Quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009

Que Lopes da Mota se devia ter demitido do Eurojust em Maio passado, a fim de evitar o enxovalho que Portugal está agora a sofrer nesse organismo de cooperação judiciária entre os países da União Europeia, é coisa que qualquer pessoa não comprometida percebe.
É que é sempre lamentável sair de empurrão.
Mas o caso ganha maior gravidade quando é o próprio advogado de Lopes da Mota, o bem relacionado Magalhães e Silva, a desmentir frontalmente Pinto Monteiro, dizendo que o seu constituinte "está a ser o bode expiatório das pressões que, em Janeiro, a hierarquia do MP fez para que o caso Freeport fosse arquivado".
Quer dizer: a defesa de Lopes da Mota diz que houve pressões da cúpula do Ministério Público para que o caso de corrupção do Freeport não desse em nada.
Exige-se agora que o Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, confirme ou infirme esta acusação de Magalhães e Silva.
Sob pena de o seu silêncio dever ser interpretado como confissão. O que também já não surpreenderá, diga-se.


publicado por Rui Crull Tabosa às 12:56
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Não sei bem porquê, mas parece-me que a Pinto Monteiro vai suceder uma mulher...


publicado por Rui Crull Tabosa às 09:58
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A t-shirt ideal para quem governa em minoria.


publicado por 31 às 09:32
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"Eu pensava que eram vocês que tavam a fazer cenas"
 


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 09:15
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"lembrem-me de prender os móveis do IKEA à parede" [João Quadros novamente, no twitter]

 


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 09:02
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"Ah! Bem me parecia que aquilo da cómoda a abanar sozinha não era a trepidante vida sexual dos meus vizinhos." [Vasco Campilho, no twitter]

 


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 08:49
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"O sismo provocou réplicas do Paulo Querido na minha timeline." [novamente, João Miranda]

 


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 08:15
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O último sismo deste estilo foi logo a seguir ao Referendo do Aborto, eu lembro-me que a mesa do meu escritório andou 10 cm para a direita (muito esclarecedor) e hoje aprova-se o casamento gay e ehhhhpá eu cá não sei mas que tal adiar isto? É que desta vez cheira-me a aviso.

 

 

 


publicado por Afonso Azevedo Neves às 08:08
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Eu quero é um grupo de apoio "eu ressonei alegremente durante o sismo de 2009"


publicado por Afonso Azevedo Neves às 08:03
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"Terramoto de 1755 foi 32 mil vezes mais intenso que este. Ide dormir." [João Miranda, no twitter]

 


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 08:00
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"Já há um grupo no Facebook  "Eu Sobrevivi ao Sismo de 2009 "" [jonasnuts, no twitter]

 

Nota: link para o Facebook adicionado por mim

 


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 06:30
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"Haverá um grupo Eu Sobrevivi ao Sismo de 1969? Assim podia estar nos dois." [novamente a Jonasnuts]

 


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 06:25
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"É nestas alturas que um gajo se apercebe das banhas que tem. Chiça...tremeu tudo..." [novamente, Paulo Querido]

 


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 05:06
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"não arriscando é tudo a trepar a serra Monchique " [João Quadros novamente, no twitter]

 


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 04:59
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"Oiço uma ambulância em Alcântara. " [Paulo Pinto Mascarenhas, no twitter]

 


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 04:54
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"Antes, qd se sentia um sismo corria-se para a rua, agora corre-se para o twitter." [Paulo Querido, no Twitter]

 


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 04:50
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"a vantagem do tsunami é ter perceves na caixa do correio em vez do Ocasião"  [João Quadros, no Twitter, claro]

 


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 04:43
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no Twitter escreve-se:

 

"a protecção civil não tem um twitter? s calhar devia ter" [Fernanda Câncio]

 


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publicado por Sofia Bragança Buchholz às 04:37
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(a partir do ABC, do Twitter e do Facebook). Mais informação sobre o tremor de terra aqui.


publicado por Paulo Pinto Mascarenhas às 02:20
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Um sismo nunca é bom para ninguém. Mas este foi particularmente mau para os media tradicionais.Liguei-me ao twitter e aos blogues bem antes de ter ligado a televisao. E a sensatez da minha decisão foi verificada mais tarde. As televisoes chegaram muito tarde e a notícia passou apenas nos noticiários das 2h. E só para quem tinha TV por Cabo. Os jornais estão impressos e daí não virá novidade (só pelos sites). Até agora não há danos a registar. E isso é que é importante.
publicado por Carlos Nunes Lopes às 02:04
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O que dirão das actividades de Lopes da Mota, suspenso pelo Conselho Superior do Ministério Público por ter pressionado os magistrados do processo Freeport? Que é uma cabala? Uma campanha negra contra o governo? Ou que o CSMP não tem credibilidade para suspender Lopes da Mota? Gostava mesmo de saber o que pensam os grandes defensores do Estado de Direito sobre este caso.


