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Sexta-feira, Outubro 21, 2011

Segunda-feira, Julho 25, 2011

brilhante e encantadora

Acabo de saber, pelo Notas Verbais, da morte de Maria Lúcia Lepecki.
Estive com ela apenas uma vez: convidei-a para falar de Afonso Lopes Vieira, no Museu Condes de Castro Guimarães, no âmbito das «Conversas de Cascais», nos idos de 90.
Jantámos no Marégrafo, e foi fascinante -- tal como eu suspeitava que seria, conhecendo-a apenas do papel impresso.
foto: Público

Quarta-feira, Abril 20, 2011

da necessidade de lucidez

Um post da Ana Paula Sena Belo suscitou-me este alinhavo:
Tenho por adquirido que quanto mais instáveis são os tempos, mais necessário se torna fazer uso da razão. A Europa, na década fatídica 1929-1939, deixou-se toldar pela irracionalidade. Mas houve povos (e líderes políticos cheios de defeitos) que se mantiveram razoáveis e lúcidos: os povos do Norte da Europa. E líderes:  de Churchill -- o homem certo na hora certa -- ao rei Haakon VII, da Noruega (ocupada pelos alemães), que ostentava à lapela a estrela de David, solidário com os seus concidadãos judeus. É evidente que também houve líderes do outro lado detentores de grande frieza (Stálin) e frio e competente discernimento (Salazar). Mas para estes não havia cidadãos, mas uma massa que era necessário enquadrar e tutelar.

Quinta-feira, Março 17, 2011

Itália, 150 anos de expressão política

Os 150 anos da Itália comemoram-se aqui. Do estado italiano (tenho algures uma foto junto a um monumento a Cavour, em Conegliano, aí ao lado...). Porque, a Itália não era só a "expressão geográfica" com que a tentava menosprezar Metternich; é uma expressão civilizacional secular, desde o Renascimento; ou milenar, desde Roma.  Meravilgiosa! Um abraço especial ao  Domenico!

Domingo, Março 06, 2011

António de Navarro

5 poemas, aqui;
retrato de João Hogan
(imagem daqui)

Sexta-feira, Novembro 17, 2006

Rip Kirby


Uma visita ao regabofe veio lembrar-me o good old Rip Kirby, fleumático detective auxiliado pelo não menos circunspecto mordomo Desmond, criaturas ambas duma divindade chamada Alex Raymond. Kirby (que entre nós também deu pelo nome de Luís Euripo) é a minha personagem preferida dentre todas as que lhe saíram dos aparos (Agente Secreto X-9, Flash Gordon, Jim da Selva) -- porventura mais conspícuos, mas decerto menos palpáveis.

Domingo, Outubro 01, 2006

estampa LXX

João Cristino da Silva, Cinco Artistas em Sintra
Museu do Chiado, Lisboa

Sábado, Setembro 09, 2006

Vanessa Sequeira


Ouvi a notícia da rádio, ainda meio ensonado, e pelo inusitado dela retive-a, mas sem grandes demoras -- uma tragédia a mais no fundo negro dos dias que passam. Hoje, via Tupiniquim, vejo a sua figura delicada postada no blogue de Altino Machado, leio que empreendia uma pesquisa de grande relevo na Amazónia, com importância económica, social e cultural. Apercebo-me até da nossa quase vizinhança aqui em Cascais, pois era filha do vice-presidente da direcção dos Bombeiros dos Estoris.
Apetece-me postar também a fotografia em que Nesi, como era chamada, surge viva e estuante de promessas. Depois de conhecida a sua actividade, ela ganha uma aura dum encantador optimismo duma vida cheia de sentido, cuja interrupção, perpetrada por um detrito com forma humana, viria a desmenti-la.

Domingo, Junho 11, 2006

Proxenetismo social

A propósito de um brinde do saudoso Expresso -- a bandeira nacional patrocinada pelo Banco Espírito Santo --, Alexandre Dias Pinto, n'O Tonel de Diógenes, elabora certeiramente a propósito dos principios que os nossos queridos capitalistas em geral põem alegremente entre parênteses quando se trata do dinheirinho. Veio-me logo à ideia gente como o Pais do Amaral ou o próprio Balsemão, que não têm escrúpulos em despejar em casa dos seus pobres concidadãos todo o lixo de que podem lançar mão -- lixo televisivo que, obviamente, eles, pessoas educadas, não vêem. A esta mentalidade chamou certa vez Assis Esperança, numa carta a Ferreira de Castro, a avidez da ganhuça. E quem ganha dinheiro a degradar espiritualmente os outros, só merece para a sua sórdida actividade o qualificativo com que intitulo este post: o de proxenetismo social.

