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Segunda-feira, Julho 11, 2011

Pacheco Pereira faz frete gigantesco a Passos

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Pacheco Pereira concorda com a "auto-censura" do novo estatuto editorial do Expresso, e quiçá do Grupo Impresa, em relação a notícias que possam pôr em causa o "interesse nacional", seja lá o que isso seja, embora suspeitamos que seja um eufemismo para tudo o que interesse ao governo PSD/CDS.

Isto deve ser o maior frete que Pacheco Pereira já fez a Passos Coelho.

Sinais dos tempos, que cada vez mais cheiram a "Tudo pela pátria, nada contra a Pátria".



Terça-feira, Janeiro 18, 2011

É sempre mais cómodo ser treinador de bancada

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Filipe Santos Costa disse hoje na SIC Notícias que esta campanha presidencial revela a pobreza franciscana da política portuguesa, porque, na sua opinião, a política em Portugal normalmente não é muito diferente do vazio de ideias e das banalidades que estamos a ser bombardeados, via comunicação social, desde o início desta campanha.

A diferença é que agora levamos com a política desde o pequeno-almoço até à ceia, devido à missão dos media de "esclarecer" os eleitores.

Isto levanta várias interrogações:

1) Desde quando é missão dos media ser corrente acéfala de transmissão da propaganda, e "banalidades", de candidatos? Porque não os confrontam com os reais problemas do país?

2) É de uma profunda hipocrisia que a comunicação social que permite que o candidato mais bem colocado não tenha até agora respondido, ou explicado, UMA das múltiplas acusações e escândalos em que está envolvido.

3) Se os media acham que os políticos não discutem os reais problemas do país, porque não promovem eles próprios essa discussão junto da sociedade? Sem envolver políticos, ou ex-políticos, claro. Talvez porque também estejam interessados no status quo?

Como diria Freitas do Amaral: é preciso ter topete!

Sexta-feira, Janeiro 07, 2011

America's Headlines

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Primeira Página do Wall Street Journal na tomada de posse do Congresso Americano, agora maioritariamente Republicano

Primeira Página do New York Times na tomada de posse do Congresso Americano, agora maioritariamente Republicano

Há gente que, tendo por hábito comprar os jornais mais representativos dos sítios que visita, por vezes tem a sorte de "apanhar" edições com o seu quê de histórico

Segunda-feira, Dezembro 06, 2010

Frase que nunca devia ser dita

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"Convidámos o PS para participar neste fórum, mas os deputados socialistas declinaram o convite".

Fórum TSF de hoje, sobre a decisão do governo regional dos Açores de subsidiar parte dos cortes salariais dos funcionários públicos regionais.

Terça-feira, Novembro 16, 2010

Chafurdando na pocilga do jornalismo: O próximo passo

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No último fim-de-semana terei perdido mais uma pérola do Correio da Manha, que teria sido acompanhado por esse jornal de referência que já conheceu melhores dias. Aliás, fiquei deveras siderado por existir todo um universo de "muitos blogues de socialistas" que, pelos vistos não acompanho. Se ao menos o DN me pudesse dar umas referências sobre esse assunto, visto que isso cheira muito à "floresta de votos", frase muito badalada em alguns congressos partidários...

Sobre o cerne da questão, faço minhas as palavras de Pedro Marques Lopes ou de José Leite Pereira:

"Este jornalismo de sarjeta que o CM vem praticando mancha a profissão. Não me querendo arvorar, nem ao jornal que dirijo, em exemplo, há que dizer que comportamentos destes constituem um crime e vão denegrindo a imagem da profissão, porque se tende a generalizar a crítica. Não há, não pode haver, contemplações com casos destes."

Mas o mais engraçado desta história, é que pelos vistos os "chafurdadores" não parecem alcançar o corolário lógico das suas acções. Ou então são suicidários profissionais, a cada um pelos seus gostos...

Se agora podem-se publicar escutas ilegais de conversas privadas que não têm nada a ver com investigações em curso, sendo o facto de terem sido recolhidos para efeitos de investigação criminal por autoridades judiciais um mero acidente, quando tempo demorará até que se comecem a utilizar escutas feitas por pessoas ou entidades privadas como meio de luta mediática?

Afinal, a ilegalidade não é factor de recusa de publicação por "razões de interesse público".

E as redacções de determinados órgãos de comunicação social, ou certos jornalistas, poderiam ser um bom alvo para essas escutas. Aliás gostariamos todos de saber quais as conversas/interesses que têm. O porquê de fazerem determinadas peças e não outras. Afinal, os jornalistas são das pessoas com mais poder neste país. As suas vidas também deveriam ser escrutinadas. E aí temos mais uma vez o "interesse público". Seria um pagode.

E é só um pequeno passo.

Vivemos tempos interessantes, vivemos.

