Parece que Manuela Moura Guedes se tornou, segundo os blogues da órbita socialista e a ERC (está bem, outro blogue da órbita socialista), um atentado semanal à "deontologia" informativa.domingo, 31 de Maio de 2009
O Retrato de Dorian Sócrates
Parece que Manuela Moura Guedes se tornou, segundo os blogues da órbita socialista e a ERC (está bem, outro blogue da órbita socialista), um atentado semanal à "deontologia" informativa.
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Pedro Picoito
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Se me permitem
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Pedro Picoito
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Patriotismo

[Foto de Leonor Areal - tirada daqui.]
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Carlos Botelho
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Os descaminhos da direita

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Miguel Morgado
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sábado, 30 de Maio de 2009
Cavaco Silva e as Acções da SLN - II
Digo isto sublinhando que não acredito em "cabalas" embora elas, indiscutivelmente, existam.
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Fernando Martins
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Estimativa
Hoje, em Lisboa... vinte mil bota-abaixistas juntos a vinte mil pessimistas, mais vinte mil negativistas e... ainda vinte mil insultistas. Desmancha-prazeres que insistem em se furtar à feira das ilusões de um certo Sócrates. Teimam em mostrar que há qualquer coisa por detrás da permanente tela "socrática" - qualquer coisa que é irredutível à propaganda do governo. Ninguém melhor do que estes para o fazer. Afinal, num certo sentido, trata-se de gente treinada precisamente na distinção entre a "aparência" e a "realidade" - são muito sensíveis à manipulação daquilo que reputam importante. Muito susceptíveis a permutas entre o verdadeiro e o falso.
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Carlos Botelho
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22:49
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Cavaco Silva e as Acções da SLN
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Fernando Martins
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Da elevação do debate político
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Alexandre Homem Cristo
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À Falta de Melhor...
... aqui vão as imagens e o som do "Ritual Para Dificultades Economicas." Se a coisa funcionar que se telefone ao primeiro-ministro de Portugal.
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Fernando Martins
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sexta-feira, 29 de Maio de 2009
Instituições pouco fotogénicas (II)
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Alexandre Homem Cristo
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O aplauso
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Carlos Botelho
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Instituições pouco fotogénicas (I)
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Alexandre Homem Cristo
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O chato do Provedor
Nascimento Rodrigues, com a sua frequente má-vontade (uma forma de bota-abaixismo?), chateando aqui.
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Carlos Botelho
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Uma Certa Ideia de Europa
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Miguel Morgado
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Aceitará Ana Gomes a mão que lhe estendem?
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Fernando Martins
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Exéquias
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Bruno Vieira Amaral
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Bonnie & Clyde
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Bruno Vieira Amaral
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"Um Professor de Coimbra, meu Deus!..."
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Carlos Botelho
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Os fins justificam os meios, camarada
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Manuel Pinheiro
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quinta-feira, 28 de Maio de 2009
Descubra as Diferenças
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Manuel Pinheiro
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KGB na origem das lendas negras sobre Pio XII
Vídeo sobre como os serviços secretos soviéticos fabricaram acusações sobre o comportamento do Papa Pio XII durante a Segunda Guerra Mundial, insinuando que teria abandonado os Judeus durante o holocausto nazi. Este artigo Moscow’s Assault on the Vatican, escrito pelo antigo espião soviético Ion Mihai Pacepa, fala da estratégia do KGB para atacar e descredibilizar a Igreja Católica por esta ser anti-comunista.
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Paulo Marcelo
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As coisas não estão bem no CDS
A posição estratégica como terceira candidata traduz por certo a exposição desta nova modernidade pela direcção do CDS-PP. E nisso assenta a minha convicção de que Teresa Caeiro não está escondida; antes guardada para arrasar na recta final em defesa da liberalização do aborto e do casamento homossexual, temas que são frequentes nos debates no Parlamento Europeu.
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Nuno Gouveia
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Pérola (2)
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Nuno Lobo
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Lapidar
"A ERC não tem autoridade moral para fazer recomendações éticas."
