Julho 01, 2011
Aumentar o IRS? Ora, assim também eu…!
Ele há passos que não deviam ser dados. Maus passos. Passos perdidos. Injustos. Passos denunciadores…
Terá mudado o estilo. Saímos daquele modelo amaricado-histérico para um assertivo-elegante, mas conforme os passos que se vão dando, sem nada se alterar, afinal, na substância.
De repente, apercebemo-nos de um zumbido diferente sobre os excrementos conhecidos. E isso nem á mau. É péssimo. Passos Coelho não tem a ingenuidade de querer ganhar a santa «confiança dos mercados» apenas e só à custa da perda de confiança dos portugueses, em receitas velhas e relhas, com velhos e relhos argumentos.
E será isso que está em causa. A injustiça obscena que recai sempre sobre os mesmos. A recorrente desmotivação que essa injustiça suscita da parte de quem trabalha, pelo que traz consigo de subversão de todo o edifício do chamado estado de direito… que nos devia enformar…
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AQUIEtiquetas: Opinião
Junho 30, 2011
estou vivo, inteiro... e apenas com mais uma semana do que na semana passada...
Amizades,
Por alguma circunstância de que ainda não apurei a origem - nem tal será muito relevante, pois as razões serão bem intencionadas - consta, de há cerca de uma semana para cá, que eu teria sido vítima de grave acidente de carro e estaria internado algures.
Temos, eu e familiares, recebido contactos diversos no sentido de apurar qual o ponto da situação, o que ocasionou já uma ou outra perturbação relacional. Nada de grave e, uma vez mais, tendo por trás as melhores intenções.
Mas porque acaba por subsistir alguma incomodidade no ar, aproveito este meio para informar de que, a haver algum acidentado, terá sido algum homónimo, pois por aqui - lagarto, lagarto! - tudo está a correr sobre rodas, sem qualquer tropeção, até ver.
Já agora, se alguém quiser comprovar o que fica dito, sempre pode deslocar-se amanhã, dia 01 de Julho, à Quinta dos Gafanhotos em São Domingos de Rana, pelas 18 horas,onde irei apresentar o livro de Ana Duarte Baptista Pereira, Os Bombeiros Voluntários de Carcavelos e sua Freguesia - 1911 - 1961, I Volume, em programa integrado na iniciativa Rumo ao Centenário, que se conclui no dia 02 de Julho.
Junho 25, 2011
amizades, orgulhos, comemorações, saberes...
Integradas nas comemorações Rumo ao Centenário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Carcavelos e São Domingos de Rana, inúmeras têm vindo a ser, nos últimos quatro anos, as actividades que irão culminar no próximo dia 02 de Julho de 2011, para as quais tenho tido o prazer e a honra de ser convidado para participações de diversa índole.
Desta vez, com a colaboração ilimitada da Junta de Freguesia de Carcavelos, na pessoa da sua presidente Zilda Costa da Silva, teve lugar a exposição de Pintura do meu amigo Arnaldo Pereira Coutinho, com o título Para lá do Arco-Íris...
... que mereceu honras de gradas personalidades, mas da qual eu gostaria, entretanto, de destacar o grande encontro de amizades que decorreu, por esse ameno fim de tarde, em Carcavelos.
Coube-me a mim (...!...) a dificuldade de apresentar a exposição de Pintura... A mim que sei de palavras tão pouco e da arte das tintas quase nada. Mas, ainda assim, descobri outras artes, com o auxílio preciosíssimo da Vera e do Nuno, para surpreender o meu amigo com um imenso abraço, que fica memorável...
No fim, claramente, muitos fomos os irremediável e irreparavelmente culpados, como sem sombra para dúvidas declarou o interessado e vítima assumida de tão grande culpa...
«Os olhos estão presos ao que os os pés alcançam...»
(Pés-mira - óleo sobre tela - 30x50)
«Pai, qual é o destino para que eu nasci? E o Pai disse: é aquele que sonhares.»
(Vera Paz - Óleo sobre tela - 80x40)
Para lá do Arco-Íris, lugar que se pode visitar no salão nobre da Junta de Freguesia de Carcavelos até ao próximo dia 03 de Julho. E há sempre ouro no local exacto onde o arco-íris encontra a terra...
*
No dia 25 de Junho, passeio por terras de Tires e de São Domingos de Rana, com visita à Quinta dos Caniços, passeio e visita guiados pelo professor Fernando Catarino, com a vitalidade, os saberes e a irreverência que lhe estão entranhados na pele...
