04 Novembro 2012
Rosa-laranja-rosa-laranja


Assusta a tentação autofágica do actual poder socrático. Ao mesmo tempo que revela (pelo menos à superfície) decisão e poder afirmativo, nomeadamente no combate às corporações, deixa escorrer o capital de crédito por entre os dedos a uma velocidade vertiginosa.
Etiquetas: Política
04 Setembro 2012
As manchas negras da ONU
Etiquetas: Política mundial
Les Misérables
Etiquetas: Pessoal
Loreena McKennitt

"Loreena" é o título dum post publicado no des-encantos . Faz referência às "tracks" "Tango To Evora", "Greensleeves", "The Lady of Shalott" e... "Tango To Evora" para... repetir.
É uma sensação que cria "pele de galinha" clicar nos links contidos no post e ver surgir o WMP com a informação "Playing 128 Kbits/second", "Song:tangotoevora", apesar de ser uma "sample" de 51 segundos (a faixa completa dura 4:03).
O livreto (ou booklet para ser fiel à Loreena), descreve as fotografias nele inseridas que remontam ao século XVI, e ela própria informa que esteve em Portugal (com a sua fiel harpa) durante uma semana.
As referidas faixas fazem parte do álbum de 1991, "The Visit". Gostei tanto que logo que soube do álbum "the mask and mirror", de 1994, passou a fazer companhia ao primeiro, o qual nos "toca" mais intimamente justamente pelos motivos que des-encantos aponta.
Etiquetas: Pessoal
Black Viper

Etiquetas: Pessoal
22 Janeiro 2012
A minha casa...
... localizada pelo Google Earth


Etiquetas: Pessoal
20 Janeiro 2012
Windows ou Fiat?

Oadministrador da Microsoft (CEO-Chief Executive Officer), Steve Ballmer, referiu na conferência Analyst Day que, a manter-se o ritmo actual, dentro de 12 meses existirão mais de mil milhões de computadores com o Windows instalado, um número superior a todos os automóveis existentes.
Na mesma conferência, a Microsoft anunciou que já vendeu mais de 60 milhões de cópias do seu mais recente sistema operativo, o Windows Vista, e aproveitou para revelar que nas primeiras cinco semanas após o seu lançamento, o Vista superou as espectativas.
Ballmer, que considera que a pirataria foi uma das principais razões para o arranque lento do Vista, fez também saber que a Microsoft está a preparar melhorias nas suas ferramentas antipirataria.
Nota:
o Fiat "exibido" é um mero exemplo, já que o texto se refere à generalidade dos automóveis.

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19 Janeiro 2012
Red Bull Air Race
As funções do Google Earth permitiam levar qualquer pessoa a qualquer parte do mundo apenas com um clique, no entanto, este programa vai mais longe e permite aos utilizadores imitar as acrobacias dos pilotos da Red Bull Air Force.
Apesar de não rivalizar com o célebre Flight Simulator da Microsoft, este era um dos segredos mais bem guardados da última versão do programa de mapeamento global do Google.
Mas, o "brinde" escondido foi finalmente descoberto.
Contudo, para activar o modo de simulação de voo é necessário ter a versão 4.2 do Google Earth.
Depois de abrir o programa, deve carregar-se nas teclas Ctrl+Alt+A para que apareça uma janela, na qual poderá seleccionar um dos dois aviões disponíveis (F16 e SR22) e até mesmo o aeroporto do qual pretende partir.
Por fim, deve tomar nota dos atalhos do teclado para conseguir divertir-se mais e obter bons voos.
Fonte: Cibéria
Etiquetas: Tecnologia
08 Janeiro 2012
Ainda o Simplex

