O sexo é a cena, a cena de sexo
Desde que em adolescente me tornei a maluquinha de serviço que desejo ver My Own Private Idaho. Eu era fã dos Red Hot Chili Peppers e soube que o baixista entrava no filme. Entretanto, mesmo tendo deitado na tulha a chanfradice, a ânsia de o ver ficou (nunca fui maluquinha de todo).
Suspeito, no entanto, que o único aspecto que preservaria o mesmo impacto é o sexo. Reduzido não à sua essência mas a factos, não se vê nada e vê-se tudo. O cinema está repleto de tentativas enfadonhas, mal concretizadas e constrangedoras e Gus Van Sant, com um golpe de mestre, livrou-se de todos esses riscos engrendrando uma sequência de stills vivos (não são imagens estáticas), um para cada momento do sexo. É o chamado cut the crap, já que o cinema sempre se viu em dificuldades para traduzir aquilo que o sexo pode ser para (cada um de) nós.
A originalidade confirma-se neste vídeo de qualidade indigna ao segmento 3'10'' - 3'45''. A título de exemplo.
My Own Private Legacy

My Own Private Idaho (1991), Gus Van Sant
Para Gus Van Sant, a cena westerniana de My Own Private Idaho, em que vemos River Phoenix e Keanu Reeves de volta de uma fogueira, representa o clímax de uma amizade (que é, na verdade, uma declaração de amor). Considerando a sua relevância, bonito foi que Van Sant tivesse permitido a Phoenix escrever o diálogo (ou reescrevê-lo por improviso, o que aconteceu repetidas vezes). E tendo ainda em conta o conteúdo do mesmo, uma reflexão sobre uma broken home e uma fucked up youth a terminar na frase que vêem fotogramada acima, é inevitável imaginar que há ali um River Phoenix a abrir o peito ao mundo, a mando da fantasia. Não é mais wishful thinking do que uma bonita ironia. Acima de tudo é um legado.
Mefisto-Mefez, volume xiv

© Anna Morosini
Mantém a namorada perto e as ex-namoradas ainda mais perto. Mefisto chega mesmo a manter uma de cada à mesma distância – a distância de um dedo na boca, pedindo-lhe saliva, pressionando o gatilho. No fim, ambas morrem de morte súbita, graus de tragédia diferentes. Mas vinte e um do três e troca o passo, já outra vai caindo na rede, e de namorada ao seu contrário, um instantinho de despromoção – só no papel, na cama não. O monstro quer, a menina sonha, a foda nasce, ou não se convencessem as criaturas, cada uma a seu tempo, de que serão elas a fazê-lo homem transformado. Só Mefisto sabe que a nova dama aflita não tardará a esfolar os joelhos no asfalto e que a fantasia dura o momento exacto de um intervalo – até novo entretenimento. Com sorte, a preterida continuará do seu lado, um passo atrás da novidade. Mas é provável que não chegue para tanto.
The Fool

Não, garanto-lhe, não tenho uma tendência para o erro de casting, sei bem o que não quero, sei melhor ainda o que mereço, fui tonta, mas tinha amor para sê-lo, há muito que o não sou, que penso com palitos nos olhos, que o que me aconteceu depois eu não poderia sabê-lo, não conhecia a espécie, não sou pela sacanagem, não, esta era outra coisa, eu nunca fora tão bem tratada, era impossível ser mais bem tratada, reconhecer o cancro na perfeição, se era ela a que tínhamos direito, e aceitar que o inferno se instalara no paraíso, agora deus e diabo simultaneamente, para sempre.
Mel
© Menina Limão
Em exibição no Teatro Aveirense pela mão do Cineclube de Aveiro, dia 27 de Junho (segunda-feira), às 22h.
Ponto de exclamação, ah. ah. ah.
Com que então o Senhor Palomar era o e o Máscara & Chicote era o.
(Eu até dizia quem era O Meu Pipi, mas toda a gente sabe.)
