Quarta-feira, Julho 20, 2005
O mito do eterno retorno
A direita não vota Freitas porque ele os traíu.
A esquerda não vota Freitas porque ele há-de traí-los.
A esquerda não vota Freitas porque ele há-de traí-los.
Segunda-feira, Julho 18, 2005
OS SETE PECADOS MORTAIS
I
Enquanto sorvia o último trago de gin na esplanada, deliciava-se a apreciar o brilho do seu próprio colar de pérolas, certamente mais caro do que o relógio que o Orgulho lhe oferecera na véspera. O fascínio da Luxúria era de tal forma que nem sequer se apercebera da subtileza com que a Inveja a espiava à distância.
Ao longo dos anos, a Inveja fora capaz de desenvolver uma enorme discrição para ocultar a sua cobiça. Fora essa cobiça que a fizera capaz de saber tudo sobre os seus colegas de trabalho: quanto ganhavam, o que faziam e o que ambicionavam na vida. O dom desenvolvera-se naturalmente desde que se tornara secretária de Administração da empresa, havia mais de 20 anos.
Na tentativa de desconcertar a Luxúria, apareceu-lhe de súbito pela frente, entrando na conversa de chofre: «Então, por aqui?». Mas a Luxúria, que sempre soubera manter a distância entre uma comercial de primeira linha e uma mera secretária, respondeu-lhe secamente: «Sim, por aqui». E, pegando pela ponta da cigarrilha, fez sinal ao empregado para que este lhe fizesse a conta. No fim, agarrou na sua mala Louis Vuitton e saiu.
A Inveja ficou danada. Pegou imediatamente no telemóvel e marcou o número da amiga: «Estou? Cólera?... sim, sou eu».
II
Refastelada no seu cadeirão, a Avareza contava à mão os maços de notas. Ainda que habituada a sofisticadas operações como Directora Financeira da empresa, sempre apreciara mais o cheiro bafiento daquele papel verde do que o odor impessoal dos cálculos do programa Excel. Absorta no sonho que sempre a acompanhava naqueles momentos de júbilo (imaginava-se Cleópatra a receber o império do Oriente das mãos de Marco António), tardou em se aperceber da entrada do Orgulho no gabinete, que logo fez por assumir a sua pose de patrão intratável: atirou um monte de papéis para cima da Avareza, e perguntou-lhe o que era aquele enorme buraco nos stocks das lojas de joalharia, sem qualquer entrada de cash. A Avareza, incrédula, percorreu num ápice os balanços da empresa e não foi capaz de compreender como é que fora possível não ter detectado aquele desfalque. «Não me vai dizer que a culpa é da Preguiça, vai?», rematou o Orgulho, inatingível na sua sublime sobranceria.
III
A Cólera, gestora das lojas, não queria acreditar no que lhe revelava a Inveja: «A Luxúria anda a roubar jóias? Já desapareceram 70 peças? Como é possível?!». Num gesto irreprimível, agarrou num pisa-papéis adormecido sobre a mesa e atirou-o violentamente contra a porta. Depois, abeirou-se da janela para refrescar a face ruborescida e, não medindo o gesto, deitou borda fora uma moldura de ferro com a fotografia que tirara com o Orgulho. «Mas isto não vai ficar assim... Ela vai saber por que razão me chamo Cólera!», gritou com um olhar tresloucado para a rua.
IV
A Preguiça arrastava-se pela rua, regressando do almoço com a Gula, que uma vez mais demonstrara o seu insaciável apetite.
«Sabe o que me contaram... minha querida Gula?». A pergunta saiu-lhe um pouco envergonhada, já que ela, como revisora oficial de contas, só de longe a longe se deslocava à empresa. Mas a Gula, enebriada ainda pelo sabor do arroz de cabidela, não a escutou logo à primeira. «Contaram-me que a Luxúria roubou... umas quantas peças...».
«Não posso acreditar!», interveio de súbito a Gula, que nunca desconfiara de nada, não obstante ser a Directora de Recursos Humanos.
