Mostrar mensagens com a etiqueta passos coelho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta passos coelho. Mostrar todas as mensagens

Sexta-feira, 25 de Novembro de 2011

"Um passo atrás para dar dois à frente"

“Temos de dar um passo atrás para dar dois à frente”, disse Passos Coelho, durante a sessão de abertura do congresso da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC), em Lisboa.» [Público]

Passos Coelho, além de liderar o Governo mais à direita que este país já viu, também, se inspira em Lenine. Brilhante.

Quinta-feira, 3 de Novembro de 2011

Querido Líder protege o seu povo


Passos Coelho é veemente ao afirmar de que Portugal não pode ser confundido com o que está a acontecer na Grécia ( o seu referendo comunista e anti-católico), ou seja o nosso país não pode nem deve ser confundido com uma democracia. 

Referendos são para os pecadores, entenda-se homossexuais que desejem casar e mulheres que desejem abortar... tudo o resto está nas mãos do primeiro-ministro!

Sentimento de Revolta Pessoal

O sofrimento do povo grego é uma lembrança desconfortável do que poderá vir a ser a realidade portuguesa a médio prazo, é a verdade por detrás das palavras vácuas dos líderes europeus e da sua marioneta em Portugal… Passos Coelho.

Para a maioria de nós, no mundo dito civilizado, as constantes tentativas goradas dos líderes e banqueiros mundiais para resolver a “crise da divida soberana” não passam de um ruido de fundo no dia-a-dia, como o de um frigorifico com o termostato avariado que teima em gastar energia na inútil tarefa de conservar comida. Desde muito que o povo deixou de ter a crença de que as coisas irão voltar à normalidade, de que a Grécia irá, de algum modo, pagar as suas dividas, de que Portugal irá, magicamente, lançar a sua economia e controlar o défice.

Olho para o povo grego, os homens e mulheres que têm vindo a suportar a crise com o seu suor, sangue e lágrimas. Imagino como será ser diariamente confrontado com notícias a identificar-me, em tons condescendentes, como preguiçoso, inepto ou corrupto. Acusado de ser a causa da crise internacional, de ser o flagelo da Europa. 

O sentimento de humilhação deve ser imenso, pior ainda quando confrontado com medidas de austeridade draconianas por parte do próprio governo, impostas por eurocratas estrangeiros, por países e bancos que ajudaram em primeira instância a criar a problema. No meio da pobreza e do sofrimento, o povo não teve uma única palavra a dizer sobre a austeridade que lhes está a ser imposta. a...

O Primeiro-ministro Papandreou parece cada vez mais exausto pela constante necessidade de acatar as exigências da União Europeia, do seu próprio partido, e com os meses de resistência nas ruas. As últimas indicações de Bruxelas, tudo menos benévolas, para a implementação de medidas de austeridade adicionais ainda mais severas, parecem ter sido a gota de água que entornará o “copo grego”.

Este entornar irá tomar a forma de um referendo nacional sobre, em termos simples, a austeridade. É uma jogada estratégica de alto risco por parte do Governo Grego… ou o referendo aponta claramente para a continuidade da Grécia na União, abrindo caminho para a queda do euro na Grécia a curto prazo e na União a médio prazo… ou será diluído em banalidades linguísticas de modo a ser o mais inócuo possível, o que provocará uma revolta social de proporções nunca antes vistas.

A jogada pode, e vai (como a lei de Murphy invariavelmente aponta) claramente sair pela culatra do Primeiro-Ministro Papandreou. A demanda por condições de negociação mais favoráveis junto da União Europeia e da oposição Grega, vai levar à queda do governo, ou pela demissão do executivo ou pela recuo na intenção de levar a cabo o referendo, a "governabilidade" de Papandreou encontra-se muito reduzida.

O resultado... eleições antecipadas, a retenção da “ajuda” monetária, a impossibilidade da Grécia recorrer aos mercados por ainda mais tempo, o caos social e económico… e por fim à redefinição do que significa ser Grego, e do que significa ser Europeu.

Por muitos riscos que se corra com o referendo, sou completamente a favor do mesmo. Ao permitir ao povo grego decidir o seu futuro, está-se a mudar as regras do “jogo” mundial da Banca, no qual nós, o povo, somos apenas peças descartáveis. Os líderes da União, Franceses e Alemães, e indiretamente Americanos e Chineses, perderam momentaneamente mão dos eventos que tão arduamente trabalham para verem tornados realidade.

