Quarta-feira, 30 de Setembro de 2009
Foi você que votou PS, PSD ou CDS-PP?
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Quarta-feira, Setembro 30, 2009
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Terça-feira, 29 de Setembro de 2009
Falta Presidente
Foi mesmo decadente. Esperava-se que desmentisse a natureza DOC (denominação de origem controlada) do plantio da notícia das escutas em Belém. Não o fez. Preferiu insistir no ridículo de insinuação de fragilidades de segurança informática descobertas nos servidores de correio electrónico da Presidência, por sinal por onde os mails que despoletaram a notícia nunca passaram.
E, sobretudo, esperava-se uma explicação para um silêncio que influenciou decisivamente o resultado eleitoral de Domingo passado, que Cavaco havia justificado com a neutralidade equidistante que o país verificou não lhe cabe nas mãos, nem que queira evitar prejudicar, como prejudicou, o seu partido.
Cavaco começou por dizer que considera que durante a campanha eleitoral o PS produziu várias declarações e teve atitudes que tinham como objectivo encostá-lo ao PSD e, ao mesmo tempo, “desviar as atenções do debate eleitoral das questões que realmente preocupavam os cidadãos”. Cavaco esbanjou a oportunidade de, em tempo útil, recentrar o debate eleitoral no sentido deste ainda ter alguma repercussão nas escolhas dos eleitores. Optou por nada fazer. Agora, o debate é outro: o da sua capacidade para permanecer em funções. E quanto mais ataque para se defender, como hoje o fez, ao invés de uma "descolagem" do que quer que seja, maior ainda será a evidência de que falta Presidente a esta república centenária.
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Terça-feira, Setembro 29, 2009
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Foi você que votou CDS-PP?
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Terça-feira, Setembro 29, 2009
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Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
Dos grandes para os pequenos
O PS comemorou uma “extraordinária vitória” que incluiu, entre outras, a perda de mais de 500 mil votos, mais de 20 deputados e a maioria absoluta.
Sem nada para comemorar esta noite, apesar de ter conquistado mais 6 mandatos e 6 mil votos que há quatro anos, o PSD voltou a comemorar a vitória das últimas europeias e, à semelhança do que vinha a fazer antes das legislativas, antecipou uma estrondosa vitória nas autárquicas que abrirá caminho a uma nova liderança.
O Bloco de esquerda, apesar de durante toda a campanha ter sido o alvo a abater pelos média, obteve a maior votação de sempre e superou largamente a fasquia do meio milhão de votos. Duplicou o número de deputados eleitos e triplicou o número de círculos eleitorais com deputados eleitos. Perdeu deputados para o CDS em vários círculos por escassas centenas de votos.
Embora menos, a CDU aumentou a sua votação e o número de mandatos. Um dado muito importante, uma vez que, da soma com os deputados eleitos pelo Bloco de Esquerda, se desfez a maioria que bloqueou a fiscalização da constitucionalidade de diplomas tão importantes como o Código do Trabalho e toda a legislação relativa às carreiras da Administração Pública. Seguramente que todos eles serão agora devidamente apreciados.
E deixei propositadamente o melhor resultado dos últimos 26 anos do CDS-PP para o fim. Subiu imenso, é agora a terceira força com maior representação parlamentar, a prova provada de que, em momentos de crise profunda como a que atravessamos, soluções securitárias e de retirada de apoios sociais aos mais pobres colhem enormes apoios. Mas não foi esta a razão porque deixei o CDS para o final. Foi, sim, a de que, com a composição que resultará das eleições de hoje, por um lado, aqueles que votaram no PS para salvar a esquerda – que ainda acreditam morar ali –, poderão vê-la agora coligada com a direita radical; e, da mesma forma, aqueles que votaram na direita radical para vencer a esquerda e o socialismo que preferem continuar a localizar no PS, poderão ver a honestidade do seu líder em todo o seu esplendor numa coligação com o inimigo da campanha. Sublinhe-se que, em ambos os casos, por uma questão das tais auto-atribuidas “responsabilidade política” e “sentido de Estado”, evidentemente. Para isso é que estas expressões foram inventadas. Há quem goste. Da minha parte, regresso quando esta maldita gripe me deixar em paz. Queiram desculpar alguma imprecisão que possa haver no texto acima: para além de contente com o resultado de hoje, 39ºC e tal fazem de mim um dos homens mais quentes de Portugal. (editado)
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Segunda-feira, Setembro 28, 2009
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Sábado, 26 de Setembro de 2009
Venham mais cinco
Quinta vitória consecutiva, quinto penalty seguido, cinco golos sem resposta. Contudo, ao contrário do que os números possam sugerir, a exibição do Benfica no jogo dos cincos não foi das melhores que lhe vimos esta época. Primeiro, e até ao primeiro golo, que apenas surgiu no final da primeira parte, foi incaracterística porque o Leixões se apresentou em campo fechado e a jogar com excesso de dureza. Depois disso, os excessos dos jogadores do Leixões valeram-lhes duas expulsões e o jogo tornou-se incaracterístico, agora porque uma partida com nove a jogar contra onze, e onze orientados por um treinador que exige afinco durante os noventa minutos, mais pareceu um passeio. Este futebol dá dinheiro. Hoje, novamente, foram mais de 43 mil espectadores. O Estádio da Luz continua(rá) com boas assistências.
