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sábado, dezembro 13, 2008

Manifestação contra a "Escola das Américas" na Geórgia - EUA



A SOA Watch, ONG norte-americana, realiza todos os anos uma vígília diante da "Escola das Américas" em Fort Benning, na Geórgia, reclamando o encerramento desta "escola". Durante a manifestação, são evocados os nomes de pessoas assassinadas por militares que passaram por esta academia militar. À medida que são enunciados os nomes, o coro de vozes canta "Presente!". Um relatório do Senado desta semana vem mais uma vez demonstrar que a prática da tortura teve (tem?) o apoio de altas figuras da administração, no caso Donald Rumsfeld.

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sábado, dezembro 06, 2008

Uma mobilização de tempo de guerra

Lester R. Brown

Há muitas coisas que não sabemos sobre o futuro. Mas uma coisa que sabemos é que o “business as usual” / “manter tudo na mesma” não vai continuar por muito mais tempo. Uma transformação/mudança maciça é inevitável. Será que essa mudança advirá de nos movermos rapidamente para reestruturar a economia ou porque falhamos na acção e a civilização se desfaz?
Salvar a civilização exigirá uma mobilização maciça/massiva, à velocidade do tempo de guerra. A analogia mais próxima é a tardia mobilização dos Estados Unidos durante a II Guerra Mundial. Mas ao contrário desse capitulo da História, em que um país reestruturou totalmente a sua economia, a mobilização do “Plano B” requer acção decisiva à escala global. Na frente climática, as atenções oficiais deslocaram-se agora para as negociações pós- Protocolo de Quioto, para reduzir as emissões de carbono. Mas isso levará anos. Precisamos de agir agora. Não há simplesmente tempo para negociações de anos e depois mais anos para a ratificação de outro acordo internacional.
É tempo de os países individualmente tomarem iniciativas próprias. A Nova Zelândia mostra o caminho, tendo anunciado em 2007 que irá aumentar a quota das energias renováveis na produção de electricidade de 70%, sobretudo hidro e geotermal, para 90% até 2025. O país planeia reduzir para metade as emissões “per capita” de dióxido de carbono dos transportes até 2040. Para além disto, a Nova Zelândia planeia expandir a sua área florestada em cerca de 250.000 hectares até 2020, sequestrando à volta de 1 milhão de toneladas de carbono por ano.
Sabemos da nossa análise do aquecimento global, da aceleração da deterioração dos suportes ecológicos da economia, e das nossas projecções sobre a utilização futura de recursos pela China, que o modelo económico ocidental - baseado em combustíveis fósseis, centrado no automóvel e numa economia do descartável – não durará por muito mais tempo. Necessitamos de construir uma nova economia, uma que seja alimentada por fontes de energia renovável, que tenha um sistema de transportes diversificado e que reutilize e recicle tudo.
Podemos descrever esta nova economia com algum detalhe. O problema é como fazer a transição antes que o tempo se esgote. Será que podemos alcançar os pontos de viragem políticos que nos permitam reduzir as emissões de carbono antes que alcancemos os pontos de viragem ecológicos que tornem irreversíveis o derretimento dos glaciares dos Himalaias? Seremos capazes de travar a desflorestação da Amazónia antes que seque, se torne vulnerável aos fogos, e se converta num deserto?
E se daqui a três anos os cientistas anunciassem que esperámos demasiado tempo para reduzir as emissões de carbono e que o derretimento da calota de gelo da Gronelândia se tornara irreversível? Como é que nos afectaria a constatação de que éramos responsáveis pela emergente subida do nível do mar em 7 metros e centenas de milhões de refugiados? Como é que isso afectaria o sentido de nós próprios, de quem somos? Poderia desencadear uma fracturação da sociedade ao longo de linhas geracionais como as mais familiares fracturas das sociedades ao longo de linhas raciais, religiosas ou étnicas. Como responderemos às nossas crianças quando perguntarem “Como nos puderam fazer isto? Como puderam deixar-nos perante tamanho caos?”
Como vimos, um sistema de contabilidade empresarial que deixou custos fora do balanço/dos “livros” conduziu a Enron, uma das maiores empresas dos EUA, à falência. Infelizmente, o nosso sistema de contabilidade económica global, que também deixa custos fora do balanço, tem consequências potencialmente bem mais sérias.
A chave para construirmos uma economia global que possa suster o progresso económico é a criação de um mercado honesto, um que tenha em conta a verdade ecológica. Para criar um mercado honesto, precisamos de reestruturar o sistema fiscal, reduzindo os impostos sobre o trabalho e elevando-os para variadas actividades ambientalmente destrutivas por forma a que incorporem os custos indirectos no preço de mercado. Se conseguirmos que o mercado diga a verdade, então poderemos evitar ser desagradavelmente surpreendidos por um sistema de contabilidade falho que conduz à bancarrota. Como observou Øystein Dahle, ex-vice-presidente da Exxon para a Noruega e Mar do Norte,: “o Socialismo colapsou porque não permitiu que o mercado revelasse a verdade económica. O Capitalismo poderá colapsar porque não permite que o mercado conte a verdade ecológica."
