Feito por alunos da turma B do curso EFA da Escola E.B. 2, 3 de Monchique. Parabéns à malta!
Quarta-feira, 15 de Junho de 2011
Vejam lá se em monchiqueiro nã fica melhor: E tudo o vento levou > Tá aí uma bezaranha que leva tudo à frente; Titanic > Tianica
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Daniel Melo
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Segunda-feira, 11 de Abril de 2011
João Botelho em grande forma!
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Daniel Melo
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Quinta-feira, 31 de Março de 2011
Potiche
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Sofia Rodrigues
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Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2011
Dos homens e dos deuses
Nas montanhas da Argélia, um profundo discernimento, um tempo de reflexão conjunta, mostra-nos o filme Dos homens e dos deuses. Uma comunidade de monges que ameaçada por um grupo terrorista, encontra na urgência de uma decisão, partir ou ficar, tempo para pensar, para resolver em conjunto; que ao descontrolo da violência responde com a serenidade possível, assumindo a um tempo toda a impotência humana e a recusa de uma interacção baseada em relações de poder. E numa situação «sem escolha», aqueles homens abrem espaço para uma alternativa.Filme inspirador bem para lá das montanhas da Argélia, num tempo das decisões apressadas, da urgência das escolhas e, sobretudo, na crença do afunilamento da capacidade de escolha. Há sempre outro caminho.
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Sofia Rodrigues
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Terça-feira, 11 de Janeiro de 2011
Mistérios de Lisboa - o filme
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João Miguel Almeida
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Domingo, 2 de Janeiro de 2011
Dez filmes de 2010
Lola, de Brillante Mendonza;
O laço branco, de Michael Haneke;
O Escritor Fantasma, de Roman Polanski;
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João Miguel Almeida
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Quarta-feira, 8 de Dezembro de 2010
Inside Job/A Verdade da Crise
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João Miguel Almeida
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O cinema na República
A mostra «Cinema em Portugal - os primeiros anos» franqueia amanhã as portas do Museu de Ciência da Universidade de Lisboa. A autoria é de Teresa Barreto Borges, Teresa Parreia e Tiago Baptista.
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Daniel Melo
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Domingo, 5 de Dezembro de 2010
A Rede Social
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João Miguel Almeida
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Sábado, 7 de Agosto de 2010
O escritor fantasma
Em O escritor fantasma Polanksi mostra que aprendeu bem a lição de Hitchcock e também que aprendeu muito fora das salas de cinema. Num anúncio a um dos seus filmes, Hitchcock declarava: «Há filmes que são pedaços de vida, os meus filmes são fatias de bolo.» Os filmes dele continuam aí para vermos como é verdade. Mesmo quando conta histórias de espiões no contexto da Guerra Fria, a intriga política é sempre secundária nos filmes do mestre do suspense. Polanski, que não cresceu num colégio de jesuítas como Hitchcock mas no gheto de Varsóvia, serve-nos fatias de bolo com sabor a uma vida fisicamente ameaçada, ameaçada não só por causa da presença do mal na vida privada, mas da perversão do poder público, dos ventos da História que a qualquer momento se transformam em tempestade. Ou então, retomando a metáfora do bolo, «as fatias de bolo» servidas por Polanski teriam um efeito de aguçar os sentidos, levando o espectador letárgico, como se tomasse um café forte, a ver com mais nitidez as marcas e as potencialidades do mal na vida quotidiana e na vida política.
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João Miguel Almeida
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Sábado, 26 de Junho de 2010
Ser digno do presente, enfrentando o passado
Deixo aqui duas sugestões e uma informação, em nome das vítimas das ditaduras ibero-americanas e pela nossa memória cívica.
Em 1.º lugar, um filme que aborda a ditadura argentina, o consenso do esquecimento e os silêncios: O segredo dos seus olhos, de Juan Jose Campanella, aqui sugerido por Daniel Oliveira, ainda em exibição nas salas de cinema em Lisboa (e Porto?).
