As privatizações que vão ser aceleradas incluem algumas empresas deficitárias pelo que vão ser vendidas a preço de saldo

Tudo isto era previsível a Tudo partir do momento em que o líder do PSD anunciou ser sua intenção afastar o estado dos negócios. E no pacote de privatizações, embora existam algumas empresas que são altamente lucrativas, como é o caso da ANA, outras há que são o contrário isto é acumulam anualmente elevados défices. Todos nós temos a noção de que a comunicação social está quase toda nas mãos de grupos económicos, alguns dos  membros dos conselhos de administração são militantes do PSD e os que não são pelos menos é notória a sua simpatia por esta força política. As televisões que normalmente influenciam e exercem uma enorme pressão sobre o eleitorado votante, face à sua manifesta simpatia pela direita,  encarrega-se continuamente desacreditar as forças de esquerda. Do pacote de privatizações que vão ser aceleradas está incluída a televisão pública que, há quem diga vai ser apenas parcialmente. Aposto que vai ser o canal 1 a ser privatizado e ficará o dois que como se sabe é aquele que menos interesse merece aos telespectadores. Quanto a isso não tenho qualquer dúvida, como não tenho que sendo a RTP uma das empresas públicas acumuladoras de elevados passivos, a sua venda vai ser a um preço de saldo, por isso comprado pelo um qualquer dos grupos que detêm os canais concorrentes. A partir daí ficaremos numa situação semelhante à da Itália a qual sempre serviu de suporte de propaganda ás vitórias eleitorais de Sílvio Berlusconi. Só resta aos que não embarcam nestes embustes de propaganda barata que apenas e só servem para iludir e influenciar o eleitorado, fugir deste país e escolher um destino onde a prosperidade seja visível.

Afinal começam a surgir os primeiros sintomas de desilusão ao programa do governo

O eleitorado votante neste País não há maneira de aprender e por isso está sempre a cometer os mesmo erros nas suas escolhas governativas, mudando apenas de farsantes. Ao fim de mais de três décadas de democracia continuam a acreditar nas promessas que lhes fazem os partidos do poder e na expectativa de melhorarem a sua situação, pioram-na. Quem vai beneficiando disso são os grupos económicos que se vão apoderando das mais diversas área lucrativas  inclusivamente dos recursos naturais que são de todos e de ninguém em particular. A coligação anterior ao governo socialista já tinha manifestado a intenção de privatizar os recursos hídricos que como todos sabemos é um bem de toda a gente porque não é minimamente aceitável que alguém em exclusivo só porque o poder político assim o entenda, passe a ser proprietário dum bem que a natureza nos proporciona. Seria o mesmo que logo a seguir à privatização dos recursos hídricos que é um bem de todos, se chegasse ao cúmulo de também privatizar o Sol isto é o mesmo poder político resolver a dada altura entregar a um qualquer grupo económico, sim que este país é afinar pertença de grupos, mas dizia começar-nos a cobrar uma taxa por beneficiarmos do Sol que tal como a água é um bem que a natureza proporciona a quem dela beneficia. O programa deste governo segundo foi anunciado prevê a privatização dos resíduos. Ora que se saiba os resíduos da água têm duas causas. Ou os esgotos domésticos mal planeados e isso como sabemos é da estrita responsabilidade das autarquias, que geram esses resíduos, ainda que passando os mesmos pelas ditas ETARs ou seja estações de tratamento, ou ainda os resíduos provocados pelas descargas industriais, sendo que as mais constantes que ocorrem são provocados pelos industriais de aviários e pocilgas. Pessoalmente vou estar atento a esta intenção deste executivo em privatizar os recursos hídricos, porque da minha parte pura e simplesmente não vou consentir isso nem que a vaca tussa.

O assunto do dia porque a expectativa governativa não é sequer revelada pelos conhecidos e amigos em conversas é pois o grave acidente de Angélico

