Terça-feira, 29 de Setembro de 2009
Porto de Mós também é conhecido pela morcela....

 

Há quem não goste que Porto de Mós seja conhecido pela morcela, mas esta malta dos "quarentões 69" não se importa.



publicado por Pedro Oliveira às 16:17
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Escola - Descubra as Diferenças



publicado por Luis Malho às 15:04
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Somos todos culpados

Bom dia Dr,

Preciso que me faça um registo, que pela informação que tenho só pode ser efectuado por um advogado ou solicitador.

 

Ok, pela minha tabela são $$$ euros, mas se não quiser recido...

 

Não,não quero. Sempre são  uns $$$ euros a menos.

 

Então está bem. Ainda hoje trato do assunto

 

Obrigado Dr.



publicado por Pedro Oliveira às 13:41
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Finalmente

Finalmente o Presidente da República vai falar hoje. E, segundo parece, não será uma mera declaração. Não será exactamente uma conferência de imprensa mas, segundo parece, repito, ocorrerá num formato aberto a perguntas dos jornalistas.

 

Na minha modesta opinião, que já aqui expressei noutras oportunidades, é tarde. Já o devia ter feito há muito tempo. O pretexto de não interferir na campanha eleitoral falhou. Na minha opinião, igualmente já aqui expressa, interferiu e decisivamente. Não só no desenvolvimento da campanha eleitoral mas mesmo nos resultados eleitorais, penalizando o PSD.

 

Evidentemente que, sendo tarde, não é por falar hoje e não ter falado ontem que vem mal ao mundo. Mas, tendo sido o Presidente a declarar que falaria depois das eleições, utilizando o tal pretexto de não interferência na campanha, não faz muito sentido que não tenha aproveitado a primeira oportunidade – ontem. Enfim, já para não apontar o pormenor, porque é um pequeno pormenor, de ontem ter sido o único dia de férias de campanha. Hoje, desde as zero horas, já estamos em campanha eleitoral para as autárquicas. Parece mais uma das birras do Presidente: se estavam todos a pensar que era logo na segunda-feira enganam-se – só falo na terça!

 

Mas pronto: resta-nos esperar por logo à noite. E esperar que o Presidente seja absolutamente claro e clarificador, sem tabus e sem nada na manga. E que os jornalistas ajudem, colocando as questões que realmente importam para o cabal esclarecimento de uma tão séria questão de Estado. Gravíssima e não uma qualquer brincadeira de Verão e, muito menos, qualquer coisita que tinha apenas por objectivo desviar as atenções

 



publicado por Eduardo Louro às 07:00
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Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
Autárquicas em Porto de Mós

Através do nosso vizinho Pensar PM, tomei conhecimento do episódio aqui relatado, e também deste comunicado.

Sobre o episódio denunciado pelo PSD, temos de facto de lamentar situações como esta, que em nada ajudam a desejável pacificação da comunidade portomosense e que mostram o estado de nervos da candidatura do PS. O candidato Salgueiro, que se sabe vitimiza quando lhe vandalizam cartazes, deveria demarcar-se desta situação.

Os factos relatados no comunicado do PSD mostram o desvario e a irresponsabilidade que se vive nos Paços do Concelho, assim como o caminho que o concelho leva. É lamentável.

Ontem, numa das imensas obras que estão em curso no concelho, encontrei uma retro-escavadora com um autocolante que a identificava como pertencendo a uma empresa do distrito de Lisboa, o que me levou a pensar que por aqui perto não existem máquinas disponíveis para tanta obra eleitoral.



publicado por Paulo Sousa às 14:16
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Curiosidades eleitorais

É já tradicional, nas nossas noites eleitorais, que ninguém perca. E não é que desta vez quase que têm razão?

 

Parece-me que quem verdadeiramente perdeu foi o país, mas isso também já não é grande novidade. As sondagens também voltaram a perder. Mas nem o país nem as sondagens são partidos políticos.

 

O PS ganhou as eleições; perdeu mais de meio milhão de votos em relação às últimas eleições mas… ganhou. Sem discussão! O PSD obteve um mau resultado, mas ganhou votos e deputados em relação a 2005. O CDS, ninguém terá dúvidas, ganhou. E, se dúvidas houvessem, bastaria seguir a noite eleitoral. É sempre fechada pelo partido ganhador e ontem foi fechada por Paulo Portas que aguentou…aguentou e falou só depois de Sócrates! O Bloco ganhou, apesar de derrotado pelas sondagens (e até pelo método de Ont). Duplicou os mandatos, ultrapassou os 500 mil votos que colocara como fasquia e, portanto, ganhou. A própria CDU, que ganha sempre, apesar de cair para a última posição dos partidos com representação parlamentar, conquistou mais 30 mil votos que nas eleições anteriores e ganhou mais um deputado. Uma festa, portanto, para todos!

