E a contracapa era lida com avidez. .
Viva Enid Blyton!
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21/10/2011
21/09/2011
O Flautista de Hamelim chamado Colorim
Um livro recebido pela Manelinha em 1938. Uma compra da Feira da Ladra. O Flautista que nos encantou, a nós e aos ratos, na versão de Walt Disney.
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Literatura Infantil
28/07/2011
09/06/2011
28/05/2011
26/05/2011
Robinson Crusoé
Das personagens da minha vida, o herói de qualquer colector. Outro livro que tive a sorte de comprar, tal e qual a edição que li em criança. Está de parte para uma releitura.
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Literatura Infantil
23/05/2011
Os desastres de Sofia
Os desastres de Sofia acompanharam-me a infância. A história da pobre boneca de cera é-me ainda muito familiar. Tive a sorte de encontrar uma edição do livro exactamente igual à que li em criança. E termina assim "Sofia desta vez não chorou, mas convidou as amigas para irem enterrar a boneca"
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Literatura Infantil
22/05/2011
17/05/2011
Do rabo fez viola
"História do Macaco que do rabo fez viola
Era uma vez um macaco macacão que vivia nos ramos duma velha árvore, fronteira a uma barbearia. O macaco macacão, tantas vezes viu os senhores barbudos irem ali fazer a barba e saírem de lá todos bonitos e fresquinhos que nem uma alface que, resolveu entrar na barbearia, sentar-se numa cadeira, pegar num jornal, como vira fazer o vizinho do lado e esperar a sua vez, O pior foi que pegou no jornal de pernas para o ar, o que fez rir toda a gente, principalmente o barbeiro, que era um rapazote alegre e folião.
O macaco não gostou da gracinha e, quando se apanhou com a barba feita e a cabeça do barbeiro a jeito, tirou-lhe um punhado de cabelos.
O barbeiro, furioso, cortou-lhe o rabo. O macaco foi-se embora, mas depois pensou consigo, que o barbeiro não tinha o direito de lhe cortar o rabo e voltou atrás a pedir-lho.
— Ora eu sei lá do seu rabo! Atirei-o para cima do telhado e algum gato veio e chamou-lhe um figo (…)
Contos Tradicionais, por Salomé de Almeida
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Literatura Infantil
07/05/2011
Histórias Famosas
Encontrei este livro por acaso, mas já conhecia a autora, Maria O Neill, avô de Alexandre O Neill. As histórias são mais para adultos do que para crianças e o livro regista a data de edição de 1918.Conta à maneira das mil e uma noites, as histórias com que um português republicano exilado enfeitiça Azé a filha do sultão. Não tem um final feliz a história, há paraísos perdidos para sempre...
"João "Soares olhou sua mulher com simpatia e beijou-a ternamente na testa. Depois, passeando a vista em roda com desconfiança, disse-lhe baixinho:
— Se nós pudéssemos recobrar a liberdade!...
Rosa pôs um dedo nós lábios e murmurou muito baixinho: —
Eu pensarei nisso.
E ajuntou quase num suspiro:
Não somos nós os únicos a desejar sair daqui.
Depois, fazendo novo gesto de silêncio, afastou-se para o fundo do aposento. Era tempo. Azé aproximava-se cantando.
Entrando na gruta, a bela bibi olhou em volta e perguntou alegremente, num português que qualquer nacional julgaria Língua estranha
—Stás ben, Jóão Sóárès?
—Muito bem, minha senhora, mas... estou triste.
Triste, porquê?
— Falta-me a minha liberdade, que acima de tudo prezo. Eu não sou ingrato, linda bibi. Vós dais-me e tratais-me com gentileza muito superior ao que eu mereço, e muito reconhecido vos sou por tantos dons; porém eu, tinha tenção, agora que estou velho, de regressar ao meu país. Sei que isso me é já permitido, e eu pensava com grande satisfação poder ainda sentar-me algumas tardes à sombra das laranjeiras floridas que ornam os antigos jardins da velha casa que herdei de meus pais.
— E é bonita a tua terra, mestre? Mais linda de que todas, poisa-se airosamente na borda do Tejo, espalhando a sua variada casaria ao longo de sete colinas formosíssimas. Dizem os antigos que o seu nome era Olíssipo, e que esta era uma palavra fenícia que queria dizer porto de cavalos; outros querem que ela seja derivada do nome de Ulysses"
Parceria António Maria Pereira, Capa de Alonso.
"João "Soares olhou sua mulher com simpatia e beijou-a ternamente na testa. Depois, passeando a vista em roda com desconfiança, disse-lhe baixinho:
— Se nós pudéssemos recobrar a liberdade!...
Rosa pôs um dedo nós lábios e murmurou muito baixinho: —
Eu pensarei nisso.
E ajuntou quase num suspiro:
Não somos nós os únicos a desejar sair daqui.
