D'Alfange - Poesia e não só ...
julho 2005
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   DE TODA A ESCRITA, A POESIA É RAINHA!

julho 19, 2005


Passo a passo...


caracoleta.jpg
( foto de: Serge Polary-Lour )


Passo a passo,
existem novas razões
para escrever.
Pedradas no charco
da minha ignorância.
Palavras chave
do meu despertador.
Aquele que me acorda
dos sonhos...
e do entorpecimento
do quotidiano.

Passo a passo,
dou razão à razão
do meu esquecimento,
do meu viver apagado,
para outros brilharem.
Mas vou dizendo
em surdina...
Que se lixe!
Eles que brilhem!

Devagar,
passo a passo...
sobre montes e vales,
hei-de levar a água
ao meu moínho.
Como eu sei...
Chegarei cansado, cansadinho,
de rastos,
até ao fim.

Passo a passo!
Pacíficamente...
lá chegarei!


Jorge Assunção
2004/05/22
in Tou no Top



Publicado porJorge Assunçãoem 11:54 PM | Comentar(6)

julho 03, 2005


Não sei... Porquê ?


Não sei...
porque partiste
porque saíste de mim
assim como...
chuva de Verão
...logo enxuta
depois de caída

Não sei...
porque fechaste a porta
cortinas e persianas
apagaste a luz
e o telefone...
desligado de mim

Não sei...
porque apagaste
todos os rastos até mim
nem cheiro restou
um sorriso
uma lágrima
... nada

E eu não sei...

Porquê?

Jorge Assunção
2005 / 07 / 03
In D'Alfange



Publicado porJorge Assunçãoem 05:31 PM | Comentar(36)

junho 24, 2005


Dancei com o mar...


Dancei com o mar
em cada vaga
rolada na areia

Tentei boleros
twist e tangos
Valsas, corridinhos
...e fandangos

Dancei, cansei
de tanto rodopiar
Em cada vaga
na areia molhada

Dancei com o mar
ao som melódico
De uma sereia
doce e encantada!


Jorge Assunção
2005 / 06 / 24
in D'Alfange



Publicado porJorge Assunçãoem 10:09 PM | Comentar(6)

junho 19, 2005


" Revisitar - Sinto-me só... "


Sinto-me só...

"Deixa-me só, vegetal e só,
correndo como um rio de folhas
para a noite onde a mais bela aventura
se escreve exactamente sem nenhuma letra."

(Eugénio de Andrade)

- -****** - -


Sinto-me assim...
ligeiramente
Vegetal e só

Como que...
pairando
Voando em circulos
como águia

Correntes...
de ar quente
São auto-estradas
que exploro

Em silêncio
sinto-me assim...
Ligeiramente
vegetal e só!


Jorge Assunção
2005 / 03 / 11
in Shrine of Hypnos



Publicado porJorge Assunçãoem 12:15 PM | Comentar(6)

junho 08, 2005


Estou fora, cá dentro ! ;-)


Nafeira.jpg
Euzinho no stand do jornal O RIBATEJO
( Em pose de relax, eheh )

Oi Pessoal

Não estão esquecidos,
mas estarei neste stand até dia Doze. :)

Beijos e Abraços

e já agora assinem os jornais locais, tá ?



Publicado porJorge Assunçãoem 11:02 PM | Comentar(12)

maio 30, 2005


Divulgação : Ciranda de Poesia - Menino de Rua


Vem aí o Dia Mundial da Criança - 1 de Junho

Em prol da ternura e do amor sem reservas

que a este delicado ser devemos dedicar ... AlmaPoesia coloca

no ar esta Ciranda que espera se alargue a todos quantos

são sensíveis ao tema.

OBRIGADA

Nita Ferreira

Menino de rua
Nita Ferreira

Menino de rua sem roupa nem pão
De corpo magrinho e olhar tristonho
Num documentário de televisão
Vi-te e guardei-te dentro do meu sonho

Convido-te, vem ... que o meu quarto é o mundo
Vê bem como eu vivo, sou rei dos brinquedos
Partilho contigo teu nada e meu tudo
Que assim vivo triste e me encho de medos

Na desigualdade do tudo e do nada
Tu e eu crianças nesta caminhada
Sonhamos um mundo feito de mãos dadas
Sonhamos sorrisos em olhares de esperança
Sonhamos magia envolta em mudança
Numa bela história de duendes e fadas.

