Segunda-feira, Julho 18, 2005

494. A edificante história de 2 aeroportos

Um amigo, António Alves, sempre atento a estas coisas, teve a amabilidade de enviar-me um quadro muito interessante.
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Porque se trata de algo que fala por si, dispenso-me de alinhar qualquer tipo de comentário.
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Eis o quadro:
Aeroportos em questão

MÁLAGA...... ......LISBOA

Áreas

320 hectares...

...520 hectares

Pistas

1 pista...

...2 pistas

Tráfego (2004)

12 milhões de passageiros...

...10,7 milhões de passageiros


Taxa de crescimento (ao ano)

7% a 8%...

...4,5%

Soluções para o aumento de capacidade

1 novo terminal com investimento de 191 milhões de euros, com capacidade para 20 milhões de passageiros/ano, continuando a 8 Km da cidade e só com 1 pista

1 novo aeroporto com investimento de 3.000 a 5.000 milhões de euros, situado a 40Km da cidade.

493. Entardecer em Setúbal

setubal_ajunqueiro_b_17072005.jpg Posted by Picasa (c) Ruvasa 2005 - clique na foto, para ampliar

Ao entardecer, contra luz no Arco da Rua Arroches Junqueiro.
Ao fundo, a sempre presente Arrábida.
Nela assolapada, a sempre destrutiva Sécil
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Sábado, Julho 16, 2005

492. Setúbal - uma vista aérea

setubal01a.jpg Posted by Picasa (c) Isabel Valle Santos Julho2001 - Clique na foto, para ampliar

A baixa de Setúbal, um trecho da baía e Tróia (8h am)
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Sexta-feira, Julho 15, 2005

491. Cidadania em Acção e O Independente de hoje

Dias atrás e acerca de determinado assunto, o movimento cívico Cidadania em Acção questionou uma certa personalidade pública e política portuguesa, actualmente exercendo cargo de alta responsabilidade no país.

Acontece que, por casualidade, na sua edição de hoje, o semanário O Independente abordou o mesmo tema.

Por essa razão, embora não quebrando o sigilo a que voluntariamente se obrigou, Cidadania em Acção veio prestar um esclarecimento que, em face das circunstâncias, se impunha.

Dele poderá inteirar-se
aqui.
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490. Repouso ao entardecer

DSCF0010.JPG Posted by Picasa (c) 2004 Ruvasa - clique na foto, para ampliar

Repousando, ao entardecer
Setúbal. Recanto da baía e uma ponta da Arrábida
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489. Reflexão matinal... alheia (21)

O riso é a mais útil forma de crítica,
porque é a mais acessível à multidão.
Eça de Queirós

Quinta-feira, Julho 14, 2005

488. Mais um envio e também… um apelo

Cidadania em acção enviou mais três questionários e um apelo que espera seja ouvido e correspondido...
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Quarta-feira, Julho 13, 2005

487. Aí está a solução !

Agora que surgiu a notícia de que o Sport Lisboa e Benfica vai vender o nome do seu estádio, parece descoberta a solução milagreira para resolver os problemas económicos e orçamentais portugueses.

Por que se espera, então, agora que o futebol, uma vez mais, aponta ao país o caminho certo?

Atão,cumpadre?! Tou a ver qu’hoije a sua patroua s’alevantou dos lenssóis toda galhofêra, hã?
Bocemessê cossa-me o barrigame e eu digo-le o qu'é qu'eu pensso.

Ponha-se lá à venda o nome do rectângulo, caramba!

Então, se o SLB, que é uma nação imensa, pode vender o nome da sua casa, por razões económicas ou dificuldades de tesouraria, por que diabo é que não pode Portugal, país pequeno e modesto, fazer o mesmo?

Leiloa-se a possibilidade de dar um nome diverso do actual ao poligonal canteiro e, quem mais oferecer, ficará autorizado rebaptizá-lo mais a seu jeito.

Entretanto, aqui ficam pequenas sugestões para o futuro nome:

1. O país do vinho tinto (se em chinês Portugal significa "o país das uvas"… sempre será um pequenino avanço);
2. O país do deficit crónico;
3. O país sem remédio, ou, em toque cosmopolita,no medicine country”;
4. O país da treta contínua.

