deusadolar
sexta-feira, 16 de Julho de 2010
quinta-feira, 15 de Julho de 2010
Every rose has its thorn

We both lie silently still
in the dead of the night
Although we both lie close together
We feel miles apart inside
Was it something I said or something I did
Did my words not come out right
Though I tried not to hurt you
Though I tried
But I guess that's why they say
Chorus:
Every rose has its thorn
Just like every night has its dawn
Just like every cowboy sings his sad, sad song
Every rose has its thorn
Yeah it does
I listen to our favorite song
playing on the radio
Hear the DJ say loves a game of easy come and
easy go
But I wonder does he know
Has he ever felt like this
And I know that you'd be here right now
If I could have let you know somehow
I guess
Chorus
Though it's been a while now
I can still feel so much pain
Like a knife that cuts you the wound heals
but the scar, that scar remains
Solo
I know I could have saved a love that night
If I'd known what to say
Instead of makin' love
We both made our separate ways
But now I hear you found somebody new
and that I never meant that much to you
To hear that tears me up inside
And to see you cuts me like a knife
I guess
Chorus
.
quinta-feira, 8 de Julho de 2010
Pequeno Sonhador
Não faças isso!
Não lutes!
Não vás!
Não fiques.!
Sabes que eu sou apenas um pequeno sonhador.
Muito pequeno.
E eu não resisto a tanta grandeza.
Tudo o que eu tenho tive que roubar.
Não me venhas com ofertas, se faz favor!


Não lutes!
Não vás!
Não fiques.!
Sabes que eu sou apenas um pequeno sonhador.
Muito pequeno.
E eu não resisto a tanta grandeza.
Tudo o que eu tenho tive que roubar.
Não me venhas com ofertas, se faz favor!


terça-feira, 15 de Junho de 2010
quarta-feira, 9 de Junho de 2010
Vénus de Bilros
segunda-feira, 31 de Maio de 2010
Falar é barato
Falar é barato.
Fazer é caro.
Sai do corpo ou do bolso.
Era uma vez a professora que não podia ensinar.
O aluno que não queria aprender.
O artista que só pensava em dinheiro.
O homem de negócios que sonhava com o fim do capitalismo.
Era outra vez um tipo querido que todos ignoravam.
Era ainda outra vez a mulher linda que ninguém aturava.
É que falar é fácil.
Clique


Fazer é caro.
Sai do corpo ou do bolso.
Era uma vez a professora que não podia ensinar.
O aluno que não queria aprender.
O artista que só pensava em dinheiro.
O homem de negócios que sonhava com o fim do capitalismo.
Era outra vez um tipo querido que todos ignoravam.
Era ainda outra vez a mulher linda que ninguém aturava.
É que falar é fácil.
Clique


sexta-feira, 28 de Maio de 2010
quinta-feira, 27 de Maio de 2010
terça-feira, 25 de Maio de 2010
Eis que a viu
Eis que a viu.
E ela a ele.
"Lembraste de mim?"
"Assim de repente não estou a ver..."
"Mas fomos casados durante 1 ano!"
"Ah! Sim, claro"
Mas esse "Ah! Sim, claro", deixava muito a desejar.
Ela não se lembrava dele.
A vida para ele era um fardo.
Ela deixou-o e apagou-o.
Antes de se afastarem sem se despedirem,
ele olhou para ela lentamente.
Era a única mulher no mundo que o fazia sentir-se inferior.

.
E ela a ele.
"Lembraste de mim?"
"Assim de repente não estou a ver..."
"Mas fomos casados durante 1 ano!"
"Ah! Sim, claro"
Mas esse "Ah! Sim, claro", deixava muito a desejar.
Ela não se lembrava dele.
A vida para ele era um fardo.
Ela deixou-o e apagou-o.
Antes de se afastarem sem se despedirem,
ele olhou para ela lentamente.
Era a única mulher no mundo que o fazia sentir-se inferior.

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segunda-feira, 24 de Maio de 2010
domingo, 23 de Maio de 2010
sexta-feira, 21 de Maio de 2010
These boots...
quinta-feira, 20 de Maio de 2010
Inferno
segunda-feira, 17 de Maio de 2010
domingo, 16 de Maio de 2010

