Bem, tenho andado bastante desligado da 'blogada'.
Agora com o aquecimento das campanhas legislativas e autárquicas menos tempo ainda vai haver, mas vou postar uma série de crónicas de um amigo e camarada que esteve uns tempos na Palestina.
Sobre os debates políticos para as legislativas, poderão ver algumas opiniões nos Canards onde também escrevo.
Sábado, 5 de Setembro de 2009
Quinta-feira, 25 de Junho de 2009
Camarada Messias
Depois de ler a moção da JS aprovada há dias, principalmente esta parte...
A postura intervencionista do Estado na Economia, sem medo de
fantasmas e de estigmas associados a uma esquerda inconsequente Marxistaleninista
deve ser adoptada para uma regulação eficaz que defenda, de facto, os
cidadãos e que volte a dar mais importância às pessoas, ao invés de dar primazia
aos mercados.
... Sou obrigado a dizer... "Um abraço, camarada Messias."
A postura intervencionista do Estado na Economia, sem medo de
fantasmas e de estigmas associados a uma esquerda inconsequente Marxistaleninista
deve ser adoptada para uma regulação eficaz que defenda, de facto, os
cidadãos e que volte a dar mais importância às pessoas, ao invés de dar primazia
aos mercados.
... Sou obrigado a dizer... "Um abraço, camarada Messias."
Sexta-feira, 12 de Junho de 2009
Aconteceria se fosse real?
Após este momento eleitoral, além de todos os foguetes que foram para cima e para baixo e, após a recolha dos mesmos, há um momento de reflexão que é necessário fazer.
Para ajudar no processo, segue um vídeo dos colegas do Gato Fedorento. Não sabia da sua existência até esta segunda-feira, por isso peço desculpa se já viram.
Fica a pergunta: Aconteceria se fosse real?
Para ajudar no processo, segue um vídeo dos colegas do Gato Fedorento. Não sabia da sua existência até esta segunda-feira, por isso peço desculpa se já viram.
Fica a pergunta: Aconteceria se fosse real?
Terça-feira, 12 de Maio de 2009
Nada de novo...
"Economia de mercado é a melhor via para somar 'a liberdade ao progresso económico', diz Cavaco" (Público)
O Cavaco a defender o capitalismo não é nada, mas mesmo nada, que admire.
Traduzamos: "Continuemos com o mesmo modelo, mas vá lá, não sejam tanto marotos. Tenham um pouco de contenção."
Enfim, 'viró' disco e toca o mesmo!
O Cavaco a defender o capitalismo não é nada, mas mesmo nada, que admire.
Traduzamos: "Continuemos com o mesmo modelo, mas vá lá, não sejam tanto marotos. Tenham um pouco de contenção."
Enfim, 'viró' disco e toca o mesmo!
Segunda-feira, 27 de Abril de 2009
Prendamos mais 2 para baixar a criminalidade.
@ Les Canards Libertaires
PSP impõe número de detenções mínimo por esquadra (Público)
A parte estúpida e completamente ridícula, sem dúvida : "Direcção diz que objectivo é baixar criminalidade"
Alguém com dois dedos de testa na porra da testa sabe-me explicar como é que tendo um número mínimo de detenções se está a ser activo na diminuição da criminalidade?
Ora, vamos fazer um exercício hilariante. Os gangs e todos os criminosos cá do Porto decidiam fazer 100 crimes este ano. O mínimo da polícia era 200. Que aconteceria?
Andamos saudosistas? Estamos com saudades da repressão? A pistola, as algemas, e o bastão já não têm a utilidade que tinham nos "tempos áureos"?
Esta será certamente a maior estupidez escrita esta semana, e por favor, nenhum porta-voz como o Sr. Comissário Paulo Flor, porta-voz da PSP, volte a dizer "No limite, o objectivo estratégico da PSP é diminuir a criminalidade na sua área de jurisdição, logo é expectável que os responsáveis policiais encontrem mecanismos localmente para prevenir o aumento da criminalidade"...
Sua Excelência! Abra o olho! Repressão não é um bom princípio, e número mínimo para detenções pode muito facilmente levar a tal. Ou as coisas não são tão a preto e branco? Duvido sinceramente...
Enfim, de mal a pior.
PSP impõe número de detenções mínimo por esquadra (Público)
A parte estúpida e completamente ridícula, sem dúvida : "Direcção diz que objectivo é baixar criminalidade"
Alguém com dois dedos de testa na porra da testa sabe-me explicar como é que tendo um número mínimo de detenções se está a ser activo na diminuição da criminalidade?
Ora, vamos fazer um exercício hilariante. Os gangs e todos os criminosos cá do Porto decidiam fazer 100 crimes este ano. O mínimo da polícia era 200. Que aconteceria?
Andamos saudosistas? Estamos com saudades da repressão? A pistola, as algemas, e o bastão já não têm a utilidade que tinham nos "tempos áureos"?
Esta será certamente a maior estupidez escrita esta semana, e por favor, nenhum porta-voz como o Sr. Comissário Paulo Flor, porta-voz da PSP, volte a dizer "No limite, o objectivo estratégico da PSP é diminuir a criminalidade na sua área de jurisdição, logo é expectável que os responsáveis policiais encontrem mecanismos localmente para prevenir o aumento da criminalidade"...