Benfica 5 – Leixões 0
Marcadores: David Luiz, Cardozo (2), Ramires e Maxi Pereira.
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Sábado, Setembro 26, 2009
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Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009
Está na hora
Primeiro, na pré-campanha, onde, ainda assim, se discutiram os programas eleitorais dos vários partidos, todos assistimos ao despudor do painel de comentadores escolhidos pelos vários órgãos de comunicação social que, encapados de isenção, rigor e objectividade, condicionaram as apreciações aos frente-a-frente entre os vários candidatos. Depois, já durante a campanha, prosseguiu o mesmo condicionamento. Todos vimos a disparidade que existiu entre os tempos das reportagens sobre as várias campanhas e a falta de isenção dos comentários das peças de cobertura das iniciativas de campanha dos partidos fora do centrão. Todos vimos que a ordem no alinhamento dos telejornais foi sempre a mesma, com PS e PSD a aparecerem sempre em primeiro e, dessa forma, a beneficiarem da maior capacidade de atenção de quem assiste. E todos vimos o paradoxo do destaque que foi dado a algo absolutamente legal, os PPR de dirigentes e militantes do Bloco de Esquerda, e o destaque que não foi dado a coisas tão ilegais como a acusação de troca de financiamento partidário por cargos públicos no PS ou tão suspeitas como o processo de adjudicação dos helicópteros do INEM, ambos quase abafados. O de sempre.
Mas todos conhecemos também o que cada um vale, o que o PS fez durante quatro anos e meio, tal como conhecemos o que o PSD fez quando foi poder e a colaboração que foi dando ao PS na satisfação de clientelas partilhadas por ambos os partidos e pelo CDS-PP. Conhecemos as negociatas de concessão de serviços públicos por décadas, os lucros concedidos a privados em parcerias público-privadas muito vantajosas para eles e invariavelmente lesivas do interesse público. Os três mil milhões de euros que pagámos pela delinquência banqueira. A venda a retalho às respectivas clientelas de reserva ecológica nacional. Conhecemos a pobreza que provocaram e o modelo de desenvolvimento baseado em salários baixos que defendem. A sua injustiça fiscal que trata a banca como um sector carenciado e nega o sigilo bancário que tornaria visível todos os ilícitos dos e poupa impostos aos ricos e poderosos. Vivemos a precariedade e a opressão impostas pelo seu Código do Trabalho. Conhecemos a perseguição que fizeram a professores e funcionários públicos. Sabemos do desmantelamento de carreiras que promoveram em toda a Administração Pública e da pseudo-reforma que manteve a nomeação de dirigentes pelo critério de nomeação partidária e todos os seus privilégios de promoções automáticas e actuação impune. Temos presente que a Justiça funciona mal e se tornou um luxo com as subidas das taxas introduzidas pelo actual Governo e que julga segundo uma "livre consciência" com forte odor a captura. A Educação tornou-se um passe-vitte que tem como único objectivo uma qualificação pela via administrativa a baixo custo. Na Saúde, prostituiu-se a medicina a critérios economicistas que tornaram hospitais e centros de saúde oficinas de reparação em série de pessoas tornadas peças. Conhecemos o record de desempregados do pós-25 de Abril. E sabemos que o recuo da economia nos últimos quatro anos e meio anulou o crescimento de toda a década anterior.