... mostrando-nos as cores da terra - de onde viemos e para onde vamos - com a sólida sustentação das evidências, ali ao alcance da mão...
... suscitando as pinturas - também ele - que o calor dessa terra nos pode proporcionar e que se encontram, afinal, tão perto de um olhar distraído...
... com uma veemência que lhe é muito própria e perante a qual não custa nada deixarmo-nos convencer.
- Fotografias de Lourdes Calmeiro
Etiquetas: Eventos
Junho 21, 2011
convite - exposição de pintura
para lá do arco-íris
de Arnaldo Pereira Coutinho
Dia 22 de Junho (quarta-feira), pelas 19 horas, na Junta de Freguesia de Carcavelos, Arnaldo Pereira Coutinho traz-nos as suas pinturas, em exposição integrada nas Comemorações do Centenário da Associação Humanitária dos Bombeiros de Carcavelos e de São Domingos de Rana.
Uma outra faceta inesperada de um bom amigo, que muito prazer me dá apoiar, tanto mais que tenho para mim ser esta uma excelente partilha que faço convosco...
Para lá do Arco-Íris, esse o lugar do mistério dos afectos onde nos poderemos encontrar na próxima quarta-feira.
Etiquetas: Eventos
Junho 20, 2011
a infância é um território desconhecido
com Helena Vasconcelos
Tema polémico, controverso, apaixonante, perturbada a sua análise objectiva pelo fluir dos dias e absorção de saberes, ainda assim objecto de permanente demanda, como se de outro sagrado cálice se tratasse, este foi o desafio com que nos brindou...
... Helena Vasconcelos propondo-nos a redescoberta do prazer da fantasia através da sua visão sobre a obra de diversos autores que retrataram, cada um a seu modo, esse «fenómeno» estranho...
... que nos ocorre a todos durante escasso período da nossa vida e que tendemos a esquecer, por vezes tão intensamente que de alguns nos parece nunca terem por lá passado.
Contamos com uma audiência interessada e participativa, correspondendo também cada um a seu modo ao exercício evocativo proposto.
Seguiu-se a ronda habitual de poetas e de poemas. E uma vez mais, como sempre, é digna de menção destacada a perseverança participativa de quantos se atrevem a dar o passo em frente nesse exercício de tão grande exposição mas, ao mesmo tempo, de tão grande partilha que é a leitura de um poema.
Habitual será ela, ainda que sempre novos autores nos surjam em cada Noite de Poemas, como foi o caso de Irene Cardona e de Isabel Maia; novos poemas, novas sensibilidades, em salutar e livre exercício de ser e de estar cuja diversidade é elemento de grande estímulo e, também ela, fonte de inspiração.
- Fotografias da autoria de Lídia Castro e de Lourdes Calmeiro
Etiquetas: Sessão Noites com Poemas
Junho 15, 2011
noites com poemas
a infância é um território desconhecido
convidada: Helena Vasconcelos
- cartaz de Alexandre Castro
A Infância É Um Território Desconhecido (edição da Quetzal), título por si só desafiador e intrigante quanto baste para nos suscitar a atenção dispersa, refocando-a, e que Helena Vasconcelos nos trará nesta sessão de Junho de 2011 das Noites com Poemas.
Entre o menino imensamente bom ou irremediavelmente vilão fica, algures, o ponto multifacetado do equilíbrio de cada um de nós. Mas muito mais transcendente será essa absoluta capacidade para a fantasia, respirada e vivida a longos haustos na meninice, e à qual a vida – a que melhor se chamará vidinha – vai apagando cor e contornos…
Helena Vasconcelos perscrutou essa evidência e buscou-lhe os mistérios. E irá levar-nos nessa máquina do tempo, em busca de nós, ali muito perto do que afirmava Picasso quanto à evidência de que «toda a criança é artista. O problema é como permanecer artista depois de crescer».
De resto e como se sabe, o local é a Biblioteca Municipal de Cascais, em São Domingos de Rana (Bairro Massapés, Tires), pelas 21h30 do dia 17 de Junho de 2011.
Nós por lá estaremos, cheios de interesse e de poemas. E sempre com espaço e lugar para mais um… ou mesmo mais.
Etiquetas: Sessão Noites com Poemas
Junho 14, 2011
outra vez a mulher de César, agora com os votos já contados...
Um exercício que me parece democraticamente interessante, em período de «novo» ciclo governativo, havia de ser o levantamento dos bens patrimoniais dos elementos do elenco governativo cessante e correlativa comparação com esse mesmo património antes do nobre exercício de governação da coisa pública.