 

Segunda-feira, Novembro 08, 2010

A Ler: Índice de Qualidade Jornalística

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Para além da óbvia má vontade da generalidade dos media em relação ao Governo em funções, há algo mais fundo que leva os portugueses, a começar pelos jornalistas, a estar sempre prontos a acreditar no pior possível sobre si e o seu País, sobretudo quando vem "de fora". Medo de existir ou desculpa para ser medíocre, este penchant provinciano pelo auto-insulto e pelo desmerecimento tem no jornalismo um nome bem menos romântico: incompetência e enviesamento. Comprazamo-nos pois com isso - no ranking da qualidade jornalística, tem sido sempre a descer.

Fernanda Câncio, DN

Sobre a qualidade do jornalismo

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Imprensa falsa

Numa altura em que se fala tanto de censura e manipulação, parece que se esqueceu de discutir a qualidade do jornalismo face à urgência de informação tão reclamada pela internet. Se hoje o mercado dos media é renhido num espaço tão pequeno como o nosso, será que se vai prescindir de um conjunto de princípios basilares do jornalismo para responder tempestivamente, mas sem critério, a essa urgência?

(Via Manual de Maus Costumes)

Quarta-feira, Outubro 13, 2010

A qualidade do nosso jornalismo reconhece-se à distância

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Cansativo:

Não sei bem porquê, vários jornais têm-me telefonado muito nos últimos tempos para obter opiniões rápidas sobre isto e aquilo. Deve ser por ser novato, mas fico sempre surpreendido como saem sempre coisas que não disse ou tiradas do contexto, o que é quase a mesma coisa. A semana passada calhou ser o Diário Económico, sobre a República. A peça saiu hoje. Nela apareço (ilustrado com fotografia e tudo) a dizer que temos um ‘governo em estado de negação’ e que ‘proponho uma IV República’. Ora, eu sei muitas coisas sobre este governo mas não exactamente o que nega. E também não propus nenhuma IV República. É cansativo.

(Via Gato do Cheshire.)

(ênfases minhas)

Terça-feira, Julho 27, 2010

O poder da Comunicação Social, mesmo quando inventa uma história

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The Daily Show With Jon StewartMon - Thurs 11p / 10c
Lost in Race
www.thedailyshow.com
Daily Show Full EpisodesPolitical HumorTea Party

Shirley Sherrod foi demitida após uma peça montada para deturpar o que ela havia dito. Jon Stewart brinca, falando muito a sério, sobre o poder dos média e das redes de informação.

Quarta-feira, Julho 21, 2010

História de um SPIN

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Os blogues e os comentadores de direita estão a fazer um Spin fantástico.

Por eles, dentro de pouco tempo estariamos a pedir desculpas pelos comentários que se têm feito em relação à proposta que ainda não é proposta mas que vai ser, na sua grande maioria, a proposta de Revisão Constitucional do PSD.

Mas desta vez não!

Sexta-feira, Abril 20, 2007

Jornalismo

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Ontem comprei o 24 Horas e o Diario de Notícias.

O 24 Horas para tomar contacto com o jornalismo miserável que coloca em primeira página «os 19 erros de inglês de Sócrates», em exame na Universidade. E, como alto exemplo do melhor jornalismo português de inicios de 2000, ainda nos presenteiam com uma avaliação de um professor de inglês do 12º ano. Do melhor.

O DN comprei para ver como andava o mais recente exemplo de projecto jornalistico.

Quase não vi deferença entre ambos...

Ah, e gostei do pluralismo opinativo do novo DN: Pedro Lomba (que agora assume, sozinho, coluna) e Maria José Nogueira Pinto.