Sua Excelência! Abra o olho! Repressão não é um bom princípio, e número mínimo para detenções pode muito facilmente levar a tal. Ou as coisas não são tão a preto e branco? Duvido sinceramente...
Enfim, de mal a pior.
Segunda-feira, 20 de Abril de 2009
Pode-se chamar descuido...
Eu ouvi, sei lá se realmente é verdade, que por ter passado os prazos estabelecidos para poder aproveitar os fundos disponíveis para a obra de saneamento básico, a Câmara da Horta irá seguir com a obra através de uma parceria público-privada, e que durante 30 anos irá pagar 2 milhões / ano à empresa que vai explorar.
Descuido?
Eu chamaria algo mais.
Descuido?
Eu chamaria algo mais.
Terça-feira, 7 de Abril de 2009
Demagogia é perigosa...
"Críticas desvalorizadas pelo líder da bancada da maioria socialista,que lamentou o discurso habitual de alguns partidos que 'dizem mal de tudo'.
'Será que não existe um único investimento que mereça uma palavra dereconhecimento? Um elogio?', perguntou Helder Silva, para concluir que o Governo não pode apoiar uma proposta de um partido da oposição, quando sabe que 'amanhã esse partido vai dizer mal dessa concretização"' ( in RTP )
O Sr. Deputado Helder Silva cada vez melhor na demagogia.
O Governo não pode apoiar uma proposta de um partido da oposição porque sabe (?) que amanhã esse partido vai dizer mal dessa concretização?
Perdoem-me todos os cépticos à minha teoria... Mas não é preciso experimentar para poder dizer?
De onde parte este pressuposto? Da cabeça do Sr. Deputado?
A Maya já não dá cursos de astrologia. Demagogia é uma moleta fixe.
'Será que não existe um único investimento que mereça uma palavra dereconhecimento? Um elogio?', perguntou Helder Silva, para concluir que o Governo não pode apoiar uma proposta de um partido da oposição, quando sabe que 'amanhã esse partido vai dizer mal dessa concretização"' ( in RTP )
O Sr. Deputado Helder Silva cada vez melhor na demagogia.
O Governo não pode apoiar uma proposta de um partido da oposição porque sabe (?) que amanhã esse partido vai dizer mal dessa concretização?
Perdoem-me todos os cépticos à minha teoria... Mas não é preciso experimentar para poder dizer?
De onde parte este pressuposto? Da cabeça do Sr. Deputado?
A Maya já não dá cursos de astrologia. Demagogia é uma moleta fixe.
Quarta-feira, 1 de Abril de 2009
FBAUP ocupada
Neste momento a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto está ocupada por estudantes.
Podem seguir a evolução aqui
Podem seguir a evolução aqui
Segunda-feira, 23 de Março de 2009
Tanto ou quanto atrasado, mas fica para recordar
@ VI Convenção do BE (vídeo do 31 da Armada)
Enquanto o Pedro Marques Lopes está a fazer uma "bela" figura de si próprio com o Francisco Louçã ao mostrar a sua ignorância enquanto liberal que é, estou a falar lá atrás.
Segunda-feira, 16 de Março de 2009
A mão invisível, por Frei Betto
Aconselho vivamente a lerem o texto de Frei Betto, "A mão invisível" publicado no Adital
"Desde criança tenho, como todo mundo, meus medos. Já foram maiores: medo de ver meu pai bravo, de ser obrigado a comer jiló, de tirar zero na prova de matemática. Medo, sob a ditadura, de me ver abordado por uma viatura policial. Medo, sob a chuva capixaba, de que meu barraco na favela, erguido à beira de um precipício, fosse levado pelas águas.
Hoje, colecciono outros medos. Um deles, medo da mão invisível do Mercado."
Podem encontrar o texto aqui
"Desde criança tenho, como todo mundo, meus medos. Já foram maiores: medo de ver meu pai bravo, de ser obrigado a comer jiló, de tirar zero na prova de matemática. Medo, sob a ditadura, de me ver abordado por uma viatura policial. Medo, sob a chuva capixaba, de que meu barraco na favela, erguido à beira de um precipício, fosse levado pelas águas.
Hoje, colecciono outros medos. Um deles, medo da mão invisível do Mercado."
Podem encontrar o texto aqui
Segunda-feira, 9 de Março de 2009
Curioso no mínimo...
Armando António Martins Vara
Dados pessoais:
• Data de nascimento: 27 de Março de 1954
• Naturalidade: Vinhais - Bragança
• Nacionalidade: Portuguesa
• Cargo: Vice-Presidente do Conselho de Administração Executivo
• Início de Funções: 16 de Janeiro de 2008
• Mandato em Curso: 2008/2010
Formação e experiência Académica:
• 2005 - Licenciatura em Relações Internacionais (UNI)
• 2004 - Pós-Graduação em Gestão Empresarial (ISCTE)
Pós-Graduação em 2004, Licenciatura em 2005? Hmm... Ia jurar que costumava ser ao contrário.
