«Para Sidónio Pardal, "é importante aumentar a responsabilidade política e limitar o poder burocrático de funcionários anónimos que actuam de forma quase arbitrária no planeamento do território". "Os técnicos do Instituto de Conservação da Natureza e das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional têm poder de decidir sobre a economia do território, quando são as autarquias, assembleias municipais e os governantes que são os órgãos de decisão", criticou».
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«Outro caso é da Reserva Ecológica Nacional, que Sidónio Pardal considera "uma fraude" porque não identifica ecossistemas, impõe o estado de abandono e exerce o poder impróprio de dar e sonegar mais-valias. Ou a Reserva Agrícola Nacional, definida como "uma ilusão" porque "convence que ao serem demarcados retalhos de solos de alta fertilidade, o espaço agrícola fica ordenado"».
Voltarei ao assunto, claro. E também aos prazos de 60 a 120 dias para a aprovação dos famigerados Projectos de Interesse Nacional (PIN).