Quando consideramos uma mobilização para salvar a civilização, vemos quer similitudes quer contrastes com a mobilização para a II Guerra Mundial. Neste último caso, houve uma reestruturação económica, mas foi temporária. Uma mobilização para salvar a civilização, pelo contrário, exige uma reestruturação económica duradoura.
Ainda assim, a entrada dos EUA na II Guerra Mundial oferece um caso de estudo inspirador de rápida mobilização. Inicialmente, os EUA resistiram ao seu envolvimento, respondendo apenas depois de ser directamente atacado em Pearl Harbor em 7 Dezembro de 1941. Mas a resposta foi total. Depois de um compromisso integral, o empenhamento dos EUA ajudou a virar o pendor da guerra, conduzindo as Forças Aliadas à vitória dentro de três anos e meio.
No seu discurso sobre o Estado da Nação a 6 de Janeiro de 1942, um mês após o bombardeamento de Pearl Harbor, o Presidente Roosevelt anunciou os objectivos do país para a produção de armamento. Os EUA, disse ele, planeavam produzir 45.000 tanques, 60.000 aviões, 20.000 armas anti-aéreas, e 6 milhões de toneladas de marinha mercante. Acrescentou, “Que ninguém diga que não pode ser feito”.
Ninguém jamais vira tais gigantescos números de produção de armas. Mas Roosevelt e os seus colegas compreenderam que a maior concentração mundial de capacidade industrial ao tempo estava na indústria automóvel dos EUA. Mesmo durante a Grande Depressão, os EUA estavam a produzir 3 milhões ou mais de automóveis por ano. Depois do seu discurso sobre o Estado da Nação, Roosevelt encontrou-se com os líderes da indústria automóvel e disse-lhes que o país dependeria fortemente deles no sentido de alcançar estes objectivos de produção de armas. De início, eles queriam continuar a produzir automóveis e simplesmente acrescentar a isso a produção de armamento. O que eles ainda não sabiam é que a venda de novos carros seria banida brevemente. Desde o início de 1942 até ao fim de 1944, quase três anos, não houve praticamente produção de automóveis nos Estados Unidos.
Adicionalmente à proibição da produção e venda de automóveis para uso privado, a construção de habitação e auto-estradas foi suspensa, e a condução recreativa banida. Bens estratégicos – incluindo pneus, gasolina, combustível para aquecimento, e açúcar – foram racionados a partir de 1942. A redução do consumo privado destes bens libertou recursos materiais que eram vitais para o esforço de guerra.
O ano de 1942 testemunhou a maior expansão da produção industrial na história da nação - toda para uso militar. Desde o início de 1942 até 1944, os EUA excederam largamente o objectivo inicial de 60.000 aviões, lançando uns espantosos 229.600 aparelhos, uma frota tão vasta, dificil de imaginar mesmo nos dias de hoje. Igualmente impressionante, por altura do fim da guerra, mais de 5.000 barcos foram acrescentados aos cerca de 1000 que constituíam a Marinha Mercante Americana em 1939. No seu livro “Tempos Incomuns” (“No Ordinary Time”), Doris Kearns Goodwin descreve como várias firmas se converteram. Uma fábrica de velas de ignição esteve entre as primeiras a mudar para a produção de metralhadoras. Rapidamente, um produtor de fogões estava a produzir barcos salva-vidas, uma fábrica de carrosséis estava a fazer peças de artilharia; uma companhia de brinquedos estava a lançar bússolas; um fabricante de corpetes estava a produzir cintos para granadas; e uma fábrica de máquinas para jogos (flippers) começou a produzir obuses perfurantes de blindagem.
Em retrospectiva, a velocidade desta reconversão da economia em tempo de paz para uma economia de guerra é surpreendente. O domínio do poder industrial dos Estados Unidos fez virar a balança decisivamente para as Forças Aliadas. Winston Churchill citava frequentemente o seu ministro dos negócios estrangeiros, Sir Edward Grey: “ Os Estados Unidos são como uma caldeira gigante. Uma vez que é acendido o fogo debaixo dela, não há limite à energia que pode gerar".
Esta mobilização de recursos numa questão de meses demonstra que um país e, na realidade, o mundo, pode reestruturar a economia rapidamente se fôr convencido da necessidade de o fazer. Muita gente – embora ainda não a maioria – estão já convencidas da necessidade de uma reestruturação global da economia. O propósito do meu livro Plano B 3.0 é convencer mais pessoas desta necessidade, ajudando a virar a balança em direcção às forças da mudança e da esperança.
Adaptado do capítulo 13, “A Grande Mobilização” in “Plano B 3.0: Mobilização para Salvar a Civilização” de Lester R. Brown (New York: W.W. Norton & Company, 2008), disponível para descarga gratuita.
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terça-feira, outubro 23, 2007