Nita Ferreira
18/05/05

Menino de rua
Marta Lima

Menino de rua teu olhar tristonho
Pareces não sentir o frio que corta
No teu rostinho esperança já morta
És quem desta vida perdeu o sonho

Tuas vestes sujas cor de carvão
Os ténis rotos e olhar indiferente
És só mais um entre tanta gente
Negro é o sentir do teu coração

Ignóbil mundo este que criamos
Nem berço de palha te ofertamos
Menino tão só, que sina a tua!

Ai quem me dera poder apagar
Essa dor que te não deixa chorar
Que o sol te aqueça, menino de rua...

Marta Lima
17/4/2005

Menino da rua
HerLANDER LOBÃO

Menino da rua
Recolhe a bondade
Num pedaço de pão
Pela caridade
De um estender de mão
Menino da rua
Fuligem no rosto
Marcas do desgosto
Da sorte que é sua
Menino da rua
Um sonho no olhar
Com reste-a de esperança
De que esse mar
Que feito chorar
Só seja lembrança
Menino da rua
Que culpa garoto
Recolhes sem ter
Menino da rua
Que te vestes de roto
Carregas no rosto
A culpa sem ter
Menino da rua
Que pedes esmola
Mas ninguém consola
O teu triste nascer
Menino da rua
Com ar desgrenhado
A verdade crua
De um País sem fado.

HerLÂNDER LOBÃO
2005-05-21

Menino da rua
Lina Pina

Criança da rua mora
Na terra de ninguém
Na noite perdida chora
Esperando amor d'alguém

Sente-se só e presa
Nas malhas da solidão
Tem fome e a tristeza
Invade seu coração

Sua alma quase nua
Já perdeu a esperança
Viver uma vida tão crua
Desfez sonhos de criança

Sofre pesares e lamentos
Roubaram sua inocência
Despiram seus sentimentos
Seus sorrisos de infância.

Menino de rua abandonado
Como um cão vagabundo
Doente, sujo, perdido, rasgado
Amachucaram seu mundo.

Olhos belos de candura
Já perderam todo o brilho
Resta a dor e a tortura
De ninguém lhe chamar filho.

Dorme nas asas do vento
Acorda com a madrugada
Alimenta-se de sofrimento
Foge p'ra não ser apanhada.

Menino triste da rua
Vive a vida sem emoção
Conta seus sonhos à lua
Pede casa, amor e pão.

Queria inventar para ti
Um mundo de igualdade
Onde toda a criança sorri
E sonha de felicidade.

Lina Pina
2005-05-23

Crianças ao vento amargo
Francisco Marques

Crianças
ao vento amargo
submetidas
na pobreza
afastadas de tudo
Crianças
ao vento
esse vento do abandono
da fome de esperança
Crianças
da rua
afastadas
apenas com o vento
amargo da solidão

Francisco Marques
2005-05-23

A SEM PROSTÍBULO
António Henrique

A sem prostíbulo que anda na minha rua
Tem sua clientela na burguesia
Que paga, não sei quantos euros
No desejo disfarçado de a ver nua.
Os homens da minha freguesia
Saiem de noite, iluminados de lua.

No mundo submerso da hipócrisia
Os homens buscam num corpo,
Do corpo, um prazer e fantasia

E a palavra circunstancia
Que ao dizer nada diz :
Olá como vais ? tens ainda um ar de criança...
E ela diz, ela fala da sua triste infancia.
Vinte e cinco euros e no carro...
O resto não tem importância...

E ela veste-se do poema, e do lixo da burguesia
De todos os homens do mundo
E dos homens da minha freguesia
Que são os fregueses assiduos
Da criança sem infancia
A quem escrevo a minha poesia !