 

Duas novas forças políticas a merecer atenção: a abstenção, a maior força política no país, representando mais de 39% do eleitorado, e os famosos brancos e nulos, já com significativa expressão eleitoral.

 

O resultado do CDS ou, talvez mais propriamente, de Paulo Portas é de facto notável. Como notável é a sua teimosia em contrariar as sondagens. É consequência da autêntica máquina em campanha que Paulo Portas na realidade é (não confundir com máquina de campanha, porque essa é do PS, como se viu), através do que conseguiu roubar muitos votos a PS e PSD, mas também de uma eficiência ou de uma produtividade do voto fora do comum (ver quadro abaixo).

 

O método de Ont favorece os grandes partidos que, nestas eleições, precisaram em média de cerca de 21 mil votos para eleger cada deputado. O CDS de 28 mil, a CDU de 30 mil e o BE de 35 mil. Curiosamente, o BE, que era apontado como o mais favorecido por este método de atribuição de mandatos – por concentrar o seu eleitorado nos grandes centros urbanos seria menos penalizado pela dispersão de votos – acabou por ser o mais penalizado, ou talvez melhor, por ser objecto da mais baixa eficiência de voto: o CDS, com mais cerca de 35 mil votos consegue mais 5 deputados; e a CDU, com menos cerca de 112 mil votos, atinge apenas menos 1 deputado.

 

Quadro de "eficiência" de voto

 

Mandatos

%

"Custo" de cada mandato

 

Número

%

Votos

     %

Votos

PS

96

42,48%

36,56

0,38

21.551

PSD

78

34,51%

29,09

0,37

21.104

CDS

21

9,29%

10,46

0,50

28.186

BE

16

7,08%

9,85

0,62

34.837

CDU

15

6,64%

7,88

0,53

29.727

 

Enfim, curiosidades…

 

 



publicado por Eduardo Louro às 12:30
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Domingo, 27 de Setembro de 2009
Legislativas #3

Afinal os mandatos (deputados) do PS e do PP juntos darão maioria absoluta!

Será que o CDS/PP dará de bandeja os votos que ganhou ao PSD ao PS?
Seria irónico, mas quem conhece Portas, não se admirará…
Entretanto, Sócrates aponta as Autárquicas como próxima meta… será, sem dúvida importante, os resultados das autárquicas.  
Sócrates propõe-se a Primeiro Ministro, dando o recado a Cavaco, naturalmente…

Portas sorri, ao lado do Sócrates, na TV…



publicado por Luis Malho às 23:10
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Noite eleitoral XXI

Resultados oficiais do círculo eleitoral de Leiria:

 

PSD: 4 deputados (86.595 votos)

PS: 4 deputados (74.712 votos)

CDS-PP: 1 deputado (31.260 votos)

BE: 1 deputado (23.519 votos)

CDU: 0 deputados (12.645 votos)



publicado por Paulo Sousa às 22:52
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Legislativas #2

Vitória de quem?

Afinal o PS pode não fazer acordos com qualquer dos 3 partidos mais pequenos. Se for assim, temos instabilidade permanente, pois é muito improvável conseguir ter o acordo simultâneo de 2 dos 3 partidos, mesmo com a CDU e BE ao mesmo tempo.
Sobra o PSD, mas será que a inevitável demissão de Ferreira Leite, permitirá uma coligação com o PS, não creio.
Se o PS formar governo sozinho, o futuro vai depender da evolução da conjuntura económica, da eleição do Presidente da República, do novo líder do PSD, etc…

Afinal, nada de novo em relação às previsões, os próximos tempo serão muito difíceis politicamente, com uma grande instabilidade.



publicado por Luis Malho às 22:27
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Noite eleitoral XX

Resultados Oficiais em Leiria, 21:46, uma freguesia por apurar

 

PS: 3 deputados

PSD: 2 deputados

CSD: 1 deputado

BE: 0

_________________

 

Porto de Mós

 

PSD: 35%

PS: 30%

CDS-PP: 13%

BE: 9%

CDU: 3%

_________________

 