João Gonçalves, no Portugal dos Pequeninos.
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Miguel Morgado
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ERC, TVI e Eleições
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Fernando Martins
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Pérola
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Nuno Lobo
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Europa, Rangel e Vital (II)
A terceira surpresa da campanha chama-se Paulo Rangel. Se Vital personifica a classe política pós-revolucionária, Rangel simboliza uma nova geração política que emerge em Portugal trinta e cinco anos depois de Abril. Com a devida vénia ao ministro Pinho, não faço ideia se comeu muita papa maizena quando era criança. Mas sei que Rangel se tem mostrado bem preparado e combativo nos debates. Mas o que mais impressiona é o modo livre e aberto como discute política, como se viu na tertúlia com a blogosfera no café Nicola.Para além de coragem, a escolha de Paulo Rangel como cabeça de lista do PSD, mostra que Manuela Ferreira Leite se está a rodear de uma nova geração política. Falo de Rangel como podia falar de Paulo Mota Pinto ou Sofia Galvão, que partilham com Rangel um percurso académico e profissional de sucesso. Estes exemplos são relevantes porque mostram ser possível a pessoas de mérito fora da política e do aparelho partidário, chegar a lugares de topo nos partidos. Neste caso são ambos vice-presidentes do PSD.
Os dados estão lançados. Com a campanha todos os dias nas ruas (e na televisão) qualquer cenário é possível. Tudo depende da dimensão do voto de “protesto”, e sobretudo da abstenção (feriados…), que será a grande incógnita que pode baralhar as contas eleitorais.
Uma eventual vitória do PSD nas europeias, juntamente com os sucessivos escândalos que envolvem Sócrates, o cansaço político do Governo, a crise económica, o desemprego crescente, bem como a progressiva afirmação de Manuela Ferreira Leite como líder da oposição, deixam tudo em aberto para as eleições legislativas. O empenho pessoal do Primeiro-Minsitro na campanha eleitoral contribui para transformar estas europeias na “primeira volta” das legislativas. Sem ter culpa disso, Vital Moreira pode simbolizar o princípio do fim de um ciclo político, enquanto Paulo Rangel corporiza a renovação de um novo PSD que emerge no “outono” socialista.
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Paulo Marcelo
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A grande sondagem (V) - O CDS

Sou militante activo do CDS, gosto do CDS e estou convencido de que é importante para Portugal um CDS forte.
Independentemente de ser crítico de muitas das opções do partido, com todos os seus defeitos o CDS é o partido que pode oferecer, atentas a sua génese e vocação, a proposta mais consistente para, assumindo uma visão claramente humanista, poder operar a mudança de que Portugal tanto precisa.
Dito isto é sempre mais díficil ser objectivo na análise dos possíveis resultados do nosso partido. Mas vamos a isso.
Paulo Portas regressou à Presidência do CDS em Abril de 2007 com o propósito de fazer o partido crescer e anunciando uma nova primavera para o CDS. Nos últimos dois anos teve condições e oportunidade de desenvolver o seu projecto político, da forma como entendeu com total liberdade e com todas as condições internas.
Uma grande vitória para o CDS será:
- O CDS ter uma votação acima dos 10%.
O CDS não atinge os 10% em eleições nacionais desde 1994, pelo que qualquer resultado de dois digitos para o CDS, mesmo que não consiga eleger o terceiro deputado, será uma grande vitória e um óptimo prenúncio para as legislativas de Setembro.
Um resultado sofrível para o CDS seria:
- A manutenção dos dois deputados.
- Uma percentagem inferior a 9% mas superior aos 7,5% das últimas legislativas.
Com este resultado o CDS mantém as posições actuais, não ganha votos, mas teria um resultado superior ao resultado das legislativas em que Paulo Portas apresentou a sua demissão.
Uma grande derrota para o CDS seria:
- Perder um deputado;
- Atingir uma percentagem de votos inferior a 7%
- Ter menos de 20% dos votos do PSD.