publicado por Nuno Gouveia às 00:21
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Curiosas as reacções ao corajoso e excelente artigo do Pedro Marques Lopes “Mártires da Opinião. Segundo dizem, no geral, a esquerda aplaudiu e a direita esmagou as palavras do Pedro. É um sinal dos tempos! E começa a ser habitual… Eu penso que sou de direita, o Pedro seguramente também. Actualmente, cada vez que alguém de direita se manifesta contra aquilo que considera ser um flagrante atropelo às garantias dos cidadãos e aos valores do Estado de Direito, é rotulado pelos “seus” como uma espécie de vendido à causa do Sócrates.

 
Sempre vi os partidos de direita como garantes da democracia, do Estado de Direito, da defesa dos direitos fundamentais das pessoas, sejam elas de esquerda, direita ou apartidárias. Salvo melhor opinião, isso não tem acontecido.
 
E falo mais concretamente do PSD (partido que quero acreditar que ainda tem um lado relevante de centro-direita e com o qual sempre me senti mais próximo)… O actual PSD “cegou” politicamente! Asfixiou-se…Passou a agir em função de um caso particular, o da pessoa do 1.º Ministro. A partir daí a sua acção politica tem-se movido em torno do ódio a esta pessoa e aos que a rodeiam. Porque acreditam que o 1.º Ministro é corrupto e desonesto, demonstram-se disponíveis para subverter valores tão básicos de uma democracia, como o direito ao bom-nome, à honra e à presunção de inocência, tornando absoluto o direito à liberdade de opinião (que nunca pode ser um direito absoluto, mas limitado pelo bom-nome e a honra das pessoas, que é, em última instância, o que resta a qualquer cidadão); porque odeiam pessoalmente o 1.º Ministro, achariam aceitável que escutas de conversas privadas declaradas ilegais pelo órgão competente para o efeito fossem publicadas, discutidas em público, e não destruídas, como se impõe em qualquer país que se respeita democraticamente; porque estão completamente absorvidos neste espírito desproporcional de que Portugal é um país de corruptos (encabeçados pelo 1.º Ministro), pretendem que a lei substitua a prova que é necessária para afastar a presunção de inocência (mais uma vez, direito básico de qualquer cidadão, com funções públicas ou não). A política não se pode fazer para casos particulares sob pena de se esquecer o fundamental – o interesse geral do país! O julgamento sobre as características de carácter do 1.º Ministro não pode, nem deve, ser monopolizador de uma estratégia política. Esse julgamento cabe, essencialmente, aos eleitores (que apenas há três meses se manifestaram) e, se for caso disso, aos Tribunais.
 
Portugal enfrenta uma crise de contornos muitíssimo preocupantes. Parte dessa crise é motivada por políticas erradas do actual Governo e ampliada por uma preocupante perspectiva de instabilidade política a curto prazo. A meu ver, o que se exigiria do Governo e da oposição responsável seria uma conjugação de esforços com vista a invertermos o descontrolo de um Estado ultra despesista, o desemprego, a falta de crescimento económico e um sem número de problemas estruturais do país. Olhamos para o Parlamento e o que vemos? A senhora deputada do PSD chama palhaço ao senhor deputado do PS, o qual replica com insinuações de vendida e de tia de Cascais; os debates com o 1.º Ministro mais parecem lutas de crianças no recreio de uma qualquer escola C+S; a oposição de centro-direita anda de mãos dadas com a extrema-esquerda, como por exemplo, na construção do sui generis enriquecimento ilícito, quando, pelo andar das coisas, será uma sorte que em Portugal no futuro se possa falar sequer de enriquecimento. Hoje, ser rico em Portugal, sendo preferível a ser pobre, é quase um atrevimento!
Resumindo, e pedindo desculpa aos que são excepção, o sentido de estado dos actuais protagonistas políticos é 0!
Mais do que ninguém, a próxima liderança do PSD (seja ela qual for) tem sobre os seus ombros a enorme responsabilidade de inverter esta tendência. Primeiro que tudo terá que trazer o partido de volta aos seus eleitores e às suas expectativas. Se não o fizer, o partido continuará alegremente a sua caminhada rumo aos 20%. Seria triste e muito prejudicial para a democracia portuguesa…
 

publicado por Francisco Proença de Carvalho às 00:15
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Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

Lopes da Mota demite-se do Eurojust após ter sido suspenso por 30 dias.

 

Há pessoas que não percebem logo à primeira.


publicado por Manuel Castelo-Branco às 19:06
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Fico a saber que a Isabel Moreira me imagina de gabardina exibindo despudoradamente mastro e bandeira a quem passa. Meu Deus (o outro) como lhe invejo as certezas, as inabaláveis convicções e o sentido de serviço público. Eu gosto (mesmo) da Aura Miguel.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 19:03
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Depois de amanhã nem homossexuais podemos ser.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 18:13
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A Administração Central comprou o Red Bull Air Race para Lisboa.