Juncal:

 

PSD: 32% (605 votos)

PS: 32% (599)

CDS-PP: 13%

BE: 9%

CDU: 3%

 

 

 



publicado por Paulo Sousa às 21:47
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Noite eleitoral XIX

Via twitter e 31 da Armada: 

"Dias Ferreira acaba de telefonar à irmã sugerindo-lhe que diga que a culpa foi do árbitro."



publicado por Paulo Sousa às 21:42
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Noite eleitoral XVIII

Basta a abstenção do PSD para que um Orçamento seja aprovado.



publicado por Paulo Sousa às 21:35
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Noite eleitoral XVII

Será que os resultados do CDS-PP indicam que o PSD deveria apostar num discurso assumidamente mais à direita?



publicado por Paulo Sousa às 21:29
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Noite eleitoral XVI

Manuela Ferreira Leite:

 

"Os resultados das eleições deram a vitória ao PS"



publicado por Paulo Sousa às 21:26
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Noite eleitoral XV

"O BE elegia deputados em 3 distritos, a passará a fazê-lo em 9 ou 10 distritos."

"Mais do que duplicará o nº de votantes"

"Estamos perante uma vitória história do BE"

 

Fernando Rosas, BE

__________________

 

 

Resultados Oficiais

 

CDS-PP: 7

BE: 5

CDU: 5



publicado por Paulo Sousa às 21:17
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Noite eleitoral XIV

Resultados Oficiais, 21:16, RTP

CDS-PP: 5

BE:2

CDU:5



publicado por Paulo Sousa às 21:14
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Noite eleitoral XIII

Resultados oficiais, 21:10

 

CDS-PP: 3 deputados

BE: 1 deputado

CDU: 3 deputados



publicado por Paulo Sousa às 21:11
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Noite eleitoral XII

"É uma derrota, mas temos de ver o momento em que MFL arrancou"

 

Marcelo Rebelo de Sousa, RTP



publicado por Paulo Sousa às 21:09
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Noite eleitoral XI

"É importante que todo o partido esteja unido e empenhado nas Autárquicas"

 

Miguel Frasquilho, PSD



publicado por Paulo Sousa às 21:07
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Noite eleitoral X

Com três quartos dos votos contados o CDS-PP continua à frente do BE.



publicado por Paulo Sousa às 21:03
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Noite eleitoral IX

"Está-se a consolidar a força da CDU"

 

Sede da CDU



publicado por Paulo Sousa às 21:00
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Legislativas

Grandes Derrotados: Manuela Ferreira Leite e PSD

A CDU, apesar de proclamar a vitória do costume
Grande vencedor? CDS/PP
Vencedor: PS, perde a maioria absoluta, mas pode governar, nas calmas, podendo fazer com acordos com 3 partidos, à escolha, se acordo com as circunstâncias …
Manuela Ferreira Leite, não tem condições para se manter, nem mais um dia e condiciona as próximas eleições autárquicas… quantos candidatos falam da política da verdade? Verdade?
O PSD Leiria aclama o primeiro deputado eleito por Leiria, por favor…

Eu votei, convicto no PSD.



publicado por Luis Malho às 20:57
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Noite eleitoral VIII

Para já o PSD não reage aos resultados.



publicado por Paulo Sousa às 20:55
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Noite eleitoral VII

"Coligação com o PP, nunca, jamais"

 

Ana Gomes

 

Lembram-se do Ministro das Obras Públicas?



publicado por Paulo Sousa às 20:54
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Noite eleitoral VI

"Estamos orgulhosos"

 

Luís Fazenda, BE

_____________________

 

Resultados oficiais 20:51

 

CDS-PP:  3 deputados

BE: 0 deputados



publicado por Paulo Sousa às 20:44
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Noite eleitoral V

Sede do CDS-PP, 20:40

 

"Estamos na luta pelo lugar de 3ª força política"

 

Pires de Lima, RTP



publicado por Paulo Sousa às 20:39
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Noite eleitoral IV

"Vamos ter a melhor votação dos últimos 30 anos."

 

"Gostamos de ver o PS a festejar a perda da maioria absoluta."