Livros preferidos
adenda: O Livro da Dança, Gonçalo M. Tavares | Fragmentos de um Discurso Amoroso, Roland Barthes | Cartas a um Jovem Poeta, Rainer Maria Rilke | Trópico de Câncer, Henry Miller | Dias Felizes, Samuel Beckett | Já parei, Menina Limão.
Gosto muito d
Com que então ninguém me passa correntes. Será porque eu não respondi às últimas 10? É preciso ter lata. Vai daí, numa decisão unilateral e agressiva, resolvi responder ao questionário que o Marco, a Saturnine, a sem-se-ver e a Luna não me passaram, mas que entretanto a F reencaminhou:
1 - Existe um livro que lerias e relerias várias vezes?
Já reli livros, não por devoção à obra, mas para saber se hoje teriam o mesmo impacto. Por exemplo, A Voz Humana da primeira vez não fez estragos, mas depois desconfiei que, vividas umas coisas, seria diferente. E foi.
2 - Existe algum livro que começaste a ler, paraste, recomeçaste, tentaste e tentaste e nunca conseguiste ler até ao fim?
Até hoje só desisti de um livro, o iô-iô do Thomas Pynchon, mas julgo que não estavam reunidas todas as condições para, uma vez que me encontrava a bater excepcionalmente mal da cachimónia. Pretendo retomá-lo um dia para saber se posso deixar de me sentir culpada.
3 - Se escolhesses um livro para ler para o resto da tua vida, qual seria ele?
Existem formas mais rápidas de enlouquecer.
4 - Que livro gostarias de ter lido mas que, por algum motivo, nunca leste?
Oi? Queres ver que já morri e nem acabei com a gelatina do frigorífico?
5- Que livro leste cuja 'cena final' jamais conseguiste esquecer?
Tenho memória de caca de peixe.
6- Tinhas o hábito de ler quando eras criança? Se lias, qual era o tipo de leitura?
Lia tanto que os pais me mandavam dormir e eu continuava a ler, fazendo incidir a luz do despertador sobre a página para eles não descobrirem. Mas «criança» abrange várias épocas, sócio. Desde Os Cinco, a Uma Aventura, ao Triângulo Jota (que a puberdade já exigia palavrões e descrições de beijos e de seios a tocar no outro). Depois, A Lua de Joana, a primeira rebeldia a confirmar a minha. O Diário de Anne Frank marcou-me muito pela sexualidade descomplexada. Eu tinha 13 anos e andava muito confusa. Cheguei a ler outros dois livros sobre ela (testemunhos de pessoas que a conheceram, do pai, o único sobrevivente, etc).
7. Qual o livro que achaste chato mas ainda assim leste até ao fim? Porquê?
Creio que isso nunca me aconteceu. Não sou a maior?
8. Indica alguns dos teus livros preferidos.
Não tenho pachorra para isto. Ainda por cima perdi a única lista que fiz até hoje (porque me apagaram a conta do facebook, não foi assim, Beatriz?). Coragem:
Teatro Completo, Sarah Kane | Sangue no Pescoço do Gato, R.W. Fassbinder | A Voz Humana, Jean Cocteau | Um bom homem é difícil de encontrar, Flannery O'Connor | O Amante, Marguerite Duras | Os Passos em Volta, Herberto Helder | 1984, George Orwell | Alice no País das Maravilhas, Lewis Carroll | Na Solidão dos Campos de Algodão, Bernard-Marie Koltès | A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera [mas preciso de reler, para confirmar] | O Insecto e outras histórias de mães e filhas, Claire Castillon | Four Bare Legs in a Bed, Helen Simpson | Sleeping Around, Hilary Fannin, Stephen Greenhorn, Abi Morgan, Mark Ravenhill | Lunar Caustic, Malcolm Lowry | O Sangue dos Outros, Simone de Beauvoir | A Sul de Nenhum Norte, Charles Bukowski | O Velho e o Mar, Ernest Hemingway | O Estrangeiro, Albert Camus
[poesia excluída]
[é melhor parar]
9. Que livro estás a ler neste momento?
Nove Contos, J.D.Salinger [é provável que entre nos favoritos].