Retirado daqui
Dados pessoais:
• Data de nascimento: 27 de Março de 1954
• Naturalidade: Vinhais - Bragança
• Nacionalidade: Portuguesa
• Cargo: Vice-Presidente do Conselho de Administração Executivo
• Início de Funções: 16 de Janeiro de 2008
• Mandato em Curso: 2008/2010
Formação e experiência Académica:
• 2005 - Licenciatura em Relações Internacionais (UNI)
• 2004 - Pós-Graduação em Gestão Empresarial (ISCTE)
Pós-Graduação em 2004, Licenciatura em 2005? Hmm... Ia jurar que costumava ser ao contrário.
Retirado daqui
Terça-feira, 3 de Março de 2009
Ou é uma, ou é outra.
Muito eloquente, este meu conterrâneo dos Açores.
O verdadeiro exemplo de militância e de total apoio.
"Porque acredito no meu partido."
"Porque vim dos Açores."
"Vim dos Açores, porque acredito no meu partido."
"Mai nada"! Palavras para quê?
Não é preciso qualquer outra justificação, fundamento ou confiança. É assim mesmo!
O verdadeiro exemplo de militância e de total apoio.
"Porque acredito no meu partido."
"Porque vim dos Açores."
"Vim dos Açores, porque acredito no meu partido."
"Mai nada"! Palavras para quê?
Não é preciso qualquer outra justificação, fundamento ou confiança. É assim mesmo!
Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009
Domingo, 22 de Fevereiro de 2009
Se não serve.. Fora.
Bispos portugueses vão propôr o fim do casamento após a menopausa... ("roubado" aos Ladrões)
"... se forem coerentes. É que se levarmos a sério a Conferência Episcopal Portuguesa quando afirma que o matrimónio deve ser reservado a pessoas de sexos diferentes porque é aí que assenta a "geração de novas vidas", então está na altura de impedir o casamento a pessoas que não podem, ou não querem, ter filhos."
Cumprimentos.
"... se forem coerentes. É que se levarmos a sério a Conferência Episcopal Portuguesa quando afirma que o matrimónio deve ser reservado a pessoas de sexos diferentes porque é aí que assenta a "geração de novas vidas", então está na altura de impedir o casamento a pessoas que não podem, ou não querem, ter filhos."
Cumprimentos.
Domingo, 15 de Fevereiro de 2009
Não vires a moeda. Tem outro lado.
“Eutanásia é um assunto de alta intensidade mas baixa frequência” (Açoriano Oriental)
Da entrevista ao padre Paulo Borges que é o coordenador da pastoral da Saúde em São Miguel gostei especialmente disto:
Hoje em dia, os cuidados paliativos permitem prolongar muito a vida, por vezes com grande perda de qualidade. Dentro da própria Igreja Católica, há quem critique esse prolongamento - a distanásia - quando associado a muito sofrimento. Qual a sua opinião pessoal?
Cada caso é um caso. Quando uma pessoa é confrontada com uma situação terminal, cada minuto é único e precioso. Ela tem o direito de ser ajudada a viver com dignidade, humana e confortavelmente até ao último momento. Neste campo a medicina paliativa tem muito a contribuir para que assim aconteça.
Ou seja, não interessa o quanto sofre a pessoa. Deve ser ajudada a "viver com dignidade, humana e confortavelmente até ao último momento."
Fala sobre direito, liberdade, bem, etc.
Mas e o direito de uma pessoa decidir sobre a sua própria vida? Não acha que a deva ter também?
Eu cá acho. Desculpe a Igreja.
Deixo-vos com o fim da entrevista.
Como define a morte? Há boas e más formas de morrer?
A morte é a única certeza na vida. Absolutamente.
À segunda parte da pergunta, não houve resposta.
Cumprimentos.
Da entrevista ao padre Paulo Borges que é o coordenador da pastoral da Saúde em São Miguel gostei especialmente disto:
Hoje em dia, os cuidados paliativos permitem prolongar muito a vida, por vezes com grande perda de qualidade. Dentro da própria Igreja Católica, há quem critique esse prolongamento - a distanásia - quando associado a muito sofrimento. Qual a sua opinião pessoal?
Cada caso é um caso. Quando uma pessoa é confrontada com uma situação terminal, cada minuto é único e precioso. Ela tem o direito de ser ajudada a viver com dignidade, humana e confortavelmente até ao último momento. Neste campo a medicina paliativa tem muito a contribuir para que assim aconteça.
Ou seja, não interessa o quanto sofre a pessoa. Deve ser ajudada a "viver com dignidade, humana e confortavelmente até ao último momento."
Fala sobre direito, liberdade, bem, etc.
Mas e o direito de uma pessoa decidir sobre a sua própria vida? Não acha que a deva ter também?
Eu cá acho. Desculpe a Igreja.
Deixo-vos com o fim da entrevista.
Como define a morte? Há boas e más formas de morrer?
A morte é a única certeza na vida. Absolutamente.
À segunda parte da pergunta, não houve resposta.
Cumprimentos.
Assinar:
Postagens (Atom)