Seria o pior resultado de sempre do CDS em eleições europeias e o pior resultado do CDS em eleições nacionais dos últimos 18 anos . Paulo Portas perderia o seu primeiro grande teste eleitoral e teria menos de 4 meses para inverter a situação e salvar o seu projecto.
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Pedro Pestana Bastos
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Músicas de genéricos (25)
The Third Man, Carol Reed (1949)
(Anton Karas, cítara)
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Carlos Botelho
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Dos conceitos que legitimam (II): eurocepticismo
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Alexandre Homem Cristo
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quarta-feira, 27 de Maio de 2009
Ter jeito prà política, ter jeito prà política, ter jeito prà política (*)
Assim gritava hoje transpiradamente Sócrates em Castelo Branco. Já se sabia que o senhor primeiro-ministro nos toma a todos por imbecis, mas não imaginava que também nos tomasse por surdos.
(*)
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Carlos Botelho
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23:21
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Longe, muito longe
Em Janeiro, perguntava aqui no Cachimbo até onde é que esta equipa do Barcelona poderia chegar sem centrais de qualidade? Afinal, mesmo com centrais de segunda categoria, mesmo com uma defesa remendada, mesmo com dois jogadores titulares que a opinião generalizada considerava terem chegado ao fim das suas carreiras (Henry e Etoo) e mesmo com um plantel relativamente curto, foram longe. Foram muito longe.
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Miguel Morgado
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Más notícias para a causa fracturante
Segundo uma sondagem da Gallup, o apoio popular ao casamento gay tem vindo a descer nos Estados Unidos. Depois de um crescimento acentuado desde a década de 90, a tendência inverteu-se a partir de 2007. Nesse ano cerca de 46 por cento dos americanos apoiava medidas legislativas neste sentido, enquanto agora esse número situa-se nos 40 por cento. Apenas 55 por cento dos democratas apoia o casamento entre pessoas do mesmo sexo, mais 10 por cento que os independentes. Entre os republicanos, apenas 20 por cento se mostram favoráveis. Mas nem tudo é negativo para a causa: os jovens entre os 18/29 apoiam maioritariamente o casamento gay.Com estes números é de prever que no próximo ciclo eleitoral este assunto seja dos mais relevantes da discussão pública (o que lamento). Os democratas podem perder algumas "batalhas" devido a este tema, especialmente nos circuitos mais conservadores. Apesar de Barack Obama ser contra o casamento gay, os democratas, especialmente da ala mais liberal, têm sido aqueles que mais têm lutado por esta modificação.
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Nuno Gouveia
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21:59
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Em cheio
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Carlos Botelho
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Duas Perguntas e uma Previsão a Propósito do "Caso BPN"
Apesar de Dias Loureiro ter anunciado que irá deixar o Conselho de Estado, vale a pena perguntar o seguinte. O BPN está para Cavaco Silva como Macau esteve para Mário Soares? Quem desempenhará o papel de Rui Mateus de Cavaco Silva e do PSD?Caso a resposta à primeira pergunta seja "sim" e um Rui Mateus do PSD apareça por aí em forma de livro ou de outra coisa qualquer, atrevo-me a prever para Cavaco Silva um futuro politicamente longo e radioso!
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Fernando Martins
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Publicidade à malta da bloga
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Miguel Morgado
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Dos conceitos que legitimam (I): democracia
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Alexandre Homem Cristo
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Especialistas
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Miguel Morgado
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Aspernatio rationis
Segundo as palavras de Adelaide Guitart, eminente especialista em Direito de Família, “as pessoas já não se casam na premissa de que é para toda a vida, mas antes de que é enquanto durar. Se não correr bem, divorciam-se e podem recomeçar de novo”. Sem dúvida. O divórcio é o melhor amigo de qualquer relação. Não a relação que termina, mas a relação que se encaminha. O divórcio permite a uma pessoa viver a vida eternamente apaixonada: a paixão da primeira relação; a paixão da segunda relação; a paixão da terceira relação; e por aí fora. Bem vistas as coisas, o melhor do casamento é a antecipação feliz do novo começo que começa a ser vislumbrado com o divórcio. As pessoas casam-se hoje em dia na premissa de que é enquanto durar e, se forem sábias, fazem com que o casamento dure pouco.