«Contou-me a Inveja».
«Mas você ainda se fia no que...».
V
A Gula não chegou a terminar a frase. Uma moldura de ferro acertou-lhe em cheio no cocuruto da cabeça, deixando-a inanimada no chão. Mas a Preguiça, superando-se a si mesma, pegou energicamente no telemóvel e marcou o 112.
Lamentavelmente, o aparelho não tinha crédito. «Raios! É a última vez que isto me acontece... Nunca mais mais me vou desleixar a recarregá-lo... nunca mais!», disse de si para si a Preguiça, que só deixou de praguejar quando, para seu espanto, a Avareza, que então saía do edifício, lhe ofereceu um telemóvel com crédito ilimitado, dizendo «Tome, faça os telefonemas que entender. E aqui tem mais 500 Euros para levar a Gula ao hospital», concluiu, enquanto olhava fixamente aquele retrato encaixilhado na moldura que se estatelara no chão. O sorriso cínico da Cólera naquela fotografia não lhe deixara margem para dúvidas: «Foi ela quem roubou as jóias», pensou. «Mas para que me estou eu a chatear com isto? A empresa não é minha... que se dane!».
VI
Mal soube da súbida transformação filantrópica da Avareza, a Luxúria sentiu-se tocada. No fundo, sempre a admirara pela sua aversão à ostentação gratuita. Só nunca lho revelara porque o Orgulho, de quem era amante dedicada, sempre a conseguira comprar com jóias. Mas naquele dia o sentimento fora mais forte do que ela, tendo decidido que a partir de então seria casta e simples como a Avareza. «Acabou-se a luxúria», disse em voz alta para si própria. Depositou o colar, o relógio e mala na secretária do Orgulho e abandonou a empresa.
VII
Com o súbido abandono da amante, o Orgulho ficou... ferido. Tão ferido que nunca mais quis saber dele para nada. «De que me serve o orgulho se não é para ter a Luxúria?», pensou. E, após longos anos de sobranceria, foi finalmente capaz de dar valor aos seus colaboradores, a quem acabou mesmo por revelar ter sido ele o autor do roubo das jóias, com as quais alimentava os eternos caprichos da Luxúria.
Já a Inveja perdeu a razão para a sua inveja. A Luxúria, sua eterna rival, fora-se embora. Finalmente conquistara o seu espaço para poder conquistar o Orgulho, há tanto tempo perdido e desejado. «Quando se tem Orgulho, já não há espaço para ter inveja», sentenciou.
Por seu turno, a Coléra perdeu a razão para a sua ira. Afinal, não fora a Luxúria quem roubara as jóias, mas sim o seu fiel amigo Orgulho, a quem tudo desculpava.
Quanto à Gula, enfim... com a terrível violência do golpe, perdeu o apetite para sempre.
Enquanto sorvia o último trago de gin na esplanada, deliciava-se a apreciar o brilho do seu próprio colar de pérolas, certamente mais caro do que o relógio que o Orgulho lhe oferecera na véspera. O fascínio da Luxúria era de tal forma que nem sequer se apercebera da subtileza com que a Inveja a espiava à distância.
Ao longo dos anos, a Inveja fora capaz de desenvolver uma enorme discrição para ocultar a sua cobiça. Fora essa cobiça que a fizera capaz de saber tudo sobre os seus colegas de trabalho: quanto ganhavam, o que faziam e o que ambicionavam na vida. O dom desenvolvera-se naturalmente desde que se tornara secretária de Administração da empresa, havia mais de 20 anos.
Na tentativa de desconcertar a Luxúria, apareceu-lhe de súbito pela frente, entrando na conversa de chofre: «Então, por aqui?». Mas a Luxúria, que sempre soubera manter a distância entre uma comercial de primeira linha e uma mera secretária, respondeu-lhe secamente: «Sim, por aqui». E, pegando pela ponta da cigarrilha, fez sinal ao empregado para que este lhe fizesse a conta. No fim, agarrou na sua mala Louis Vuitton e saiu.