Isto ainda acaba com as caves do vinho do Porto transferidas para a cordoaria nacional.

 


publicado por Carlos Nunes Lopes às 16:38
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Amanhã Isabel Moreira vai tentar escrever um post sem falar sobre a Igreja Católica.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 15:08
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"Sempre acompanhados por jovens muito “irreverentes” mas ainda tão parecidos com os seus avós. Só em público, espero. Pois eu gosto de decotes. Sempre e em qualquer lugar. E gosto de mulheres que não têm medo de os usar, sempre e em qualquer lugar. E que se estão nas tintas para a boçalidade que as rodeia."

Daniel Oliveira no seu Arrastão

 

Sou mesmo parecido com o meu avô. Como ele gosto tanto de decotes que sou esquisito com a matéria. Como em tudo na vida há quem possa. Há quem não possa. E quem não pode devia ser alvo de imediata, inflexível e intolerante intervenção da ASAE. Eu, por exemplo, evito passear-me de tanga. Mas só porque está muito frio.

 


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 15:02
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publicado por Francisco Proença de Carvalho às 13:59
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Parece que vai para uma grande confusão. O Pedro Marques Lopes escreveu um artigo que recebeu grande aclamação da esquerda blogosférica - what else is new - e o Pedro Lomba respondeu no seu blogue.

 

Nada mais normal.

 

É tudo boa rapaziada. Todos rapazes que se podem juntar a uma boa mesa, para uma boa discussão e gargalhada.

 

O Vasco Campilho também pode vir e tirar fotografias. A noite pode ser animada e bem-disposta. O anleite, provavelmente, iria tentar sentar-se com estes rapazes mas não faz mal, quando chegar a conta já se teria mudado para outra mesa.


publicado por DBH às 12:35
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Terribil.
Eis como Camões definiu Afonso de Albuquerque.
Comandante militar, estratega geopolítico e soldado de Quinhentos, Albuquerque foi ainda integracionista convicto e percursor de um multiculturalismo sem complexos. Um líder nato.
Sob o seu governo, conquistámos Goa, Ormuz e Malaca, fechando quase por completo as portas do Índico à navegação árabe e ao comércio de turcos, genoveses e venezianos.
É sua a ideia de fazer um raid a Meca com a finalidade de raptar o corpo do Profeta, apenas o entregando caso os muçulmanos devolvessem Jerusalém à Cristandade. É também seu o plano de, por meio de levadas, desviar o curso do rio Nilo do Mediterrâneo para o Mar Vermelho, a fim de secar o poder do sultão do Egipto, que ameaçava os interesses portugueses no Oriente.
Proibiu o sati, o abominável costume hindu de sacrificar a viúva na pira funerária do marido morto. Prática a que os ingleses apenas no séc. XIX ousaram por termo.
Armas e balas eram, para Albuquerque, “a moeda em que El-Rei de Portugal mandava aos seus capitães” pagar impostos a Estados estrangeiros que reclamassem o senhorio de terras conquistadas pelos Portugueses.
Na última carta a D. Manuel, Albuquerque escreve, desgostoso, que “mal com os homens por amor del Rey, e mal com El Rey por amor dos homens, bom he acabar”.
Não sem que antes recomendasse ao monarca  o seu filho nos seguintes termos: “as cousas da Índia ellas falaram por mim e por elle: deixo a Índia com as principaes cabeças tomadas em vosso poder, sem nella ficar outra pendença senam cerrar se e mui bem a porta do estreito” de Áden.
Cumprem-se hoje exactamente 494 anos sobre a morte de Afonso de Albuquerque. E daqui a dois dias 48 sobre o fim do Estado Português da Índia. Que teve como um dos últimos heróis Aniceto do Rosário, morto a defender Damão em 1954.


publicado por Rui Crull Tabosa às 11:24
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Já alguém se perguntou porque é que algumas empresas portuguesas odeiam os seus clientes? Experimentem telefonar para o call center de uma delas com uma dúvida legítima. Em primeiro lugar tenham em atenção que essa dúvida tem de caber nas hipóteses do atendimento automático ou irão para à última hipótese que vos premeia com 17 minutos do Bolero de Ravel tocado por um macaco num xilofone, pim-pi-pim-pim. Se aguentarem a provação não há prémio e é rezar que não caia a chamada.

 

Agora lá vos atende alguém com o tom de voz que transmite a mesma boa disposição da equipa de terra da TAP, um tom vagamente maçado mas também surpreendido pela aterragem inesperada do avião. No caso do call center dá a ideia que interrompemos o sudoku e é por segundos que não pedimos desculpa por incomodar os senhores no trabalho.
 