Depois, fazendo novo gesto de silêncio, afastou-se para o fundo do aposento. Era tempo. Azé aproximava-se cantando.
Entrando na gruta, a bela bibi olhou em volta e perguntou alegremente, num português que qualquer nacional julgaria Língua estranha
—Stás ben, Jóão Sóárès?
—Muito bem, minha senhora, mas... estou triste.
Triste, porquê?
— Falta-me a minha liberdade, que acima de tudo prezo. Eu não sou ingrato, linda bibi. Vós dais-me e tratais-me com gentileza muito superior ao que eu mereço, e muito reconhecido vos sou por tantos dons; porém eu, tinha tenção, agora que estou velho, de regressar ao meu país. Sei que isso me é já permitido, e eu pensava com grande satisfação poder ainda sentar-me algumas tardes à sombra das laranjeiras floridas que ornam os antigos jardins da velha casa que herdei de meus pais.
— E é bonita a tua terra, mestre? Mais linda de que todas, poisa-se airosamente na borda do Tejo, espalhando a sua variada casaria ao longo de sete colinas formosíssimas. Dizem os antigos que o seu nome era Olíssipo, e que esta era uma palavra fenícia que queria dizer porto de cavalos; outros querem que ela seja derivada do nome de Ulysses"
Parceria António Maria Pereira, Capa de Alonso.
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Literatura Infantil
05/05/2011
Quem quer casar com a Carochinha (que é airosa e formosinha) ?
"Carochinha esperou, esperou impacientemente, bateu o seu pezito calçado com botinhas de verniz preto e, furiosa, foi a casa pronta a zangar-se com o João Ratão por a ter feito esperar tanto tempo. Chegou lá e o coração deu-lhe um baque. A panela destapada, fazia com que se espalhasse pelo ar um cheiro a toucinho e a rato cozido. Ai! O pobre João Ratão fora vítima da sua gulodice! Má hora aquela em que quisera casar com um guloso. Talvez tivesse sido mais feliz se houvesse casado com um dos primeiros pretendentes: o porco, o gato, o boi... Todos tão simples, e tão frugais que se contentavam com qualquer comida. Carochinha sentou-se num banquinho da cozinha, lavada
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Literatura Infantil
29/04/2011
A menina gramofone
Não sei de aonde, mas recordo este livrinho, do tamanho da minha mão.
"Peço-lhes que não estranhem o nome desta menina. Em breve saberão porque lhe chamo gramofone e não Joaninha, ou melhor Joana, que é o nome que lhe puseram no registo.
A menina Gramofone, o mês passado fez catorze anos. Desde pequena sempre tivera a ideia fixa de ser cantora de rádio. Cada qual tem a sua mania e havemos de concordar que há manias muito piores do que essa..."
Esta leitura é divertida, leve e adequada a crianças, de autoria de Noel de Arriaga. A ilustração é de José Cambraia. Edição da Livraria clássica, 1954.
"Peço-lhes que não estranhem o nome desta menina. Em breve saberão porque lhe chamo gramofone e não Joaninha, ou melhor Joana, que é o nome que lhe puseram no registo.
A menina Gramofone, o mês passado fez catorze anos. Desde pequena sempre tivera a ideia fixa de ser cantora de rádio. Cada qual tem a sua mania e havemos de concordar que há manias muito piores do que essa..."
Esta leitura é divertida, leve e adequada a crianças, de autoria de Noel de Arriaga. A ilustração é de José Cambraia. Edição da Livraria clássica, 1954.
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Literatura Infantil
28/04/2011
A capa
Encontrei "As Aventuras do Barão de Münchhausen", num daqueles alfarrabistas de vão de escada aqui no bairro. Recolhi-o, pelas ilustrações de Doré e também pelo gosto de infância que o envolve. Embora tenha muitas dúvidas se este é um livro para os mais novos. Sorri ao reler a cena da capa enfurecida do barão e deixo-vos essa imagem.
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Literatura Infantil
26/04/2011
Bonecos Falantes
As adoráveis ilustrações de Mamia Roque Gameiro para o livro de Carlos Selvagem "Bonecos Falantes"de 1925. Era um dos livros de infância da minha mãe e recuperei-o duma pilha de livros desirmanados para venda. Estas imagens dos meninos rechonchudos dos anos 20 do século passado, Titó e a Carriça, também fazem parte do meu imaginário.
25/04/2011
Bonecas
Ilustração de Milly Possoz para o conto As Bonecas de Jane Bensaude. Fantástico e esfarrapado livro encontrado num armazém. Esta é a boneca Téteia.
1928.
1928.
20/11/2010
A Girassol.
A Revista Girassol, destinada a educar as meninas durante o Estado Novo. Reparem na caçada ao gambozino...E o detalhe do arroz doce. As cores eram engraçadas. Será dos anos 50?
Clicar para ampliar.
16/11/2010
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