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Domingo, Setembro 28, 2008

Jogo de expectativas

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Começou o jogo das expectativas para o debate dos Veep's. Do lado republicano tenta-se baixar ao máximo as expectativas para Sarah Palin. Uma táctica que no passado, com George W. Bush, deu frutos.

Terça-feira, Setembro 23, 2008

Correu-lhe mal...

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Sarah Palin, Candidata a Vice-Presidente no ticket Republicano.
Sarah Palin e a Campanha Republicana tinham tudo planeado. Entrava para uma sala para reunir com o Presidente do Afeganistão Hamid Karzai e com o Presidente da Columbia Álvaro Uribe. Iam uns senhores repórteres fotográficos atrás, tiravam umas fotos que provavam que o encontro existiu, mais uns repórteres de imagem da CNN que filmavam a ocasião, e estava provado que a senhora já começava a se desenrascar na política internacional.
Claro que para o plano correr bem, não convém estarem presentes jornalistas, não vão estes fazer alguma pergunta difícil, como por exemplo:
onde fica a Espanha? que a obrigue a saber a resposta/concordar com John McCain (escolher a hipótese preferida).
Como não convém ter lá jornalistas, o que faz uma
pessoa que andou a fazer perguntas (retóricas, segundo ela) sobre banir certos livros das bibliotecas públicas de certas cidades do Alaska? Bane-os da sala!
Azar! A CNN mandou sair os repórteres de imagem, solidarizando-se com os jornalistas. E lá se foram as imagens.

"Republican vice presidential candidate Sarah Palin, who has not held a press Conference in nearly four weeks of campaigning, on Tuesday banned reporters from her first meetings with world leaders, allowing access only to photographers and a television crew.
CNN, which was providing the television coverage for news organizations, decided to pull its TV crew, effectively denying Palin the high visibility she had sought."

Quarta-feira, Setembro 17, 2008

If the World could vote...

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Sobre através do DN desta iniciativa (explicações na notícia). Obviamente que não é um estudo científico, e muito menos algo importante para a corrida em si. Mas não deixa de ter a sua piada.


P.S. - os resultados podem ser seguidos aqui.

Quarta-feira, Julho 16, 2008

Bush por McCain

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Muito se tem discutido o que poderá fazer George W. Bush pela campanha de John McCain. Com os seus níveis de aceitação tão baixos, o medo de que a presença do (ainda) Presidente retire votos em vez de ser a desejável mais valia é grande. Mas Bush tem acesso a algo que não pode ser descurado: microfone.

Nos últimos tempos, George W. tem alterado algumas das suas políticas tornando-as mais próximas das propostas do candidato democrata (e do programa do partido deste). Foi assim com a aproximação vista há algumas semanas no caso do aquecimento global (só para referir como exemplo) e parece ser o caso agora em relação ao Irão.

Parece, pois, definido o principal papel de George W. Bush nesta campanha. Esbater a diferença de propostas para Barack Obama e Partido Democrata, passando a mensagem de que a mudança, afinal, não é assim tão grande. Palpita-me que o clímax desta estratégia será aquando dos debates entre os candidatos. Não me admirava de ver McCain dizer, em relação a alguns pontos, que isso já está a ser feito pela actual Administração.

Sexta-feira, Maio 09, 2008

Here We Go...

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(via The Page)

Memo from McCain Adviser Salter


To: Interested Parties
From: Mark Salter, Senior Advisor
Date: May 8, 2008
Re: Senator Obama’s Attack Today


First, let us be clear about the nature of Senator Obama’s attack today: He used the words ‘losing his bearings’ intentionally, a not particularly clever way of raising John McCain’s age as an issue. This is typical of the Obama style of campaigning.


We have all become familiar with Senator Obama’s new brand of politics. First, you demand civility from your opponent, then you attack him, distort his record and send out surrogates to question his integrity. It is called hypocrisy, and it is the oldest kind of politics there is.


It is important to focus on what Senator Obama is attempting to do here: He is trying desperately to delegitimize the discussion of issues that raise legitimate questions about his judgment and preparedness to be President of the United States.


Through their actions and words, Senator Obama and his supporters have made clear that ANY criticism on ANY issue — from his desire to raise taxes on millions of small investors to his radical plans to sit down face-to-face with Iranian President Ahmadinejad – constitute negative, personal attacks.


Senator Obama is hopeful that the media will continue to form a protective barrier around him, declaring serious limits to the questions, discussion and debate in this race.
Senator Obama has good reason to think this plan will succeed, as serious journalists have written of the need for ‘de-tox’ to cure ’swooning’ over Senator Obama, and others have admitted to losing their objectivity while with him on the campaign trail.


Today, Senator Obama is complaining about comments John McCain made about a senior Hamas advisor stating that Hamas would welcome Senator Obama’s election as president. Indeed, on April 13th, senior Hamas political advisor Ahmed Yousef said, ‘We don’t mind – actually we like Mr. Obama. We hope he will (win) the election and I do believe he is like John Kennedy, great man with great principle, and he has a vision to change America to make it in a position to lead the world community but not with domination and arrogance.’


The McCain campaign has never suggested that Senator Obama supports Hamas’ agenda, but it is more than fair to raise this quote about Senator Obama because it speaks to the policy implications of his judgment.


