213. Onde chega a roubalheira


(Monte de Cafédes - Monsanto - Idanha-a-Nova)
Pela análise das duas imagens, com 20 anos de diferença, podemos apercebermo-nos que as colunas compósitas, que estavam ao alto simplesmente se esfumaram. Tentamos saber o que se tinha passado e apenas nos foi dito que o caso até metia a Judiciária, pois as mesmas tinham sido roubadas.
Achamos estranho que peças destas a pesarem tantos quilos desapareçam sem deixar rasto. No entanto todos os dias reparamos que certas peças de granito antigas vão desaparecendo, fruto de um negócio 100% lucrativo para os que o fazem. Ouvimos todos os dias falar do tráfico de antiguidades para Espanha, especialmente feito por ciganos, a quem as autoridades têm sempre muita relutância em mandar parar e revistar os furgões. Assim há locais onde até as pedras dos muros servem para venda. Para não falar de pias, malhões de termo, simples silhares almofadados, etc.
Para quando a formação de uma força militarizada para a defesa do património, tipo Brigadas do Ambiente da GNR? Ou então dar mais esta função aos homens do ambiente da GNR
Aqui fala-se de epigrafia, arqueologia, arte, defesa do patrimonio cultural e natural e de tudo o mais que me apeteça.
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