Para além de um enorme bem individual, o divórcio é um bem social a ter em conta. Isto mesmo pode ser concluído a partir das palavras de um outro eminente especialista, Victor Cláudio. O especialista em Psicologia da Família alerta que a “a matriz social cristã tende a ver o divórcio como uma coisa má.” Errado, o divórcio não é uma coisa má. “Mas o que é a família na realidade? A pessoa casou-se cinco vezes, tem cinco famílias. O divórcio não é nenhum atentado, não ataca o tecido social, bem pelo contrário. Antigamente a sociedade estava cheia de famílias podres. E isso é muito mais grave do que as famílias se reestruturarem.” A lógica subjacente é inatacável. Quanto maior o número de divórcios, maior o número de famílias, a sociedade sai fortalecida. Ao contrário do Cristianismo, que promove uma só família, o divórcio possibilita a emergência de muitas famílias. A decadência do Cristianismo e a ascensão dos novos tempos equivale à passagem da família única, duradoura, destinada à podridão, para as famílias múltiplas, de curta duração, destinadas à maturação plena. Que sentido faz restringir a sociedade a uma família podre quando pode ter cinco famílias maduras?
Finalmente, contra todas as falsas evidências, supersticiosamente veiculadas no passado, o eminente psiquiatra Júlio Machado Vaz lembra que o divórcio também é um bem infantil supremo. “É preciso que os pais entendam e tornem claro para os filhos que a linha do triângulo que se quebra [com o divórcio] é a que os junta a eles [aos pais], enquanto a que une cada um deles com os filhos se fortalece.” A voz do especialista é sábia. Os filhos, principalmente eles, têm motivos de sobra para desejarem o divórcio dos pais. Quando o pai e mãe se amam, o amor que cada um deles tem pelo filho é um amor dividido; quando o pai e a mãe se divorciam, o amor de cada um deles pelo filho é fortalecido. E de facto, as crianças deveriam ouvir os especialistas. Em vez de ficarem tristes quando olham o seu mundo desmoronar, deveriam antes ficar sumamente felizes. De agora em diante, não há criança que não deseje o divórcio do pai e da mãe para assim poder ter o monopólio do amor de cada um deles.
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Nuno Lobo
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Resolvido o mistério da cena final de "Lost in Translation"
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Miguel Morgado
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13:24
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Europa, Rangel e Vital (I)
A primeira surpresa veio das sondagens. Ninguém esperava o empate técnico entre os dois maiores partidos. Ora nas sondagens, tal como na Bolsa, mais do que as cotações diárias, interessa a tendência de fundo e, neste caso, verifica-se uma subida progressiva do PSD que deixa tudo em aberto para as eleições de 7 de Junho.
A segunda surpresa chama-se Vital Moreira. Já não é apenas a fraca prestação nos debates. Vital parece deslocado, fora de contexto. Apesar de brilhante, a sua pose professoral (estilo “lente” de Coimbra) não entusiasma ninguém. É visto à esquerda como um “traidor”, como se viu no triste episódio do 1.º de Maio. E à direita como ex-comunista da linha dura. Até mesmo os socialistas têm dificuldade de o ver como um dos “seus”.
O ex-deputado constituinte simboliza a classe política pós 25 de Abril. Já se libertou do comunismo, mas ainda não dos seus quadros mentais. Manteve a visão estatizante e uma agenda ideológica que, por vezes, parece prevalecer sobre o interesse nacional. Só assim se percebe, por exemplo, que se oponha à reeleição de Durão Barroso para a Comissão Europeia, ao contrário de outros socialistas (Zapatero, Gordon Brown e mesmo Sócrates), com o argumento da participação na cimeira dos Açores.