Em 2.º lugar, um vídeo da Plataforma contra la impunidad del franquismo, que junta intelectuais, artistas, políticos, etc., aqui ecoando as histórias trágicas de 15 vítimas do franquismo, assassinados sem julgamento justo e a maioria sem se saber onde foram enterrados (vd. em baixo).
Por fim, amanhã, este movimento cívico acenderá milhares de velas em honra das vítimas franquistas, na Porta do Sol, em Madrid. Contra a impunidade, contra o esquecimento.
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Daniel Melo
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Quarta-feira, 23 de Junho de 2010
O regresso da memória incómoda
> julgamento do massacre do Bloody Sunday irlandês: «O pesadelo das vidas deles chegou ao fim», por Ana Fonseca Pereira> memória da Guerra civil de Espanha: «Os medos da guerra civil continuam vivos», por Carlos Pessoa
Nb: sobre a memória da Guerra civil de Espanha na histografia portuguesa vd. este texto de Manuel Loff; para informação sobre a mesma no blogue do ex-movimento cívico Não apaguem a Memória! vd aqui. Na imagem, reprodução de foto incluída na recente exposição «Presas de Franco» (Centro Cultural Conde Duque).
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Daniel Melo
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Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010
Cinema Garage
Assim, e até pouco antes da projecção ter início, ninguém sabe a que filme é que se vai assistir, só mesmo depois de rodado o tambor e de lá de dentro, onde aguardam os vários filmes propostos a concurso, sair disparado aquele que nos tiver calhado em sorte.
Este ritual de descarada encenação da fatalidade tem data e lugar marcados, semana sim semana não, às Quintas, pelas 21h12, no espaço da Bonifrates."
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vallera
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Beauty is truth, truth beauty
Na modorra cinzenta de Janeiro, Bright star, é candidato absoluto à mais bela tarde do mês.O novo filme de Jane Campion, sobre os amores tuberculosos de Keats e Fanny Brawne na «aldeia» de Hampstead, tem uma direcção artística perfeita e é uma obra para ser contemplada.
Os «quadros» de Bright star acompanham o processo criativo do poeta e o envolvimento amoroso do casal como um percurso de intensa receptividade sensorial e, nessa medida, o filme revela-se, também, como um arrebatamento artístico. Como uma maravilha.
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Sofia Rodrigues
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Domingo, 3 de Janeiro de 2010
Dez filmes de 2009
O balanço cinéfilo do ano que passou é bastante positivo. Descobri três realizadores: Kathryn Bigelow, António Campos e Jacques Audiard. O último só o descobri em 2009 por distração, pois já assinou várias longas-metragens. Clint Eastwood assinou uma obra-prima - Gran Torino. Pedro Costa e Francis Coppola regressaram às salas de cinema. Michael Moore refinou a sua visão do documentário como forma de artilharia. Surpreende-me incluir três documentários e duas obras de animação na minha lista dos dez filmes do ano passado, mas não me custa nada.
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João Miguel Almeida
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Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009
Capitalismo, uma história mal contada
É caixa-de-óculos, gordalhufo, usa jeans xxl e tem um andar desajeitado. Além disso, fala sobre coisas chatas como trabalho, dignidade, justiça social, desigualdades, etc.. Um cromo destes só pode ser um incómodo, claro.Capitalism: a love story é o seu último filme. A recepção foi desigual, indiferente à adesão nos cinemas, urbi et orbi. Por mim, considero-o o melhor filme que vi em 2009, mais, um dos melhores de sempre.
