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18/11/2010
24/10/2010
Livros na rua
Livros na rua, fotografia de Eduardo Gageiro, Revista Século Ilustrado 1968
Clicar na imagem para ampliar.
03/08/2010
21/06/2010
Para os coleccionadores de livros...
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10/06/2010
Para quem ama livros


Assim como dois felizes ladrões, salvo seja, entramos lá. Tantos livros! Somos recebidos com a habitual simpatia e afabilidade da Lúcia. Perguntamos por este e outro autor, ou por determinadas publicações e vamos desbravando terreno. O tempo voa e fico com a sensação de sempre. Ainda há muito para explorar e urge voltar aqui. O acervo é enorme e abrande todas as áreas.
Clicar nas imagens para ampliar. Para quem ama livros é obrigatória a visita a este espaço. Em Benfica, a Livrarte na Avenida do Uruguai., nº 13 A. E não se esqueçam de descer à cave!
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26/04/2010
Os Corvos
Ora vejam aqui.
Eu se não o tivesse comprava-o já. 40 euros é uma pechincha no caso:)
Uma bela parceria: Leitão de Barros e Abel Manta, ou como ideologias polticas distintas produzem uma excelente obra.
Eu se não o tivesse comprava-o já. 40 euros é uma pechincha no caso:)
Uma bela parceria: Leitão de Barros e Abel Manta, ou como ideologias polticas distintas produzem uma excelente obra.
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17/04/2010
06/02/2010
05/02/2010
Comprar livros únicos

E já agora, relembrar a loja online da Frenesi. Este livro está lá à venda, além de outros mais que podem fazer as vossas delícias.
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05/12/2009
Lavar a alma

Um delicioso postalito de 1914, entre a Querida Ilda e José Gomes de Souza, com um bocadinho de má língua ao barulho. Gosto muito da expressão "forte pateta"! E vendem-se a um euro cada, na lojinha do Mercado de Santa Clara, a tal que vende óculos escuros e cartazes de cinema e livros igualmente a um euro cada. Um espaço que é uma delícia, em que os donos são afáveis, sempre atentos e com um acervo de objectos bem diversificado.
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19/11/2009
A cultura e a modéstia de mãos dadas.

É de ler atentamente, belos textos e imagens. Um belíssimo catálogo da Livraria Campos Trindade, homenageando Tarcísio Trindade. Um precioso documento biográfico, que alia a simplicidade do dizer , ao prazer daqueles que amam os livros e os papeís velhos.
Clicar aqui para fazer o download do PDF
25/10/2009
O alfarrabista

O alfarrabista ostentava sempre um sorriso no olhar. Finalmente tinha conseguido concretizar o que havia ansiado durante uma vida. Tendo começado como comerciante com uma sapataria, foi amealhando até dar forma ao sonho de juventude, tal como nos veio a contar. No início dos anos 70 e numa localidade-dormitório dos arredores de Lisboa, não terá sido fácil dar-lhe expressão . A silhueta deste devorador de livros evocava a de um Quasímodo disfarçando, as deformidades, um espírito iluminado, patente num permanente« brilhozinho nos olhos» a falar entusiasticamente de literatura. Era uma pessoa de indescritível beleza, no despojamento de homem humilde e esclarecido.
Foi na sua loja que comprámos – os meus irmãos e eu - tantos livros de BD e, mais tarde, alguns clássicos da literatura. Das aquisições subsiste o volumoso exemplar com contos da Idade Média (na altura desaconselhados para a nossa idade) até hoje por ler, exclusivamente comprado pela beleza da capa e com a pessoal pretensão confessa de o conseguir na época interpretar.
Sempre que passo por pequenos alfarrabistas – como sucedeu com esta montra fotografada num bairro residencial de Madrid – vem-me à memória o Sr. Albertino e a importância que terá tido na nossa juventude.
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17/10/2009
O Bovril