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Paulo Marcelo
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A grande sondagem (IV) - A CDU

Nestas eleições a CDU, para além do envelhecimento do seu eleitorado tradicional, enfrenta ainda o crescimento do BE. Todavia as sondagens demonstram uma grande estabilidade nas intenções de voto na CDU e o seu eleitorado é do mais militante o que pode favorecer em situações de grande abstenção.
Uma grande vitória para a CDU seria:
- Ser o terceiro partido mais votado;
- Ter uma votação acima dos 10%;
- Eleger 3 deputados.
O crescimento da CDU mesmo com o crescimento do BE, evidenciaria as grandes dificuldades do PS conseguir atingir uma maioria absoluta.
Um resultado sofrível para a CDU seria:
- Manter os seus 2 eurodeputados e a sua percentagem nos 9%.
- Ser o quarto partido mais votado mas ficar a poucos votos do BE.
A noite eleitoral da CDU vai depender muito do resultado do BE. Uma manutenção pela CDU do seu resultado de 2004, num cenário de grande diminuição da votação do PS e de grande crescimento do BE é um rude golpe para a CDU.
Uma grande derrota para a CDU seria:
- Eleger apenas 1 deputado.
- Ser o quinto partido mais votado.
- Ter uma votação abaixo do limiar dos 8%.
A menos de quatro meses das eleições legislativas uma perda de representação europeia confirmaria a degradação constante nas votações CDU dos ultimos 20 anos em eleições europeias.
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Pedro Pestana Bastos
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terça-feira, 26 de Maio de 2009
Quando a boca foge para a verdade...
Sonia Sotomayor, proposta por Obama para o Supremo Tribunal.
Nestas coisas de concepções de democracia, ao que parece cada um tem a sua.
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Miguel Morgado
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22:15
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Convite FLE
Beatriz Pont dirigiu recentemente um estudo internacional sobre a liderança educativa, que resultou em 2 publicações: Improving School Leadership: Policy and Practice e Improving School Leadership: Case Studies on System Leadership (OECD, 2008).
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Nuno Lobo
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17:15
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Zeca
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Bruno Vieira Amaral
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A grande sondagem (III) - O PSD
Durante os últimos anos as consecutivas sondagens indicavam que o conjunto das intenções de voto de PSD e CDS não ultrapassavam os 35% e que as variações do PSD correspondiam a variações do CDS. Um bom resultado do PSD (e também do CDS) implica que se consigam retirar votos ao PS. Na última Eurosondagem, porém, tanto PSD como CDS subiram nas intenções de voto para as europeiras, e o conjunto de votos dos partidos aproximou-se dos 40%, sendo superior, em quase 5%, às intenções de voto no PS, resultado que não se via desde 2002.
Uma grande vitória para o PSD seria:
- Ser o partido mais votado
- Eleger mais deputados que o PS
- Ter mais de 35% dos votos.
Com uma vitória eleitoral do PSD em Junho, Manuela Ferreira Leite poderá catalizar uma altenativa ganhadora à direita do PS. Pode ser desenhado um programa comum das várias forças políticas não socialistas e tudo pode acontecer.
Um resultado sofrível para o PSD seria:
- Perder as eleições mas por uma margem inferior a 2%.
- Eleger os mesmos deputados que o PS.
- Eleger mais deputados do que em 2004.
Com este resultado o fantasma do bloco central irá pairar até Outubro.
Uma grande derrota para o PSD seria:
- Eleger 7 deputados (menos 2 que o PS).
- Não atingir a barreira dos 30%
- Ficar a mais de 6% do PS.
Será um dos piores resultados do PSD e será o regresso da instabilidade interna dentro do PSD.
O partido não terá hipoteses de ganhar as eleições legislativas e apenas ficará em aberto se a oposição consegue ou não retirar a maioria absoluta ao PS.
Manuela Ferreira Leite dificilmente continuaria como presidente do PSD após as eleições legislativas.