Vou tentar explicar porquê. Um dos pontos mais fortes do documentário (sim, porque é um documentário, se virmos o género sem espartilhos tecnicisto-formais) é o ponto onde começa: Flint, berço do cineasta e satélite da todo-poderosa General Motors, que se torna cidade-fantasma mal esta sai de lá, por razões meramente economicistas. Foi por aí que Michael Moore começou a sua carreira, com Roger & me (sendo Roger o presidente da GM a quem ele nunca consegue chegar à fala), um documentário cru sobre a devastação da sua cidade-natal, assim qualquer coisa como uma cidade do tamanho de Aveiro. No presente Capitalism, vemos o pai de Moore a confessar-nos que, enquanto operário dessa multinacional nos idos de 50-70, o ambiente de trabalho era bom, tinha férias pagas, automóvel, casa, qualidade de vida, etc.. Hoje, tudo isso está em risco para esse e outros grupos sociais...
Para Moore, criado no ideal norte-americano, de terra de oportunidades para todos, de prosperidade (ainda que desigual), a actual situação de descalabro financeiro-económico, de engodo, de desigualdades extremas, é um autêntico pesadelo. É esta a tese central do filme: também ele, um tipo de esquerda, acreditou que a América era uma terra de esperança, e agora apercebe-se de que tinha acreditado numa mera encenação, numa grande ilusão. A crise financeira e económico-social recente é apenas um apropriado locus do dia: o problema é bem mais fundo. Wall Street e os seus interesses comandam as vidas de todos nós, prejudicando-nos; pior, eles manobram os próprios representantes do povo para beneficiar interesses privados, em detrimento do interesse público.
Além disso, o filme tem momentos inesperadamente dolorosos, mesmo para o mais impedernido dos cépticos, como o caso dos seguros sobre a morte de empregados de empresas (sim, o dinheiro do seguro de morte apenas revertia para essas empresas, @s viúv@s ficavam a ver navios).
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Daniel Melo
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Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009
«Afterschool - Depois das aulas»
Afterschool – Depois das aulas, realizado por António Campos (nascido em 1983), é um dos mais estimulantes filmes que chegou às salas de cinema em 2009. Um filme que reflecte sobre o cinema como um meio específico de produção de imagens e sobre o mundo que essas imagens reflectem. O mundo que António Campos vê em Afterschool põe em causa algumas dicotomias com que nos habituámos a ver/pensar a realidade: a dicotomia orwelliana que opõe totalitarismo a ausência de um centro de controlo; a dicotomia liberal que opõe educação de elite a cultura de massas.O mundo em que António Campos coloca a sua personagem – Robert – é um mundo de clausura, um universo que seria claustrofóbico se o medo pudesse ser nomeado ou expresso, se a angústia fosse mais do que uma perturbação a resolver pela administração de doses de medicamentos. É o mundo de um colégio de elite nos Estados Unidos, no século XXI. Robert tem acesso à internet no seu quarto, mas ela não funciona como a porta para outros mundos, apenas para o acesso a outras imagens – kitch, pornográficas ou de violência – que não lhe oferecem qualquer alternativa intelectual ou emocional ao mundo do colégio. De entre todas as falsas imagens e emoções oferecidas pela internet, Robert apenas reconhece uma emoção genuína – o medo.
Longe do ideal liberal da educação de elite como uma forma de desenvolver a autonomia de um indivíduo, o colégio em que Robert vive é um espaço de conformação de emoções, ideias, comportamentos. Uma conformação cuja força reside em grande parte na concentração do mundo num espaço pequeno cercado de imagens opacas. Não há um «big brother» - apenas professores e «conselheiros» ao serviço de um processo disciplinar. Não há uma doutrina além da difusa mas eficaz mentalidade da necessidade do sucesso.
Alguns falaram de Stanley Kubrick e de Gus van Sant a propósito deste filme. Campos vai buscar a Kubrick o aparato tecnológico e a solidão da personagem central. Mas recusa a estética do espectacular e do perfeito. O seu cinema é uma arte do impuro e do desejo de intimidade. Campos partilha com Gus van Sant um objecto: os adolescentes norte-americanos. Mas os adolescentes de Gus van Sant são miúdos esquecidos, «desenquadrados», que vivem na margem do sistema. O horror dos adolescentes de António Campos é produzido no coração do sistema. Um coração vampiresco que dissolve facilmente em kitsch a violência da tragédia.