Deleitada com o que vou encontrando na Livrarte, não deixo de deitar um olho aos frascos, caixas e demais panóplia de coisas deliciosas com que esta loja está recheada. E aqui recordo o que dizia um rapaz novo e atlético à dona da loja: tenho que vir aqui com muito mais tempo, uma manhã ou uma tarde pelo menos. Pois tem toda a razão. E se lá forem perceberão porquê.
Enquanto escolho daqui e de acolá, tropeço neste frasco de Bovril cujos anúncios deram tanto que falar há uns tempos aqui no Dias. Bonito não é?
Já vos disse que está um belo dia?
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03/10/2009
A Coxinha do Tide

Essa sou eu nestes dias. Adio o descanso que devia dar a um pé torcido e não resisto a ir comprar mais umas "coisinhas", conceito genérico inventado pela pequena M e atribuído a tudo o que nos apetece de momento.
Assim apanhei um táxi e ala que se faz tarde para a Livrarte. Um dia lindo, está ainda, um silêncio absoluto entrecortado pelo Móvel 99 Central chama. E o móvel não respondia, devia estar estiraçado ao sol ou a fazer qualquer coisinha. Ficou esse enigma a pairar.
Depois de difíceis opções, arrematei uma série de Magazines Civilização. Loja amável com donos simpatícissimos e livros e revistas surpreendentes. É na Avenida do Uruguai, caso não tenha ainda referido.
E agora feliz que estou com as minhas aquisições, vou folheá-las para junto dos meus gatos. mais concretamente para um lugar ao sol.
02/09/2009
Livros gatos e a Livrarte
Vou à Livrarte numa expedição de abastecimento. Entre os muitos milhares de livros e outros objectos mais que recheiam a loja e a tornam única e encantadora, a dona conta-me que por vezez chega à loja e encontra sacos de livros abandonados à porta para ela os recolher, como se fossem gatos acrescento eu. E uma soberba gata laranja estira-se e deixa-se afagar.
Os que amam gatos geralmente amam livros e os livros deixam-se amar por bichos e gentes. Mas esta consciência de que o livro merece um lar enternece-me, assim como a tristeza da livreira em desfazer-se de algumas coisas que lhe compro. Não tiro fotografias por opção, vão lá e descubram e apaixonem-se: Livrarte, Avenida do Uruguai, nº 13A. Eu certamente lá voltarei. Fiquei apaixonada por aquela cave cheia de revistas.
Os que amam gatos geralmente amam livros e os livros deixam-se amar por bichos e gentes. Mas esta consciência de que o livro merece um lar enternece-me, assim como a tristeza da livreira em desfazer-se de algumas coisas que lhe compro. Não tiro fotografias por opção, vão lá e descubram e apaixonem-se: Livrarte, Avenida do Uruguai, nº 13A. Eu certamente lá voltarei. Fiquei apaixonada por aquela cave cheia de revistas.
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15/08/2009
Não se vendem livros em dia de Chuva
"Quantos por dia? Depende, talvez. às vezes um, às vezes dez. Uma centena de escudos ao fim do dia. Duas centenas...Vendem-se bem os livros cor-de-rosa. Livros policiais, também. Leitura fácil. Quem é que compra um almanaque de lembranças? Meu nome? Não interessa. O que leio? O que me vem à mão. E às vezes sorrio, sinto-me animado, apetece-me um café. Como agora, por exemplo. "
Assim fala um vendedor a Pedro Alvim e Eduardo Gageiro fotografa. Belas reportagens dos anos 60 no Século Ilustrado. As fotografias mostram aquilo que ao texto não permitiam descrever. Eis Lisboa em 1968, no mundo da rua dos vendedores de livros.
30/12/2008
Do que ainda resta