 

Pires de Lima do CDS-PP na TVI, 20:34



publicado por Paulo Sousa às 20:34
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Noite eleitoral III

Abstenção aumentou relativamente a 2005, o que me deixa surpreendido, pois achei que a grave situação económica e social do país levaria a uma maior participação eleitoral.



publicado por Paulo Sousa às 20:28
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Noite eleitoral II

Às 20:25, segundo a RTP, o PSD apurou 5 deputados e o PS 4.



publicado por Paulo Sousa às 20:24
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Noite eleitoral I

Segundo a RTP o PS será convidado a constituir governo e BE é derrotado pois fica atrás do CDS-PP.

Aguardemos por dados mais detalhados.



publicado por Paulo Sousa às 20:17
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Sábado, 26 de Setembro de 2009
Um fim-de-semana diferente. Ou talvez não!

No último fim-de-semana, não sei se pela primeira vez – mas admito que sim – pudemos assistir a uma coisa curiosa: nos jogos de futebol que envolveram os chamados três grandes aconteceram decisões polémicas dos árbitros que reverteram, todas elas, em seu favor. Dirão alguns que isto não é uma particularidade do último fim-de-semana mas coisa corrente e comum. Mas insisto: creio que assim, em simultâneo na mesma jornada, não é assim tão frequente!

 

Prossigamos então: em Braga o árbitro não assinalou um penalty indiscutível contra o Porto; em Leiria foi assinalado um a favor do Benfica, discutível, que dividiu opiniões da crítica dita especializada, mas que a maioria avaliou como decisão acertada; em Alvalade o árbitro não assinalou penalty numa jogada reclamada pelos leões, discutível e igualmente com opiniões divididas entre os mesmos especialistas, e assinalou outro, clara e unanimemente inexistente.

 

As consequências dessas decisões dos árbitros face aos resultados finais verificados foram diversas: o Porto perdeu da mesma forma, apenas eventualmente por menos um golo; e Benfica e Sporting ganharam, quando teriam empatado com julgamentos diferentes.

 

Não vi um único adepto do Benfica (entre os quais me incluo, como me não canso de repetir) negar a evidência do penalty que deu a vitória em Leiria. Mas também não vi um único adepto de Porto e Sporting de acordo. Os adeptos do Sporting aceitam (não poderia ser de outra forma) que beneficiaram de um penalty inexistente; mas referem-no como compensação do outro não assinalado. Esse outro que os adeptos de Benfica e Porto juram nunca ter existido. Finalmente, apenas todos estão de acordo quanto ao penalty não assinalado de que o Porto beneficiou. Mas, agora posso eu jurar, essa unanimidade apenas existe porque não alterou o resultado final. Não tivesse o Porto perdido o jogo (e sem espinhas!) e não haveria adepto que reconhecesse aquele erro do árbitro.

 

Pois é! A paixão cega tem destas coisas…

 

Este fim-de-semana, apesar de um Porto – Sporting, um clássico de paixões, o jogo será outro. Amanhã à noite vamos ver e ouvir as opiniões dos diferentes adeptos, com diferentes interpretações das incidências do jogo: os golos falhados, os auto-golos, os árbitros, as vitórias morais… E será interessante ver quem fará, então, a figura daqueles adeptos do Porto. Se é que alguém terá coragem para tanto!

 



publicado por Eduardo Louro às 17:15
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A versão politica da gripe H1N1 (ver até ao fim)

 



publicado por Pedro Oliveira às 10:26
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Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009
A ABADA

Realizou-se hoje o último dos debates organizado pela Rádio D.Fuas FM em conjunto com a Zona TV.

Também o mais esperado entre Julio Vieira (PSD) e João Salgueiro (PS).

A diferença é abismal. de um lado Julio Vieira a demonstrar serenidade, convicção e coerência na apresentação do projecto que vem defendendo e no qual acredita. Um projecto de viragem consistente e perfeitamente sustentado a todos os niveis.

Do outro lado o actual Presidente, João Salgueiro,estranhamente nervoso, desligado da função que tem vindo a exercer (parece desconhecer os dossiers e desvia a atenção de alguns por não estar à vontade) a falar sistemáticamente na primeira pessoa do singular e pasme-se, afirmou que recebeu um concelho cheio de "ervas na beira das estradas" - recebeu de si próprio retorqui Julio Vieira - recordando-lhe os 20 anos de Vereador a tempo inteiro e os dois ultimos mandatos como vice-presidente.

João Salgueiro não tem programa porque diz não ser preciso - ele próprio e a sua experiência são suficientes.

João Salgueiro passou o tempo a relatar a valia do seu curriculo, a sua capacidade para resolver os problemas a todos os que lhe vão pedir, enfim para quem conhece Salgueiro ainda pior do que nós conheciamos.

