Tenho heróis e também super-heróis: o maior deles é o Batman, aqui desenhado por Neal Adams.
O VELHO MILITANTE VÊ O MURO RUIR
Há 10 horas
um blogue preguiçoso desde 25 de Março de 2005
Estou há largas semanas para assinalar aqui a edição histórica dos quatro primeiros álbuns de Lucky Luke, até agora inéditos em Portugal: A Mina de Ouro de Dick Digger, Rodeo, Arizona e Sob o Céu do Oeste. Algumas destas estórias foram, no entanto, publicadas entre nós por Adolfo Simões Müller, mas em revista, no mítico Cavaleiro Andante.
A série mais conhecida que Segar criou, Popeye, o Marinheiro, alberga um naipe de figuras pouco recomendáveis: o protagonista é um bem-intencionado razoavelmente estúpido e bruto -- tão bruto como o verdeiro Brutus, seu rival na disputa do coração de Olive Oyl (Olívia Palito), mesquinha e escanzelada; não escapa a criança Swee'pea (o Ervilha de Cheiro), por vezes sonso ou insolente, e quanto a Wimpy, glutão e escroque, nem vale a pena falar! Não é de admirar que a mais terrível vilã, Seahag (a Bruxa do Mar), seja tão semelhante nos seus traços ao «herói» Popeye. As personagens disformes de E. C. Segar são um reflexo da real fealdade das pessoas.


Graças ao Blog da Utopia vi alguns belos trabalhos gráficos de Iskandar Salim, de promoção ao próximo filme do «Homem de Aço», Superman Returns.
Sacarrolha