Agora vem o grande mistério, eu chamo-lhe o Sindroma Microsoft. A primeira coisa que esta gente se lembra de nos perguntar, seja qual for o serviço, é se já apagamos e acendemos o aparelho. Lá respondemos que não fazemos outra coisa desde que percebemos que a gerigonça não funciona. A resposta é quase sempre a mesma, “se não se importa desligue o aparelho conte até 6 em japonês e volte a ligar o aparelho”, aqui esquecem-se de dizer para respirarmos fundo. Invariavelmente o resultado é o mesmo das tentativas anteriores e agora a voz do atendedor já transmite total perplexidade porque, pelos vistos, o resultado não estava no programa.
 
A partir daqui já todos conhecemos o fim destas histórias que envolve uma meia-hora a olhar para uma parede a pensar que devíamos mudar era de serviço para empresa Y apenas para percebermos que se houver diferença no tratamento só será perceptível na música do call center.

publicado por Afonso Azevedo Neves às 10:30
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Celebre o 25 de Dezembro evocando o 25 de Novembro.


publicado por 31 às 10:08
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A ONU afirmou que a acção do Homem causou um aquecimento do globo. E as pessoas duvidam. Duvidam do efeito e duvidam das causas. A OMS afirmou que existe uma pandemia e recomendou a vacinação. E as pessoas duvidam. Duvidam da pandemia e da vacina. Como se milhões de pessoas tivessem – repentinamente – tirado o curso de climatologia ou de ciências biomédicas. Há uns anos atrás seria improvável que tanta gente duvidasse da ONU ou da OMS. Hoje vivemos num mundo de especialistas. A sociedade de informação tem destas coisas.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 10:03
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O homem que ao mínimo sinal de pressão pôs o rabo entre as pernas e fugiu do governo, anda agora a falar e a fazer pressão. (Com o dinheiro dos nossos impostos: quanto custará fazer um programa daqueles na RTP, que ninguém quer patrocinar?)


publicado por SC às 09:15
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- ou te portas bem ou obrigo-te a ouvir o Vitorino a cantar em castelhano


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 09:11
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José Pacheco Pereira não pode ignorar que ao promover uma oposição personalizada ao Primeiro-Ministro, está a oferecer um free pass ao PS.

 

Leia na íntegra aqui.


publicado por Vasco Campilho às 08:57
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Depois de ouvir Ban Ki Moon falar em inglês percebo porque razão as nações do mundo não se entendem em Copenhaga


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 01:12
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Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009

Ambos se chamam João Salgueiro. Um é economista. O outro é cavaleiro. Um gere dinheiro. O outro actua em touradas.

Qual deles acusa o Governo de andar a tourear os Portugueses?

Veja a resposta aqui.


publicado por Rui Crull Tabosa às 23:36
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Um dirigente associativo queixava-se indignado: vai haver desemprego nos médicos. Há 10% de desemprego em Portugal. Em todas as áreas e em todos os sectores. Menos na medicina. É preferível haver portugueses sem médico que médicos sem emprego.


publicado por Rodrigo Moita de Deus às 22:43
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O exemplo vem do país do mensalão.

Sócrates já não está bem nem para o Brasil...


publicado por Carlos Nunes Lopes às 20:09
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Mugabe chegou a Copenhaga para participar nas negociações relativas à Conferência da ONU sobre os problemas ambientais. I rest my case.


publicado por Raquel Vaz Pinto às 19:28
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publicado por Nuno Miguel Guedes às 19:23
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A câmara de Paredes vai construir um mastro de bandeira com 100 metros para comemorar o centenário da República. A iniciativa vai custar à autarquia um milhão de euros. O que dá 10.000 euros por metro.

Questionada sobre o assunto, a comissão de comemoração da coisa achou a ideia interessante e considerou a possibilidade de intervenção de um "escultor português de mérito para o mastro".


publicado por João Vacas às 19:17
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Sem tempo para mais, "dou-vos" música. Excelente música.

 

Henri Salvador: Jardin d'hiver

 


publicado por Sofia Bragança Buchholz às 16:55
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Aqui e ali ao lado.


publicado por 31 às 16:01
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Um excelente artigo de Paulo Marcelo. A ler


publicado por Nuno Gouveia às 14:58
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E que tal começar a governar? Não será essa a sua responsabilidade?


publicado por Nuno Gouveia às 14:53
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Em sua opinião, qual destas imagens se adaptará melhor ao projecto em estudo?


publicado por Luís Filipe Coimbra às 12:49
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Segundo o Jornal Expresso, uma mulher de 75 anos foi condenada a 40 chicotadas e a quatro meses de prisão na Arábia Saudita, por se ter encontrado com homens que não eram da sua família.


publicado por Raquel Vaz Pinto às 11:32
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