Terça-feira, Março 31, 2009

Decreto-Lei n.º 73/2009. D.R. n.º 63, Série I de 2009-03

• Decreto-Lei n.º 73/2009. D.R. n.º 63, Série I de 2009-03-31Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das PescasAprova o regime jurídico da Reserva Agrícola Nacional e revoga o Decreto-Lei n.º 196/89, de 14 de Junho´


(…)CAPÍTULO IIClassificação das terras e dos solosArtigo 6.ºClassificação das terras1 — A classificação das terras é feita pela Direcção –Geral da Agricultura e do Desenvolvimento Rural (DGADR), com base na metodologia de classificação da aptidão da terra recomendada pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), que considera ascaracterísticas agro-climáticas, da topografia e dos solos. 2 — De acordo com a classificação referida no número anterior, as terras classificam -se em:a) Classe A1 — unidades de terra com aptidão elevada para o uso agrícola genérico;b) Classe A2 — unidades de terra com aptidão moderada para o uso agrícola genérico;c) Classe A3 — unidades de terra com aptidão marginal para o uso agrícola genérico;d) Classe A4 — unidades de terra com aptidão agrícola condicionada a um uso específico;e) Classe A0 — unidades de terra sem aptidão (inaptas) para o uso agrícola.(…)4 — A classificação das terras nos termos dos n.os 1 e 2 faz -se de acordo com os critérios técnicos constantes do anexo I do presente decreto -lei, que dele faz parte integrante.(…)Artigo 7.ºClassificação dos solos1 — Nas áreas do País em que não tenha sido publicada a informação cartográfica e as notas explicativas, que materializam a classificação das terras da forma prevista no artigo anterior, e para efeitos de delimitação da RAN, os solos classificam -se segundo a sua capacidade de uso,de acordo com a metodologia definida pelo ex –Centro Nacional de Reconhecimento e Ordenamento Agrário (CNROA).2 — Para efeitos do número anterior, os solos classificam--se em:a) ClasseA — os que têm uma capacidade de uso muito elevada, com poucas ou nenhumas limitações, sem riscos de erosão ou com riscos ligeiros, susceptíveis de utilizaçãointensiva ou de outras utilizações;b) Classe B — os que têm uma capacidade de uso elevada, limitações moderadas, riscos de erosão moderados, susceptíveis de utilização agrícola moderadamente intensiva e de outras utilizações;c) Classe C — os que têm uma capacidade de uso moderada, limitações acentuadas, riscos de erosão elevados, susceptíveis de utilização agrícola pouco intensiva e de outras utilizações;d) Subclasse Ch — os que, pertencendo à classe C, apresentam excesso de água ou uma drenagem pobre,que constitui o principal factor limitante da sua utilização ou condicionador dos riscos a que o solo está sujeito em resultado de uma permeabilidade lenta, de um nível freático elevado ou da frequência de inundações;e) Classe D — os que têm uma capacidade de uso baixa, limitações severas, riscos de erosão elevados a muito elevados, não susceptíveis de utilização agrícola, salvo em casosmuito especiais, poucas ou moderadas limitações para pastagem, exploração de matas e exploração florestal;f) Classe E — os que têm uma capacidade de uso muito baixa, limitações muito severas, riscos de erosão muito elevados, não susceptíveis de uso agrícola, severas a muito severas, limitações para pastagens, exploração de matas e exploração florestal, não sendo em muitos casossusceptíveis de qualquer utilização económica, podendo destinar -se a vegetação natural ou floresta de protecção ou recuperação.3 — Os solos referidos no número anterior são os definidos de acordo com o sistema de classificação publicado pelo ex -CNROA, à escala de 1:25 000, sendo as respectivas notas explicativas e a informação cartográfica disponibilizadas no sítio da Internet da DGADR e da DRAPterritorialmente competente.4 — A classificação dos solos nos termos dos n.os 1 e 2 faz -se de acordo com os critérios técnicos constantes do anexo II do presente decreto -lei, que dele faz parte integrante.CAPÍTULO IIIÁreas integradas na RANArtigo 8.ºÁreas integradas na RAN1 — Integram a RAN as unidades de terra que apresentam elevada ou moderada aptidão para a actividade agrícola, correspondendo às classes A1 e A2, previstas no artigo 6.º2 — Na ausência da classificação prevista no artigo 6.º, integram a RAN:a) As áreas com solos das classes de capacidade de uso A, B e Ch, previstas no n.º 2 do artigo 7.º;b) As áreas com unidades de solos classificados como baixas aluvionares e coluviais;c) As áreas em que as classes e unidades referidas nas alíneas a) e b) estejam maioritariamente representadas, quando em complexo com outras classes e unidades de solo.Artigo 9.º-Integração específica1 — Quando assumam relevância em termos de economia local ou regional, podem ainda ser integradas na RAN, após a audição dos titulares dos prédios e suas organizaçõesespecíficas, as terras e os solos de outras classes quando:a) Tenham sido submetidas a importantes investimentos destinados a aumentar com carácter duradouro a capacidade produtiva dos solos ou a promover a sua sustentabilidade;b) O aproveitamento seja determinante para a viabilidade económica de explorações agrícolas existentes;c) Assumam interesse estratégico, pedogenético ou patrimonial.2 — A integração específica referida no número anterior pode ser efectuada no âmbito da elaboração, alteração ou revisão de plano municipal ou especial de ordenamentodo território.3 — No caso referido no número anterior, o procedimento aplicável é o previsto nos artigos 13.º e seguintes.4 — A integração específica também pode ser determinada por despacho do membro do Governo responsável pela área da agricultura, depois de ouvidas as entidades administrativas representativas de interesses a ponderar e após parecer favorável da entidade regional da RAN e dacâmara municipal em causa.5 — Nos casos previstos no número anterior, aplica –se o disposto no artigo 97.º do Decreto -Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro. Artigo 10.º-Solos não integrados na RAN1 — Não integram a RAN as terras ou solos que integrem o perímetro urbano identificado em plano municipal de ordenamento do território como solo urbanizado, solos cuja urbanização seja possível programar ou solo afecto a estrutura ecológica necessária ao equilíbrio do sistema urbano.2 — Quando exista reclassificação de áreas integradas na RAN como solo urbano, aplica -se o procedimento previsto no artigo 14.º(…)Artigo 14.º-Acompanhamento e aprovação da proposta de delimitação da RAN no âmbito da formação de planosmunicipais de ordenamento do território1 — A câmara municipal elabora uma proposta de delimitação da RAN no âmbito do processo de elaboração, alteração ou revisão de plano municipal de ordenamento do território.(…)Artigo 15.º-Acompanhamento e aprovação da proposta de delimitação da RAN no âmbito da formação de planosespeciais de ordenamento do território1 — A delimitação da RAN pode ocorrer no âmbito da elaboração, alteração ou revisão do plano especial de ordenamento do território.2 — No caso previsto no número anterior, a proposta de delimitação da RAN, na área de intervenção do plano especial de ordenamento do território, é elaborada pela entidade responsável pela elaboração do mesmo.(…)ANEXO I (a que se refere o n.º 4 do artigo 6.º) Aptidão para uso agrícola genéricoClasse A1 - Aptidão elevadaTerras com produtividade elevada e custos relativamente baixos para aplicação sustentada do uso em questão, devido a limitações nulas ou pouco significativas de regime de temperaturas, espessura efectiva do solo, fertilidade, toxicidade, disponibilidade de água no solo, drenagem,riscos de erosão, presença de afloramentos rochosos, pedregosidade, terraceamento ou declive.Classe A2 - Aptidão moderadaTerras com produtividade ou custos moderados para aplicação sustentada do uso em questão, devido a limitações nulas ou pouco significativas de regime de temperaturas, espessura efectiva do solo, fertilidade, disponibilidade de água no solo, drenagem, riscos de erosão, terraceamentoou declive.Classe A3 - Aptidão marginalTerras com produtividade marginal ou custos severos para aplicação sustentada do uso em questão, devido a limitações severas de regime de temperaturas, espessura efectiva do solo, fertilidade, disponibilidade de água no solo, riscos de erosão, presença de afloramentos rochosos,pedregosidade, terraceamento ou declive.Classe A4 - Aptidão condicionadaTerras com aptidão condicionada ao uso sustentado (com vinha do Douro), por restrições quanto às práticas de gestão e na escolha de culturas, devido a limitações severas de riscos de erosão, terraceamento ou declive.Classe A0 - Sem aptidãoTerras sem quaisquer possibilidades edafo -climáticas, técnicas ou económicas de aplicação sustentada do uso em questão, devido a limitações excessivas de regime detemperaturas, espessura efectiva do solo, toxicidade, riscos de erosão, presença de afloramentos rochosos, pedregosidade, terraceamento ou declive.ANEXO II (a que se refere o n.