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João Miguel Almeida
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Sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
A pantera mais famosa do universo anda por aí...
Definitivamente, este é o mês da 'bonecada', aqui no Peão. Depois da Mafalda, Rat race, Astérix, Picha, Marge Simpson, GoRRo (este em tributo não-póstumo, a contra-corrente dos costumes lusos), eis a vez da Pantera Cor-de-rosa!! Faz 45 anos que começou a sua saga em cinema de animação, após a estreia e êxito imediato enquanto genérico do filme humorístico homónimo, no ano anterior. Este filme devia o nome ao facto do seu enredo girar em torno dum valioso diamante desaparecido, que visto à luz reflectia uma pantera.
The Pink Panther é um filme de Blake Edwards que ficou célebre por 4 razões: a comicidade do seu argumento, o desempenho do protagonista (um Peter Sellers no memorável papel dum desastrado inspector francês, o inspector Clouseau), o genérico inicial com a tal animação da Pantera Cor-de-rosa (pelo talentoso animador Friz Freleng, o mesmo dos Looney Tunes) e a fabulosa música da banda sonora, por Henry Mancini («Pink Panther Theme»).
Depois disso, a saga continuou, tanto em filme como em animação. Na animação, deu origem a 124 curtas-metragens em 16 anos. Estas foram entretanto editadas em dvd pela produtora. A partir de amanhã, e até 16/XII, o jornal Público lança em Portugal a colecção completa em 10 dvd's. Para quem não pode adquirir mas tem saudades, aqui fica um dos sites possíveis para ver, com boa imagem, uma parte da gostosa colecção do felino mais famoso do universo.
Deixo ainda outros destaques: no vídeo ao lado segue o trailler do filme original, na vez do genérico (pois está inacessível devido aos copyrights); em 2006, surgiu um novo filme da saga, desta feita com Steve Martin e também com um excelente genérico animado; por essa altura, Bobby McFerrin cantou, no seu modo único, o «Pink Panther Theme». É também imperdível esta versão ao vivo da mesma música, aqui fiel ao original, com excelentes solos de jazzmen.
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Daniel Melo
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Sábado, 22 de Agosto de 2009
E porque estamos em plena canícula...
... nada mais apropriado que relembrar um grande filme, As férias do senhor Hulot, bem como a restante obra de Jacques Tati. Porque de senhor Hulot temos todos um pouco.
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Daniel Melo
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Segunda-feira, 4 de Maio de 2009
Liberdade e resistência, que filme escolher?
Para celebrar os 35 anos do 25 de Abril, o blogue de cinema da revista Visão, Final Cut, lançou uma votação para se escolher o «melhor filme ou telefilme português sobre liberdade e resistência». A lista propõe 11 filmes, sem pretensões de exaustividade (vd. em baixo). Para quem quiser votar, é só ir à coluna da direita do referido blogue. Ainda tem 3 dias. Dos 5 que já vi (2.º-4.º, 6.º e 8.º), gostei de todos e parecerem-me todos de qualidade.Lista (ordenada por data de realização):
- Fuga (1976), de Luís Filipe Rocha
- Deus, Pátria, Autoridade (1976), de Rui Simões
- Torre Bela (1977), de Thomas Harlan
- Cinco dias, cinco noites (1996), de José Fonseca e Costa
- Fuga (1999), de Luís Filipe Costa
- Capitães de Abril (2000), de Maria de Medeiros
- 25 de Abril - uma aventura para a demokracya (2000), de Edgar Pêra
- Quem é Ricardo? (2004), de José Barahona
- Até amanhã, camaradas (2005), de Joaquim Leitão
- O julgamento (2007), de Leonel Vieira
- Antes de amanhã (2007), de Gonçalo Galvão Teles
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Daniel Melo
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