Os problemas energéticos: uma das maiores ameaças deste século

O Conselho InterAcademias, que reúne as academias de ciências de todo o mundo, alertou que os desafios em torno do problema da energia colocam um dos maiores perigos à Humanidade neste século, salientando o perigo das guerras pelo controlo de combustíveis fósseis como o petróleo e os problemas relacionados com as alterações climáticas. Ver notícia aqui.
No relatório "Lighting the Way: Toward a Sustainable Energy Future" afirma-se que o rumo actual é insustentável e analisam-se as opções do hidrogénio, biocombustíveis, nuclear, etc. Muitas destas tecnologias não resolverão por si nenhum problema. Há um forte incentivo ao desenvolvimento das energias renováveis, mas afirma-se que é necessário combater o desperdício e a ineficiência. Para tudo isto é absolutamente essencial uma conjugação de esforços a nível internacional, sem a qual nenhuma solução poderá ser encontrada. Quem pense, por exemplo, que é possível vedar à China o acesso ao petróleo e gás natural sem daí advirem problemas graves para o resto do mundo, não está ciente de que isso só levará a China a usar ainda mais carvão para as suas necessidades energéticas, com as consequências que se conhecem sobre o clima e a necessidade urgente de reduzir as emissões de CO2.
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quarta-feira, agosto 15, 2007

As ameaças do mundo actual


Um novo livro da colecção Sociedade Global da Editorial Presença: "As ameaças do mundo actual: alterações climáticas, escassez de recursos naturais, marginalização, militarização, terrorismo". Título original,"Beyond Terror"- "Será mesmo o terrorismo internacional a ameaça principal à segurança internacional?"
De facto todos estes tópicos estão, de algum modo, relacionados e exigem uma resposta global, que falta ainda encontrar, mas de que já existem alguns sinais nos movimentos sociais internacionais.