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Pedro Pestana Bastos
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Do dever patriótico de não acirrar ódios contra o governo da nação
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Carlos Botelho
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01:42
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A Campanha Eleitoral II
Senão repare-se nas listas, por exemplo: de um lado, Vital Moreira, provavelmente o candidato mais inapto que o país já assistiu, as candidatas fantasmas Ana Gomes e Elisa Ferreira, ou o renegado deste governo, Correia de Campos, só para citar alguns candidatos. No PSD temos uma lista liderada por Paulo Rangel, que é já um nome incontornável do futuro da política portuguesa, Carlos Coelho, considerado um dos melhores deputados portugueses em Bruxelas, Maria Graça Carvalho, que desempenhou um excelente trabalho como assessora principal do Presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, para os assuntos da energia e ensino (e antiga Ministra do Ensino Superior em Portugal), ou Mário David, bastante experiente a nível internacional, com cargos relevantes no PPE e na IDC. Isto apenas para citar os quatro primeiros da lista do PSD. Não há na lista do PSD candidatos contrariados, candidatos renegados, ou candidatos com prémios carreira. E essa é uma grande diferença, que terá consequências no trabalho a desenvolver nos próximos cinco anos no Parlamento Europeu.
Ambos os partidos são europeístas, apesar dos dislates de Vital Moreira, que tem acusado o PSD dos epítetos mais ridículos. Interessa estar atento ao discurso miserabilista de Vital Moreira, que não esquecendo o seu passado no PCP, continua com um argumentário dominado por esses chavões tão em voga na extrema-esquerda europeia, como o “neoliberalismo”, “capitalismo selvagem”, “conservador”, “reaccionário” ou “nacionalista”. Porque da retórica dos candidatos também podemos retirar conclusões sobre a sua acção futura, essa é mais uma razão para não votar PS a 7 de Junho.
Por fim, uma razão de interesse nacional. Cerca de 73 por cento dos portugueses deseja que Durão Barroso continue à frente da Comissão Europeia, com 79 por cento a considerar essa continuidade positiva para Portugal (sondagem do Expresso publicada a 9 de Maio). A melhor forma de contribuir para esse facto é votar no PSD (ou no CDS, que tem uma posição idêntica), que ao contrário dos socialistas, não tem duas caras nesta questão.
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Nuno Gouveia
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O insulto, a calúnia, o ataque pessoal, o bota-abaixismo
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Carlos Botelho
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00:39
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Etiquetas: Linguagem "socrática"
A campanha eleitoral I
Sabendo que isto é um cliché, arrisco a dizer que estas são as eleições mais importantes para Portugal dos últimos 20 anos. Não tenhamos dúvidas que as eleições legislativas serão fundamentais para determinar que país vai ser Portugal no futuro. E aí, a opção que os portugueses vão enfrentar é clara: manter no poder o Partido Socialista, que nos governa desde 1995, com o interregno dos anos 2002-2005; ou eleger uma nova alternativa, liderada pelo PSD e por Manuela Ferreira Leite.
O estado calamitoso que o nosso país atravessa, que já se arrasta desde o pântano criado pelos governos de António Guterres (o tal que o saudoso Sousa Franco um dia considerou o pior governo desde os tempos de D. Maria II), não é de agora. A crise internacional apenas serviu para tornar mais evidente o frágil nível de desenvolvimento que Portugal tem sofrido desde o inicio da década, e que nenhum governo conseguiu alterar. Este governo tem responsabilidades acrescidas, pois teve todas as condições necessárias para alterar o rumo, e apenas manteve em estado comatoso do país, até este ser violentamente atingido pela crise ano passado, quase sem que o governo tivesse dado conta, apesar dos avisos da oposição.
Se os portugueses consideram que o rumo definido por José Sócrates é o correcto para o país, então devem voltar a eleger o PS. Se, pelo contrário, pensarem que é possível fazer melhor e que Portugal não está condenado a este miserabilismo estatal que o PS nos tem oferecido, então devem escolher outro caminho.