Julio Vieira não apenas ganhou. Deu uma abada monumental.

Julio Vieira vai ser o próximo Presidente da Cãmara Municipal porque tem um projecto para o nosso concelho e vive como muitos de nós inconformado com a actual situação.

João Salgueiro terminou a pedir que a partir da próxima terça feira (já na rua em campanha) a população do concelho o venha abraçar. A ele e ao seu projecto que é ele também.

A partir da próxima terça feira vamos finalmente deixar de ser governados pelo Sr Salgueiro, espero que para sempre.

Parabéns Julio.

Espero que consigas transmitir às pessoas do nosso concelho o projecto do PSD, com a clareza com que o tens feito nos últimos tempos.



publicado por Jorge Vala às 22:03
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Período de reflexão

Quanto tempo demora um pintor de construção civil a pintar uma divisão de 4 metros de largura por 6 de comprimento, com um pé direito de 2 metros e vinte?

Não sei, mas todos concordamos que dois pintores serão mais rápidos a fazer a mesma tarefa.

Se aumentarmos os recursos aplicados nesta tarefa (o número de pintores), obteremos resultados cada vez mais rápidos.

Será esta frase uma verdade inquestionável?

Será que 50 pintores serão mais rápidos? E 100?

Qual o número de pintores a partir do qual deixa de haver espaço para que cada um consiga evitar sujar o colega com tinta em vez de pintar a parede?

Ou de outra forma, qual o momento a partir do qual deixa de haver benefício em aumentar os recursos ali aplicados?

Esta questão é estudada pela microeconomia, e corresponde à busca do Ponto Óptimo.

O conceito foi criado pelo político, economista e sociólogo italiano do sec XIX Vilfredo Pareto.

De acordo com o óptimo de Pareto, uma qualquer situação é eficiente quando todos os indivíduos envolvidos se encontram num ponto de benefício máximo. Por outro lado, deixa de ser eficiente se, para acrescer o benefício de alguns indivíduos, outros sejam prejudicados.

E o que é isto tem a ver com o período de reflexão?

Depois de ser proibido pintar paredes em campanha eleitoral, parece não ter nada a ver.

Mas no meu entender, tem tudo a ver.

Senão vejamos.

A relação estabelecida entre o indivíduo e o Estado pressupõe o pagamento de impostos. Pagar impostos será uma das bases da cidadania.

E pagamos porquê?

Segundo alguns autores pagamos impostos de forma a que o Estado redistribua a riqueza criada na economia, e a entregue a outros que, por algum motivo, não têm rendimentos ou riqueza acumulada em valor suficiente para assegurar a sua subsistência com dignidade. Pretende-se assim atingir um Óptimo de Pareto.

Outros autores entendem que os impostos servem exclusivamente para sustentar o Estado, que no século XX adquiriu hábitos caros, nomeadamente o de sustentar quem não cria riqueza, procurando dessa forma legitimar a sua existência (do próprio Estado). Mas coloquemos o nosso enfoque no primeiro caso, o da redistribuição da riqueza.

Primeiro ponto:

Cada um de nós terá um entendimento próprio do que será o Óptimo de Pareto relativamente aos objectivos e à relação de valores implícita no Orçamento Geral de Estado.

Lembrando o texto e os comentários que se desenrolaram sobre o programa do BE, em que oito medidas emblemáticas pressupunham um aumento da despesa (aumento dos apoios e subsídios), duas correspondiam a uma diminuição da receita (redução da taxa geral do IVA e aplicação de taxa reduzida aos discos, mas não aos livros, cinema, teatro e outras formas de cultura, apenas aos discos!) e como forma de compensação orçamental prevêem um imposto de solidariedade sobre as grandes fortunas, sem nunca especificar o que são grandes fortunas, nem quantificar os valores envolvidos nestas medidas.

O Óptimo de Pareto do PS pressupõe obras públicas cujo debate é dispensável, pressupõe ingerências na Justiça para aliviar as dúvidas sobre o PM, pressupõe que os jornalistas bem comportados estejam no activo e os outros na barra do tribunal, pressupõe mais e mais apoios sem nexo nem regra.

Segundo ponto:

Agradeço aqueles que conseguiram chegar a esta fase do texto ainda com pachorra para ler o resto. Bem hajam por isso.

