A man may die, nations may rise and fall, but an idea lives on. John F. Kennedy, Greenville, N.C. Feb.8.1963
Ideas have endurance without death
Quinta-feira, Outubro 16, 2008
Domingo, Setembro 28, 2008
Jogo de expectativas
Terça-feira, Setembro 23, 2008
Correu-lhe mal...
Claro que para o plano correr bem, não convém estarem presentes jornalistas, não vão estes fazer alguma pergunta difícil, como por exemplo: onde fica a Espanha? que a obrigue a saber a resposta/concordar com John McCain (escolher a hipótese preferida).
Como não convém ter lá jornalistas, o que faz uma pessoa que andou a fazer perguntas (retóricas, segundo ela) sobre banir certos livros das bibliotecas públicas de certas cidades do Alaska? Bane-os da sala!
Quarta-feira, Setembro 17, 2008
If the World could vote...
P.S. - os resultados podem ser seguidos aqui.
Terça-feira, Setembro 16, 2008
Até na Fox?
Terça-feira, Setembro 09, 2008
Sábado, Setembro 06, 2008
Quarta-feira, Setembro 03, 2008
Sábado, Agosto 30, 2008
Quarta-feira, Agosto 20, 2008
Quarta-feira, Julho 16, 2008
Bush por McCain
Segunda-feira, Julho 14, 2008
Flip-Flop McCain
John McCain says he has earned the trust of Hispanic voters by championing an immigration reform bill that nearly killed his presidential bid.
Mas esqueceu-se de um pequeno pormenor...
Podem encontrar mais aqui.
Sexta-feira, Julho 11, 2008
Terça-feira, Maio 13, 2008
O Renascer de um Problema
O homem já anda há mais de um ano em campanha. A mãe dele anda em campanha. Mas parece que a idade dele continua a ser um problema sério para quem vota. Sexta-feira, Maio 09, 2008
Here We Go...
(via The Page)
Memo from McCain Adviser Salter
To: Interested Parties
From: Mark Salter, Senior Advisor
Date: May 8, 2008
Re: Senator Obama’s Attack Today
First, let us be clear about the nature of Senator Obama’s attack today: He used the words ‘losing his bearings’ intentionally, a not particularly clever way of raising John McCain’s age as an issue. This is typical of the Obama style of campaigning.
We have all become familiar with Senator Obama’s new brand of politics. First, you demand civility from your opponent, then you attack him, distort his record and send out surrogates to question his integrity. It is called hypocrisy, and it is the oldest kind of politics there is.
It is important to focus on what Senator Obama is attempting to do here: He is trying desperately to delegitimize the discussion of issues that raise legitimate questions about his judgment and preparedness to be President of the United States.
Through their actions and words, Senator Obama and his supporters have made clear that ANY criticism on ANY issue — from his desire to raise taxes on millions of small investors to his radical plans to sit down face-to-face with Iranian President Ahmadinejad – constitute negative, personal attacks.
Senator Obama is hopeful that the media will continue to form a protective barrier around him, declaring serious limits to the questions, discussion and debate in this race.
Senator Obama has good reason to think this plan will succeed, as serious journalists have written of the need for ‘de-tox’ to cure ’swooning’ over Senator Obama, and others have admitted to losing their objectivity while with him on the campaign trail.
Today, Senator Obama is complaining about comments John McCain made about a senior Hamas advisor stating that Hamas would welcome Senator Obama’s election as president. Indeed, on April 13th, senior Hamas political advisor Ahmed Yousef said, ‘We don’t mind – actually we like Mr. Obama. We hope he will (win) the election and I do believe he is like John Kennedy, great man with great principle, and he has a vision to change America to make it in a position to lead the world community but not with domination and arrogance.’
The McCain campaign has never suggested that Senator Obama supports Hamas’ agenda, but it is more than fair to raise this quote about Senator Obama because it speaks to the policy implications of his judgment.
Just today, the president of Iran, whom Senator Obama wants to meet with unconditionally, called the state of Israel a ’stinking corpse.’ Iran is the paymaster and state sponsor of Hamas.
In his victory speech this week, Senator Obama stated that ‘wisdom’ is meeting with our enemies, including Iran’s Mahmoud Ahmadinejad, North Korea’s Kim Jong Il, Venezuela’s Hugo Chavez and Cuba’s Raul Castro. John McCain couldn’t disagree more. Rather than giving tyrants and dictators the prestige of meeting with an American president, John McCain will instead meet with the champions of human freedom around the world and opposition leaders fighting for liberty .
We understand why Senator Obama doesn’t want to engage in a debate over leadership and judgment with John McCain, but the American people demand that debate take place.