Também publicado no Papa Myzena
Publicada por
Nuno Gouveia
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00:28
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segunda-feira, 25 de Maio de 2009
Razões para desesperar
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Miguel Morgado
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22:59
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Oscar Wilde? Ah,o escritor gay
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Maria João Marques
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22:23
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A linguagem eleitoral
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Alexandre Homem Cristo
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18:48
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A grande sondagem (II) - O PS
- Eleger 10 Deputados;
- Ficar a mais de 5% do PSD;
- Atingir a barreira dos 40%.
Com este resultado o PS ficaria lançado para uma segunda maioria absoluta e teria fortes possibilidades de a conseguir.
Um resultado sofrível para o PS seria:
- Ganhar as eleições mas por escassa vantagem;
- Eleger 9 deputados;
- Ter mais de 35% dos votos e menos de 38%.
Com este resultado o PS será o grande favorito para as eleições legislativas e dificilmente deixará de as ganhar. Todavia a maioria absoluta será muito difícil de conseguir.
Uma grande derrota para o PS seria:
- Ter menos votos que o PSD;
- Não atingir a barreira dos 35%;
- Eleger apenas 8 eurodeputados (tem actualmente 12).
Se o PS não ganhar as eleições os portugueses deixarão de acreditar, sequer, numa maioria absoluta do PS e pode nascer uma alternativa à direita do PS.
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Pedro Pestana Bastos
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09:53
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domingo, 24 de Maio de 2009
Posta restante
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Pedro Picoito
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18:30
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A Propósito da Ida de Sócrates a Valencia
Quiso Dios, con su poder
fundir cuatro rayitos de sol
y hacer con ellos una mujer.
Y al cumplir su voluntad
en un jardín de España nací
como la flor en el rosal.
Tierra gloriosa de mi querer
tierra bendita de perfume y pasión
España en toda flor a tus pies
suspira un corazón.
Ay de mi pena mortal
porqué me alejo España de ti
porqué me arrancan de mi rosal.
Quiero yo volver a ser
la luz de aquel rayito de sol
hecho mujer
por voluntad de Dios.
Ay, madre mía
ay, quién pudiera
ser luz del día
y al rayar la amanecida
sobre España renacer.
Mis pensamientos
han revestido
el firmamento
de besos míos
y sobre España
como gotas de rocío
[ los ] dejo caer.
En mi corazón
España te miro
y el eco llevará de mi canción
a España en un suspiro.
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Fernando Martins
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16:47
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Cervicais dos Felinos
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Manuel Pinheiro
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16:30
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Mário Soares e o Bloco Central
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Fernando Martins
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Sounds of silence
Convinha que nós, que já somos crescidinhos, passássemos para lá da indignação tão völkisch que para aí vai e atentássemos no que é realmente grave nesta história. Sim, o realmente grave aqui não são as inconveniências dificilmente desculpáveis, os deslizes, o que parece ser uma ameaça patética. O realmente grave é as gravações terem sido efectuadas. Dito mais claramente: o acto da gravação é pior do que o que se ouve nela.
Independentemente da perspectiva legal, é moralmente mais degradante a multidão açulada poder ouvir aquelas coisas, do que o é serem elas mesmas ditas ali. Pessoalmente, ao ter podido ouvir o pouco que suportei, senti-me mais "degradado" do que a dona da voz que ouvi.
Foi-nos oferecida numa bandeja a possibilidade de desfrutarmos de uma vítima.
É escusado virem com o "argumento" emocional de 'se a sua filha ouvisse aquilo na aula, etc' ou o outro de 'sem aquele método, nunca se resolveria nada, etc'. O primeiro já está previsto e assumido no que digo e o segundo nem sequer é verdadeiro: os mecanismos decentes existem - dão mais trabalho do que a trapacice cobarde, mas existem. Não vale tudo - ainda se lembram? As pessoas que aplaudem o método nem se apercebem que apenas vêem a sua eficácia - e nada mais. Já mandaram às malvas tudo o resto.