º 4 do artigo 7.º)Classe ASolos com capacidade de uso muito elevada, com poucas ou nenhumas limitações, sem riscos de erosão ou com riscos ligeiros, susceptíveis de utilização agrícola intensiva e de outras utilizações.Inclui solos:a) Com elevada ou moderada capacidade produtiva;b) De espessura efectiva mediana ou grande (mais de 45 cm);c) Com fraca ou moderada erodibilidade;d) Planos ou com declives suaves ou moderados (0 % -8 %);e) Bem ou moderadamente supridos de elementos nutritivos ou reagindo favoravelmente ao uso de fertilizantes;f) Bem providos de água durante todo o ano, mas podendo ser deficientes durante a maior parte da estação seca (a capacidade de água utilizável é, em geral, elevada, as culturas durante o período Outono -Primavera não são afectadas por deficiências de água no solo ou apenas o sãoocasionalmente);g) Bem drenados e não sujeitos a inundações ou sujeitos a inundações ocasionais, de modo que as culturas só raramente são afectadas por um excesso de água no solo;h) Sem elementos grosseiros e afloramentos rochosos ou com percentagem de tais elementos que não afecte a sua utilização nem o uso de maquinaria;j) Podem apresentar algumas limitações ligeiras. As principais são as seguintes:l) Espessura efectiva não muito grande (nunca inferior a 45 cm);m) Riscos de erosão ligeiros, podendo o solo ser defendido com práticas muito simples;n) Declives moderados (até 8 %);o) Menor abundância de elementos nutritivos ou reagindo menos favoravelmente ao uso de fertilizantes;p) Deficiência de água na maior parte da estação seca;q) Ligeiro excesso de água durante períodos curtos (correspondentes a períodos excepcionalmente chuvosos ou a inundações ocasionais);r) Estrutura um pouco desfavorável ou certa dificuldade de serem trabalhados (grande esforço de tracção e ou períodos de sazão curtos).Classe BSolos com capacidade de uso elevada, limitações moderadas, riscos de erosão, no máximo, moderados, susceptíveis de utilização agrícola moderadamente intensivae de outras utilizações.Apresentam maior número de limitações e restrições de uso que os solos da classe A e necessitam de uma exploração mais cuidadosa, incluindo práticas de conservação mais intensivas. O número de culturas que se podem realizar é, em princípio, mais reduzido que na classe A, bem como onúmero de alternativas para a sua utilização.As principais limitações podem resultar de qualquer dos seguintes factores:a) Espessura efectiva reduzida (embora nunca inferior a 35 cm);b) Riscos de erosão moderados exigindo práticas de defesa mais intensivas que na classe A;c) Declives moderadamente acentuados (até 15 %);d) Mediana a baixa fertilidade ou reacção menos favorável ao uso de fertilizantes;e) Deficiência de água durante o período seco estival; durante o período Outono -Primavera as culturas são frequentemente afectadas por deficiências de água no solo, o que resulta de uma capacidade de água utilizável mediana ou baixa;f) Excesso de água no solo resultante de uma drenagem insuficiente ou de prováveis inundações, afectando algumas vezes as culturas;g) Quantidade variável de elementos grosseiros ou afloramentos rochosos limitando a sua utilização por afectarem, embora não impedindo, o uso de maquinaria;h) Ligeira salinidade e ou alcalinidade que afecte, mas não impeça, as culturas mais sensíveis.Classe CSolos com capacidade de uso mediana, limitações acentuadas, riscos de erosão, no máximo, elevados, susceptíveis de utilização agrícola pouco intensiva e de outras utilizações.O número de limitações e restrições de uso é maior do que na classe B, necessitando de uma exploração ainda mais cuidadosa ou de práticas de conservação mais complexas.O número de culturas e de alternativas de exploração é também, em princípio, mais reduzido.As principais limitações podem resultar de qualquer dos seguintes factores:a) Reduzida espessura efectiva (nunca inferior a 25 cm);b) Severos riscos de erosão;c) Severos efeitos de erosão;d) Declives acentuados (até 25 %);e) Baixa fertilidade de difícil correcção ou reacção muito pouco favorável ao uso de fertilizantes;f) Deficiência de água durante o período seco estival; durante o período Outono -Primavera as culturas são mais frequentemente afectadas por deficiências de água utilizável muito baixa;g) Excesso de água no solo resultante de uma drenagem imperfeita ou de inundações frequentes (embora só em determinada época do ano), afectando muito frequentemente as culturas;h) Quantidade variável de elementos grosseiros ou de afloramentos rochosos limitando a sua utilização por impedirem o uso da maquinaria mais sensível;i) Moderada salinidade e ou alcalinidade; as culturas sensíveis são muito afectadas; praticamente só as culturas resistentes são susceptíveis de serem cultivadas.Classe DSolos com capacidade de uso baixa, limitações severas, riscos de erosão, no máximo, elevados a muito elevados; não susceptíveis de utilização agrícola, salvo casos muito especiais; poucas ou moderadas limitações para pastagem, explorações de matos e exploração florestal.As limitações que apresentam restringem o número de culturas, não sendo a cultura agrícola praticamente viável; admite -se a possibilidade de, em casos excepcionais e em condições especiais, poderem ser cultivados durante períodos não muito longos, mas sempre sujeitos a grandesrestrições. As principais limitações podem resultar de qualquer dos seguintes factores:a) Espessura efectiva não muito reduzida (nunca inferior a 15 cm);b) Riscos de erosão elevados a muito elevados;c) Severos a muito severos efeitos de erosão;d) Declives acentuados a muito acentuados;e) Deficiências de água durante o período seco estival, durante o período Outono -Primavera só ocasionalmente a água do solo é suficiente para as culturas (os solos apresentamuma capacidade de água utilizável muito baixa);f) Excesso de água durante grande parte ou todo o ano que impede ou limita muito a sua utilização agrícola, mas não impedindo ou limitando pouco a sua utilização com pastagem, exploração de matos ou exploração florestal (o excesso de água pode resultar de uma drenagem pobre oumuito pobre ou de inundações frequentes e de distribuição irregular);g) Grande quantidade de elementos grosseiros ou afloramentos rochosos que limitam muito a utilização do solo por impedirem o uso de maquinaria pesada e dificultarem o uso da restante;h) Moderada e elevada salinidade e ou alcalinos; não são possíveis as culturas sensíveis e as resistentes são muito afectadas, embora não sejam totalmente impedidas.Classe ESolos com capacidade de uso muito baixa, limitações muito severas, riscos de erosão muito elevados, não susceptíveis de uso agrícola; severas a muito severas limitações para pastagens, explorações de matos e exploração florestal; em muitos casos o solo não é susceptível de qualquerutilização económica; nestes casos pode destinar -se a vegetação natural ou floresta de protecção ou recuperação. As principais limitações podem resultar dos seguintes factores:a) Espessura efectiva excepcionalmente reduzida (inferior a 15 cm);b) Riscos de erosão muito elevados;c) Efeitos de erosão severos a muito severos;d) Declives muito acentuados;e) Deficiência de água durante praticamente todo o ano, exceptuando -se apenas o período de chuvas;f) Excesso de água durante grande parte ou todo o ano, limitando muito severamente ou mesmo impedindo o seu aproveitamento como pastagem e ou exploração florestal; o excesso de água pode resultar de um nível freático superficial (drenagem muito pobre) ou de inundações muitofrequentes e de distribuição irregular;g) Afloramentos rochosos ou elementos grosseiros em tal percentagem que limitam ou impedem mesmo qualquer utilização do solo;h) Elevada salinidade e ou alcalinidade; só a vegetação natural muito resistente consegue vegetar.http://dre.pt/pdf1sdip/2009/03/06300/0198802000.pdf