These are serious times that call for a serious debate on the profound issues facing our future. John McCain is ready for that debate and we hope Senator Obama will one day get serious and join it.
Sexta-feira, Abril 25, 2008
O número de votos
Este post é um comentário que deixei aqui, em relação à questão apresentada. Como me senti inspirado, reproduzi-o nesta Loja (é um bocado egocentrico, eu sei...)
A questão de Hillary passa pela eleição de Novembro. Toda a gente é unanime em considerar que Obama perde Florida para McCain e que tem o Michigan em risco, tudo isto devido à desastrosa decisão do Partido Democrata em não contar com os delegados eleitos por estes dois estados. Hillary fez campanha e apareceu nos boletins de voto de ambos pois achava que a nomeação era um passeio (erro táctico por todos referido) e estava a pensar já na eleição de Novembro.
Com toda direcção do Partido Democrata a querer que isto se decida, com a vantagem de Obama, com a análise de 90% (para ser simpático) dos comentadores políticos a dizerem que a vantagem de Obama é mais que suficiente para ser o nomeado, os cerca de 300 superdelegados que estão indecisos (ou não anunciaram o apoio) estão-no just because?Claro que é extremamente curioso que agora sejam esses dois estados que mantêm Hillary na corrida… Se porventura ela for a nomeada, o que poderá dizer a campanha Republicana nesses estados em relação a Hillary?
Já em relação a Obama…
Quinta-feira, Abril 17, 2008
Sexta-feira, Março 14, 2008
Quarta-feira, Fevereiro 27, 2008
Obama vs Clinton vs McCain
Tenho agora tempo para pôr a(lguma) conversa em dia. Voltando (muito) atrás no tempo, e respondendo-te sucintamente às questões por ti levantadas, vi na altura as declarações do três competidores pela Casa Branca. Não podes comparar o discurso de McCain com o de Obama, pelo simples facto de um estar a fazer uma intervenção específica (comenta um resultado – e uma nomeação - num ambiente para isso preparado) e outro estar a fazer um comício (assim como Hillary). Em relação à deselegância de Obama em relação a Hillary, tens toda a razão. Mas também não ficava nada mal a Hillary ter dado os parabéns a Obama pelas vitórias da noite. (E tenho a impressão que a imagem procurada é a da passagem do "velho para o novo", além de marcar claramente a diferença de capacidades oratórias).
Falando da política externa dos dois (não falo da de Hillary pois aí não discordamos) é aí que começa o nosso desacordo. Primeiro, acho que a situação do Iraque não se resolve nem duma maneira, nem de outra, ou seja, não é retirando à pressa, nem ficando “por cem anos se for preciso”, mas prefiro que saiam de lá a ficarem ad eternum.
Ainda referente à política externa, quer-me parecer que a abordagem programática de Obama em relação à América Central e do Sul (não falando do Canadá, cujas as recentemente aumentadas dificuldades introduzidas para a passagem da fronteira entre os dois países deixou os Democratas "espantados" e sobre o qual McCain, que eu tenha visto, não discordou) irá baixar o clima de tensão existente (mesmo que a saída de Bush já seja um bom princípio). Aliás, a política de diálogo e diplomacia nas relações internacionais é por mim preferida à política da força, sendo que neste caso o único revés são as afirmações em relação ao Paquistão. E para o caso de estares a pensar o que é que as relações com as restantes Américas pode trazer de bom para nós, portugueses e europeus, quer me parecer que se Chavez começar a criar condições para baixar o preço do petróleo, nós sairemos a ganhar com isso.
Por enquanto fiquemos por aqui, até por que me/nos palpita que iremos ter muito tempo para aprofundarmos este debate. Aliás, ando para escrever sobre aquilo que eu considero a principal força de Obama, que é algo que eu procuro preferencialmente (irónico, não?) num político. Mas estou a “escudar-me” na indefinição democrata para adiar o texto.
P.S. – Em relação ao populismo de referir “um diálogo que teve com uma pessoa que perdeu o seu jovem filho no Iraque”, Hillary Clinton fez algo semelhante no debate da CNN, e tenho a certeza que se procurarmos, encontraremos afirmações do mesmo calibre de McCain. Faz parte do establishment da campanha americana.
P.P.S. – Também desde já afirmo que sou incapaz de preferir qualquer candidato republicano a um democrata. O mais longe que vou é não ter preferência. O que no caso presente não se põe. Venho a acompanhar à distância Obama desde 2004. Mas deixa-me que te diga que se porventura McCain ganhar, eu “durmo descansado”… pelo menos nos primeiros meses.