Terceiro ponto:

Em sociedades mais liberais, com políticas de direita descomplexada, entende-se que dar uma esmola é um incentivo para que quem a recebe fique à espera de outra no dia seguinte, e por isso optam por um menor volume de subsídios e apoios, sendo assim necessária uma menor cobrança de impostos. Essas sociedades são sempre mais competitivas e mais capazes de atrair investimento internacional. Umas das consequências dessa capacidade é o menor volume de desemprego.

Quarto ponto:

Outras diferenças existirão, mas a direita e a esquerda diferenciar-se-ão pela relação proposta entre os recursos dispendidos (impostos) e benefício máximo comum.

Quinto ponto:

Num momento em que o nosso país se destaca na UE, além de outras coisas pouco agradáveis, pelo peso que o Estado tem na economia e que a tendência aponta para um reforço deste efeito, sem que seja espectável que num prazo razoável o tecido económico tenha capacidade para gerar riqueza suficiente para sustentar o monstro sorvedor e ineficiente em que o Estado se tornou, será razoável votar à esquerda? Votar à esquerda significa apostar no reforço do peso do Estado na sociedade portuguesa, sendo que isso implica também um reforço do endividamento externo que já chegou a 97% do PIB (há quatro anos era de 64%).

Sexto e último ponto:

(ufa, dirão os mais teimosos - os outros resguardaram-se e não chegaram até aqui) A manter-se a voragem despesista do Estado e do seu endividamento, os prejudicados de Pareto não serão os detentores da grandes fortunas, demonizados pela esquerda radical, mas sim as gerações futuras que um dia terão de pagar a factura.

A escolhe é nossa.



publicado por Paulo Sousa às 18:12
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Pronto, vamos lá reflectir...

A campanha eleitoral chega hoje ao fim. Amanhã é dia de reflexão!

 

As eleições de domingo deveriam ser das mais importantes da nossa história democrática. O actual estado de depressão geral do país, da economia, das finanças públicas, de calamidade social e em especial do desemprego, de descrédito do sistema político e da Justiça justificá-lo-iam. São, porém, apenas mais umas eleições, com a preocupante particularidade de ninguém as merecer ganhar!

 

Em democracia, as eleições servem para premiar ou punir quem exerceu o poder. Mas servem também para premiar ou punir propostas de alternativa de governação. Francamente não vejo quem mereça sair premiado!

 

Cai hoje o pano sobre uma campanha eleitoral que praticamente, e como de costume, passou ao lado dos reais e graves problemas do país, para se focalizar em falsas questões que podem animar as hostes dos indefectíveis mas não mobilizam os portugueses em geral. Daí a abstenção e o voto nulo e branco, que tanto animaram o debate aqui trazido pelos amigos António e Carlos, pela mão oportuna do Pedro Oliveira.

 

Pelas circunstâncias de arranque desta campanha – com o partido do governo altamente desgastado, com um líder acossado pelas razões conhecidas e o PSD embalado pela vitória nas europeias –, socorrendo-me de uma imagem futebolística, ao PS estava reservado um papel defensivo. Ao PSD caberia atacar, partir para cima do adversário. Mas atacar, como diriam os novos mestres das tácticas, mantendo as linhas curtas, sem deixar grandes espaços de penetração para o adversário. Não o fez e, no final, estamos a ver um PSD sem norte e um PS, imaginem, já a falar de maioria!

 

Porquê? Porque o PSD se fartou de marcar golos na própria baliza. Partiu de um slogan (Verdade), de gosto duvidoso e muito gasto, que rapidamente pôs em causa. Logo na constituição das listas, incluindo pessoas para as quais a menos grave das acusações seria a de lidarem mal com a verdade. As mesmas da estória da compra de votos. Pelo meio o inábil tratamento do TGV, e o arcaico fantasma espanhol. E a famosa asfixia democrática, logo atrapalhada pela penosa questão da Madeira e depois sufocada pela gravíssima questão das escutas, uma bomba que rebenta nas próprias mãos do Presidente da República.

 

A asfixia democrática é uma falsa questão. E mal escolhida, mais a mais para quem tem na Madeira os seus telhados de vidro. O que deveria ser trazido para a campanha era a asfixia do Estado. Essa sim, a verdadeira questão. Um Estado que, porque está em todo o lado, porque em tudo põe e dispõe, é responsável pela promiscuidade a que se chegou. Mas sobre isso nada! Evidentemente que todos pretendem mantê-lo assim, para que esteja pronto usar logo que o poder acabe por lhes cair nas mãos.