10. Indica dez amigos para o Meme Literário:
Migos? Loli.
1 - Existe um livro que lerias e relerias várias vezes?
Já reli livros, não por devoção à obra, mas para saber se hoje teriam o mesmo impacto. Por exemplo, A Voz Humana da primeira vez não fez estragos, mas depois desconfiei que, vividas umas coisas, seria diferente. E foi.
2 - Existe algum livro que começaste a ler, paraste, recomeçaste, tentaste e tentaste e nunca conseguiste ler até ao fim?
Até hoje só desisti de um livro, o iô-iô do Thomas Pynchon, mas julgo que não estavam reunidas todas as condições para, uma vez que me encontrava a bater excepcionalmente mal da cachimónia. Pretendo retomá-lo um dia para saber se posso deixar de me sentir culpada.
3 - Se escolhesses um livro para ler para o resto da tua vida, qual seria ele?
Existem formas mais rápidas de enlouquecer.
4 - Que livro gostarias de ter lido mas que, por algum motivo, nunca leste?
Oi? Queres ver que já morri e nem acabei com a gelatina do frigorífico?
5- Que livro leste cuja 'cena final' jamais conseguiste esquecer?
Tenho memória de caca de peixe.
6- Tinhas o hábito de ler quando eras criança? Se lias, qual era o tipo de leitura?
Lia tanto que os pais me mandavam dormir e eu continuava a ler, fazendo incidir a luz do despertador sobre a página para eles não descobrirem. Mas «criança» abrange várias épocas, sócio. Desde Os Cinco, a Uma Aventura, ao Triângulo Jota (que a puberdade já exigia palavrões e descrições de beijos e de seios a tocar no outro). Depois, A Lua de Joana, a primeira rebeldia a confirmar a minha. O Diário de Anne Frank marcou-me muito pela sexualidade descomplexada. Eu tinha 13 anos e andava muito confusa. Cheguei a ler outros dois livros sobre ela (testemunhos de pessoas que a conheceram, do pai, o único sobrevivente, etc).
7. Qual o livro que achaste chato mas ainda assim leste até ao fim? Porquê?
Creio que isso nunca me aconteceu. Não sou a maior?
8. Indica alguns dos teus livros preferidos.
Não tenho pachorra para isto. Ainda por cima perdi a única lista que fiz até hoje (porque me apagaram a conta do facebook, não foi assim, Beatriz?). Coragem:
Teatro Completo, Sarah Kane | Sangue no Pescoço do Gato, R.W. Fassbinder | A Voz Humana, Jean Cocteau | Um bom homem é difícil de encontrar, Flannery O'Connor | O Amante, Marguerite Duras | Os Passos em Volta, Herberto Helder | 1984, George Orwell | Alice no País das Maravilhas, Lewis Carroll | Na Solidão dos Campos de Algodão, Bernard-Marie Koltès | A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera [mas preciso de reler, para confirmar] | O Insecto e outras histórias de mães e filhas, Claire Castillon | Four Bare Legs in a Bed, Helen Simpson | Sleeping Around, Hilary Fannin, Stephen Greenhorn, Abi Morgan, Mark Ravenhill | Lunar Caustic, Malcolm Lowry | O Sangue dos Outros, Simone de Beauvoir | A Sul de Nenhum Norte, Charles Bukowski | O Velho e o Mar, Ernest Hemingway | O Estrangeiro, Albert Camus
[poesia excluída]
[é melhor parar]
adenda: O Livro da Dança, Gonçalo M. Tavares | Fragmentos de um Discurso Amoroso, Roland Barthes | Cartas a um Jovem Poeta, Rainer Maria Rilke | Trópico de Câncer, Henry Miller | Dias Felizes, Samuel Beckett | Já parei, Menina Limão.
9. Que livro estás a ler neste momento?
Nove Contos, J.D.Salinger [é provável que entre nos favoritos].
10. Indica dez amigos para o Meme Literário:
Migos? Loli.