António Henrique

" ás crinças da rua "
Fátima Rodrigues

SOLIDÃO

caminho por ruas desertas, procuro luz
.....vislumbro-a... ao longe
percorro esperançosa...
aquele caminho que a ela me conduz

portas se abrem ...
esperança de um momento...sorriso triste...

Oh intenso tormento...foi-me negada entrada!...
sinto-se desprezada!...encurralada!..

sociedade hipócrita...
gente ...de olhos cegos de verdade
não vêm a autenticidade
de quem apenas lhes pede
um pouco de caridade!..

ninguém a mão me estendeu..
nem notam... arrefeceu!..
quero apenas descansar...sonhar...
meu coração aquietou...
pobre criança agora sou!...

Fátima Rodrigues


Menino de rua
Ana Isa Santos

Menino de rua
Não sabe p´ronde ir
O amor passa longe
Não sabe sorrir
Brinquedo de pano
De roupa rasgada
De tanto espera
A esperança é largada

Ana Isa Santos
2005/05/28

MENINO DA RUA
Lejoracos

Mãos frias de vento
Sózinho
Sem um carinho
Sem um lamento
Com alma branca e nua
Menino da Rua

Espelho sem vida
sem dor
Coração profundo
sem amor
Pelo mundo...

Vou comprar-te um sorriso...
no firmamento
Voar num carinho...
do pensamento

Cobrir-te com um raio de sol
um manto de lua
Para que sejas feliz

Lejoracos

Criança
Lina Pina

Criança
É poema de ternura
É caixinha de surpresas
É o amor que perdura
É semente de beleza

Criança
É estrela sempre presente
É um rosto bem risonho
É alegria na vida da gente
É viver um belo sonho

Criança
É a mais bela melodia
É uma história encantada
É o sol de cada dia
É uma flor perfumada

Criança
É um jardim de pureza
É sorriso de bondade
É a luz da natureza
É amor felicidade

Criança
É o olhar meigo de candura
É um coração bondoso
Pedaço de céu de formosura
Um raio de luar luminoso

Criança
É a essência da vida
É um coração sonhador
É a rosa preferida
Do mundo do amor

Criança
É a canção de bem-querer
É um mar d'ingenuidade
É o gosto por aprender
É amor eternidade

Criança
É uma dádiva divina
É a luz da esperança
Com menino ou menina
O sonho pula e avança.

Criança
É um palco de talento
É traquinice e aventura
O desabrochar do sentimento
O pulsar da vida futura.

Criança
É a primavera a sorrir
É a cor da emoção
É a força do sentir
É a magia do coração.
A beleza das pessoas está na capacidade de amar.
De mãos dadas e coração
aberto, façamos a criança mais feliz...

Lina Pina
Solina

Menino da rua
Doçura1511

Menino da rua
De pés descalços
E sorriso triste
Por não ter pão
Menino da rua
Aos sobressaltos
Dos maus fugiste
Por dizeres não
Menino da rua
Já tanto passou
Sem pai e sem mãe
Que o amasse
Menino da rua
Que tanto chorou
Sem ter ninguém
Que o acarinhasse
Menino da rua
Sorri por viver
Pois eu estou aqui
E estendo-te a mão
Menino da rua
Pára de sofrer
Já me tens aqui
Vais ser meu irmão
Menino da rua
Meu menino ri
Já não estás sozinho
Quero amar-te
Mimar-te
Guardar-te juntinho
Ao meu coração

Doçura1511

MENINO DE RUA
SÁ DE FREITAS

MENINO DE RUA QUE VAGA SEM RUMO,
SEM PÃO, SEM SAPATOS, SEM SONHO, SEM TETO,
A TRAZER NO OLHAR, DA MISÉRIA, O RESUMO...
CARENTE DE AMOR, DE AGASALHO E DE AFETO.

NÃO SENTE O CALOR DE UM ABRAÇO FRATERNO,
TAMPOUCO O SORRISO DE UM PAI CARINHOSO...
TALVEZ NEM SE LEMBRE DO ROSTO MATERNO,
QUE UM DIA O DEIXOU NUM CAMINHO TORTUOSO.