Devemos olhar para este grito pela democracia como um aviso à nossa própria democracia, muito especialmente um aviso à oposição democrática ao regime de Passos Coelho. O maior partido da oposição, o PS, ao votar contra o orçamento draconiano imposto pela coligação PSD/CDS e pela União Europeia, estará a votar pela democracia e autonomia portuguesas. Ao compactuar, com um voto de mediocridade e silêncio, está a preparar o terreno para o país ser novamente humilhado e enxovalhado pela Troika… e a psique nacional, como a grega, não aguenta muito mais.

P.S Ontem para quem lê / hoje para quem escreve, o In Concreto andou de mãos dadas com os mestres psíquicos deste país, e é como tal que o leitor deve ler este artigo, como um exemplo de futurologia. 24 horas são uma eternidade no mundo da política grega e se hoje/amanhã Papandreou mudou de ideias (como é provável) e este artigo perder o contexto, só valida a minha opinião pessoal de que mais vale a pena escrever sobre matérias inúteis e inócuas, como o tempo por exemplo.

Sexta-feira, 14 de Outubro de 2011

"Sabemos hoje que o Governo fez de conta. Disse que ia cortar e não cortou."

Passos Coelho tomou posse no dia 21 de Junho, espero que no dia 22 de Dezembro o Presidente da República concretize a afirmação “Há limites para os sacrifícios que se podem exigir ao comum dos cidadãos.” — Cavaco Silva, em 9 de Março de 2011.

"Como é possível manter um governo em que um primeiro-ministro mente?"

Passos Coelho o Primeiro-Ministro ainda não respondeu ao Passos Coelho candidato a Primeiro-Ministro, o In Concreto compromete-se a publicar a resposta assim que tiver conhecimento desta.

"Já ouvi o primeiro-ministro dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e é um disparate."


O que Passos Coelho disse em campanha eleitoral foi um disparate ou ontem é que disse um disparate?

"O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento."


Não, não estou a divertir-me a fazer isto. Era bom que fosse tudo uma piada de mau gosto.

"A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento."


Dr. Passos hoje já tem fundamento? Quando tiver avise.

"Se formos Governo, posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português."

"Tal como para os salários da Administração Pública e das Empresas Públicas, teremos de eliminar os subsídios de férias e de Natal para quem tem pensões superiores a 1000 euros por mês."

Passos versus Passos, uma vez mais.

"O Governo está-se a refugiar em desculpas para não dizer como é que tenciona concretizar a baixa da TSU com que se comprometeu no memorando."


Descobri que Passos Coelho é bruxo, ele já estava a falar do seu Governo!

"Aceitarei reduções nas deduções no dia em que o Governo anunciar que vai reduzir a carga fiscal às famílias."



Tudo citações de Passos Coelho, título antes das eleições, claro.

Edição especial!!!

Dedicada a todos aqueles que chamavam tudo e mais alguma coisa a Sócrates, votaram no PPD/PSD e em especial aos que erroneamente fizeram campanha ao lado de Passos Coelho.

Esta rubrica tem o nome de "Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução", palavras de Passos Coelho. Esta rubrica é inspirada no twitter de Passos Coelho.

Quinta-feira, 29 de Setembro de 2011

Crise, qual crise?



1 — Ao abrigo do disposto no n.º 1 do artigo 1.º do Decreto –Lei n.º 72/80, de 15 de Abril, aos membros do Governo, que não tenham residência permanente na cidade de Lisboa ou numa área circundante de 100 km, é concedida habitação por conta do Estado ou atribuído um subsídio de alojamento, a partir da data da sua tomada de posse.

2 — Verificados que estão os requisitos legais e nos termos do Decreto-Lei n.º 72/80, de 15 de Abril, concedo, sob proposta do Ministro de Estado e das Finanças, a José Pedro Correia de Aguiar - Branco, Ministro da Defesa Nacional, a Miguel Bento Martins Costa Macedo e Silva, Ministro da Administração Interna, a José de Almeida Cesário, Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, a Juvenal Silva Peneda, Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Administração Interna, a Paulo Jorge Simões Júlio, Secretário de Estado da Administração Local e Reforma Administrativa, a Cecília Felgueiras de Meireles Graça, Secretária de Estado do Turismo, a José Daniel Rosas Campelo da Rocha, Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, a Marco António Ribeiro dos Santos Costa, Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social e a Vânia Carvalho Dias da Silva de Antas de Barros, Subsecretária de Estado Adjunta do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, o subsídio de alojamento a que se refere o artigo 1.º do citado diploma legal, no montante de 75 % do valor das ajudas de custo estabelecidas para as remunerações base superiores ao nível remuneratório 18, com efeitos a partir da data da sua posse e pelo período de duração das respectivas funções.

