARE HERE TO STAY,
I CAN ONLY WISH YOU TO BE TRUE TO YOUR HEART WITH HONOUR, PEACE AND KINDNESS… BECAUSE, MY DEAR, DEAR, SO DEAR MAN…
THIS IS ME… TRULY ME… THE ONLY ONE LIKE ME.
BE WISED AND BE VERY CAREFULL.
PAY ATTENTION TO EACH MOVEMENT YOU DO AROUND ME, CAUSE I’M PRECIOUS.
TRULY,
L.VAN ARLE
YOU LOOKED AT ME: ADMIRED… WITH A CERTAIN SMILE… AND I FLYED…
CERTAIN SMILE... WHEN I SAID SHE CAMES TO ME…
SO IT’S ALL RIGHT… THIS TIME WON’T HURT… PROMISE YOU… THIS TIME IS NOT A GAME.
SHE WALKED TROUGHT THE CLOUDS… FAIRY TAILS…
“IT’S ME…” - ACCEPT. “I’M SO ALIVE…” - IS IT YOU?
DO I RECOGNISE YOUR FACE?
MAYBE YOUR SWEET, SWEET AND GREENED EYES.
SO DIFFERENT GREEN YOU MADE ME HAPPY WHEN I SAW YOU. YOU MADE ME DREAM… IF LIFE IS ENOUGH TO KNOW GOD’S WISHES…
OH, I BELIEVE HIM, MY FAITH, MY BELIEFS… EVERY NIGHT WHEN I LAY ME DOWN TO SLEEP I PRAY MY WISHES LIKE WISPERS TO MY GUIDES, TO HOLLY SUPREME BEING…
I WISH TO BE ALIVE AND FEEL IT…
I WISH TO FEEL EVERY PEACE IN THE OTHERS EYES…
I WISH TO FEEL THE GRACE OF A CHILD’S SMILE FACE
MY CHILD… THAT LITTLE: THE BEING I GAVE BIRTH…
HO! I WISH TO SEE HEAVEN IN YOUR EYES…
TO DANCE WITH THE WIND’S FLOW…
TO KISS THE MORNINGS, EMBRACE THE NIGHTS…
HO, I’M SO THANKFULL…
I CAN’T IMAGINE MY LIFE WITHOUT MIRACLES… … THEY STILL HAPPEN…
ARE YOU SURE I’M READY ENOUGH?
ARE YOU SURE I’M PREPARED FOR SO?
I’M FEELING BLESSED.
SOON MORNING WILL COME AGAIN, BUT AT THIS PRECISE MOMENT I UNDERSTAND THE TRUE MEANING OF PASSION,
OF BEING CAPTURED IN SOMEONE’S HEART,
IN SOMEONE’SE GENTLENESS…
SO KIND, SO GENTLE, SO - “I’M LIKE THIS!” …
ARE YOU STILL HERE TOMORROW?
I’M AFFRAID… AM I BEING TRAPPED?
I REALIZE THAT PAIN AND LOVE PAINS HAVE TRULY A MOTIVE…
JUST FOR MAKE ME REALISE HOW IMPORTANT FEELINGS AND PEOPLE AND HEARTS ARE…
I DO NOT KNOW WHATS GOING TO BE YOUR ROLE IN MY LIFE…
BUT IF YOU ARE HERE TO STAY,
I CAN ONLY WISH YOU TO BE TRUE TO YOUR HEART WITH HONOUR, PEACE AND KINDNESS… BECAUSE, MY DEAR, DEAR, SO DEAR MAN…
THIS IS ME… TRULY ME… THE ONLY ONE LIKE ME.
BE WISED AND BE VERY CAREFULL.
PAY ATTENTION TO EACH MOVEMENT YOU DO AROUND ME, CAUSE I’M PRECIOUS.
TRULY,
L.VAN ARLE