ESCUTA MENINO, NÃO PERCA A ESPERANÇA,
QUE DEUS, LÁ DO CÉU, AMA TANTO A CRIANÇA,
QUE VAI LHE AJUDAR, DISSO TENHO CERTEZA.

NÃO TENHA RECEIO AO CRUZAR-SE COMIGO,
QUE VOU REPRATIR O MEU TETO CONSIGO
E OFERTAR-LHE DE TUDO QUE TENHO NA MESA.

SÁ DE FREITAS

Menino descalço...

Jorge Assunção


Ah! Terra Mãe
que me viste nascer...
menino de rua
roto e descalço

Recebeste em teu colo
poetas, trovadores
e escritores...
recebeste a mim!

Aleitaste...
Visigodos e Mouros
albergaste Romanos
e outros quantos povos...
me nutriste!

Baloiçaste...
militares e navegantes
cléricos, príncipes
e leitores de Cervantes

Alimentaste
e deste de beber
a tanta gente...
dançaste o fandango
de trás para a frente

Ah! Terra Mãe
que me criaste
Madrasta velha...
de nome: Santarém!

Jorge Assunção
2005 / 05 / 26


Venha Participar!



Publicado porJorge Assunçãoem 12:02 PM | Comentar(6)

maio 24, 2005


Se ele pôde...


Olha gente,
este video está em espanhol, mas para quem não entende espanhol só asistindo dá para perceber a essência dele, a força do cara é impressionante. e ainda tem gente que acha que não pode fazer as coisas.

http://www.aganarya.com/s/Superacion.WMV

( Copiar o endereço e colar na barra de endereço )

Sucessos a todos



Publicado porJorge Assunçãoem 11:48 AM | Comentar(6)

maio 23, 2005


Antes de Desanimar...


Antes de desanimar...

Antes de você desanimar porque fracassou em alguma coisa,
pense que somente alcança o sucesso quem insiste,
apesar de tudo.
Fred Astaire,
o famoso ator que encantou as telas do cinema dançando,
ao fazer seu primeiro teste para o cinema,
recebeu as informações de que não sabia atuar.
Era careca, dizia o relatório, e ainda dançava um pouco.
O professor de Enrico Caruso dizia que ele não tinha voz
e não era capaz de cantar.
Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam
que ele fosse engenheiro.
Ele não desistiu e se tornou famoso cantor de ópera,
admirado até os dias atuais.
Winston Churchill foi reprovado na sexta classe.
Somente se tornou primeiro ministro da Inglaterra
depois dos 60 anos.
Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos.
Mas ele nunca desistiu.Chegou a dizer um dia:
Eu deixaria a política para sempre,
se não fosse a possibilidade de um dia
vir a ser Primeiro-Ministro.? Conseguiu.
E talvez poucos se lembrem ou saibam:
Ele foi prêmio Nobel de literatura em 1953,
por suas memórias da segunda guerra mundial.
Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal
por falta de idéias. Você pode imaginar tal coisa?
Antes de construir a Disneylândia,
foi à falência diversas vezes. Nunca desanimou.
Richard Bach teve recusada a sua história de dez mil palavras
por 18 editoras. Era a história de uma gaivota que planava.
Uma gaivota chamada Fernão Capelo Gaivota.
Porque ele não desistiu, em 1970 a Macmillan
publicou a história e em 5 anos vendeu
mais de 7 milhões de exemplares, só nos Estados Unidos.
Rodin era considerado por seu pai como um idiota.
Seu tio dizia que ele era um caso perdido.
Por três vezes ele foi reprovado na admissão à escola de artes.
Descrito como o pior aluno da escola,
Rodin não desistiu e deu ao mundo maravilhas
da escultura como o pensador, o beijo e filho pródigo.
Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos,
quando teve uma de suas obras recusada para exposição.
Contudo, em 1900, em paris, foi-lhe destinado um pavilhão inteiro
para a mostra de 168 trabalhos seus.
Ao morrer, o hotel em paris, onde viveu
seus últimos nove anos de vida,
se transformou em museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao estado.
Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos,
não se permitindo desanimar por fracassos,
derrotas ou julgamentos precipitados.
Portanto, se você está a ponto de desanimar, pare um pouco e pense.
Logo haverá de descobrir que ainda há muitas tentativas a serem feitas.
Há muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos
e muitas conquistas a alcançar.
Não há limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos,
que pode concretizar os seus projetos.
Charles Darwin, conta sua biografia,
que ele era considerado por todos seus mestres
e por seu próprio pai,
um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padrão médio.
Por que não se permitiu desanimar,
se transformou no pai da teoria da evolução.
Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.
Não se deixe abater por críticas, por experiências mal sucedidas.
Vá em frente.
Tente de novo e verá que os seus esforços alcançarão êxito.