Simplex foi a designação acolhida pelo governo para a sua iniciativa de combate à burocracia. Convenhamos que o nome se adequa mais a uma pomada para as varizes do que a um programa governamental. São 333 - nem 332 nem 334, mas, precisamente, 333 - o número de medidas que o compreendem. Trezentos e trinta e três cheira a enxofre e apela à cabalística. É um número estranho, inquietante e diabólico. Exala intenso odor e sugere a presença do mafarrico.
Numa perspectiva mais terrena e simplex, 333 medidas constituem um pacote interminável de actos, procedimentos, requerimentos e circulares e comportam uma ruptura com muitos anos de rotinas administrativas. Mas ninguém se iluda. Para muitos o Simplex vai ser verdadeiramente complicadex. A opinião pública não cessou ainda as loas à visão e à audácia do governo, enaltecendo a sua determinação e saudando a sua coragem. O Simplex é maravilhex e vai dar um resultadex. Como o Nasex, desobstruirá as narinas congestionadas de um Estado constipado e ranhoso. Como o Durex, evitará doenças e pragas e protegerá a papelada de procriações não desejadas e irresponsáveis. Como o Fludex, regulará a tensão de uma estrutura pública ansiosa e hipertensa. Como o Mijex, repelirá os insectos que parasitam e afligem a imensa epiderme gordurosa do "monstro", assim baptizado pelo ora presidente Cavaco.
Fiquei, porém, preucupado com o esclarecimento prestado por ilustre professor universitário e farmacêutico, velho amigo e renomado especialista destas matérias. O sufixo "ex" prenuncia medicamento fraco, quase placebo, um pouco "banha da cobra". Assim, na lógica farmacêutica, o Simplex valerá mais pelo continente do que pelo conteúdo e, na prática, pouco mudará. Esta perspectiva científica não permite alimentar muitas esperanças relativamente a um programa com este sufixo. Não podendo o governo alterar aquele, mude pelo menos este. Adopte um "ox" que contagia e dá força, ou um "in", mais aveludado e interactivo. Este último, aliás, condiz melhor com o estilo fashion do primeiro-ministro e com o moleskin que garbosamente deposita na já famosa mesa de pé de galo onde semanalmente reúne com o PR.
Etiquetas: Política
Eléctrico chamado "desejo"
Fachada principal do Museu do Carro Eléctrico
O Porto foi a primeira cidade ibérica a ter uma linha de carro eléctrico.Foi em 12 de Setembro de 1895.
Foto de um dos primeiros carros eléctricos:
Carro eléctrico nº 100, um dos mais procurados para passeios turísticos.
(um eléctrico chamado "desejo"):
Notas:
a) As imagens (excepto a do bufo/pide) têm o link dos STCP;
b) Como muita gente, principalmente da região do Porto, em Janeiro de 2007 os STCP reformularam muitas linhas com o pretexto de as conjugarem com a entrada em funcionamento do Metropolitano do Porto;
c) Tal reformulação provocou e continua a provocar protestos por parte dos utentes dos STCP, dado que os itinerários ficaram mais extensos e obrigam a transbordos que sujeitam os utentes a várias horas de espera pelo autocarro;
d) Dado que o serviço dos STCP é um serviço público sob a tutela do governo, os utentes, que deram a maioria absoluta ao Sócras, são os principais culpados;
As reclamações não produzem qualquer efeito, já que o Sócras tem o Poder absoluto e responde com os bufos e os pides, na sua versão actualizada!!!...
Etiquetas: História
Saramago e Pilar