A Inveja ficou danada. Pegou imediatamente no telemóvel e marcou o número da amiga: «Estou? Cólera?... sim, sou eu».
II
Refastelada no seu cadeirão, a Avareza contava à mão os maços de notas. Ainda que habituada a sofisticadas operações como Directora Financeira da empresa, sempre apreciara mais o cheiro bafiento daquele papel verde do que o odor impessoal dos cálculos do programa Excel. Absorta no sonho que sempre a acompanhava naqueles momentos de júbilo (imaginava-se Cleópatra a receber o império do Oriente das mãos de Marco António), tardou em se aperceber da entrada do Orgulho no gabinete, que logo fez por assumir a sua pose de patrão intratável: atirou um monte de papéis para cima da Avareza, e perguntou-lhe o que era aquele enorme buraco nos stocks das lojas de joalharia, sem qualquer entrada de cash. A Avareza, incrédula, percorreu num ápice os balanços da empresa e não foi capaz de compreender como é que fora possível não ter detectado aquele desfalque. «Não me vai dizer que a culpa é da Preguiça, vai?», rematou o Orgulho, inatingível na sua sublime sobranceria.
III
A Cólera, gestora das lojas, não queria acreditar no que lhe revelava a Inveja: «A Luxúria anda a roubar jóias? Já desapareceram 70 peças? Como é possível?!». Num gesto irreprimível, agarrou num pisa-papéis adormecido sobre a mesa e atirou-o violentamente contra a porta. Depois, abeirou-se da janela para refrescar a face ruborescida e, não medindo o gesto, deitou borda fora uma moldura de ferro com a fotografia que tirara com o Orgulho. «Mas isto não vai ficar assim... Ela vai saber por que razão me chamo Cólera!», gritou com um olhar tresloucado para a rua.
IV
A Preguiça arrastava-se pela rua, regressando do almoço com a Gula, que uma vez mais demonstrara o seu insaciável apetite.
«Sabe o que me contaram... minha querida Gula?». A pergunta saiu-lhe um pouco envergonhada, já que ela, como revisora oficial de contas, só de longe a longe se deslocava à empresa. Mas a Gula, enebriada ainda pelo sabor do arroz de cabidela, não a escutou logo à primeira. «Contaram-me que a Luxúria roubou... umas quantas peças...».
«Não posso acreditar!», interveio de súbito a Gula, que nunca desconfiara de nada, não obstante ser a Directora de Recursos Humanos.
«Contou-me a Inveja».
«Mas você ainda se fia no que...».
V
A Gula não chegou a terminar a frase. Uma moldura de ferro acertou-lhe em cheio no cocuruto da cabeça, deixando-a inanimada no chão. Mas a Preguiça, superando-se a si mesma, pegou energicamente no telemóvel e marcou o 112.
Lamentavelmente, o aparelho não tinha crédito. «Raios! É a última vez que isto me acontece... Nunca mais mais me vou desleixar a recarregá-lo... nunca mais!», disse de si para si a Preguiça, que só deixou de praguejar quando, para seu espanto, a Avareza, que então saía do edifício, lhe ofereceu um telemóvel com crédito ilimitado, dizendo «Tome, faça os telefonemas que entender. E aqui tem mais 500 Euros para levar a Gula ao hospital», concluiu, enquanto olhava fixamente aquele retrato encaixilhado na moldura que se estatelara no chão. O sorriso cínico da Cólera naquela fotografia não lhe deixara margem para dúvidas: «Foi ela quem roubou as jóias», pensou. «Mas para que me estou eu a chatear com isto? A empresa não é minha... que se dane!».
VI
Mal soube da súbida transformação filantrópica da Avareza, a Luxúria sentiu-se tocada. No fundo, sempre a admirara pela sua aversão à ostentação gratuita. Só nunca lho revelara porque o Orgulho, de quem era amante dedicada, sempre a conseguira comprar com jóias. Mas naquele dia o sentimento fora mais forte do que ela, tendo decidido que a partir de então seria casta e simples como a Avareza. «Acabou-se a luxúria», disse em voz alta para si própria. Depositou o colar, o relógio e mala na secretária do Orgulho e abandonou a empresa.