Enviado por Meu Amigo
Paulo Rodrigues



Publicado porJorge Assunçãoem 10:15 AM | Comentar(6)

maio 20, 2005


O que somos ?


O que somos?
Somos suor e lágrimas,
restolho raso das Lezírias
Somos vaus de mochões
bebedouros de choupos
e pouso de Cegonhas.

O que somos?
Alma nobre mas perdida
de um povo já sem norte
Somos farinha fina
de centeio velho.

O que somos?
Navegantes visionários
em naus de pinho e carvalho
Timoneiros gastos
na rota sem rumo

O que somos?
Somos todos diferentes,
mas todos iguais!

Jorge Assunção
2005 / 05 / 20
in D'Alfange

Dedicado ao Carlos Tavares
de O MICRÓBIO



Publicado porJorge Assunçãoem 10:11 AM | Comentar(4)

maio 18, 2005


Não, não estou louco, é uma necessidade !!


Oi Pessoal

Vendo os meus textos
por conjunto ou em separado!!

Aceito Ofertas e ou Sugestões.

Dou Preferência a Ofertas Monetárias !!

Obrigado !

Beijokas e Abraçokas



Publicado porJorge Assunçãoem 02:13 AM | Comentar(7)

maio 08, 2005


Texto Interessante enviado por Meu Amigo Paulo Rodrigues !


Esta é provavelmente a melhor definição
que eu já li na minha vida sobre o que eu sinto.

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas
se divertia com o idiota da aldeia.
Um pobre coitado, de pouca inteligência,
vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam
e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas:
- uma grande de 400 reis - outra menor, de 2000 reis.

Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa,
o que era motivo de riso para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o
e lhe perguntou se ainda não havia percebido
que a moeda maior valia menos.
- Eu sei, respondeu o não tão tolo assim.
Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra,
a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.

Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.

A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda : Quais eram os verdadeiros babacas da história?
Terceira : Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.

Mas a conclusão mais interessante é :
A percepção de que podemos estar bem,
mesmo quando os outros não tem uma boa opinião a nosso respeito.

Portanto, o que importa não é o que pensam de nós,
mas sim, o que realmente somos.
Conforme palavras de V.V.Rien:
"O verdadeiro sábio, é aquele que
as vezes prefere "bancar" o idiota diante de um "idiota" que banca o inteligente".



Paulo Rodrigues



Publicado porJorge Assunçãoem 05:10 PM | Comentar(22)

maio 05, 2005


Sou Anjo... Não Virtual


Sou um Anjo
Preso em corpo de Mortal
Pisando na Terra para Amar
Sou Imortal

Sou Amor
Coração pleno de luz
Caminheiro pela dor
Comigo levo a Cruz

Sou Anjo...
... não Virtual !


Jorge Assunção
2005 / 05 / 05



Publicado porJorge Assunçãoem 10:46 PM | Comentar(8)

abril 29, 2005


Na Corda Bamba... cupins !


E me deixou assim...
...balanceando
na ponte de corda,
catando cupim

Que riam roendo...
tirante após tirante
sem mais tábua onde pisar
e minhas mãos já doendo...

Jorge Assunção
2005 / 04 / 20



Publicado porJorge Assunçãoem 09:50 AM | Comentar(16)