Sei lá que mais! As possibilidades são infindas!

Que tal se, em vez de portugueses, passarmos a ser mundialmente célebres e universalmente celebrados como:

a) os amigos do tintol;
b) os crónicos deficitários;
c) no medicine people; ou
d) os tipos das tretas sem fim?

Fabulástico! – como diz, com graça, a Sulista!

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Terça-feira, Julho 12, 2005

486. "Cidadania em acção" - recebida a 1ª resposta

Foi hoje recebida a primeira resposta a um tipo de questionário que em devido tempo o cidadania em acção enviou a vários políticos.
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485. Cristo na Catedral de Buenos Aires.

DSCF0045.JPG Posted by Picasa (c) Isabel Valle Santos Nov'04 - Click na foto, para ampliar

Cristo na Catedral de Buenos Aires
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484. "Cidadania em acção". Mais 3 questionários

Mais três questionários foram enviados aos respectivos destinatários.
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Segunda-feira, Julho 11, 2005

483. Velas arrostando medos na bruma

velas2_mjlopes.jpg Posted by Picasa (c) Julho 2005 Maria João Lopes - Clique na foto, para ampliar

Velas arrostando medos na bruma
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482. Lijiang e a cultura e tradições Naxi

rua ao amanhecer.jpg Posted by Picasa (c) QT Luong / Galleria.com - clique na foto, para ampliar



Acabo de assistir, no canal Odisseia, a um programa acerca da cidade de Lijiang (pronuncia-se lee-zhong), na província chinesa de Yunnan, perto da fronteira tibetana.

Trata-se de uma região de extrema beleza e o programa, debruçando-se sobre os aspectos paisagísticos e sobre o povo Naxi, sua cultura e tradições, é de excelente qualidade.

Fica-nos a vontade imensa de arrancar de imediato para lá.

Uma enorme lição, porém, se retira, de forma mais marcante, de tudo o que se vê e ouve, mesmo do que se intui.

Um povo, qualquer povo, que perca elementos fundamentais da sua cultura, que deixe cair as suas tradições, perderá a sua memória colectiva. Passará a viver apenas no e para
o presente. Esquecendo o passado, fica sem referências para o futuro.

A chamada civilização ocidental tem estado a perder esses elementos fundamentais, constitutivos e aglutinadores das comunidades humanas. É um desperdício, um verdadeiro, lamentável e irrecuperável desperdício o que assim vem acontecendo.

O povo Naxi, pelo contrário, continua a manter bem vivo o verdadeiro espírito de auto-preservação.

A razão é sua. Nós estamos profundamente errados.

Domingo, Julho 10, 2005

481. Late afternoon thought... (lxxxiv)

Resiste à tentação de seres muito conciso,
para que não acabes impreciso
Ruvasa
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Sábado, Julho 09, 2005

480. Alberto João, a idiossincrasia e a circunstância

Ciclicamente, Alberto João diz umas coisas. De forma truculenta. Por vezes, bem para além da truculência.

Ciclicamente, há um carregamento de palletes de gente que se “horroriza” com os “jardinísticos” discursos, desatando a gritar por aqui d’el rei, que o homem fez e aconteceu e é preciso isto e mais aquilo.

Ciclicamente, fico pasmado com tudo isto. Palavra que fico!

Com tudo e todos, mas não com Alberto João. Apenas com os restantes e o resto.

Toda a gente com um mínimo de conhecimentos e de experiência de vida sabe que pessoas com a idiossincrasia e a circunstância de Alberto João são frequentemente acometidas de irreprimível necessidade de dizer a sua verdade, seja lá como for, dentro das conveniências ou fora delas.

Assim, sendo Alberto João produto da sua própria idiossincrasia, a que se alia a circunstância que o enforma, nenhuma das suas afirmações deveria causar qualquer espanto ou indignação.

São pessoas com a idiossincrasia de Alberto João e mergulhadas na sua circunstância que, por via de regra, dizem aquilo que é a sua verdade, aquilo que é a verdade de muita gente, a verdade, aliás, de quase toda a gente, mas que apenas Alberto João, a sua idiossincrasia e a circunstância envolvente estão "autorizados" a proclamar, ainda que em alta grita e em horários curiosos.