Quinta-feira, Julho 10, 2008

O Histórico do Movimento da Várzea...continuação

Zona Sul do Concelho da Moita, terra e gente debaixo de ditadura:
Crime ambiental a montante da Estrada do Gado, na partilha entre o Concelho de Palmela (montante) e o Concelho da Moita (jusante) da Ribeira da Moita

Não somos pela impermeabilização de kms e kms quadrados do nosso solo! Não somos pela destruição da terra e do ambiente!

Dionísio Barata ensinou-nos muito. Dizia-nos: "É que não basta aos Cidadãos poder viver em democracia. É preciso que a possamos exercer, a cada dia."

Se os tivesse, seguramente que os nossos líderes seriam as mulheres mais velhas, ou os homens mais velhos de entre nós, aqueles que sabem mais...

Disse o Cidadão Dionísio Barata ( Moita 18 Maio '07): "Se para gritar "o Rei vai nu" tiverem de dizer certas verdades inconvenientes, façam favor!"
Desrespeito pela lei, pela democracia

Sessão Pública da Câmara Municipal da Moita de 9 Julho '07: uma Reunião ilegal é nula e produz resultados de nenhum efeito.

A Moita ganharia o vergonhoso estatuto de laboratório clandestino dos mais desprezíveis cozinhados fora-da-lei, próprios de um novo País...

A direcção política da Câmara da Moita e o seu Presidente previram "com grande probabilidade" que os Munícipes só diriam questões gerais

Qual será a razão que leva a direcção política da CM Moita e o seu chefe João Lobo a recear "questões gerais já anteriormente enunciadas"? Porquê?

Director de O Rio: "no que diz respeito a comparações com certas atitudes do presidente do Gov. Reg. Madeira, não retiramos nada, antes pelo contrário

Os Protocolos entre a CMM e os Investidores a tostão, com promessa de milhão:
Protocolo C.M. Moita & Imomoita SA s/ as Fontainhas: outro Mapa do Tesouro do Euromilhões do PDM da Moita, com 'password' no Penteado

O Protocolo Câmara Municipal da Moita & MACLE SA sobre a Quinta da Migalha: o plano da pólvora sobre uma das jóias da coroa do novo PDM da Moita

O 'modus faciendi' da coisa:
Moita: boa e má governação, escuridão e transparência, ética e legalidade. Factos 1: Triângulo de sucesso na Moita

Brochura da Câmara MUnicipal da mOita de Julho 2005 com valores/hectaresde mudança de uso do Solo (proposta) de Rural para Urbano no novo PDM proposto

Ao Montepio Geral, ...para vos pedir a melhor e mais adequada intervenção sobre os factos seguintes:

Ao Banco Popular,...para vos pedir a melhor e mais adequada intervenção sobre os factos seguintes:

Má sorte para muitos...Melhor sorte para alguns

Pssiuuúu... dorme, dorme meu menino, disse-me com ternura a voz amiga que me soprou ao ouvido esta estória de inventar. Dorme, dorme, dorme meu menino

As Fontainhas e o Penteado:
Protocolo C.M. Moita & Imomoita SA s/ as Fontainhas: outro Mapa do Tesouro do Euromilhões do PDM da Moita, com 'password' no Penteado

Moita: boa e má governação, escuridão e transparência, ética e legalidade. Factos 3. O "modus operandi" e o espírito da coisa

As Fontainhas estão umbilicalmente ligadas ao Penteado, e são um paradigma do caldo de cultura (violações da lei e escuridão a rodos) do PDM da Moita

27 hectares na ponta ocidental do Município, junto ao IC21, entre a Quinta da Lomba, no Barreiro, e o Vale da Amoreira, já no Concelho da Moita.

Things of the arc of the old lady, as Uggly Tony should say

Está tudo ligado: Moita na rota da 3ª Ponte + TGV. Aliás, os n/ Protagonistas já andam lá para as bandas do novo Aeroporto. Compra aqui, compra acoli

A Quinta da Migalha:
Confusão entre interesses públicos e privados. Passagem "a pedido" de 139,6 hectares de Solo Rural em REN e RAN para Solo Urbano sem REN e sem RAN.

O presente estudo foi desenvolvido pela Bruno Soares Arquitectos, e abrange um território de 139,6 Ha no extremo Sudoeste do concelho da Moita e ...

É o perfeito 2 em 1: Bruno Soares Arquitectos são o Gabinete de Arquitectura para o PDM da Moita e para os Estudos Urbanísticos da Quinta da Migalha

Confusão entre interesses públicos e privados. Passagem "a pedido" de 139,6 hectares de Solo Rural em REN e RAN para Solo Urbano sem REN e sem RAN.