Ora então a papelada segue para: Cretino e/ou Puta de Prisão | Segismundo (não vá andar a precisar de enfiar a cabeça no Atlântico) | Aurea Mediocritas | Brunette Senette Martinica | A Douta Ignorância (é à vontade do freguês) | Lady oh my Dog! | o meu bicho do mato | Meninas e Moças, Cachopas e Gaijas | Ana Cláudia Vicente | Daniel (ó vá lá...) | Catarina trama-se | Sara Pais (volta!) | & demais gentes com vontades.
adenda: Samuel Filipe | Morgada de V. (para obrigá-la a postar, claro está) | Jorginho, filho | Ana Cristina Leonardo | peço imensa desculpa por não vos ter incluído na primeira tiragem, mas uma segunda edição é sempre bom sinal.
Babel e Sião
Sôbolos rios que vão
Por Babilónia, me achei,
Onde sentado chorei
As lembranças de Sião
E quanto nela passei.
Ali, o rio corrente
De meus olhos foi manado;
E, tudo bem comparado,
Babilónia ao mal presente,
Sião ao tempo passado.
Ali, lembranças contentes
Na alma se representaram;
E minhas cousas ausentes
Se fizeram tão presentes,
Como se nunca passaram.
Ali, depois de acordado,
Co'o rosto banhado em água,
Deste sonho imaginado,
Vi que todo o bem passado,
Não é gosto, mas é mágoa.
E vi que todos os danos
Se causavam das mudanças
E as mudanças dos anos;
Onde vi quantos enganos
Faz o tempo às esperanças.
Ali vi o maior bem
Quão pouco espaço que dura;
O mal que depressa vem,
E quão triste estado tem
Quem se fia da ventura.
(...)
Luís de Camões
Por Babilónia, me achei,
Onde sentado chorei
As lembranças de Sião
E quanto nela passei.
Ali, o rio corrente
De meus olhos foi manado;
E, tudo bem comparado,
Babilónia ao mal presente,
Sião ao tempo passado.
Ali, lembranças contentes
Na alma se representaram;
E minhas cousas ausentes
Se fizeram tão presentes,
Como se nunca passaram.
Ali, depois de acordado,
Co'o rosto banhado em água,
Deste sonho imaginado,
Vi que todo o bem passado,
Não é gosto, mas é mágoa.
E vi que todos os danos
Se causavam das mudanças
E as mudanças dos anos;
Onde vi quantos enganos
Faz o tempo às esperanças.
Ali vi o maior bem
Quão pouco espaço que dura;
O mal que depressa vem,
E quão triste estado tem
Quem se fia da ventura.
(...)
Luís de Camões
Portfólio

O meu portfólio está agora disponível na plataforma profissional Behance. No final da página de cada projecto, vão encontrar um botão appreciate this equivalente a um like – não precisam de estar registados para o usar, é só preciso gostar; o clique é anónimo e faz uma artolas feliz.
Credo, parecia a
Apaguei o post da sondagem porque tinha um erro (um erro!) e não há cá erros no meu blog.
Fauna
A caminho do meu café nocturno no Quiosque do Refresco, deparo-me com um casal, a braços com sacos de compras, procurando ajudar um pássaro ferido e combalido no Largo do Chiado. Uns metros abaixo, uma rapariga de mini-saia e saltos altos, tenta enfiar um gigante são bernardo na bagageira de um táxi. Em redor, os amealhados do costume tomam a sua bica abençoada por Pessoa de perna cruzada e esforçar-se-ão eles próprios por ensaiar o ar mais indiferente do mundo.
Ana

© Lukasz Wierzbowski
Ana não precisa de ameaças reais, se pode ficcioná-las; não precisa de pretextos, se pode atropelá-los; não precisa de argumentos, se pode produzi-los.
Ana tem ciúme. Da tal, da imaginária, do amor, do desamor, do amigo, brilhante ou colorido. Odiar pessoas é o seu desporto preferido.
Ana tem dor de corno, de contorno, de amor morno.
Ela estará atenta; qualquer deslize e a bomba rebenta – caíste – e quando a outra se levantar, ela continuará a imaginá-la caída, numa fantasia empedernida. Teorias para consumo próprio, prontas a descolar.