Eu pessoalmente sobre o empréstimo desta máquina de matar fui esclarecedor relativamente a dúvidas que foram suscitadas por quem me fazia companhia neste diálogo e  não deverei estar muito longe da verdade. Muito provavelmente o dito amigo do Angélico, que quanto a mim não o foi, emprestou-lhe este automóvel potente da BMW importado usado mas ainda com um elevado valor, porque estaria na expectativa de lho poder vender face ao entusiasmo motivado pela viagem a realizar. Possui um automóvel desta marca e devo afirmar que o dispositivo de controlo de estabilidade que afirma o fabricante possuir e uma fraude. Apanhei dois grandes sustos em velocidades muito baixas e a curvar em piso molhado, razão porque cheguei a conclusão de que afinal o afirmado dispositivo de estabilidade e segurança não servia para nada. Mas como conduzo há muitos anos tendo percorrido vários milhões de quilómetros em estradas e auto-estradas e inclusivamente assistido a um desastre com um automóvel dum familiar que seguia a minha frente e uma velocidade acima dos 140 era um Ford Escort rebentou-lhe um pneu traseiro cujo rasto enrolou na jante provocando um peão fazendo embater o carro no separador central da auto/estrada. Na altura ninguém se feriu mas o susto foi enorme. Fui buscar este exemplo para referir a minha estranheza pelo facto de quem afirmou como a causa do repetido capotamento, ter sido o rebentamento dum pneu, ora se assim fosse não haveria razões para a roda se ter soltado como aliás se verificou pelas imagens transmitidas pelas televisões.

A senhora Merkel ou quem a suceder como tudo indica pode vir a acontecer

Devem ter em linha de conta que os governantes são os preferências consumidores dos produtos alemães. Atente-se no parque automóvel dos ministérios e é só ver Audis topo de gama, Mercedes Benz, BMWs e não só até Volkswagen Phaeton um desfile de vaidades daqueles que jamais teriam a coragem de possuir um automóvel de tão elevado custo. Exibem-no por mera vaidade. Tenho notado que, por exemplo em França os governantes dão prioridade ao uso de automóveis topo de gama mas de fabrico Francês o que em termos de preços estão bem longe daqueles valores que são praticados em Portugal pelos concessionários das marcas que referi. E não me venham dizer que esta opção não visa não só beneficiar os alemães que julgam que nos estão a financiar porque é mentira o povo português a maioria daqueles que são quadro de empresas fazem-se também passear em automóveis topo de gama da marca alemã. Isto para não falar nos electrodomésticos. Quando se entra numa habitação de gente vaidosa as suas cozinhas estão equipadas com as marcas Miele, Bosh, Siemens, etc, não porque sejam  equipamentos com um elevado padrão de qualidade, que outras marcas há muito também proporcionam, porque é chique no seu dos amigos afirmar que se possuí uma cozinha e uma lavandaria equipada pela Míele. Mas neste caso porque a vaidade é suportada pelos proprietários das habitações, nada temos a ver com isso, mas andarem de cu tremido há custa dos contribuintes aí santa paciência é hora de acabarem com isso. E o mais grave é que as frotas de automóveis afectas aos ministérios são preferêncialmente da marca alemã, cujos valores são substancialmente mais elevados que o mesmo tipo de automóvel doutras marcas. Não fazem pois os alemães nenhum favor a Portugal se nos estiverem a emprestar dinheiro porque afinal é com ele que os governos compram os seus produtos pagos a peso de ouro face aos juros praticados.

Não é surpresa para os que me visitam a minha opinião acerca dos incêndios florestais e os negócios que lhes estão associados

Já se tornou lugar comum durante a época do Verão, tal como a programação da abertura da época da caça, neste País, mal se começam a registar as primeiras temperaturas altas, para de imediato se iniciarem os incêndios florestais. É sabido que alguns resultam da negligencia de alguns agricultores, mas a sua maioria está relacionada com acção criminal, parte dela estimulada pelos vários negócios com o seu combate, sendo que um deles, o principal aliás se prende com as diversas empresas de combate aéreo que a ele se dedicam, pese embora depois existam outras partes interessadas nomeadamente as diversas empresas que comercializam os equipamentos e existem vários por todo o país, algumas delas até ligadas a comandantes de corporações de bombeiros. Nada disto é novidade para ninguém mas também pouco ou nada se faz para se acabar com este flagelo que tem vindo a destruir um país como o nosso que possuía antes da existência destes interesses instalados manchas florestais bastante concentradas em várias zonas do território e que em tempos idos era uma fonte de riqueza na extracção da resina. Por diversas vezes, mais propriamente todos os anos abordo este tema que penso só se esgotará quando efectivamente os responsáveis pela governação tiveram a coragem de acabar com este negócio. Sugeri que uma das medidas seria dotarem os serviços de agricultura e florestas de meios próprios incluindo aéreos para combater os incêndios florestais quer os resultantes de negligência quer os de origem criminosa. Rescindirem os contratos com as empresas de combate aéreo aos incêndios a partir do momento em que sejam criadas as condições estatais para o seu combate. Com a adopção de medidas drásticas nomeadamente a aplicação de penas agravadas de prisão para os pirómanos detidos, o registo de incêndios florestais diminuiria significativamente porque  uma vez eliminados os interesses ligados ao negócio do combate aos incêndios, a desmotivação obviamente ocorreria.