Segunda 9 Julho '07 nos Paços do Concelho da Moita: Proposta do Presidente da Câmara é baralho de cartas com 2 cartas maradas, traz 2 Ases de Copas

O Protocolo Câmara Municipal da Moita & MACLE SA sobre a Quinta da Migalha: o plano da pólvora sobre uma das jóias da coroa do novo PDM da Moita

O Esquema Director como figura mediadora: o Caso Quinta da Migalha

Exmº Senhor Presidente Arquitecto Promotor Advogado Controleiro Caseiro VIP Responsável de Fundos Capo etc e tal

O papel dos Eleitos na Moita com emblema do PCP ao peito:
É este o PCP de Francisco Miguel, de Pires Jorge, de Afonso Gregório, de Álvaro Cunhal?

Se o entenderem, façam um gesto e mostrem que compreendem finalmente o que se passa na Moita. E que o PCP e a CDU actuem em consequência.

Acreditou o Secretário-geral do PCP no fundamental da mensagem de João Lobo?

Homem adulto, dá pelo nome de Pedro Carvalho Pereira, não dá sinal de vida para os lados da Moita, onde costuma também residir.

Este Partido Comunista, aqui na Moita, mete medo a muita gente, não a todos, mas a muita gente já.

Artigo surgido no Blogue Alhos Vedros ao Poder: "O Partido Comunista na Moita está todo roto. A quem se pode queixar?...aos seus dirigentes, claro"

CINCO ERROS DE PALMATÓRIA do Presidente da Câmara João Lobo na sua falta recorrente à verdade quando se dirige à Comunicação Social. Vd Focus 14 Ag'07

A nossa resistência não é pois nem contra o PCP nem contra a CDU, mas sim contra esta política reles realizada e defendida à pala do PCP e da CDU

O bê-á-bá da nossa luta contra o Partido Comunista na Moita e em qualquer lugar

"Kit militante PCP" (cartão de militante, boininha encarnada, emblema p'ra lapela, etc) vindo também no pacote um "certificado de superioridade moral"

Este Partido Comunista, aqui na Moita, mete medo a muita gente, não a todos, mas a muita gente já.

Probleminhas que o PCP carrega às costas na Moita: o 3º é o mais pesado e grave deles todos!

Artigo surgido no Blogue Alhos Vedros ao Poder: "O Partido Comunista na Moita está todo roto. A quem se pode queixar?...aos seus dirigentes, claro"

De que lado bate o coração do PCP na Moita? Do lado da Lei, dos mais fracos, daqueles que sozinhos não têm voz? Ou do lado das negociatas de milhões?

O PCP na Moita renega e atraiçoa o PCP que gerações de portugueses interiorizaram:

Simpatizando muito, pouco ou nada c/ ele, a ideia s/o PCP era outra
Entrevista a um cidadão, de entre os activistas da Várzea-2ª Parte
Entrevista a um cidadão, de entre os activistas da Várzea-1ª Parte

A nossa resistência não é pois nem contra o PCP nem contra a CDU, mas sim contra esta política reles realizada e defendida à pala do PCP e da CDU

Alguém já ouviu ou já leu uma tomada de posição pública do PCP na Moita sobre estas inter-relações tão bizarras?

De que lado bate o coração do PCP na Moita? Do lado da Lei, dos mais fracos, daqueles que sozinhos não têm voz? Ou do lado das negociatas de milhões?

Ai se a notícia fosse a sério, aí sim, seria alerta mas um alerta muito sério. Assim, é só do tipo faz de conta.

É o chamado SPC. Síndrome do P.C. ... "P" de poder e "C" de corrói. ... Porque no fundo todos os que estão no poder, num dado momento...

O pomo directo da discórdia

Artigos do Jornalista José António Cerejo no Público:
Consultor da Câmara da Moita vive em moradia de luxo de uma empresa de construção civil

A revisão do Plano Director Municipal da Moita está a ser contestada pela oposição e por muitos cidadãos. Em causa está um alegado projecto de urbanização maciça do concelho. A história da casa de um braço-direito do presidente da câmara, em que este tem uma intervenção determinante, é exemplo do que também é o poder local um pouco por todo o país. Mesmo em câmaras de maioria comunista. por josé antónio cerejo, Jornal "Público"…(continua)…Ler Artigo completo emhttp://3.bp.blogspot.com/_aUxs5aYqeD4/RbyjQYMr-dI/AAAAAAAAABI/Ad7DVRdkstM/s1600-h/Publico-A1w.jpgUma história complicada de "amizade pessoal""

Se nesta sociedade já não podemos ter amigos empresários, então não acredito nesta sociedade", afirma Rui Encarnação"Tenho uma estima pessoal muito grande e uma relação profissional de há muitos anos com Emídio Catum e só isso é que pode explicar esta situação." A declaração foi feita por Rui Encarnação e serve para justificar o facto de, segundo garante, a moradia em que reside ser sua - embora tenha sido construída em terrenos da Montiterras, uma empresa daquele seu amigo, em nome da qual se encontram todos os documentos que lhe dizem respeito. por josé antónio cerejo, Jornal "Público"…(continua)…Ler Artigo completo emhttp://3.bp.blogspot.com/_aUxs5aYqeD4/RbyjcYMr-eI/AAAAAAAAABQ/QBpw_JievG0/s1600-h/Publico-A2w.jpgUm licenciamento muito excepcional

Excesso de área foi ignorado pelo então vice-presidente. Piscina está ilegal. Técnico municipal fez projectoO projecto de arquitectura apresentado pela Montiterras para a moradia do Penteado, em Fevereiro de 2000, foi aprovado em 29 dias, apesar das objecções dos serviços, e a licença de construção foi deferida 43 dias depois. Tudo isto com a assinatura do então vice-presidente e actual presidente da Câmara da Moita, João Lobo. por josé antónio cerejo, Jornal "Público"…(continua)…Ler Artigo completo emhttp://2.bp.blogspot.com/_aUxs5aYqeD4/Rbyj0IMr-gI/AAAAAAAAABg/jJ-8nWBVAPc/s1600-h/PublicoA4w.jpg

Protocolos com os grandes construtores debaixo de fogo

A revisão do PDM da Moita está a ser fortemente contestada, entre outras coisas, por causa dos protocolos celebrados pela câmara com um grupo de grandes promotoresCriticada como poucas vezes se tem visto em Portugal, pelos partidos da oposição e por um movimento de cidadãos, a revisão do PDM da Moita contempla a exclusão de vastas manchas da REN, que se admite somarem mais de 400 hectares, assim transformados em solos urbanizáveis. Paralelamente, a proposta aponta para a afectação à mesma reserva ecológica de quase o dobro daquela área de solos agrícolas, pertencente a pequenos proprietários. por josé antónio cerejo, Jornal "Público"…(continua)…Ler Artigo completo emhttp://3.bp.blogspot.com/_aUxs5aYqeD4/RbyjsYMr-fI/AAAAAAAAABY/ke9hr5TL0uk/s1600-h/Publico-A3w.jpg
Uma semana não chegou para a câmara responder