Ana vive fora dela, nas cabeças que inventa e distribui.
Ana, a um passo de ser Anã, é mesquinha e comezinha, mas do seu reino – ela sabe-o – nunca será rainha.
Crazy for you, festas de Lisboa

Investi no concerto dos Best Coast, mas acabei a concorrer às sardinhas de Lisboa. Numa tentativa vã de me destacar da multidão e assegurar o meu lugar entre os quinze primeiros, vi a Associação Protectora dos Felinos Conservados em Erva entrar em palco, já toda eu posta de fora de competição. Culpa de um indivíduo exibicionista que desmaiou (ou assim) um metro à minha frente. Era tão doente de atenção que, segundos depois de ter sido levantado, atendeu a novo chamamento terreno. E eu, demasiado empenhada em competir, achei que o que era fixe era jogar ao dominó e mandei-me ao chão logo de seguida, naquela que foi uma reprodução perfeita dos factos. Tanto que fiz questão de voltar a mostrar o rego ao maior número de pessoas possível, em mais uma prova atlética cumprida com profissionalismo. Decorria o second round de visitas ao chão. Então, recambiada dali para fora, sem poder agradecer à miúda que me acariciou os sovacos durante o processo, fiz uma terceira incursão no plano horizontal, não fosse ficar atrás do meu rival no concurso de tabuleiro. Um pacote de açúcar depois, estava eu a assistir a problemas de som nos quais não tive qualquer mérito, a ver a Bethany em forma de coluna de cimento e a fazer beicinho a dezenas de pessoas concentradas em ignorar-me. A minha performance só deu prejuízos, mas, hey, não é esse o aspecto que uma defensora da cultura deve realçar sobre a arte contemporânea.
O Concerto
design: Menina Limão
Em exibição no Teatro Aveirense pela mão do Cineclube de Aveiro, dia 23 de Maio (segunda-feira), às 22h.
Hey! Senhora Banana no more. Yay!
hey man
you shouldn't be worried 'bout the good or the bad
or all them stories
just a slowly point your life
in the right direction
and live it up to the max of true satisfaction
HEY!
MY LIFE IS OKAY!
[happy happy!]
Valha-me deus, que mal é que eu fiz?
Nunca, mas NUNCA, me voltem a comparar com a PJ Harvey. Estamos entendidos?
Os 2 da (Nova) Vaga / Filme Socialismo
design: Menina Limão
Em exibição no Teatro Aveirense pela mão do Cineclube de Aveiro:
Os 2 da (Nova) Vaga | DOM 1 Maio | 18h
Filme Socialismo | SEG 2 de Maio | 22h
Ensaio mudo
Silent Mountain (2001), Bill Viola
Baraka (1992), Ron Fricke
The Godfather: Part III (1990), Francis Ford Coppola
A Beatriz é má

Da primeira vez que fui expulsa do facebook, não publiquei, por pudor, a resposta que enderecei à Beatriz, essa tola que responde pelo facebook como se disso dependesse o seu ordenado, mas disponibilizei-a na conta que entretanto lá criei, para regabofe dos amigos.
Só que é a segunda vez que vejo a minha conta apagada (agora por não estar registada com um nome «verdadeiro») e quero mais que a caça às bruxas, após o descalabro, acabe em orgasmo. Portanto, depois de me ter divertido novamente a desgrenhar o cabelo da Beatriz, concedo-me o dever de divulgar o penteado. Até porque agora não é a minha resposta que corre o risco de abananar as almas, mas sim as abusivas condições impostas pelo facebook para que eu pudesse reaver a minha conta, mesmo depois de eu os ter informado do meu nome verdadeiro.
Construa uma frase aplicando o vocábulo aprendido
O facebook tem feito uma conação no sentido de me expulsar de sua casa, obtendo resultados satisfatórios pela segunda vez consecutiva.








