 

As escutas do PR terão constituído a machadada final nas ambições do PSD. Mas, pior que isso, constituíram um golpe profundo nas condições de exercício da superior magistratura de poder do PR. E logo numa altura destas, quando os resultados esperados destas eleições exigem um Presidente de todos os portugueses com uma imagem absolutamente imaculada.

 

 



publicado por Eduardo Louro às 12:14
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Eleições Autárquicas – Porto de Mós #2

(continuação)

Sem um bom programa temos navegação à vista, ao sabor da espuma dos dias, sem Estratégia.
 
E sem uma boa equipa, como é possível implementar um bom programa?
 
Estas são para mim as questões que devem ser colocadas na decisão do voto.
 
A verdade é que o programa do Concelho está condicionado ao QREN, às escolhas, que o actual executivo fez. E quem ganhar as eleições terá que realizar as obras há muito escolhidas.
 
Estas Obras, não são na maioria dos casos prioritárias nem têm um fio condutor, do meu ponto de vista.
 
Resta assim escolher qual a melhor equipa. Já conhecemos a equipa do actual Presidente da Câmara, que sobre ela, tem dito CUMPRI, (verbo cumprir, conjugado na primeira pessoa do singular).
 
A equipa do PSD é constituída, nos primeiros quatro lugares, por 3 pessoas de Porto de Mós, demonstrando que o fórum pelas freguesias, não foi suficiente para recrutar mais do que uma pessoa, de fora da sede do concelho.
 
Esta equipa do PSD diz que o importante são as pessoas, mas não tem tratado bem algumas pessoas da sua família. Veja-se o que aconteceu, ao actual Presidente da Junta de Freguesia do Juncal. Será que ele foi mesmo cativado?
 
Claro que o meu sentimento será, legitimamente, interpretado de diversas formas. Claro que estou magoado com o PSD e já tive oportunidade de o dizer pessoalmente a algumas pessoas da comissão política.
 
Claro que seria mais fácil ficar calado, ou mesmo, dizer que apoiava o PSD nestas eleições autárquicas. Prefiro, no entanto, manter-me fiel à minha consciência e sem hipocrisias, assumo que irei votar em Branco, na eleição do próximo Presidente da Câmara Municipal de Porto de Mós.
 


publicado por Luis Malho às 00:01
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Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009
Conversas entre Pais

Mais uma vez a Livraria Arquivo apresenta uma iniciativa que merece a nossa atenção :

"Conversas entre Pais na Livraria Arquivo
O tema é lançado e a partir daí a conversa começa a fluir: a palavra pode partir do técnico mas também de qualquer pai ou mãe, que esteja na plateia e que tenha algo que queria partilhar: uma questão, inquietação, experiência, o que for. São as Conversas entre Pais”, um ciclo de conversas promovido pela Clínica de Psicólogos João Lázaro e pela Livraria Arquivo, cuja sessão de apresentação é no dia 26 de Setembro, sábado, pelas 14h30, na Livraria Arquivo. O ciclo “Conversas entre Pais” irá decorrer sob a forma de sessões mensais já a partir de Outubro e ao longo de 2010.
A ideia, como explica João Lázaro, psicólogo clínico, é criar um espaço onde pais, educadores, professores e técnicos possam conversar sobre a formação e a educação das suas crianças e dos seus adolescentes. “Os desafios da contemporaneidade são cada vez mais complexos, o que leva muitos pais e educadores a sentirem-se menos aptos à difícil tarefa de educar. Este é um espaço onde se pretende que partilhem experiências, saberes, pensamentos e emoções para que se devolva a cada um a convicção do que é ser pai e/ou educador neste tempo que é o de hoje”, adianta."

 



publicado por Ana Narciso às 16:31
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U2 no dia 2 de Outubro de 2010 na Cidade de Coimbra.YES!!!


publicado por Pedro Oliveira às 16:02
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Eleições Autárquicas – Porto de Mós #1

Estamos a cerca de duas semanas das eleições autárquicas. É tempo de reflectir e de decidir em quem votar.

 
Como cidadão independente, de centro direita, simpatizante do PSD, voto quase sempre no PSD, mas já votei em branco, no CDS do saudoso Lucas Pires e até no PS, numas autárquicas em que fiz parte da lista à junta de freguesia do Juncal.
 