VII
Com o súbido abandono da amante, o Orgulho ficou... ferido. Tão ferido que nunca mais quis saber dele para nada. «De que me serve o orgulho se não é para ter a Luxúria?», pensou. E, após longos anos de sobranceria, foi finalmente capaz de dar valor aos seus colaboradores, a quem acabou mesmo por revelar ter sido ele o autor do roubo das jóias, com as quais alimentava os eternos caprichos da Luxúria.
Já a Inveja perdeu a razão para a sua inveja. A Luxúria, sua eterna rival, fora-se embora. Finalmente conquistara o seu espaço para poder conquistar o Orgulho, há tanto tempo perdido e desejado. «Quando se tem Orgulho, já não há espaço para ter inveja», sentenciou.
Por seu turno, a Coléra perdeu a razão para a sua ira. Afinal, não fora a Luxúria quem roubara as jóias, mas sim o seu fiel amigo Orgulho, a quem tudo desculpava.
Quanto à Gula, enfim... com a terrível violência do golpe, perdeu o apetite para sempre.
Linguagem Masculina
1. Tenho fome = Tenho fome
2. Tenho sono = Tenho sono
3. Estou cansado = Estou cansado
4. Que vestido bonito = Que corpo bombástico
5. Amo-te = Apetece-me sexo contigo
6. Estou chateado = Apetece-me sexo contigo
7. Queres dançar? = Apetece-me sexo contigo
8. Posso telefonar-te? = Apetece-me sexo contigo
9. Queres ir ao cinema? = Apetece-me sexo contigo
10. Queres ir jantar? = Apetece-me sexo contigo
2. Tenho sono = Tenho sono
3. Estou cansado = Estou cansado
4. Que vestido bonito = Que corpo bombástico
5. Amo-te = Apetece-me sexo contigo
6. Estou chateado = Apetece-me sexo contigo
7. Queres dançar? = Apetece-me sexo contigo
8. Posso telefonar-te? = Apetece-me sexo contigo
9. Queres ir ao cinema? = Apetece-me sexo contigo
10. Queres ir jantar? = Apetece-me sexo contigo
Sábado, Julho 16, 2005
Linguagem Feminina
1. Sim = Não
2. Não = Sim
3. Talvez = Não
4. Nós precisamos = Eu quero
5. Desculpa = A culpa é tua
6. Precisamos de falar = Estás lixado
7. Claro, sempre em frente = É melhor não ires
8. Faz o que quiseres = Depois conversamos
9. Não estou chateada = Claro que estou seu parvito
10. Estás muito carinhoso hoje = Será que só pensas em sexo?
2. Não = Sim
3. Talvez = Não
4. Nós precisamos = Eu quero
5. Desculpa = A culpa é tua
6. Precisamos de falar = Estás lixado
7. Claro, sempre em frente = É melhor não ires
8. Faz o que quiseres = Depois conversamos
9. Não estou chateada = Claro que estou seu parvito
10. Estás muito carinhoso hoje = Será que só pensas em sexo?
Heading for Venus
«We're leaving together
But still it's farewell
And maybe we'll come back
To earth, who can tell
I guess there is no one to blame
We're leaving ground (leaving ground)
Will things ever be the same again
It's the final countdown...
The final countdown
Ooh oh
We're heading for Venus (Venus)
And still we stand tall
Cause maybe they've seen us
And welcome us all (yeah)
With so many light years to go
And things to be found (to be found)
I'm sure that we'll all miss her so
It's the final countdown...
The final countdown
The final countdown (the final countdown)
Ooh ooh oh
(interlude)
The final countdown
Ooh oh
I'ts the final countdown
The final countdown
The final countdown (the final countdown)
Ooh
It's the final countdown
We are leaving together
The final countdown»
* [The Final Countdown - Europe]
But still it's farewell
And maybe we'll come back
To earth, who can tell
I guess there is no one to blame
We're leaving ground (leaving ground)
Will things ever be the same again
It's the final countdown...