Comprovadamente, os responsáveis por tudo isto não servem para governar. Uns e outros, culpando-se reciprocamente, disfarçam a responsabilidade que é toda sua. E o acima exposto, que é apenas parte do todo, seria mais do que suficiente para que qualquer povo com o mínimo de maturidade democrática rejeitasse liminarmente votar PS, PSD ou CDS-PP e procurasse outras alternativas de poder. E a alternativa é tão real como os interessados numa desmobilização fomentada através da descrença. Está na hora de mudar. De mostrar de que é feito este povo. De fazer a mudança que só se faz pelo voto. No Domingo, vamos ser muitos. O voto vai ser-nos útil. A nós.
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Sexta-feira, Setembro 25, 2009
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Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009
À esquerda, tudo pode ainda acontecer
O mesmo raciocínio poderá ser feito para outra sondagem, também divulgada hoje, esta da Universidade Católica, que apresenta uma previsão muito semelhante: PS 38 por cento, PSD 30, BE 11, CDS 8 e CDU 7.
À esquerda, tudo pode acontecer. E há, por isso, quem queira evitá-lo a todo o custo. Seguem abaixo dois excertos representativos da forma vergonhosa como o Bloco tem sido tratado pela comunicação social ao longo de toda a campanha. Reparem como aumentaram os indecisos e como a descida do Bloco foi imediatamente colada à subida do PS e não à dos indecisos. Como raio saberão estes magos adivinhos que os inquiridos indecisos que calharam nesta amostra não substituíram os que na anterior declararam ir votar no BE?
- A conquista de mais 5,1 por cento das intenções de voto pelo PS nesta sondagem (...) foi principalmente conseguida à custa do BE, mas também do PCP.
A percentagem de pessoas que não respondem ou que dizem não saber onde irão votar aumentou de forma significativa. Agora são 13,2 dos inquiridos, enquanto na sondagem de 25 de Setembro estas respostas foram dadas apenas por 8,9 por cento dos inquiridos. Ou seja, há um aumento de 4,3 do que vulgarmente se chama de indecisos.
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Quinta-feira, Setembro 24, 2009
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Recordar o futuro (4)
A acusação partiu do cabeça-de-lista socialista pelo círculo Fora da Europa nas legislativas de 2005, Aníbal Araújo. (…) Afirmou, em 2007, não haver qualquer promiscuidade no processo, mas agora explicou que decidiu falar por causa da existência de «muita mentira que se diz e da reposição da verdade que não foi feita».
Aníbal Araújo revelou ainda o conteúdo de uma reunião que envolveu o empresário, José Lello e António Braga, onde se falou de assuntos relativos às Comunidades Portuguesas, mas também da «nomeação de Licínio Bastos para a parte das Águas de Portugal e para a Vivo».
Licínio Bastos, que aguarda o seu julgamento em liberdade, chegou a ser nomeado cônsul honorário de Portugal em Cabo Frio, uma cidade perto do Rio de Janeiro, acabando por ser exonerado pouco depois de a sua nomeação ter sido publicada em Diário da República.» – TSF/Público
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Quinta-feira, Setembro 24, 2009
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Reconciliação nacional!
Escutas secretas realizadas no Vaticano revelam que, a convite de Cavaco Silva, o papa visitará Portugal em Maio de 2010.
Código de barras: Espionagem (secreta)
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Quinta-feira, Setembro 24, 2009
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Recordar o futuro (3)
Ver também Louçã interpela Sócrates no Parlamento sobre o caso Manuel Fino.
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Quinta-feira, Setembro 24, 2009
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Quarta-feira, 23 de Setembro de 2009
Recordar o futuro (2)
Do Governo PS, nem uma palavra. Esta não é uma campanha de casos. Do PSD e do CDS-PP, nem uma palavra. A quem tem telhados de vidro não resta outra senão concordar que esta não é uma campanha de casos. Para além do mais,toda a gente sabe que, no futuro, qualquer deles que seja reeleito, nada disto voltará a repetir-se.
Relacionados: “Recordar o futuro (1)” “Era uma vez... e 3 dias depois”
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Quarta-feira, Setembro 23, 2009
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Adaptada da pecuária
Ou votam PS, ou o computador Magalhães poderá não ser entregue aos vossos filhos, alunos que entraram este ano para o ensino básico. A técnica foi adaptada da pecuária. Os burros manejam-se melhor com uma cenoura em frente ao nariz.