Uma fundação, um casamento e um livro. Entre Lisboa, Lanzarote e Castril, a união ibérica de José Saramago e Pilar del Río. Um carro de matrícula espanhola atravessa a Ponte 25 de Abril. O homem beija a mão da mulher e anuncia, em castelhano: «Bem-vinda a Lisboa. Esta é a tua viagem!» Não era a primeira vez que ela vinha à capital portuguesa nem viagens assim são tão raras para uma jornalista. Mas a verdade é que estas foram as únicas palavras com significado que se preze pronunciadas naquele automóvel ao longo de 400 quilómetros: à saída de Sevilha, para estranheza de Rafael, talvez a mais faladora das suas amigas, Pilar, havia anunciado que gostava de viajar em silêncio. Vinte e um anos depois, numa tarde soalheira mas ventosa como é típico de Lanzarote, paramos entre os números 1 e 3 da Calle Los Topes, em Tías. Abre-se um portão para deixar passar José Saramago e, de braço dado com ele, a mulher, Pilar del Río, a recém-presidenta da Fundação José Saramago, a recém-casada pela segunda vez com o autor de O Ano da Morte de Ricardo Reis, a leitora que em 1986 veio a Lisboa cumprir o itinerário daquele heterónimo de Pessoa - quem dentro de meia hora iremos entrevistar... mesmo que a conversa acabe por se centrar, como veio a acontecer, em Saramago. Porque falar de Saramago é falar de Pilar e falar de Pilar é falar de Saramago.
O texto completo encontra-se neste link.
Etiquetas: Personalidades
04 Janeiro 2012
Arte!...
Etiquetas: Geral
03 Janeiro 2012
A Ota e o facto consumado
Espero que este não seja o fim, mas o princípio de um caminho que permita às autoridades mais importantes de Portugal, do ponto de vista da engenharia, do ambiente e das comunicações, trazer as suas razões à coacção. Isto porque há muitos argumentos desconhecidos, de pessoas que são contra este projecto, e que são também importantes, como seja o caso de este aeroporto da Ota ser construido entre leitos de duas ribeiras, e o da distância, que poderá originar grandes perdas de receitas no turismo. A questão é saber que impacto irá ter sobre a capital, sabendo nós que é uma das grandes geradoras de riqueza nacional.
In Metro, Crónica, Nuno Rogeiro.


Etiquetas: Política
01 Janeiro 2012
S. João no Porto
Origem das festas no Porto.A

Já Fernão Lopes, na sua Crónica de João I, recorda que no século XV, a véspera de S. João era o dia em que os habitantes do Porto tinham por hábito fazer uma "grande festa". A cidade, então com um pouco mais de duzentos anos, tinha já uma forte tradição são joanina. Misto de sagrado e profano, as festas de S. João baseavam-se em rituais de consagração e desencadeavam ritos de profanação. Na noite de S. João, a popolução munia-se de alho porro
para afastar os espíritos sinistros. Mas utilizavam igualmente a erva-cidreira: «Quem quiser curar feitiços/tome chá de erva-cidreira/colhida por uma donzela/na noite sanjoaneira», dizia-se, na altura. O local das festas variava com o tempo e os poderes. Podia depender do esforço das Igrejas e o S. João andou de rua em rua, passando pela Rua das Hortas, Carlos Alberto, Lóios, Rua do Rosário, Laranjal, Clérigos e Rua Santo António [actualmente Rua 31 de Janeiro]. Passou ainda pela Rua do Almada, Carmo, Cimo de Vila e Cedofeita. Em 1856, o periódico nacional fazia um relato que é familiar da noite de S. João. «O Porto estava na rua, suava, acotovelava-se, trilhava-se e ria, deixando os penates a sós.»Pontes sobre o Rio Douro que ligam as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia, (de jusante para montante): Ponte da Arrábida (rodoviária), Ponte Luis I (tabuleiro inferior, rodoviário; tabuleiro superior, Metropolitano), Ponte D. Maria (ferroviária, actualmente desactivada), Ponte do Infante (rodoviária), Ponte de S. João (ferroviária) e Ponte do Freixo (rodoviária). [Está projectada uma nova ponte, a quota baixa].
Quando Rui Veloso canta que "... quem vem e atravessa o rio, vê um velho casario...," está a referir-se à Ponte Luis I. O autor do Malaposta não sabe se o Rui Veloso está esta noite no Porto. Mas é costume e até politicamente correcto que os presidentes da República se misturem com a multidão. Falta saber se o Cavaco e o Sócras não podem vir por causa do déficit!...
Nota: Quem atravessa a Ponte do Infante, no sentido sul-norte, "cai" justamente nas Fontaínhas, o "epicentro" das festas, pelo menos de há 50 anos a esta parte. O dono do Malaposta, muito jovem, passava a noite nas Fontaínhas a jogar matraquilhos com os amigos. E, vaidade à parte, metia os golos quase todos com a cabeça do "jogador" do centro dos 3 "jogadores" mais avançados (quem percebe disso sabe do que estou a falar).
Etiquetas: Geral
03 Dezembro 2011
Bush e a lei da rolha
O país da maior democracia, da liberdade, das armas e de tudo. Este é o sub-título da notícia publicada no Diário Digital:
Etiquetas: Bush (Terrorismo)
