20 de Setembro de 2011. — O Primeiro -Ministro, Pedro Passos Coelho.

Sábado, 17 de Setembro de 2011

O Preço da Liberdade

Qual é o preço da liberdade? Exactamente 300 mil euros.. é essa a diferença entre os 1100 milhões que o presidente do governo regional da Madeira, Alberto João, defraudou, e os 1400 milhões do "buraco" que Kweku Adoboli, espectacularmente, deixou no UBS (o maior banco suíço). 

O primeiro continua impune, em liberdade e com o total apoio do governo português, o segundo está por detrás das grades por crime económico, fraude e burla. 

A liberdade tem preço... a seriedade e o bom nome do país não. Já está na hora de alguém fazer algo sobre Alberto João Jardim.

Terça-feira, 23 de Agosto de 2011

A Declaração

Nos últimos dias temos assistido à entrega das declarações de rendimentos dos titulares de cargos públicos ao Tribunal Constitucional.

Alerto já para o facto de que estes titulares só são obrigados a declarar contas bancárias à ordem e direitos de crédito se o valor for superior a 50 salários mínimos nacionais, mas já as viaturas, barcos, aviões e as casas de férias em Ilhas Açorianas devem constar na declaração.

Com base nessa declaração o primeiro africano a ser Primeiro-ministro de Portugal, declarou cerca de 120 mil euros brutos por rendimentos de trabalho no ano passado.

Gostei de saber que o Sr. transparência deve guardar as suas poupanças debaixo do colchão do seu T-4 em Massamá, uma vez que PPC não declarou carteiras de títulos, contas bancárias a prazo, aplicações financeiras equivalentes àquele Tribunal, ou como bom Português gastou tudo o que ganhou no último ano.

Se assim foi, penso que parte deste dinheiro foi gasto na segurança dos apartamentos em Massamá, pois nos tempos que correm o nosso Primeiro não pode deixar a janela aberta naquela que é a zona mais “in” de Lisboa para se viver e provavelmente a outra parte do dinheiro foi usada em kits tuning para o seu Opel Corsa, pois como sempre ouvi Português que é Português tem que ter o que o vizinho tem.

Depois de toda esta ironia digo-vos que é muito fácil "esconder" os rendimentos dos olhos dos contribuintes portugueses. Para isso basta domiciliar o vencimento numa conta manhosa que a mulher deve ainda ter dos tempos de solteira e esperar que ela não fuja para África.

Já agora gostava de saber se a Secretária de Estado do Tesouro e Finanças, Maria Luísa Albuquerque, tem algum produto no Banco BIC Português S.A.

P.S. - Eu também vou trabalhar de acelera como o Pedro Mota Soares.

Sábado, 6 de Agosto de 2011

Passos, eu também tenho Gmail!!!


Para o caso de quereres mandar um email sem ter que ser por via das caixas oficiais do Estado, porque elas podem estar a sofrer de espionagem socialista.

Domingo, 24 de Julho de 2011

Desculpe, mas o cozinheiro enganou-se...

Num dos primeiros posts que escrevi após as últimas eleições de 5 de Junho que levaram o PSD e o CDS-PP ao poder em Portugal, referi que os próximos acontecimentos seriam em torno da capacidade dos partidos surpreenderem os eleitores. Penso não me ter enganado.