Dir-me-ão que não é bonita esta prática, porventura com laivos persecutórios e, sobretudo, de ética muito discutível, porquanto teria de ser levada a cabo pelo novo poder na governação ou, no mínimo, sob o seu alto patrocínio, o que, perante a evidência da «alternância democrática», levaria a que, frequentemente, os cessantes fossem escrutinados pelos mais recentes adversários.
Ora, com tais pruridos, estaremos apenas a contrariar a transparência democrática com os panos negros do preconceito, alimentando assim as mais vis suspeitas e, inquinando, outra vez, o regime. (...)
- Ler o artigo completo AQUI - Etiquetas: Opinião
Junho 11, 2011
fotografando o dia (162)
o voo das aves
voo belo
agreste
vário
quem dele diria
que serve
para o sustento diário?
- fotografia e poema de Jorge Castro
Etiquetas: Fotografando o dia
Junho 08, 2011
ode à Primavera
ah
a Primavera
senhores
vou-me asinha
peregrino
à floresta de amores
sem destino
sem ter tino
duendes
fadas
flores
lascívias
doces quebrantos
e um céu
pelo arvoredo
mais azul que os agapantos
saltam faunos
saltam ninfas
deidades mil
ansiedades
sobra o verde
sobre o medo
cheio de verdes encantos
borboletas esvoaçam
entre flores que entrelaçam
a maciez das colinas
e águas rumorejantes
refrescam breves recantos
nos instantes de um olhar
como o pulsar desta mata
que palpita e se desata
se eu nela me embrenhar
soltam-se as aves dos ninhos
vozes de fazer caminhos
estevas e matagais
brilha a vida em cada alfobre
que sobre a vida nos sobre
na senda de viver mais
vive a vida a Primavera
contra a amargura dos ais
e
senhores
está ali à espera
da montanha à serrania
da serrania à planura
no sentir cheiro da terra
em mãos cheias da aventura
que vem do alto da serra
ao madrugar orvalhada
cresce a crescer cada dia
cresce além da desmesura
esta vontade de vida
seja por tudo ou por nada.
- poema de Jorge Castro
Etiquetas: Poemas
Junho 07, 2011
Reflexões pós-eleitorais – dos eleitores às sondagens
Tendo ainda bem presente o incontornável quantitativo de 41,1% de abstencionistas, neste mais recente processo eleitoral para a Assembleia Legislativa, quantitativo tão avassalador que retira, na minha mais do que modesta opinião, alguma legitimidade democrática, em sentido estrito, a qualquer força política que não tenha obtido votos de idêntica proporção, é com a maior perplexidade que ouço, da boca do primeiro magistrado da nação, Cavaco Silva, a emissão pública da sua própria dúvida relativamente aos números em presença.
Segundo ele, as listas de votantes, a nível nacional, carecem de expurgo de inúmeras situações obsoletas, adiantando que o número total de eleitores não deve exceder os oito milhões e quinhentos mil… ou por aí.
Ora, sabendo nós que os números «oficiais» apontam os nove milhões e quatrocentos-e-tal mil, estamos em presença da perturbante realidade de existir cerca de um milhão (!!!) de eleitores «desaparecidos em combate» e que se encontram a sobrecarregar indevidamente os cadernos eleitorais.
Esta ocorrência, a confirmar-se, subverte de forma dramática todas as contabilizações eleitorais a que vamos assistindo, bem como as decorrentes análises e, até, consequências políticas inerentes. Uma minudência de uns 15% de eleitores que não existem… (...)
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Junho 06, 2011
Legislativas 2100 - venceu a abstenção...
o resto já se previa
41,1% do universo eleitoral português considera que, porventura, a vida rupestre pode ser um desígnio de futuro a considerar. Dito de outra maneira, três milhões oitocentos e setenta e cinco mil e vinte e dois portugueses não sabem (ou não querem saber) que o são. Mais do que aqueles que votaram nos dois partidos com maior número de votos (PSD e PS).
Enquanto, em metade do mundo, pessoas (como nós) dão a vida para poderem alcançar esse direito/obrigação de exercício de cidadania, 41,1% dos portugueses eleitores consideram que o mais indicado é estarem-se nas tintas e amanharem a vidinha… ou deixarem-se emaranhar por ela, que vai quase dar ao mesmo.
