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Domingo, Agosto 13, 2006

Afonso Duarte

Correspondências #55 - Afonso Duarte a Adolfo Casais Monteiro

Querido Amigo:
Se temos de falar de humanidade na nossa poesia de hoje, em v. teremos de a procurar na sua mais alta expressão. Depois do Canto da nossa agonia, -- Europa: para sempre na nossa alma angustiada deante do mundo. Se me fosse possivel partir daqui, um só caminho teria: era ir abraça-lo.
Até lá
Afonso Duarte
Coimbra,
8.Fev.º946
In Portugal, a Guerra e os Novos Rumos da Europa
(edição de António Braz de Oliveira e Manuela Rêgo)

Segunda-feira, Julho 31, 2006











(esq.-dir.) M. Torga, António de Sousa,
A. Duarte, P. Quintela e V. Nemésio
fonte

Sábado, Abril 15, 2006

Segunda-feira, Janeiro 16, 2006

Antologia Improvável #94 - Afonso Duarte

Parece um auto lendário
Estar na vida,
Ou milagre de poesia
Depois de vê-la perdida.

Chegar a velho! Suponho
Toda a existência memória
Do que na vida foi sonho.

In Notícias do Bloqueio, nº 1

Afonso Duarte