Algumas das ideias

1 - "O terrorismo não é a maior ameaça enfrentada pelo mundo."
2- "As alterações climáticas são o mais grave motivo de preocupação"
3- "A energia nuclear não nos ajuda a combater as alterações do clima ou a satisfazer as necessidades de energia de forma segura"
4- "A procura de recursos, especialmente petróleo, está a provocar conflitos e a gerar insegurança"
5- "Se queremos evitar um futuro altamente instável, precisamos de repensar todas as nossas políticas de segurança"

Este livro dá muitas pistas para propor, obrigar, os governos em geral, e do G8 em especial, alterações radicais nas suas políticas de segurança e externa.
Não chega às 100 páginas, vale a pena ler!
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sexta-feira, julho 20, 2007

AS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS: A EXIGÊNCIA DE UM NOVO PARADIGMA

As Alterações Climáticas, longe de constituírem apenas mais um problema ambiental, são uma verdadeira ameaça à Civilização Humana (Ver também conclusões, pág. 25 e 26, deste "paper" publicado na Academia Real das Ciências Britânica).
Isto significa um cenário em que a democracia, a paz, a qualidade de vida, o bem estar económico, a esperança de vida e a própria sobrevivência estarão ameaçados num horizonte temporal não muito longínquo se não se alterar radicalmente a forma como produzimos, consumimos e convivemos à escala do planeta.

As Alterações Climáticas são, em parte, o resultado de um modelo de “desenvolvimento” acelerado. A obsessão pelo crescimento desenvolveu uma infra-estrutura energética que é responsável pela aceleração do tempo: estamos a provocar desequilíbrios com um potencial de destruição catastrófico e irreversível à escala do tempo da Civilização.

Torna-se portanto necessário desacelerar, inverter o rumo em direcção ao abismo.

A luta contra as Alterações Climáticas só será eficaz se tivermos uma perspectiva ética que envolva toda a Humanidade (quer à escala micro da nossa vida quotidiana quer à macro escala das relações entre nações), porque nunca como agora a Humanidade esteve tão interdependente (Ver "Um só Mundo - A Ética da Globalização"). E desta vez, pelo menos, não se trata de um lugar-comum afirmá-lo.

As Alterações Climáticas exigem uma nova, ou renovada, forma de pensar em várias áreas da política.

A obsessão com a competitividade tem que dar lugar à cooperação: a partilha de recursos, tecnologias, culturas, é essencial sob pena de cairmos numa situação do tipo “Tragédia dos Comuns”: o egoísmo e a falta de confiança mútua entre os povos leva ao desastre. Há uma necessidade absoluta de se desenvolver um verdadeiro internacionalismo, de considerar o Planeta como a nossa Pátria, a nossa bandeira!
É preciso combater a ideia de que o terrorismo internacional é a principal ameaça que o mundo ocidental enfrenta (ver "As ameaças do mundo actual") . As despesas militares deverão ser reorientadas para a cooperação internacional, para a investigação científica em novas energias, etc. porque o “novo inimigo” não tem rosto e não pode ser combatido com armas.

Mas a ideia fundamental é que o ritmo de vida tem que desacelerar. No processo da chamada “criação de riqueza” estamos na realidade a destruir a base que nos sustenta, o capital natural (Ler este pequeno e interessante artigo sobre os serviços que a natureza nos presta). Infelizmente, ainda não começámos a inverter esta tendência. Pelo contrário, essa tendência parece agravar-se. Uma forma de desacelerar este processo, é reverter a globalização económica.

Instilar o medo, seja do terrorismo, seja da perda de protecção na saúde, de perda de protecção na reforma, de termos de trabalhar mais, da precariedade do trabalho, etc. tudo isso conduz a um sentimento de insegurança perante o qual o problema das Alterações Climáticas parece insignificante e longínquo. Isto só contribuirá para o seu agravamento e antecipação.
A Humanidade já tem os meios para proporcionar uma vida decente a todos os cidadãos do planeta, e é necessário que se diga isto às pessoas (Ver "Os Limites do Crescimento"). Mas estes meios têm que ser partilhados e utilizados com ponderação, sob pena de se esgotarem rapidamente, como é o caso dos combustíveis fósseis. É necessário estarmos atentos aos "Sinais Vitais" do nosso planeta.
Se uns gastarem desenfreadamente (por ex., os EUA), os outros (por ex., a China) não se convencerão da necessidade de contenção (Ler "Protocolo de Esgotamento do Petróleo") . Em último caso, o conflito armado pode ser o resultado, trágico para todos. E muitos parecem ter esquecido como foi trágica a primeira metade do Séc. XX. A paz e a democracia não são um dado adquirido, no Mundo e na Europa. As teorias do fim da história são absurdas.