Quem escolherão os militantes do PS para seu secretário-geral

Alguns indicadores que vão surgindo na imprensa, dão a vantagem ao candidato António José Seguro, face ao seu opositor Francisco Assis. Mas isso está longe de representar a realidade da vitória pois esta só se decide no dia da votação. Embora esta escolha seja da exclusiva responsabilidade da sua militância, esta deveria ter em linha de conta que não são, nunca foram nem serão em número suficiente para garantirem as vitórias eleitorais do seu partido, são sim e em maior número os simpatizantes que garantem essas vitórias. Daí achar que, embora repito, a decisão é da sua exclusiva responsabilidade, julgo que deveriam ter em linha de conta as várias manifestações fora do âmbito partido, daqueles que expressam a sua preferência pelo candidato António José Seguro, que foi quem várias vezes contestou decisões do líder demissionário José Sócrates, votando isoladamente contra algumas medidas, revelando-se um não seguidor da linha de actuação de Sócrates algo que nunca aconteceu com Francisco Assis, daí muita gente, tal como eu, o interpretar como uma escolha se ela vier a ocorrer de mais do mesmo. Estou convicto de que se a preferência dos militantes do PS for a escolha de Francisco Assis para seu secretário-geral e se a governação desta coligação correr mal, nas futuras eleições legislativas o PS terá dificuldade de as vencer com este candidato.

A primeira derrota de Pedro Passos Coelho, era previsível, mas poderia ter sido poupada se Fernando Nobre não fosse sedente de poder

Nada de estranho no primeiro dia de abertura no parlamento da nova legislatura. O candidato em que Pedro Passos Coelho apostou para presidente da assembleia foi chumbado, tal como se previa.  Obviamente que esta derrota do líder do PSD é a primeira e está longe muito longe de ser a última. Como tudo indicava que isto acontecesse Fernando Nobre senão fosse sedente de poder poderia ter evitado esta derrota a Passos Coelho. Espero que Fernando Nobre se capacite duma vez por todas que, toda e qualquer tentativa em que volte a insistir para se lançar área política estará condenada ao fracasso pelo que os seus amigos devem aconselha-lo dedicar-se exclusivamente ao seu papel na organização que fundou e na qual é  presidente. Quanto a Passos Coelho que se prepare para as próximas contrariedades que se irão registar na coligação que vai liderar.

No ensino tal como existem maus alunos também existem maus professores

Os primeiros são avaliados pelos professores por vários métodos instituídos alguns dos quais são contestados pelos profissionais, acusando o sistema de facilitismo. Até admito que exista esse facilitismo que visa motivar os alunos medíocres a continuar os estudos e evitar o abandono escolar ou o seu insucesso é contestável porque se está a contribuir para a formação académica de alguém que é uma total negação e mais tarde possa vir a exigir resposta no mercado de emprego para a sua má formação porque é disso que se trata. Mas da mesma forma que existem em grande número maus alunos, também existem professores alguns dos quais optaram por seguir a carreira de docente porque não encontraram resposta no mercado de trabalho para a sua licenciatura. Não sei se são em grande número ou pequeno número mas que efectivamente existem maus professores, não tenho a menor dúvida e a comprova-lo estão aqueles alunos que em presença de algumas dificuldades de aprendizagem face a outros colegas com mais inteligência ou melhor percepção das disciplinas que não tendo necessidade de recorrer ao seu professor para tirar dúvidas, conseguem tirar boas notas em comparação com aqueles que não consegue encontrar ajudas nas suas dúvidas postas ao professor. E conheço alguns que disso se queixam, isto é não encontram resposta no professor de determinada disciplina para dissipar as suas dúvidas ou terem melhor compreensão de determinada matéria. Como para o exercício duma profissão se torna necessária não só a habilitação, como aptidão e qualificação para o seu exercício e para este caso concreto imprescindível possuir vocação, algo que falta a muitos. O novo ministro da Educação indigitado para o governo de coligação que vai tomar posse na próxima semana, foi também ele um crítico do sistema de avaliação introduzido pelo governo do PS, pelo que o mesmo vai ser pura e simplesmente revogado numa próxima medida legislativa. Obviamente que essa atitude irá satisfazer quer os docentes que duma maneira geral sempre o contestaram quer os sindicatos que os representam. A medida de revogação do diploma que instituiu a avaliação dos professores, vai obviamente permitir que estes voltem a progredir na carreira independentemente de o justificarem isto é ser comprovada a sua qualificação profissional. E essa progressão vai colidir com as medidas de restrição orçamental ou seja não vai haver dinheiro para lhes pagar à medida que forem mudando de fase ou escalão. E será a partir do acumular da dívida aos docentes que a contestação, manifestações e greves voltam a registar-se como o títular da pasta a desculpar-se de que não terá sido ele o entrave mas sim as restrições orçamentais.