Que educação estão dando aos filhos aqueles pais que os industriam na preparação meticulosa de uma armadilha, depois friamente lançada, até com isco, a um ser visivelmente fragilizado e, suspeito, bem intencionado, que já não devia estar ali?... Há sempre uma certa volúpia do mal nestas coisas - e ela torna-se muito mais forte e aceitável quando é alimentada pela cumplicidade dos nossos modelos morais.
E porquê o silêncio dos responsáveis, que refiro no começo do post, sobre a justeza ou não do método (já de si ilegal)? Por um lado, são personagens desprovidas de sensibilidade (neste sentido, uma forma de inteligência...) para este género de problemas. Nem se aperceberão das seriíssimas repercussões "simbólicas" do deixar passar incólume uma transgressão destas. É, pura e simplesmente, algo que não alcançam. Por outro lado, poderão ter, sim, uma visão rasteiramente instrumental do episódio e vê-lo como mais uma oportunidade de menorizar a autoridade dos professores (vergando-lhes a espinha, ou qualquer imagem do género que apreciam), degradar-lhes a imagem aos olhos do público, fragilizá-los e torná-los, assim, (ainda) mais vulneráveis e, logo, mais dependentes da sua discricionaridade administrativa e da sua leviandade política e "simbólica". Só neste sentido, portanto, parece haver, nas personagens em apreço, uma certa apercepção de significados possíveis deste tipo de problemas. Mas esse olhar (politicamente rudimentar, míope) preocupa-se somente, repito, com a instrumentalização destes fenómenos para fins próximos, encontra-lhes apenas significados imediatos que persegue sem horizonte.
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Carlos Botelho
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sábado, 23 de Maio de 2009
A falha mental
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Carlos Botelho
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23:51
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Para o Ano o Trunfo é Vitalis (Actualizado)!
Há pelo menos um mês que era mais do que previsível a descida do Belenenses à II Divisão das competições de futebol profissional. Apesar do fracasso desportivo consumado esta noite com a derrota no estádio da Luz, penso que nas duas ou três últimas semanas melhorou a situação clube e da SAD. Puseram-se a jogar jovens e promissores jogadores oriundos dos juniores, com os quais, aliás, foram feitos, ou estão a ser feitos, novos contratos. Ganhou-se um treinador, Rui Jorge, que poderá ser uma boa aposta para a próxima época e, sobretudo, o Belenenses tem, após mais de um ano de marasmo directivo, uma liderança honesta, que conhece os problemas do clube e possui uma estratégia para os enfrentar e tentar resolver. Se o êxito financeiro e desportivo sairão desta melhoria substancial que já se vive e sente, é coisa que só se saberá daqui por alguns meses. Ainda assim, e apesar da tristeza da descida, não vejo o futuro negro. Vejo-o azul, como o passado de um fantástico clube de futebol. O melhor de Portugal. O maior do mundo.Adenda: Através do Belém Livre, cheguei ao Fúria Azul Alentejo que faz ligação para este recente texto brasileiro (no www.trivela.com). Narrativa concisa e com cuidado analítico sobre a história do Belenenses e a crise desportiva e financeira que conhece desde meados da década de 1950.
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Fernando Martins
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Só com quem?
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Manuel Pinheiro
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22:54
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Músicas de Genéricos (24)
Le Mepris - Georges Delerue
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Manuel Pinheiro
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Arriverdeci, Signor Maldini

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Miguel Morgado
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18:11
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sexta-feira, 22 de Maio de 2009
O desperdício vocal na António Arroio
A Escola António Arroio sempre foi uma escola "especial". Com uma ecologia muito característica. (E. g. a Alameda das Ganzas.) É daquelas escolas com uma noção muito forte da sua individualidade - durante décadas, não se sentia como apenas mais uma entre outras. E justamente. Ora, estas "consciências de si" são sempre acompanhadas de uma grande susceptibilidade.
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Carlos Botelho
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21:44
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Etiquetas: Linguagem "socrática"
Bloco central
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Pedro Pestana Bastos
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16:53
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Segurança Social: Quem manda?
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Miguel Morgado
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15:39
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