Nas Autárquicas a maioria dos eleitores dão mais importância às pessoas (aos candidatos) do que aos partidos. Mas o projecto apresentado também é importante, até porque o projecto diz muito às pessoas, que conhecem e sentem muito bem as principais lacunas das suas terras. Propor um Parque Infantil para o Juncal é mais fácil para atrair um eleitor do Juncal, do que prometer reduzir o défice ou sermos mais competitivos no futuro.
 
Nas Autárquicas as propostas para o Concelho são importantes, mas as propostas para a Freguesia em que residimos, ainda são mais.
 
O próximo mandato vai ser um mandato “gordo”, pois o QREN atribuiu uns milhões de euros para cada município “gastar” em “desenvolvimento”. Os milhões atribuídos ao Concelho de Porto de Mós já têm destino, e a grande maioria são para “gastar” na sede de concelho, com excepção do “obrigatório” saneamento de Mira de Aire. Quem ganhar as eleições, daqui a 4 anos é que terá OBRA em Porto de Mós, veremos como os eleitores das freguesias do Concelho, julgarão as opções tomadas há um ano atrás.
 
A cerca de duas semanas das eleições, as propostas ainda não “chegaram” à minha caixa de correio, com excepção de 3 infomails do PSD’s (esclarecimento sobre o candidato do Juncal, o que João Salgueiro não cumpriu, e apresentação do candidato) e um Postal do candidato João Salgueiro.
 
Desconheço as propostas definitivas, mas conheço genericamente aquilo que cada partido propõe, sendo que o PS, presumo que irá “encher” o seu programa com as tais obras do QREN e mais umas quantas migalhas para as freguesias. O PSD lançou os fóruns onde apresentou e recolheu propostas para as freguesias do Concelho, ouvindo as pessoas, naquilo que foi uma boa iniciativa.
 
A questão que se coloca, é se devemos de dar mais importância aos programas ou às equipas?

(continua)

 



publicado por Luis Malho às 09:00
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Todos defendem o SNS, mas...

...Há sempre um mas.

Não há partido que não defenda com unhas e dentes o SNS (sistema nacional de saúde), e quem não se coloque em bicos de pés a dizer que o seu partido foi decisivo na sua criação.

Mas, há um perguntinha, simples, que gostava de colocar: Como é que se defende um SNS sem médicos? Passo a explicar;

 

A semana passada foi notícia o facto de mais de 10% dos médicos do SNS já serem estrangeiros, daqueles que nos seus paíse podem ser médicos com média de 14,15 valores.

Estamos todos satisfeitos porque vai haver mais hospitais, muitos hospitais novos, mesmo daqueles que após a visita da ministra as camas tenham sumiço, se assim é qual é a razão, objectiva, para os "desgraçados" que queiram ser Médicos tenham uma de duas vias para o serem: ou emigram e vão estudar para fora, ou não fazem mais nada na vida do que tentarem não serem frustrados uma vida inteira por não terem entrado na faculdade de Medicina por uma décima algures entre o 18,5 e o 19?

 

Se alguém conseguir ter uma justificação lógica para isto agradeço, já que dos partidos não me parece que venha grande coisa, mesmo daqueles que se dizem pais do SNS e que não têm medo de interesses corporativos... .



publicado por Pedro Oliveira às 07:29
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No desporto como nos negócios Digo hoje, sem qualquer excesso de vaidade, que o rugby tem dado o exemplo. Esta selecção tem feito aquilo que os sucessivos Governos têm vindo a pedir: não chorar e apresentar resultados. No desporto, como nos negócios, o importante é concretizar os objectivos - vencer. A equipa que tem os melhores jogadores ganha se for bem treinada, se os seus jogadores forem bem integrados, motivados e, acima de tudo, se o "caminho" for minunciosamente planeado e houver sintonia nas metas definidas. No desporto, como nos negócios, é preciso ter espírito de missão e conseguir transmiti-lo àqueles que connosco trabalham, fazendo-os acreditar nos nossos princípios e convicções. "compromisso" é a palavra-chave. No desporto, como nos negócios, o líder deve ser um gestor de oportunidades e expectativas, sendo capaz de escolher os momentos certos para desafiar o grupo. A intuição marca a diferença, quer no balneário quer no escritório. No desporto, como nos negócios, o stress não pode ser visto como uma doença. É fácil transformar o excesso de pressão num aliado, basta entendê-lo como mensageiro de novas oportunidades. No desporto, como nos negócios, as equipas vencedoras são aquelas que conseguem derrubar os limites, superando-se.

 

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