As matérias tratadas nestas páginas, em particular as condições em que a moradia da Montiterras foi aprovada pelo presidente da câmara e as alterações ao PDM previstas para o local em que ela se situa, foram objecto de um pedido de esclarecimento dirigido a João Lobo na noite do passado domingo para segunda-feira. Tratava-se de um conjunto de 24 perguntas escritas, entre as quais foram seleccionadas as 12 que o PÚBLICO julgou mais importantes, depois de o chefe de gabinete do autarca ter comunicado, na quarta-feira, que as respostas seriam dadas "dentro das disponibilidades dos serviços", mas não nos prazos solicitados. Apesar desse encurtamento, nenhuma daquelas perguntas obteve resposta até agora. por josé antónio cerejo, Jornal "Público"…(continua)…Ler Artigo completo emhttp://3.bp.blogspot.com/_aUxs5aYqeD4/RbyjQYMr-dI/AAAAAAAAABI/Ad7DVRdkstM/s1600-h/Publico-A1w.jpg

Do Público de hoje, de novo pela pena de José António Cerejo, o desmontar de um oportuníssimo "lapso" camarário: «CM da Moita invocou documento inexistente para alterar a REN. José António Cerejo. A referência a um alvará já existente justificaria esse pedido como um "lapso"A Câmara da Moita fundamentou o pedido de desanexação da Reserva Ecológica Nacional (REN) de uma zona contígua ao perímetro urbano da aldeia do Penteado com um documento inexistente. Segundo o chefe de gabinete do presidente da autarquia, a invocação de um alvará pré-existente para justificar esse pedido - cuja aprovação permitirá a urbanização de terrenos em que tem interesse o consultor jurídico da câmara - foi "um lapso".…(continua)…Ler Artigo completo emhttp://alhosvedrosaopoder.blogspot.com/2007/01/alvar-ou-no-alvar-eis-questo.htmlhttp://2.bp.blogspot.com/_mIPHOWmjTwo/RcBrl_JEa_I/AAAAAAAAABk/EaKOYy2bQKo/s1600-h/Alvara.jpg

Cooperativa constituída ilegalmente quer urbanizar na REN da MoitaJosé António Cerejohttp://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2007&m=02&d=01&uid=&id=119335&sid=13229

Intenção de desanexar as Fontainhas da REN foi negociada pela câmara com os futuros compradoresOs sócios da Imomoita, a empresa que no início de 2000 adquiriu uma quinta de 27 hectares que a Câmara da Moita se preparava para desanexar da Reserva Ecológica Nacional (REN) com vista à sua futura urbanização, venderam a propriedade a uma cooperativa por eles criada ilegalmente, a Parcoop, obtendo assim elevados benefícios fiscais reservados às cooperativas. Ler Artigo completo emhttp://alhosvedrosaopoder.blogspot.com/2007/02/f1-mais-um-tiro-na-fragata.html

Deputado do Partido da Terra, eleito nas listas do PSD, questiona o Governohttp://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?id=119336&sid=13229

O deputado Luís Carloto Marques, eleito pelo Partido da Terra nas listas do PSD pelo distrito de Setúbal, perguntou anteontem o Governo, na Assembleia da República, sobre se tenciona mandar a Inspecção-Geral da Administração do Território averiguar os factos noticiados no PÚBLICO de domingo a propósito da Câmara da Moita. Num requerimento dirigido à Presidência do Conselho de Ministros e à Secretaria de Estado da Administração Local, o deputado diz que os factos noticiados "se relacionam com a revisão do PDM da Moita e com avanços e recuos da administração em processos conducentes à interdição ou à disponibilização de solos para especulação imobiliária e para construção, em que, por vezes, ficam esbatidos os contornos do que possa ser uma diligente prossecução do interesse público por parte da autarquia, aflorando, assim, uma potencial utilização indevida dos poderes da administração para a satisfação de meros e ilegítimos interesses privados".Ler Artigo completo emhttp://alhosvedrosaopoder.blogspot.com/2007/01/requerimento.html

Inscoop admite recurso ao Ministério Públicohttp://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?id=119337&sid=13229

Confrontado com a violação da lei ocorrida nas escrituras de constituição e aumento de capital da Pluricoop, bem como na de compra e venda das Fontainhas, o notário Carlos Almeida, responsável pelo cartório onde elas foram outorgadas, confirmou os factos e explicou que não teve intervenção pessoal em nenhum daqueles actos, dado ter sido substituído por um antigo colaborador. A responsabilidade principal da aceitação das duas últimas atribuiu-a, porém, ao Inscoop, entidade governamental a quem cabe a fiscalização das coooperativas e que emitiu, três semanas depois da criação da Pluricoop, uma credencial a atestar a legalidade da sua constituição e o seu direito aos benefícios fiscais.Ler Artigo completo emhttp://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?id=119337&sid=13229 e http://alhosvedrosaopoder.blogspot.com/

O papel da Comunicação Social em geral:
Graças ao trabalho isento, corajoso e esforçado de muitos Jornalistas, e ao papel insubstituível de
numerosos Blogs de intervenção cidadã - 14

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Visite o Blogue O Plano em http://oplano.blogsome.com/parque-tematico/ e saiba mais sobre a obra maior e mais emblemática da CM Moita

Agora é decididamente uma luta pela liberdade, contra o autoritarismo e contra a baixa política, forma de reagir do poder local na Moita, ...

Destaques a não perder: Moita é notícia na Focus. E...Presidente da Câmara informa com erro e falta de verdade a Revista Focus

Porque razão terá João Lobo faltado à verdade à Focus? Com que intuito o terá feito, ainda por cima à pala da Bandeira oficial do nosso Município?

Revista Focus de 14 Ago '07: Negócios pouco ecológicos na Moita

Alguém já ouviu ou já leu uma tomada de posição pública do PCP na Moita sobre estas inter-relações tão bizarras?

[1]… e, para saber um pouco mais, veja-se algo do que tem sido publicado no último mês, de quase 20 que a presente Resistência já leva: Saber mais em:Arquivo do blog Forum Cidadania na Várzea da Moita em http://www.varzeamoita.blogspot.com/ e
Ver igualmente Blog Um por Todos, Todos por um em http://umportodostodosporum.blogspot.com/
Para email de resposta ou contacto, escrever por favor para varzeamoita@gmail.com ou para a.silva.angelo@gmail.com.Telefone de contacto: 96 5 80 96 75-- EMAIL PRINCIPAL: varzeamoita@gmail.comvisitehttp://varzeamoita.blogspot.com/ -- EMAIL PRINCIPAL: varzeamoita@gmail.comvisitehttp://varzeamoita.blogspot.com/

Comentário AVP:
Uffffffffffffffff !