A partilha significa mais transportes públicos e menos automóveis, mais bibliotecas, mais espaços públicos de convivência e menos centros comerciais, em suma, mais e melhores serviços públicos. Significa produzir menos desperdício. Dificilmente será compatível com a privatização de largos sectores estratégicos, em que as lógicas de produção e investimento pouco têm a ver com as necessidades reais e com a tal partilha. Trata-se de um problema prático, mais até do que puramente ideológico. Segundo o "Relatório Stern", as alterações climáticas são a maior "falha de mercado" jamais vista. É preciso tirar as devidas ilações desta afirmação. Se o mercado não funcionou, como é possível continuar a defender privatizações sem critério (ou quando este é apenas financeiro, de finanças públicas), sobretudo nos sectores estratégicos.
A motivação de uma GALP privatizada é ter o maior lucro possível, o que a retira de uma lógica global, que é a pública, de redução e equidade do consumo.
A publicidade é uma área que precisa de forte regulamentação e limitação. Os estilos de vida que difunde e estimula, o contínuo apelo ao consumismo individualista. é tudo menos o indicado para ajudar a combater as Alterações Climáticas e a degradação ambiental em geral.
Existe um falso consenso sobre o problema das Alterações Climáticas. Estas, por ignorância ou incúria (ver aqui e aqui, a propósito das inundações deste Verão em Inglaterra; o ordenamento do território é um dos pontos salientados) não são levadas de forma suficientemente séria, pela simples razão de que não se traduzem em políticas públicas de fundo e coerentes entre si.
As empresas, em geral, incluindo as públicas (veja-se o caso da Carris com a sua campanha sobre “Sustentabilidade”), parecem encarar a coisa como uma moda, utilizando-a e referindo-se-lhe como algo que fica bem e parece moderno, não passando as medidas que tomam da mera superficialidade. Meras operações de “marketing”, num quadro de “business-as-usual”.É o que se chama de “Greenwashing”, o equivalente verde do branqueamento. Não basta a Carris dizer que é sustentável, são necessárias políticas de transporte coerentes com objectivos temporais para transferir pessoas do transporte particular para o colectivo.


A ideia, difundida nos concertos “Live Earth”, de que é possível combater as Alterações Climáticas sem dor, sem alterar nada de fundamental, é perniciosa. O problema é que se acumularam demasiados erros. Mas não fazer nada é ainda pior. No entanto, uma vez que a mudança seja aceite, muitas das alterações necessárias poderão implicar até uma melhoria da qualidade de vida.
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terça-feira, maio 22, 2007

Assine a petição: G8 e Alterações Climáticas

Ajude a pressionar o G8 a tomar medidas pelo combate às Alterações Climáticas subscrevendo esta petição.A AVAAZ.org, World in Action, é uma organização que procura mobilizar os cidadãos de todo o mundo contra a guerra e por causas comuns à Humanidade.

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sábado, fevereiro 25, 2006

Os custos da Guerra do Iraque

Os custos económicos (despesas dos EUA, sem contar a destruição provocada à economia iraquiana) desta guerra imoral e selvagem, para além do sofrimento humano, são gigantescos, como se pode ver no seguinte "link":
OS CUSTOS DA GUERRA
A comparação com os recursos necessários para fins sociais ou de ajuda internacional aumenta ainda mais o escândalo que é esta guerra.
Estes custos são em primeira análise suportados pelos cidadãos norte-americanos, mas dada a hegemonia económica dos EUA no mundo, mais cedo ou mais tarde, todos nós acabaremos por pagar a factura, seja pela via da inflação, seja pela via de taxas de juro mais altas, ou de ambas! Ler mais...