Porquê tanto incómodo?


Só se for pelo facto de a verdade revelada de Alberto João, a que é também a escondida verdade de todos, se revelar demasiadamente incómoda…

Será que, depois deste esforço tamanho, consegui fazer entender o meu ponto de vista?

479. A vingança dos cafés

Os mais antigos de nós certamente que se recordam de, em tempos mais ou menos recuados, Lisboa – e muitas outras localidades do País – ter inúmeros cafés, centros de convívio, tertúlia dos portugueses.

Depois, outros valores vieram antepor-se e os coitados dos cafés, foram-se na voragem de tudo transformar em bancos ou suas agências e sucursais… houvesse ou não dinheiro para lá guardar.

Aconteceu em Lisboa, com cafés de grande nomeada, como o “Martinho”, junto do Teatro Nacional D. Maria e tantíssimos outros. Aconteceu em inúmeras outras localidades do País. Foi triste, foi mesmo desolador.

Pois bem, sabem que, pelo menos em Setúbal, os cafés estão a começar a vingar-se… e bem?

Acontece que estão a tomar conta do que antes eram agências de bancos.


A vida é uma nora ou não é? Alcatruz em cima, alcatruz em baixo…
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Sexta-feira, Julho 08, 2005

478. Cidadania em acção - enviados mais 4 questionários

Acabam de ser enviados os 4 questionários ontem anunciados.
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Quinta-feira, Julho 07, 2005

477. Terror em Londres

Sob o título acima, publica Nuno Guerreiro no blog Rua da Judiaria, um post cuja leitura aconselho vivamente.

Através da entrevista a Omar Bakri Mohammed, o sheik autoproclamado Líder do Londonistão e Teórico da Al-Qaeda na Europa, que Nuno Guerreiro transcreve em parte, se compreende a inevitabilidade dos atentados ocorridos esta manhã em Londres.

Mas não apenas isso...
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476. A estranha sensação do Prof. Justino

O Prof. David Justino contou-nos hoje, no 4R - Quarta República, uma estranha sensação que teve.

Consistia ela no seguinte:

Enquanto cotejo na “net” as imagens de Londres ainda atónita e chocada pelos atentados terroristas, continuo a ouvir pela rádio as acusações banais e mesquinhas do debate entre o Governo e a Oposição.

Eles estão a falar para quem?


Os nossos deputados conseguem associar o silêncio resignado perante o horror ao vazio banalizado do debate político inconsequente.

Que estranha sensação.

Concordando com ele, comentei, então, esse post, como segue:

É, sim, Prof. Justino.

Os nossos políticos conseguem viver completamente fora deste mundo, num cyberespaço irreal, mirabolante, só deles. Só isso explica tantas coisas abstrusas a que por aí vamos assistindo.

Se me permite, mais do que estranha, a sensação é de horror! Tanto autismo não augura seja o que for de bom, de construtivo, que empolgue a sociedade portuguesa. Muito pelo contrário, contém em si um gérmen de incapacidade e, pior, de auto-destruição colectiva.

Talvez seja uma opinião muito pessimista, mas entrevejo apenas uma solução: a da total substituição destes "velhos" políticos, que nada mais são capazes de aprender, nem sequer com os próprios erros - o que é sintomático! - por outra geração que irá cometer muitas burrices, é certo e como é lógico que aconteça, mas que - resta-nos essa esperança - com elas aprenderá.

Porque serão novos. Gente velha, de mentalidade, que não de cronologia, não aprende línguas, nem se reestrutura, pelo que o melhor a fazer será deixá-los ir para a reforma, mesmo que dourada, porque tal situação será menos lesiva dos interesses gerais.

Cumprimentos

Ruben Valle Santos

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Creiam! Por vezes sou assaltado por uma enorme vontade de chorar. Desconsoladamente... E não pode ser. Tenho quase 63 anos de idade, porra!
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475. Amanhã haverá mais

Amanhã seguirão mais questionários do cidadania e acção para os seus destinos.
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