A verdade é que esta malta não vota. Ou porque o seu sentido de nação se encontra diluído numa miríade de deformações filosóficas ou por mera incapacidade de estabelecerem meia-dúzia de ligações neuronais que provem, a si e aos outros, que ainda vivem, ainda mexem, ainda respiram e que o ser humano – qualificação ou epíteto em que eles ainda se integram, é um ser eminentemente social. (...)
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AQUI
Junho 03, 2011
Mas votem!
Votem, por desgosto, por convicção, melancolicamente ou por desfastio, por amor ou por cidadania, por revolta ou por afecto, porque consideram que cada vez se vive pior ou, pelo contrário, porque cada vez se vive melhor, pela transcendência da vossa individualidade ou pela subjectividade do superior desígnio do concerto do universo, votem!
Votem pelos netos, pelos filhos, pelo vizinho, mas principalmente por vós próprios e por todos os demais, sem os quais pouco ou nada somos, votem!
Votem, também, pelos impostos que se pagam; façam ouvir as vossas vozes cuja intensidade deixará aos governantes passados e futuros a noção mais clara de que, afinal, a impunidade talvez não fique tão impune por desmandos praticados, votem!
Votem, pois se não o fizerem a vossa responsabilidade por omissão é tanto ou mais gravosa do que a daqueles que nos têm preenchido a vida de desconsolo. Votem!
Maio 30, 2011
e a ética, senhores?
...?!!!?...
(Ah, como eu gosto de utilizar a pontuação que tenho mais à mão quando me escasseia a verve!)
Por entre toda a panóplia de desconchavos que vão recheando as nossas vidas, com deliberação ou por falta de jeito ou, ainda, pela tendência para a graçola mais ou menos despropositada, que transporta em si, também, a ilusão ou a malfeitoria de que um título mais espalhafatoso vende mais, escolhi, ao acaso da circunstância duas primeiras páginas patentes nas bancas de jornais no passado dia 27 de Maio...
Os títulos dispensam comentários. O mau gosto, por descontextualizado mas óbvio, é deslocado e estúpido... para além de ser mau gosto.
Como sempre, alguém será responsável. Porque se é verdade, como todos sabemos, que «não há rapazes maus», a verdade é que pululam aqueles que vendem a alma ao Diabo.
Não é por nada, que não se me dá para moralismos da treta, mas os autores dos títulos e os seus mentores não quererão antes criar uma publicação do tipo «Gaiola Aberta»? É que reinavam à mesma mas não gozavam com a cara dos seus leitores, o que sempre me parece mais digno.
E, outra coisa, ainda, nunca ensinaram a estes «artistas da comunicação» que a ética tende a andar de mãos dadas com o bom gosto e vice-versa...?
Maio 27, 2011
sugestão de leitura
A Sátira na Poesia Portuguesa
de Carlos Nogueira
Acabadinho de ver a luz do dia, um livro que recomendo vivamente aos meus queridíssimos visitantes.
Também para que uma salutar tradição literária portuguesa não se perca, com a «agravante» de ser tema excelentemente tratado por quem sabe da poda, tanto quanto do plantio, Carlos Nogueira...
Numa boa livraria perto de si - e se não estiver, peça-o!
Maio 26, 2011
Reflexões pré-eleitorais II – ainda o funcionalismo público
A propósito de uma pequena polémica sobre o funcionalismo público, suas virtudes e defeitos e qualquer ausência de meritocracia, em Portugal, em que me vi envolvido recentemente, julgo que não interessa atermo-nos tanto à estéril polémica sobre saber, no universo do funcionalismo, quantos são os «bons» e quantos são os «maus», mas muito mais apurarmos que existe um sistema desenhado e sustentado que se apoia no compadrio – gerador de cumplicidades perversas – e, assim, tem como razão de ser a promoção da incompetência e, como corolário inevitável, a ineficácia funcional.
Este é, então, o sistema montado que premeia os «maus» da história, que mais não seja pela omissão, permitindo e incentivando que as disfunções se criem e medrem e se instalem nas repartições, primeiro, e, depois, nas nossas vidas e em todo o país, ao mesmo tempo que vota a um obsceno ostracismo todos quantos pugnam por «agitar as águas pantanosas». Aqui uma vez mais que mais não seja pelo subversivo exemplo que transmitem de abnegado esforço em prol da «coisa pública».
É neste quadro que podemos ver com outros olhos, por exemplo, a via sacra que os professores têm penado nos últimos anos – e, notemos uma outra vez, não TODOS os professores mas, essencialmente, aquela grande maioria que tem uma vida dedicada ao Ensino, aos seus alunos e – porque não dizê-lo? – às respectivas famílias desses mesmos alunos (...)
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