As pessoas não são reais. Tipo, sei lá, não são de carne e osso.
Absolutamente havia a dúvida se não eram reais ou se estavam apenas mortas.
Bem... mesmo que não fossem reais estariam mortas.
E isso era, não sei, estranho.
Ele era apenas um rapaz do campo e esta percepção do mundo era muito avançada para ele.
Vinha um tipo do aldeia para arranjar uma miúda mais ou menos evoluída que o guiasse pela mão ao mundo novo e tinha agora o seu cérebro a pregar-lhe partidas.
Nem miúda, nem mundo novo. Nada.
Só gente morta a arder numa estúpida fogueira de vaidades, isto partindo do princípio que ele sabia o que era a vaidade.
Enfim!
.
quinta-feira, 13 de Maio de 2010
segunda-feira, 10 de Maio de 2010
O jantar
sábado, 8 de Maio de 2010
domingo, 25 de Abril de 2010
Repulsa
Eu: "Estás a tratar do meu caso, certo?"
Ela: "Claro, mas preciso que me expliques algumas coisas."
Eu: "Não me peças para te explicar o que nunca teve explicação."
Ela: "Talvez porque continue na dúvida."
Eu: "Isso não sei."
Ela: "Podias tentar viver um bocadinho fora de ti"
Eu: "Eu tenho níveis baixos de serotonina no sistema nervoso central."
Ela: "Não sejas parvo!"
Eu: "A culpa não é minha, que posso eu fazer?"
Ela: "O que tem a serotonina a ver com alguma coisa?"
Eu: "Não sabes que eu te dou tudo o que posso?"
Ela: "És um triste!"
Eu: "Pois sou. Eu até gostava de ser um traste, mas sou só um triste!"
Ela: "Bom, eu vou ver o que posso fazer."
Eu: "Tu és a rainha, eu sou apenas um peão."
Ela: "Sim sim!!"
Eu: "Espera... fica"
Ela: "Para quê?"
Eu: "Para que o tempo se arraste um pouco mais"
Ela: "Monotonia..."
Eu: "Não... Repulsa."
Eu: "Bonança, hoje?"
Ela: "Imaginarás que é uma possibilidade remota."
Eu: "Esta noite sonhei contigo. Estavas sentada no sofá com as pernas cruzadas,
com fotografias minhas na mão, que ias rasgando uma a uma. Depois levantaste-te,
calçaste os sapatos vermelhos... olhaste para trás onde eu estava já quase
na totalidade transformado em cinza e saíste para o vazio."
Ela: "A cores?"
Eu: "Hum?"
Ela: "Se o sonho foi a cores?"
Eu: "Claro que não!"
Ela: "Claro, mas preciso que me expliques algumas coisas."
Eu: "Não me peças para te explicar o que nunca teve explicação."
Ela: "Talvez porque continue na dúvida."
Eu: "Isso não sei."
Ela: "Podias tentar viver um bocadinho fora de ti"
Eu: "Eu tenho níveis baixos de serotonina no sistema nervoso central."
Ela: "Não sejas parvo!"
Eu: "A culpa não é minha, que posso eu fazer?"
Ela: "O que tem a serotonina a ver com alguma coisa?"
Eu: "Não sabes que eu te dou tudo o que posso?"
Ela: "És um triste!"
Eu: "Pois sou. Eu até gostava de ser um traste, mas sou só um triste!"
Ela: "Bom, eu vou ver o que posso fazer."
Eu: "Tu és a rainha, eu sou apenas um peão."
Ela: "Sim sim!!"
Eu: "Espera... fica"
Ela: "Para quê?"
Eu: "Para que o tempo se arraste um pouco mais"
Ela: "Monotonia..."
Eu: "Não... Repulsa."
Eu: "Bonança, hoje?"
Ela: "Imaginarás que é uma possibilidade remota."
Eu: "Esta noite sonhei contigo. Estavas sentada no sofá com as pernas cruzadas,
com fotografias minhas na mão, que ias rasgando uma a uma. Depois levantaste-te,
calçaste os sapatos vermelhos... olhaste para trás onde eu estava já quase
na totalidade transformado em cinza e saíste para o vazio."
Ela: "A cores?"
Eu: "Hum?"
Ela: "Se o sonho foi a cores?"
Eu: "Claro que não!"
sábado, 24 de Abril de 2010
quarta-feira, 14 de Abril de 2010
terça-feira, 13 de Abril de 2010
Ameaça
Era uma vez uma ameaça encapuçada.
Ele era o lobo, mas tinha medo.
Ela era uma riding hood perigosa.
Tomava o analgésico de cada vez que a ouvia cantando pela floresta.
Sabia que deitado naquela cama seria devorado sem contemplações.
Little red qualquer coisa tinha os dentes afiados!
.
Ele era o lobo, mas tinha medo.
Ela era uma riding hood perigosa.
Tomava o analgésico de cada vez que a ouvia cantando pela floresta.
Sabia que deitado naquela cama seria devorado sem contemplações.
Little red qualquer coisa tinha os dentes afiados!
.
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