Depois de um discurso cheio de boas intenções, contra o aparelho partidário de assalto à máquina do Estado, contra as nomeações dos amigos e dos amigos dos amigos para cargos de confiança política, a favor da cultura do mérito e da competência, contra as gorduras do Estado e o despesismo, eis que o PSD e o CDS-PP surpreendem o país com a ementa do contrário. Ora se não vejamos alguns exemplos:

- Mota Amaral tem direito a gabinete, motorista e secretária pessoal, por ter desempenhado entre 2002 e 2005 o cargo de Presidente da Assembleia da República (PAR). São, a meu ver, regalias que nos dias que correm não se justificam, em primeiro lugar, porque o deputado do PSD, que já vem desde a Assembleia Nacional da velhinha ditadura portuguesa, não desempenha o cargo de PAR há mais de 5 anos, em segundo lugar, não parece que tal exercício tenha obtido relevo suficiente para que se justifique a disponibilidade de um motorista e de um carro BMW série 3 do Estado Português, quanto muito, na medida das necessidades de agenda enquanto convidado na qualidade de ex-PAR poder-se-ia, dentro dos recursos do Gabinete da actual detentora do cargo, disponibilizar tais meios. Em terceiro lugar, no que toca à secretária pessoal, os grupos parlamentares são dotados de assistentes administrativas em número suficiente e por vezes em exagero face ao trabalho que realmente existe. Aí não se deu o exemplo.

- Número de Administradores da Caixa Geral de Depósitos engorda na proposta feita agora pelo Governo do PSD-CDS.PP. Afinal, a gordura e os jobs for the boys, que segundo o actual Primeiro-Ministro Passos Coelho seriam novelas de outros tempos vão continuar a dar, qual repetição da novela da noite num género de RTP Memória. Aí também não se deu o exemplo.

- Queixas, queixinhas e queixumes: o novo Primeiro-Ministro iniciou o seu mandato a dizer que não se desculparia com o governo anterior, mas será que alguém já o viu ou por intermédio de outros, fazer outra coisa? É que muito fala e faz tudo ao contrário. Desvios colossais para aqui, desvios e esforços colossais para acolá, gravação da reunião divulgada, jornal oficial do PSD que diz o contrário, enfim, um fartote de confusão, que teria tudo para fazer rir qualquer um não fosse a situação do país ser tão séria.

- Novelas e atoalhados: os novos governantes não contentes em governar, ainda se dão ao trabalho de desgovernar, isto é, ter comportamentos que produzem efeitos destrutivos para confiança nas instituições do país. Primeiro era a história dos telemóveis pessoais, depois a do Gmail, a seguir a nomeação de Bairrão, haja paciência para andar a ler tanto lixo político, quando há no país muito mais que fazer que andar a cultivar este tipo de notícias. O Governo tomou posse, use os telemóveis dos ministérios e os emails oficiais do CEGER que ainda é reconhecido como uma entidade competente, chega pois de mal tratar o país e os seus serviços públicos, lançando a desconfiança e o descrédito de forma tão barata.

- O Site, onde está o site? Pois, uma das promessas eleitorais era um site para as pessoas poderem ver as nomeações. Antes de mais, sendo elas publicadas no Diário da República (DR) e sendo ele electrónico, não se percebe bem a necessidade de duplicar estruturas informáticas e colocar recursos humanos a tratar disso, mas tudo bem, se o populismo é um prato típico, venha lá ele. Só que, o mais curioso, é que algumas nomeações já saíram em DR, outras ainda não foram publicadas embora já haja pessoal ao serviço, e nada do site, já para não falar que algumas das nomeações obedecem ao critério da competência na lógica do PSD, ou seja, dos seus colaboradores e daqueles que estiveram ao serviço de uma campanha de destruição pública da imagem do anterior Primeiro-Ministro e do seu Governo, como tem sido relatado nos jornais acerca das nomeações de bloggers que durante os últimos tempos andaram por aí disfarçados de personalidades independentíssimas.

Pois é, ao fim deste tempo, é caso para se pensar: desculpe, mas o cozinheiro enganou-se. É que tudo quanto era repetido na campanha eleitoral está a ser feito ao contrário... Peça-se o livro de reclamações, enquanto é tempo.

Quarta-feira, 20 de Julho de 2011

A Semântica das Coisas

Vítor Gaspar irá presidir amanhã, à sua primeira reunião extraordinária do Governo. Apesar de não ter sido anunciado o porquê desta reunião, conclui-se que não deverá ser nada minimamente importante, visto que o grande chefe está a passear a sua permanente em Bruxelas e não a sacanear a cabeça aos ministros em S. Bento.

O Sr. Vítor Gaspar não tem mesmo mais nada para fazer do que passear no estrangeiro? Estou revoltado e ligeiramente transtornado!