The final countdown
Ooh oh
We're heading for Venus (Venus)
And still we stand tall
Cause maybe they've seen us
And welcome us all (yeah)
With so many light years to go
And things to be found (to be found)
I'm sure that we'll all miss her so
It's the final countdown...
The final countdown
The final countdown (the final countdown)
Ooh ooh oh
(interlude)
The final countdown
Ooh oh
I'ts the final countdown
The final countdown
The final countdown (the final countdown)
Ooh
It's the final countdown
We are leaving together
The final countdown»
* [The Final Countdown - Europe]
Terça-feira, Julho 12, 2005
USD 9,200.00

«From the Christofle Haute Orfevrerie Collection: As designed by Michele Oka Doner, the intricately carved tabletop is designed to mirror a frond's natural cross-hatching and veining and rests atop a pedestal. Christofle silver. Limited, signed and numbered edition. Measures 15 1/2" diameter and 19" high. Handmade. Limited edition of 50 pieces.»
Sábado, Julho 09, 2005
Exclusivo
Ministro da Burocracia tem 37 motoristas, sendo que 5 não têm carta de condução e 3 menos de dois anos.
Terça-feira, Julho 05, 2005
Zero em tradução

"História da União Europeia", Rogelio Pérez-Bustamante e Juan Manuel Uruburu Colsa, COimbra Editora, Coimbra 2004.
Anda em busca de um livro que retrate a evolução do ideal comunitário na Europa? Quer deslaçar o nó complexo das estruturas institucionais da União? Quer documentar-se bem acerca do futuro proposto para a UE antes de tomar posição no referendo? Procura uma obra que lhe garanta rigor histórico, ao mesmo tempo que o elucida acerca do Projeto para a Constituição Europeia? Então escolha outro.
"História da União Europeia", de Rogelio Pérez-Bustamante e Juan Manuel Uruburu Colsa é uma mancha na qualidade a que a Coimbra Editora nos habituou. A tradução - se é que houve tradução - é tão má que era capaz de fazer corar o Rui Zink, as gralhas são ao balúrdio e os períodos sem sentido algum abundam. Às 50 páginas já devo ter passado por umas 150 asneiras. Dois ou três exemplos:
"O general Eisenhower foi nomeado no Natal de 1943 Comandante SUpremo das forças de invasão em Europa" (p.38)
"Stalin apoveitou-se da sua inmehorável situação [...]" (p.39)
"[...] o governo laborista de Clement Attlee não mostrava o mais mínimo interesse em levantar a questão da construção da Europa [...]" (p.42)
"O presidente Truman esteve presente naquele acto onde que o líder britânico pronunciou-se claramente em contra do totalitarismo soviético." (p.44)
Não sei como é que há homens que gostam disto...
Há 800.000 alcoólicos em Portugal. Desses 800.000, há 799.999 cujas alarvidades não são reverberadas diariamente pela comunicação social. Continuo sem perceber por que razão se dá tanta importância às declarações de Alberto João Jardim, a única pessoa que eu conheço que é inimputável em "part-time" - faz o turno da tarde.
Já agora, para quem gosta: "Os bêbados", de José Malhoa.
Já agora, para quem gosta: "Os bêbados", de José Malhoa.
Segunda-feira, Julho 04, 2005
Calling_Doctor Freud:
Esta noite tive um estranho sonho. Sonhei que estava a sonhar. E, duplamente, não conseguia dormir.
Que quererá dizer?
Que quererá dizer?
Política:
«Engenhoso procedimento levado a cabo por indivíduos cuja mentira é elaborada de tal forma que, apesar de se adquirir consciência de ser uma mentira, se toma como a verdade. Como necessidade ilusória de força maior.»
Ou a ilusão da esperança.
Ou a ilusão da esperança.