Just today, the president of Iran, whom Senator Obama wants to meet with unconditionally, called the state of Israel a ’stinking corpse.’ Iran is the paymaster and state sponsor of Hamas.
In his victory speech this week, Senator Obama stated that ‘wisdom’ is meeting with our enemies, including Iran’s Mahmoud Ahmadinejad, North Korea’s Kim Jong Il, Venezuela’s Hugo Chavez and Cuba’s Raul Castro. John McCain couldn’t disagree more. Rather than giving tyrants and dictators the prestige of meeting with an American president, John McCain will instead meet with the champions of human freedom around the world and opposition leaders fighting for liberty .


We understand why Senator Obama doesn’t want to engage in a debate over leadership and judgment with John McCain, but the American people demand that debate take place.
These are serious times that call for a serious debate on the profound issues facing our future. John McCain is ready for that debate and we hope Senator Obama will one day get serious and join it.

Sexta-feira, Abril 25, 2008

O número de votos

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Este post é um comentário que deixei aqui, em relação à questão apresentada. Como me senti inspirado, reproduzi-o nesta Loja (é um bocado egocentrico, eu sei...)

A questão de Hillary passa pela eleição de Novembro. Toda a gente é unanime em considerar que Obama perde Florida para McCain e que tem o Michigan em risco, tudo isto devido à desastrosa decisão do Partido Democrata em não contar com os delegados eleitos por estes dois estados. Hillary fez campanha e apareceu nos boletins de voto de ambos pois achava que a nomeação era um passeio (erro táctico por todos referido) e estava a pensar já na eleição de Novembro.
Com toda direcção do Partido Democrata a querer que isto se decida, com a vantagem de Obama, com a análise de 90% (para ser simpático) dos comentadores políticos a dizerem que a vantagem de Obama é mais que suficiente para ser o nomeado, os cerca de 300 superdelegados que estão indecisos (ou não anunciaram o apoio) estão-no just because?

Claro que é extremamente curioso que agora sejam esses dois estados que mantêm Hillary na corrida… Se porventura ela for a nomeada, o que poderá dizer a campanha Republicana nesses estados em relação a Hillary?
Já em relação a Obama

Quarta-feira, Fevereiro 27, 2008

Obama vs Clinton vs McCain

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Caro Carlos,

Tenho agora tempo para pôr a(lguma) conversa em dia.
Voltando (muito) atrás no tempo, e respondendo-te sucintamente às questões por ti levantadas, vi na altura as declarações do três competidores pela Casa Branca. Não podes comparar o discurso de McCain com o de Obama, pelo simples facto de um estar a fazer uma intervenção específica (comenta um resultado – e uma nomeação - num ambiente para isso preparado) e outro estar a fazer um comício (assim como Hillary). Em relação à deselegância de Obama em relação a Hillary, tens toda a razão. Mas também não ficava nada mal a Hillary ter dado os parabéns a Obama pelas vitórias da noite. (E tenho a impressão que a imagem procurada é a da passagem do "velho para o novo", além de marcar claramente a diferença de capacidades oratórias).

Falando da política externa dos dois (não falo da de
Hillary pois aí não discordamos) é aí que começa o nosso desacordo. Primeiro, acho que a situação do Iraque não se resolve nem duma maneira, nem de outra, ou seja, não é retirando à pressa, nem ficando “por cem anos se for preciso”, mas prefiro que saiam de lá a ficarem ad eternum.
Tu, que apontas o facto de Obama cooptar por propostas de McCain, esqueces-te que McCain faz o mesmo em relação às energias renováveis, preferindo aludires ao apoio do Governador da Califórnia e não referires que i) esta é uma bandeira Democrata e ii) que provavelmente (embora seja especulação minha) a influência da mulher e família da mulher no pensamento político do Governador da Califórnia seja grande.

Ainda referente à política externa, quer-me parecer que a abordagem programática de
Obama em relação à América Central e do Sul (não falando do Canadá, cujas as recentemente aumentadas dificuldades introduzidas para a passagem da fronteira entre os dois países deixou os Democratas "espantados" e sobre o qual McCain, que eu tenha visto, não discordou) irá baixar o clima de tensão existente (mesmo que a saída de Bush já seja um bom princípio). Aliás, a política de diálogo e diplomacia nas relações internacionais é por mim preferida à política da força, sendo que neste caso o único revés são as afirmações em relação ao Paquistão. E para o caso de estares a pensar o que é que as relações com as restantes Américas pode trazer de bom para nós, portugueses e europeus, quer me parecer que se Chavez começar a criar condições para baixar o preço do petróleo, nós sairemos a ganhar com isso.

Por enquanto fiquemos por aqui, até por que me/nos palpita que iremos ter muito tempo para aprofundarmos este debate. Aliás, ando para escrever sobre aquilo que eu considero a principal força de
Obama, que é algo que eu procuro preferencialmente (irónico, não?) num político. Mas estou a “escudar-me” na indefinição democrata para adiar o texto.

P.S. – Em relação ao populismo de referir “um diálogo que teve com uma pessoa que perdeu o seu jovem filho no Iraque”,
Hillary Clinton fez algo semelhante no debate da CNN, e tenho a certeza que se procurarmos, encontraremos afirmações do mesmo calibre de McCain. Faz parte do establishment da campanha americana.

P.P.S. – Também desde já afirmo que sou incapaz de preferir qualquer candidato
republicano a um democrata. O mais longe que vou é não ter preferência. O que no caso presente não se põe. Venho a acompanhar à distância Obama desde 2004. Mas deixa-me que te diga que se porventura McCain ganhar, eu “durmo descansado”… pelo menos nos primeiros meses.

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