Terça-feira, Maio 27, 2008

Estação da Moita-Últimas Imagens



















Quarta-feira, Janeiro 30, 2008

Novas edições da Anita

















Segunda-feira, Outubro 22, 2007

Selecção de Foto-montagens do AVP # 2





























Domingo, Outubro 21, 2007

Selecção de Foto-montagens do AVP

















Quinta-feira, Outubro 18, 2007

21 razões para detestar os espanhóis e os seus aliados na nossa região - os moiteiros

1. A mania que eles têm de invadir-nos de 200 em 200 anos só para levarem nos cornos. Será masoquismo?!?

2. Tratado de Tordesilhas, em que eles ficaram com o ouro e a prata toda e nós com as mulatas e a caipirinha... pensando bem, o negócio até nem foi tão mal para nós porque, entretanto, o ouro e a prata acabaram-se.

3. As sevilhanas: que raio de gente com auto-estima se veste com vestidos às bolinhas tipo joaninha e saltita enquanto um parolo de cabelo oleoso geme como quem está com uma crise de hemorróidas?

4. Castilla la Macha, Estremadura e Andaluzia: todos eles desertos áridos e monótonos, mas sem camelos nem tipos de turbante para tirar fotos com os turistas.

5. O antigo costume espanhol de reclamarem para si terras às quais não têm direito (como Gibraltar, Ceuta, Olivença - que é nossa! - e as Canárias). Em contrapartida, esqueceram-se de levar a Moita.

6. Enrique Iglesias, y su magnifica verruga en la tromba.

7. A língua castelhana: esse prodígio da linguagem, em que seres humanos são capazes de emitir ruídos imitando perfeitamente o som de um cão a roer um osso.

8. Filipe I. 9. Filipe II. 10. Filipe III.

11. Os Seat, os piores automóveis que existem a oeste da Varsóvia. Boca chauvinista, a treinar diante do espelho: «Yo esborracho tu Seat Marbella com mi pujante UMM»!

12. A Guardía Civil (a GNR espanhola), e a sua mania de arrear porrada em políticos portugueses na fronteira: mesmo que eles estivessem a pedi-las, nos nossos políticos somos nós quem "molha a sopa".

13. Badajoz, a segunda cidade mais feia do mundo, a seguir a Ayamonte. 14. Os nomes que ostentam: quer queiram, quer não, Pilar é nome de uma viga de betão e Mercedes é tudo menos nome de mulher!

15. A mania que têm de se afirmarem como uma nação unida quando três quintos da população tem um ódio de morte a Espanha (já os moiteiros adoram-nos).

16. El Córte Inglés... Até eles tiveram vergonha da sua criação,pelo que não lhe chamaram "El Córte Español", optando por atirar as culpas a outro povo, totalmente inocente.

17. Café espanhol: uma zurrapa intragável e, além disso,para se conseguir uma bica em Espanha, o cliente tem que especificar expressamente que a quer «sin leche». E, à cautela, convirá também pedir sem Sonasol, sem gelo, sem pêlos do peito do empregado...

18. A riquíssima culinária espanhola: paella de carne, paella de peixe, paella de gambas... Claro que galegos, bascos e catalães têm uma culinária riquíssima, mas esses não são espanhóis (ver ponto 15).

19. O hábito cínico de nos tratarem por "nuestros hermanos". Aí o português deve, com ênfase, esclarecer: «Xô, bastardo! Vai prá p*** que te pariu».

20. A televisão espanhola: 100% parola, e onde é considerado top de audiências um concurso em que a corrente, chamada Mercedes (vrumm! vrumm!), tem que dançar sevilhanas (arrghh!) com o Enrique Iglesias (vómitos!) para ganhar um Seat (keep it!) ou um T2 em Ayamonte (nãaaaaaaaao!).

21. Já imaginando a contra-argumentação que alguns tentarão contra esta minha lista, devo lembrar que os filmes do Canal 18 NÃO são feitos em Espanha, nem por espanhóis. Vejam o genérico. São americanos e dobrados em espanhol porque os espanhóis ficariam logo murchos se ouvissem as senhoras a gemer noutra língua que não a sua. Aliás, os espanhóis nunca foram muito dotados: sabiam que a DUREX comercializa em Portugal preservativos com uma média de 1 cm mais compridos do que aqueles que comercializa em Espanha?!? Agora, agradeçamos todos: «Obrigado D. Afonso Henriques, por nos teres separado dessa raça, para que hoje possamos dizer, com orgulho, eu sou português (e alhosvedrense)!»

# posted by AV : 6/23/2004

A Gente nan é...

A gente nan é do PS.
A gente nan é do PC.
A gente nan é do BE.
A gente nan é do PSD.
A Gente nan é do CDS.
A gente nan é dos outros.
A gente pensa pla nossa cabecinha.

# posted by AV : 4/06/2004

Nova colaboração de Manuel Pedro - O Imposto Taurino moitense

Ora aqui está, fresquinho, o novo texto que Manuel Pedro preparou para nós:

Finalmente os Moiteiros estão todos de acordo, a tauromaquia é a base de toda a sua cultura local, senão vejamos: A Revista Tauromaquia que no dizer do seu fundador Manuel Filipe é a primeira revista a cores no concelho da Moita feita pelo movimento associativo.
Também nas palavras de Vitor Mendes outro dos fundadores da dita revista: "A cultura taurina na Moita, presentemente está forte e em crescendo.
" O arranque próximo da construção de um monumento de evocação tauromáquica na vila da Moita, terra com um historial rico na tradição taurina, está também nos planos dos mentores de tão louvável iniciativa. O presidente da camâra João Lobo, a tudo tem assistido e incentivado.
O C.T.M. Clube taurino da Moita, pretende legalizar a prática da sorte de varas, que consiste em espetar uma lança no touro multíplas vezes, com o fim de cansar o animal por perca de sangue, para que a força natural do touro seja reduzida de forma que seja mais fácil ao matador de touros o matar na arena.
O cavalo está coberto por uma couraça que lhe proteje todo o corpo, excepto as pernas. Se o cavalo cair é díficil de se levantar devido ao peso da couraça e fica por isso exposto todo o abdomén e peito do animal às cornadas do boi em pontas, como acontece em Espanha.
Morrem bastanres cavalos nas lides de varas, mas concerteza que não serão os cavalos altamente treinados dos cavaleiros tauromáquicos que são extremamente caros. Goya um magistral artista espanhol, fez nos finais do séc XIX uma soberba pintura, bastante elucidativa sobre o que é a sorte de varas. Estão também previstos colóquios sobre " A sorte de varas no contexto legal português ", " O regulamento taurino português " e a " Feira taurina da Moita e as corridas picadas ",ora querem maior aproximação de Portugal a Espanha. A Moita segue na frente da futura união ibérica.
O presidente da junta de freguesia ofereceu a o novilheiro e futuro matador de touros, Luís " Procuna" um modesto capote, mas João Lobo, ilustre Moiteiro, ofereceu um soberbo capote, que não nos poderemos sequer a especular quanto poderia ter custado tal obra de arte e quem a poderá ter executado, confesso desconhecer se existem em Portugal este tipo de artesãos ou se a câmara da Moita o foi comprar a Espanha, quiçá Sevilha, tal obra de arte tauromáquica. Mas a arte não tem preço e os Moiteiros, são do mais aficionado que há neste país à beira mar plantado, e como diz João Lobo "Os sucessos do futuro matador, são triunfos de todos os Moiteiros".
Outras associações do mesmo cariz enobrecem a Moita, como por exemplo: O Grupo Tauromáquico Moitense, A Escola de toureio da Moita que se Deus quiser será a sede da Associação Portuguesa de Escolas de Toureio , A Touro Arte e a Sociedade Moitense de Tauromaquia perdoem se esqueço alguma ... mas a lista é tão grande.
A Moita além de ser vice-presidente ou será já presidente...( Não tenho a certeza...no Jornal da Moita, edição nº 169, diz que a Moita já foi eleita para a sua direcção, mas no Boletim Municipal de 25 de Abril de 2003, diz que é vice presidente. Será ou não será, esta é a questão) ... da secção de Municípios com actividade taurina,da Associação Nacional de Municípios, foi convidada ainda a integrar a Confederação Mundial das Cidades Taurinas.
O que prova que a Moita consegue entrar para uma associação de Cidades quando é apenas uma vila, isto é digno de figurar no Guiness. Naturalmente que com toda esta "afficion" o P.S. da Moita tinha de concordar com a criação do conselho taurino da Moita, como vem expresso no comunicado dos eleitos do P.S. na assembleia Municipal da Moita, que passo a transcrever: "O PS atendendo às tradições centenárias que o povo da vila da Moita tem dedicado à festa brava, de encontrar aqui ( na Moita ) uma das mais prestigiadas praças de touros e feiras taurinas anuais, escola de toureiros etc. deu todo o seu apoio à criação do conselho taurino da Moita"- O Rio nº 135.
Ora parece que os dois principais partidos da Moita, estão de acordo neste ponto, aliás como a esmagadora maioria dos moiteiros. Crie-se pois o conselho taurino da Moita ! Direi mesmo mais, com tantas associações taurinas até se poderiam criar dois ou três conselhos taurinos aqui na Moita !
Mas, os casos como o de Pedrito de Portugal, levam-me a pensar quão pouco é o muito que a Moita tem feito pela tauromaquia... Todos vimos na TV a cara triste de Pedrito de Portugal pelo facto do Tribunal da Moita o ter multado em 100 000 ¤, por ter exercido a sua profissão que é; matador de touros. Claro que em Portugal é ilegal, mas então para que é que existe essa profissão se não se pode exercer.
É como ser pescador Português daqui a alguns anos, quando entrarem os espanhóis nas nossas águas e destruirem todas as espécies de peixes que existem nas águas Portuguesas !
Não é admissivel que Pedrito de Portugal tenha de pagar tão enorme soma de dinheiro ! Foi o povo da Moita do Ribatejo (os moiteiros ) que o incentivou a matar o touro e o carregou em ombros, vitoriando e aprovando assim a sua brilhante "actuação". Por isso eu acho que são os Moiteiros é que devem pagar !
E como ? perguntam os aficionados . Podem enviar donativos para a minha conta pessoal, mas não é só assim que se pode ajudar!
Têm de ser todos os moiteiros, aficionados ou não !
Proponho para isso a instituição do Imposto Taurino da Moita que pode ser cobrado em conjunto coma factura da água e seria apenas mais um acréscimo a somar à taxa de saneamento básico.
Dir me-ão os não aficionados e até os que são contra e acham que a tourada é crime, que não têm nada de contribuir para este imposto !
Não concordo ! Há um caso que me contou um amigo meu; no Poceirão é onde ele vive, cobraram-lhe a taxa de saneamento básico, e ele foi à câmara de Palmela para questionar porque pagaria ele essa taxa se não usufruia desse saneamento básico , dado os esgotos terem sido feitos por ele. Responderam-lhe que era exactamente por isso, que ele apenas pagava 50% e os outros munícipes que tinham esse serviço camarário, esses sim pagavam a totalidade da taxa ! Está aberto o precedente, os moiteiros não aficionados pagarão apenas 50% do Imposto Taurino da Moita a instituir, digo eu.
Pensem nas vantagens de tal imposto... Na altura das largadas, existem sempre casos de acidentes que acontecem nessas largadas, muitas vezes famílias pobres ficam sem algum dos seus membros, ou então alguém é colhido duma maneira que fica incapacitado, também muita gente é vítima de coma alcoólico e postriores curas de desintoxicação, estou-me a lembrar de uma inscrição que vi numa t-shirt que envergava com muito orgulho um jovem moiteiro do clube de aficionados "Drunk Bulls"-Evite a Ressaca, Mantenha-se Bébado.
A tudo isto o Imposto Taurino da Moita poderia acudir !
Poderse-ia também instituir que outros matadores, possam matar touros aqui na Moita e depois o ITdaM* cobria as despesas, que nem seriam grandes, devido ao acréscimo de aficionados e não só, de todo o País e do Mundo que encheriam assim todos os Hoteis e Pousadas da vila da Moita.
Proponho por fim ao Presidente da Camâra, o exímio Dr.João Lobo, agora que o PTP (Partido Taurino Português), está de pedra e cal na Camâra da Moita que se mude o slogan que neste momento já se vê ultrapassado ; "Viver Bem à Beira Tejo", e substituir pelo slogan ; "Matar bem o Boi à Beira Tejo" e também sustituir o Flamingo, que ao que parece anda aborrecido com esta situação e já pouco aparece no Rio, pelo Touro , esse sim bem vivo, e bem dentro de todos os moiteiros. *

...é o Imposto Taurino da Moita...

Manuel Pedro 22 de Novembro de 2003

# posted by AV : 11/24/2003

Colaboração - Manuel Pedro

"Moiteiros", "Amoitados", e os "Atrás da Moita"

Nem de propósito, aqui temos a primeira colaboração externa à redacção.
O nosso grande amigo Manuel Pedro inicia uma colaboração que se espera longa e proveitosa para todos nós. Ainda não domina completamente o conceito de "moiteiro", usando a antiga designação de "moitense", mas acreditamos que não por muito tempo. No entanto, enriquece-nos com um conceito perfeitamente revolucionário - o de "amoitados". Mas não nos demoremos e vamos lê-lo:

A Moita, os Amoitados e os Atrás da Moita (Crítica a um texto de José Silva Santos) Finalmente surge uma ideia, do PSD local, para que se veja que o PSD da Moita também tem ideias. Diz o opinioso José Silva Santos, vereador do PSD na Câmara Municipal da Moita na edição nº 169 do jornal da Moita, que desejaria que a ministra Ferreira Leite legislasse de modo a extinguirem-se as juntas de freguesia.
Nada mais razoável nesta época de contenção de despesas no orçamento geral do estado. Sempre se eliminavam uns bons milhões de Euros nesse "non sense" que é o poder local, o desemprego subiria um pouco, com os funcionários públicos todos no olho da rua, mas o que se poupava com a extinção dessa espécie despesista que são os presidentes de junta e todos os eleitos para esses orgãos inoperantes e duplamente chupistas do erário público !
No caso da Moita as freguesias de Alhos Vedros, Baixa da Banheira etc. seriam todas extintas e por seriamos finalmente todos Moitenses, só que quem vivesse por exemplo no Vale da Amoreira, seriam que Moitenses ?
Isso não seria claro, porque obviamente, os Moitenses da vila da Moita seriam sempre os Moitenses "A".
Concerteza que haveria discussões sobre quem seriam os Moitenses "B", se os de Alhos Vedros se os da Baixa da Banheira, e este problema continuaria a existir com os outros Moitenses, os "C","D" e "E", respectivamente os habitantes do Gaio-Rosário de Sarilhos Pequenos e do Vale da Amoreira, pois nenhum dos seus habitantes gostaria de ser ultrapassado na hiérarquia alfabética doravante existente.
E o Penteado que nem junta de freguesia tem ? Que estatuto teria neste futuro opaco... Teria de se conservar na qualidade de Amoitado, mas aí também o problema persiste. Seria o Penteado o "Amoitado A" ou o "Amoitado B" ou o "Amoitado C" ?
Dado os Brejos da Moita e a Quinta da Fonte da Prata quererem concerteza disputar esse estatuto.
Mas os casos mais complicados prevejo eu que sejam os casos das Arroteias e da Barra Cheia, as próprias designações de Moitenses "A","B","C","D" e "E" ou de Amoitados "A","B" e "C"...etc, seriam para estes descendentes de povos laboriosos e orgulhosos da sua identidade, como são os Caramelos um motivo de afronta, e não existiriam motivos para que os adoptassem.
Seriam sempre estes habitantes da Moita, os das Arroteias e os da Barra Cheia, vamos por isso passar a designar estes cidadãos por os "Atrás da Moita". Existiriam assim os "Atrás da Moita das Arroteias", e os "Atrás da Moita da Barra Cheia". Como podem constatar isto está-se a tornar complicado, e todos os habitantes da "Grande Moita" teriam motivos para andar revoltados...devido às particularidades dos habitantes das antigas Vilas e lugares da Moita serem bastante evidentes, e depois passarem por decreto a serem todos Moitenses em geral...tendo os da futura cidade da Moita um estatuto especial.
Seria mesmo um caso para se dizer, que se por exemplo a "Moita B" e a "Moita C", Alhos Vedros e a Baixa da Banheira ou vice versa, em conjunto com os "Amoitados A,B e C" do Penteado da Quinta da Fonte da Prata e dos Brejos da Moita ou vice versa, e os "Atrás da Moita da Barra Cheia e das Arroteias" se juntassem todos, poderiam cagar para a Moita ou se houvesse revoltas de cariz autonómico destas localidades, uns poderiam cagar atrás da Moita e outros cagar amoitados.
E assim se vê como a ideia que parecia excelente ao princípio de se criar a grande Moita se transformou como pudemos ver numa grande Merda !

Manuel Pedro Sábado, 25 de Outubro de 2003

# posted by AV : 10/26/2003

Manifesto de abertura

A restauração do concelho de Alhos Vedros é da mais elementar justiça histórica.
Justiça menor seria o da restauração com os seus limites do século XIX, já após a elevação da pobre povoação da Moita a vila e posterior criação do concelho por D. Pedro II.
Justiça verdadeira seria a sua restauração de acordo com as fronteiras anteriores a tão funesto acontecimento, já então fruto de uma combinação de favores e “cunhas” tão agrado do nosso povo. Porque, e sejamos muito francos acerca disto, a Moita só é elevada a vila e depois a concelho por uma confluência de acontecimentos fortuitos que ficam menos a dever à sua inevitabilidade do que à necessidade de dar satisfação a interesses instalados e a favores pouco claros. Recordemos dois dos passos essenciais do processo: em 1681 D. Pedro II eleva a terreola da Moita a vila para que a possa dar como mercê a D. Francisco de Távora, ex-governador de Angola (1669-1676), futuro governador da Índia (1681-1686) e 1º conde do Alvor. Como facilmente se constata, este nobre fidalgo era o que hoje se chama um político de carreira e, entre nomeações, o monarca decidiu dar-lhe umas prendas, nas quais ia a povoação da Moita e mais umas prebendas acessórias. Como a coisa deu brado, de tanta acumulação de favores régios, os protestos surgiram e o assunto foi julgado (em tribunal de 1ª instância e na Mesa da Consciência e Ordens), pois o dito Conde ocultou informações para poder obter tal mercê, a que por lei da época estava vedado.
A leitura da carta de elevação da Moita a vila faz a transcrição dos elementos básicos do processo (veja-se o opúsculo Moita – Vila há 330 anos de Maria Clara Santos, publicado pela CMM em 1991) e aí se encontram demonstrados à saciedade os atropelos então feitos à ordem legal do Antigo Regime, a qual já estava longe de ser perfeita. Influências movidas, 10 anos depois o Conde consegue os seus intentos e lá fica com o senhorio sobre a nova vila.
O problema é que a terra pouco valia e era preciso anexar-lhe território para a valorizar. Vai daí e o Conde volta a mexer os cordelinhos e, dois anos volvidos, lá consegue que D. Pedro II defina um termo em redor da vila, assim amputando parte significativa do concelho de Alhos Vedros, que já então era dotado de população demasiado passiva para fazer valer os seus legítimos direitos.
As razões invocadas para a definição do termo são caricatas, tendo em atenção os antecedentes. Como se a elevação a vila fosse um sacrifício queixam-se as almas que, coitados, assim não podiam usar os terrenos de Alhos Vedros a seu bel-prazer para a pecuária e, gente piedosa, era difícil deslocarem-se à Igreja de São Lourenço para a administração dos sacramentos.
Assim se justifica a criação do termo do novo concelho, fruto, nunca é demais repeti-lo, de interesses e favores vários a um dos grandes do reino que, contra a escassa influência dos notáveis de Alhos Vedros, gente boa e respeitadora das leis com que viviam, tudo conseguiu. A história posterior de desmandos vários a que o concelho de Alhos Vedros foi submetido até à sua extinção, o tratamento vil que lhe foi dispensado nos últimos 150 anos e a própria traição de muitos dos seus filhos, seduzidos pelo “brilho” do poder vizinho será tratada em comentários futuros. Mas para a memória futura ficará sempre como episódio sintomático da baixeza humana, o projecto de desmontar o pelourinho manuelino de Alhos Vedros – o que em melhor estado de conservação se encontra em toda a margem sul -, símbolo de um poder legítimo usurpado, com a aintenção de o levar para a Moita e aí o instalar. Almas pequenas e mesquinhas as que acalentaram tal ideia, só podiam estar ligadas a um exercício do poder ilegítimo e usurpador imunes à vergonha e à dignidade.

Alhos Vedros ao poder, pois, de novo e para sempre.

# posted by AV : 10/21/2003

Primeiro post do AVP

Axioma


Um moiteiro bom é um moiteiro sem chifres, de onde se conclui que não há moiteiros bons.


# posted by AV : 10/21/2003

Primeiro post do AVP

Axioma

Um moiteiro bom é um moiteiro sem chifres, de onde se conclui que não há moiteiros bons.

# posted by AV : 10/21/2003