Vão-me perdoar o excesso de fotografias. Mas hoje, a caminho da praça, resolvi mudar de caminho e utilizar outra rua. Sinto sempre uma certa nostalgia quando por ali passo, porque uma lojinha que vendia de tudo, desde bonecos de barro e figuras de presépio a utilidades domésticas, fechou. Continuei a andar atenta, porque esta zona é rica em pormenores. Vi os livros à porta e resolvi entrar. A loja é de um casal, que se preparava para almoçar, iam montar a mesa. Pedi licença para fotografar, pois claro. A senhora disse Até uma vez fotografaram o meu marido para a Crónica Feminina. É que destas lojas não há.. A propósito de Crónicas perguntei-lhe eu, mas não tem nenhuma das antigas? Deitei tudo fora menina. Pecado disse eu. Agora vendia-as a bom preço.
Agora adivinhai onde é esta loja e para os coleccionadores da Vampiro e outras policiais, fiquem sabendo que é tudo ali a cinquenta cêntimos. E também há vinil. Aproveitem enquanto dura. E atentai na utilidade que dão às molas da roupa.
Que humidade e frio que está, dizia a senhora. Até se me encaracolam os calendários.
E quanto a mim, depois de grelos e couves e salsichas compradas em Arroios, volvi-me a casa.


É na Rua Edith Cavell sim, mas em Arroios.
A Paula acertou!
25/12/2008
ABERTO NO DIA DE NATAL
Lá muito para trás, mesmo muito, o alfarrabista que, num qualquer domingo de Inverno, deixou escrito na porta da loja que tinha ido para casa porque estava triste.
Há dois, três natais, quando começou a olhar a tristeza cinzenta que fica no fundo das garrafas vazias, levantou-se, levou a beata do charuto, o copo de gin e pôs-se a fazer entediado zapping pela blogosfera. Foi ter a um dos blogues de José António Barreiros e deparou-se-lhe um bonito texto, que lhe falava de um alfarrabista que, em Sintra, estava aberto no Dia de Natal.
Uma luminosidade feliz encheu-lhe o rosto. Reacendeu a beata, disponibilizou mais uma dose de gin. recortou a história e guardou-a. Foi agora buscá-la ao baú natalício:
“Foi hoje em Sintra, na Volta do Duche, num recanto de uma curva, antes de se chegar à estação. Aberta em dia de Natal, uma livraria-alfarrabista. A juntar à surpresa do encontro, a magia do local, o fantástico das coincidências. Nem me lembro sobre o que conversámos, pelo canto dos olhos encontrava-os, livros que tenho, livros que fui perdendo, livros de que me desapossaram. Ali um Gandra, além um Viterbo, depois os da editora de Colares, que agora é aqui, «do outro lado da rua». Tudo se tornou familiar e mais ainda com a raridade de um nome raro: chamava-se, tal como a minha filha, Adriana, Maria Adriana! Casada com um inglês, Mister Jones, Maria Adriana Jones é conhecida pelos miúdos locais como a Indiana Jones. Na selva dos livros, ela move-se entre os Salteadores da Arca Perdida. Vê-se pelo brilho nos olhos que ama os livros, a ponto de os presentear com a porta aberta ao mundo no Dia de Natal”
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26/07/2008
E a Miniatura

Outros livrinhos. Setenta cêntimos cada. Uma rica colecção esta da Miniatura.
Não é Manuel? Qual queres?
Caras e livros

Na última ida à Livraria Nunes colectei avidamente Zweig e Augusto de Castro. Tinha lido o Balzac há pouco, atirei-me à Maria Antonieta, refastelada no sofá. Tinha lido e adorado na adolescência . Não me decepcionou minimanente, até me surpreendeu, apesar de o ler na mesma edição, mediatizada por dezenas de anos de intervalo.
Como me acontece muitas vezes, tive necessidade de ver o rosto de Stefan Zweig. Aqui está ele. Parece um velho conhecido. É um rosto de quem se gosta. Imagiva-o mais triste, talvez pela ideia do suicídio. Do Augusto de Castro falarei depois. Tem muito a ser dito e ninguém fala dele.
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