A avaliar pelos comentadores políticos de bancada este elenco governativo pode não representar a 1ª. escolha

Eu talvez assim penso e até me atrevo ir mais longe. Em relação a certas pastas nomeadamente há das Finanças admito mesmo que possa ter sido a 3ª. escolha. E é perfeitamente compreensível, reparem isto não tem qualquer sentido crítico, que as pessoas convidadas para a 1ª. escolha tenham pura e simplesmente declinado o convite. O momento de crise é demasiado complexo e crítico para alguém tecnicamente capaz de assumir uma determinada pasta, ter a noção do risco de se queimar após a aceitação do exercício do cargo, face aos compromissos assumidos no acordo da “troika” e ainda a indefinição em termos do mercado interno e externo e doutras várias condicionantes. Concordo que as pessoas que aceitaram fazer parte deste governo denotaram um acto de coragem na medida em que a sua qualificação técnica e profissional pode ser posta em risco face ao insucesso que possa resultar do exercício da governação. Esperemos para ver mas é minha convicção que este elenco governativo não tem uma tarefa nada fácil para executar.

Conhecido o novo elenco governamental resultante da coligação PSD/CDS, contrariamente aos que se negam fazer comentários eu atrevo-me

Do conjunto dos nomes que abraçarão as pastas ministeriais, 11 (onze), uma das quais com um super-ministro algo que este ignorante político previu, dizia, o nome que mais me inspirou confiança foi o de Assunção Cristas. Sem dúvida que na minha modesta opinião foi a melhor escolha do elenco. Isto porque sendo ela de apelido Cristas, tanto se encaixe na Agricultura tendo em vista os aviários, como nas Pescas tendo em atenção as cristas da ondas. O Ministro da Administração Interna também penso que também foi criteriosamente escolhido, tem a voz grossa e sem dúvida que há muito que era necessário impor alguma ordem nas corporações porque o anterior titular não tinha uma dicção que inspirasse respeito daí ter o ministério que dirigiu sido muito mal conduzido. A Ministra da Justiça a Paula Teixeira da Cruz que, pelas suas várias intervenções em debates televisivos sempre me pareceu alguém, face ao seu sentido crítico governativo, que seria capaz de fazer muito mais e melhor que os titulares então criticados. Estamos cá para ver mas vou ser muito sincero, nem sequer acredito que ela se consiga manter no exercício do cargo mais do que um ano dado o registo de acontecimentos que a comprometerão e não deixarão a mínima alternativa ao seu líder do que de imediato a substituir. Paulo Macedo, aquele nosso conhecido que, na óptica do PSD conseguiu por a DGCI a funcionar numa perfeição inquestionável em que nunca mais, durante o exercício do cargo se registaram fraudes fiscais, vai prover a pasta da Saúde pelo que o sector farmacêutico que se cuide pois aquelas fraudes de milhares de euros que têm vindo a acontecer jamais com ele se registarão. O Ministro da Educação que também é nosso conhecido das diversas intervenções tidas nos vários canais de televisão, vai ter um excelente desempenho e evitar qualquer tipo de manifestação, greve, ou contestação da parte da classe dos docentes, porque suspende de imediato o modelo de avaliação criado pelo PS e vai manter a situação anterior aquela que se verificava antes do dito ser implementado. Ou seja os docentes vão continuar a progredir na carreira como sempre o desejaram independentemente do seu merecimento mas como não há dinheiro para lhes pagar as suas progressões o Crato vai-se desculpar que não tem culpa nenhuma disso porque não é ele que gere o Orçamento do Estado. O Ministério dos Negócios Estrangeiros foi excelentemente entregue a Paulo Portas porque sendo ele um indivíduo habituado a lidar com feirantes, não terá qualquer dificuldade em brilhar na pasta que lhe foi distribuída porque vai saber e bem lídar com os outros ciganos dos diversos países. E porque não me apetece continuar a emitir opinião quanto a este elenco governativo fico-me por aqui.

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