Actualização: o PSD apressou-se a anunciar que, custem o que custarem, também dá cenouras.Código de barras: Comércio informático, Legislativas 2009, PS
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Quarta-feira, Setembro 23, 2009
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Recordar o futuro (1)
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Querida estabilidade lusa
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Terça-feira, 22 de Setembro de 2009
Portugal star wars
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Nervoseira
Mas perdura o mistério. Por um lado, Pacheco Pereira, em desespero de causa, desafia Cavaco a, de uma vez por todas, revelar as razões que o levaram a afastar o seu braço direito de sempre e, dessa forma, interferir no mesmo resultado e campanha eleitorais que a querida líder negou com toda a sua veemência. Por outro, desautorizações e contradições à parte, alvoroçados com a perspectiva de uma revelação prematura que inverta o prejuízo do rival, o PS vai gerindo um semi-silêncio nervoso e tentando rentabilizar ao máximo a excepção de um fumo sem fogo. Não há. E Cavaco Silva, que também vai sair chamuscado do enredo que plantou, gere a pressão exercida sobre si e pode bem estar apenas à espera do momento exacto para desferir o golpe fatal. Longe de toda esta trapalhada, o comício de ontem do Bloco de Esquerda, em Coimbra, fez do apinhado Teatro Académico Gil Vicente um palco demasiado pequeno para tanto entusiasmo. Não obstante ter sido um dos maiores comícios do Bloco, passou à margem da cobertura mediática que se recusou a mostrar ao país o vigor de uma alternativa que cresce a olhos vistos, todos os dias. Eu vi.(editado/actualizado)
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Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009
Estatura em questão
O Presidente da República afastou Fernando Lima do cargo de responsável pela assessoria para a Comunicação Social, uma “decisão presidencial” sem qualquer explicação adicional, segundo as fontes citadas pelo Público. E faltam explicações: Fernando Lima agiu por iniciativa própria ou foi Cavaco quem o mandou plantar a notícia das escutas em Belém? Poderão os portugueses continuar a confiar num PR que deixa perdurar a suspeita de ser capaz de fabricar uma notícia para beneficiar o seu partido nas eleições próximas? Explique-se o senhor Presidente.
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A doença da moda
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Domingo, 20 de Setembro de 2009
Esta sem facilidades
O Benfica teve a felicidade de marcar cedo, logo aos 4 minutos, e nem por isso os leirienses acusaram o golo. Nunca foi fácil fazer chegar jogo aos avançados, quer pelo sub-rendimento de algumas unidades encarnadas, sobretudo Ramires e Keirrison, quer pela agressividade nas laterais da União de Leiria, que obrigavam o Benfica a afunilar jogo. Depois, o empate, que chegou a meio da primeira parte através de um auto-golo de David Luiz, intranquilizou a equipa, muito desacertada até ao intervalo e sobretudo na primeira metade do segundo tempo, um dos piores momentos desta época.
Mas, quando já se temia o desaire, a equipa soube responder. O rumo dos acontecimentos alterou-se quando Jesus substituiu os dois atrás mencionados por Cardozo e Nuno Gomes, arriscando uma frente de ataque com três unidades. Aposta ganha, apesar de que um par de oportunidades desperdiçadas pelo Leiria poderiam ter produzido o contrário. O Benfica começou a jogar com mais velocidade e o golo da vitória, embora de grande penalidade, lá acabou por acontecer, dando os 3 pontos que garantem o segundo lugar isolado na tabela classificativa, dois pontos atrás do 100 por cento vitorioso Braga, bem como a liderança da lista de melhores marcadores a Cardozo, com cinco tentos. Saborosa vitória.
U. Leiria 1 - Benfica 2 (Saviola e Cardozo (gp))
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Domingo, Setembro 20, 2009
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Tão radicais que eles eram
Depois de Ana Gomes, é a vez de Mário Soares dizer que não lhe repugna nada a ideia de uma coligação pós-eleitoral com o Bloco de Esquerda. Tão radicais que eles eram. Agora, rogam. E o Bloco continua igual a si próprio. É impossível qualquer acordo entre a única esquerda possível e o partido do Código da precariedade, dos negócios manhosos, dos favores e da deterioração dos serviços públicos. E é impossível precisamente porque repugna mesmo.
Código de barras: Estes tipos são de partir o côco a rir, Legislativas 2009, PS
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Domingo, Setembro 20, 2009
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