Sexta-feira, Junho 09, 2006

estampa XLVIII

António Carneiro, Onda (Vaga)
Colecção particular (Jorge de Brito), Cascais

Domingo, Junho 04, 2006

Terça-feira, Maio 09, 2006

O «Saturnia»






O navio da largada de Ferreira de Castro para
a sua volta ao mundo, em 1939

Sábado, Maio 06, 2006
















No blogue do lado fala-se de Emigrantes.

Fonte

Segunda-feira, Maio 01, 2006

Ir estando

Anuncio-me com outro blogue.
Júlio Pomar, Ferreira de Castro
Museu Ferreira de Castro, Sintra

Domingo, Abril 23, 2006

O pirata dos blogues













Jazz Boat, de Raul Colón
mais ilustrações aqui

Quinta-feira, Abril 13, 2006

Em nome da decência

No próximo dia 19 de Abril, quarta-feira, assinalam-se os 500 anos de um massacre de quatro mil judeus portugueses em Lisboa. Associo-me ao apelo da Rua da Judiaria: nesse dia, quem puder vá ao Rossio e acenda uma vela em memória de todos e cada um desses supliciados. Eu preguiçoso me confesso, não sei se lá estarei, mas farei por isso, em nome da decência e da memória. Um país sem memória não é um país decente.

Sábado, Março 25, 2006

1














Ia-me esquecendo: o «Abencerragem» faz hoje um ano.

Terça-feira, Fevereiro 21, 2006

Escrever na areia - A má consciência e o aldrabão

A propósito da condenação do pseudo-historiador inglês por um tribunal austríaco.
Dum lado, a má consciência da Áustria pelo seu passado nazi e, provavelmente, as autoridades a quererem mostrar serviço. Do outro, um mistificador que, como escreveu Vasco Pulido Valente n'O Espectro (http://o-espectro.blogspot.com/), deliberadamente manipulou e/ou omitiu as fontes documentais que consultou. Não estamos, por isso, diante da expressão de uma opinião, mas da deturpação de uma realidade histórica -- deturpação essa que tem feito o seu caminho, como se verifica por algum lixo que anda também pelos blogues.
O que de mais repelente tem para mim a aldrabice do negacionismo é que mexe com a dor de muita gente ainda viva que passou por aquele inferno ou o drama também sofrido pelos seus descendentes, igualmente vítimas. (Estou a lembrar-me dessa BD exemplar que é Maus, de Art Spiegelman).
Deve a vigarice ser punida? Deve. Poderá ser contraproducente? Talvez. A pena de prisão é excessiva? Não sei. É, porém, uma saborosa ironia sabê-lo encarcerado na Áustria. Melhor, só uma extradição para Israel...

Terça-feira, Dezembro 20, 2005

Os 15 capítulos de Mário de Carvalho a favor de Alegre


A ler n'O Quadrado[ http://oquadrado.blogs.sapo.pt/]
um dos textos mais notáveis de campanha
de um dos grandes escritores portugueses dos nossos dias.

[não, não se trata dum comentador de meia-tigela, nem dum pivot da sic-notícias; é um texto de 15 pontos DO Mário de Carvalho (em português de lei) sobre O Manuel Alegre (um português de lei).

Terça-feira, Dezembro 13, 2005

Boa malha

Graças ao Blog da Utopia vi alguns belos trabalhos gráficos de Iskandar Salim, de promoção ao próximo filme do «Homem de Aço», Superman Returns.
Entre eles a representação desta jovial Supergirl, personagem que nos anos cinquenta o pessoal da DC Comics desencantou para animar o solitário Superboy.
E aqui, não sei o que mais admire: se o talento de Iskandar Salim, se o seu portentoso nome.
Na época em que a Supergirl foi criada seria certamente essa a graça do vilão de serviço em qualquer aventura a desenrolar-se para as bandas do Oriente: o cruel e perverso (há que carregar bem nos clichés...) Iskandar Salim, salteador dos desfiladeiros do deserto, o terror das guarnições dos postos avançados do Ocidente em terra de infiéis, e outros enredos de «histórias para rapazes», como então por cá se dizia.
Hoje, a pura inverosimilhança comic-book Superman, conjugação do cientismo oitocentista com o genuíno kitsch n-americano do século passado, é-nos trazida por um criador gráfico que tem nome de turcomano, de cavaleiro da estepe.
Amazing...