Sexta-feira, 3 de Junho de 2011
Voos, tripulantes de cabine e realidade de vida!
Segunda-feira, 9 de Maio de 2011
Portugueses e Finlandeses (ou outros)!
Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011
[Rt 1 - 4]
sobre textos antigos,
sagrados.
O moldar da pele
diante da nova realidade
(re)feita em ensinamentos.
A recolha de espigas
anunciadoras de novo mundo,
na seara que ondeia
ao sabor do vento
que sopra por onde quer.
Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2011
a plenitude da leveza do ser
Sábado, 12 de Fevereiro de 2011
[Lc 10, 41-42]
[procurada nos afazeres
quotidianos,
sem sentido aparente.
É sempre do mesmo,
como rotina (des)esperada
em cada toque de despertador.
Sentirei o palpitar cardíaco?
É sempre do mesmo
com as variações
da profundidade do sentir]
da Vida
Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011
[1 Cor 1, 20]
A curiosidade presente
na rua que cruzo entre o
Saber do não saber.
Dúvida(s).
A inquietação da subida
do monte, deixando a areia
dos pés formar a palavra
viva.
Silêncio.
Afinal os dias
são maiores,
nas ondas brota jogo novo,
houve descoberta.
Fundamento.
Diante da frase solta
aos ventos:
deu-se a revelação.
Domingo, 23 de Janeiro de 2011
Small Pleasures
Sábado, 22 de Janeiro de 2011
Estado, Liberdade e contratos de associação escolar...
Quinta-feira, 13 de Janeiro de 2011
Comentário sobre História da Igreja Antiga
Terça-feira, 11 de Janeiro de 2011
Crises
Segunda-feira, 10 de Janeiro de 2011
[Jo 20, 14]
Para MTH
Um engano
e
Passei os olhos por ti,
em tempos,
em conversas,
em dúvidas,
em construção de pontes
(aladas)
de Corpo encarnado.
Que cresce,
desenvolve os sentidos
numa ligação para além
do tempo e do espaço
falando de divindade
na humanidade,
com toque de Sofia,
partilhada
(mesmo em silêncio)
da História,
dos Contos,
do mistério em oculto.
(E aqui, agora)
para ti
chamo
invoco
canto
a Luz,
(vinda em voos)
com (a)braços
protectores,
cheios de Vida
que pintam a realidade de brilho,
anulam a opressão,
fazem sorrir
renovando a inspiração,
a mesma que te faz Ser(vir)
com o dom de palavras.
Domingo, 9 de Janeiro de 2011
Mc 6, 46
Sábado, 8 de Janeiro de 2011
Jo 1, 39.
Quarta-feira, 13 de Outubro de 2010
Pensamentos soltos... enquanto acompanho o resgate dos mineiros no Chile
Alex Vega exibe orgulhosamente uma t-shirt com a bandeira do ChileFoto: Hugo Infante/Reuters
in Público.pt
Ao som da subida da Fénix, no resgate dos mineiros no Chile, o meu pensamento não tem parado. Os sentimentos também não...
Neste momento em que “homens nascem da terra”, como me comentou um Amigo e Companheiro do Chile, fico emocionado a olhar para as imagens do “(re)nascimento”. De facto, há a saída do ventre; encontro; choro e grito de libertação; manifestações de fé perante o “milagre” que não pode deixar o mundo indiferente. E agora como olhamos para nós, humanos? Penso nisto...
Primeiro, o silêncio. Aquele contemplativo dos acontecimentos, que deveria calar as comparações politicas, sociais, promotoras de mediatismos. Não interessa o Guiness, não interessa se Portugal, ou seja que parte do mundo for, está também “metido num buraco”. Interessa deixar calar as “vozes” que impedem o agradecer. Tudo mudaria, ainda mais, se fosse o meu pai, ou um tio, ou um primo, ou um avô que lá estivesse. E aqui, não importa a nacionalidade, raça, cor...
...pois, perante acontecimentos de grandes mudanças na vida (seja o ficar preso numa mina, seja uma doença, seja um outro tipo de acidente) há “algo” inexplicável que acontece. Dentro e fora de quem vive. Poder-se-ia dizer conversão.
Estes homens, aos olhos do mundo, tornam-se imagem de trabalho conjunto, em equipa, em partilha, conversas trocadas, como que respiração pelo “cordão-umbilical-Relação-Humana”. A Relação que permite aguentar o desabafo, a dor, a angustia, a inveja, a revolta, a esperança e a alegria... a compreensão pela falha, o respeito pela fraqueza. São heróis, sim. No entanto, para usar as palavras de Mário Sepúlveda, o segundo mineiro a sair, não os tratemos como artistas ou jornalistas, mas como pessoas que são.
As mudanças bruscas implicam muito na vida. Tal como o nascimento de uma criança há toda uma adaptação a acontecer. Gradual, onde se tem de dar espaço não só a cada um deles, como a toda a família. Este não foi, nem é, um concurso, onde cada um livremente decidiu expor-se ao mundo. É a história de cada uma destas 33 pessoas, com nome, sentimentos, vontades, fragilidades... com fé!
A partir de agora é o espaço e tempo também para maturar sobre a vida. Aquela que ganha um novo horizonte, depois do “(re)nascimento”.
“¡Gracias, Señor!”