Sábado, Abril 14, 2007

Press

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Sei que é um comportamento altamente irregular, mas gostei tanto do texto da PlayGirl, retirado dos comentários do Arrastão, que aqui o republico.
É, como não podia deixar de ser (pela foto) sobre o estado do jornalismo português hoje. Tema, até, a merecer mais atenção neste blogue (e no próprio Clube «Loja de Ideias»).
Aqui vai.
De vez em quando, como hoje - e hoje havia uma razão especial, o 'novo' DN de novo - ganho coragem e compro vários jornais. Já sei que a qualidade do dia vai piorar, que uma angústia subliminar vai galgar as minhas entranhas e instalar-se, teimosamente, na garganta, a entupir-me a asfixiar-me.
Mas mesmo assim, e após alguns momentos de preparação psicológica, compro-os. É que sou jornalista, tenho o dever, a obrigação de ler jornais e revistas. E leio, mas acabo sempre enjoada, enojada, até. Acho piada a agitação dos colunistas, como se se tratasse de cromos: eu dou-te este e tu dás-me aquele; agora colo este aqui e tu arrancas esse daí. É um verdadeiro frenesim. Aliás, o jornalismo em Portugal assenta cada vez mais nas movidas dos colunistas. A lógica parece simples: é gente de bem, não importa, desculpem-me, o quadrante político; o colunista sabe tudo, opina sobre qualquer assunto com toda a legitimidade; em Portugal, o colunista é um senhor, a sua palavra é inabalável, vale ouro: o colunista/jornalista sabe de tudo.
E temos vários exemplos: Joel Neto é o quê? Jornalista? Colunista? Especializou-se em futebol, literatura, em si próprio (em todos os seus textos ele assume um protagonismo peculiar, já que é ele, sempre ele, o centro de toda a acção)? E o Pedro Mexia, que está tão na moda? É jornalista? É crítico literário? Cinéfilo? Colunista? Qual é a sua especialidade? Livros, televisão, política ou as letras das musicas dos Scorpians? Pelo que já percebi, tanto num caso como noutro, como em quase todos os casos do grande colunismo na imprensa nacional, os escribas de serviço falam do que está a dar.
E todos os dias lá desfilam as mesmas opiniões, dos mesmos colunistas. Todos os dias se ataca o governo, os partidos, as instituições, os pedófilos, os corruptos, os malfeitores; todos os dias se escrevem verdadeiras lições de moral aos leitores, pistas de como ser melhor pessoa.
É que as boas pessoas deste país trabalham todas em jornais: são colunistas. Logo, os jornais são, em Portugal, verdadeiros manuais dos bons princípios e valores. Em Portugal, segundo os nossos jornais e revistas, há péssimos políticos, há gente da pior espécie, em todas as áreas e quadrantes. Menos num: o jornalismo.
Curiosamente - e que pena não se ter escrito ainda uma bela coluna sobre isto -, a última edição dos prémios de fotojornalista da revista Visão/BES/ World Press Photo não deixou dúvidas quanto à qualidade do nosso jornalismo. O júri declarou oficialmente, e "com muita pena", a fraca qualidade dos trabalhos apresentados. Não a fraca qualidade das fotografias: com o digital, diziam eles, hoje todos podem ser excelentes fotógrafos. E o que se viu foram maus trabalhos de jornalismo - de fotojornalismo. Reportagens fracas, histórias fracas, embora boas fotografias. A categoria do desporto nem foi atribuída. Uma vergonha, não?
E o pior é que o júri achou que a qualidade do concurso em Portugal tem vindo a decair. mas não li nada sobre isto. Sobre a situação actual do jornalismo. Sobre a qualidade e a pertinência das reportagens, dos assuntos, das histórias, sobre a "especialidade" dos colunistas.
Quem está no meio sabe bem como funciona a dança de cadeiras de cada vez que um novo director toma os destinos de um jornal qualquer. Sei de casos em que colegas foram “convidados” para aqui ou para ali por serem do Benfica, dão bom ambiente à redacção, é o pessoal da palhaçada, que não parte um prato, nem faz ondas; despreza as notícias e as reportagens, mas adora um bom tremoço. E um lugarzito. E um ordenado, já agora. E o estatuto de ser JORNALISTA, de ser camarada, de pertencer ao grupo dos bons e dos que têm valores.
Quem entre numa redacção - a do DN ou a do 24 Horas, por exemplo - só pode ficar chocado com a realidade das pessoas que aí trabalham, em todos os sentidos. De resto, quando um director de jornal ganha quase tanto como um jogador de futebol ou um gestor de empresas, percebemos que o jornalismo se transformou em puro negócio, que os jornalistas se limitam a fazer recados e favores, mesmo que não saibam, mesmo que não dêem por isso -e na maior parte dos casos não dão mesmo.
Um tipo que ganha, como se diz por aí, cerca de 50 mil euro por mês, não é um director de um jornal. É director de uma empresa, que tem rosto e nome de jornal mas que não é um jornal. E uma nova classe está já aí a dar cartas, a marcar o ponto, a fazer a indiferença: os pettits bourgeois - os tipos da verdade, os sempre novos heróis de uma sociedade inculta, os que têm por missão salvar-nos dos governos, das instituições, dos pedófilos, da corrupção; os que "odeiam" e "enfrentam" o poder só para poderem andar de braço dado com ele, só para poderem chegar lá, para poderem fazer parte...
Ele vai sair-se bem porque a receita é simples: fazer uma revista de TV, em que os resumos das novelas substituem os resumos e a crítica aos livros, ao cinema, à música.
Alguém tem dúvidas de que Marcelino, o empresário, vai vender o seu produto?
PlayGirl

Sexta-feira, Abril 13, 2007

Limpeza

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Quando aqui expus a minha admiração sobre a notícia do afastamento de Ruben de Carvalho e do Medeiros Ferreira do Diário de Notícias, nunca pressupus que a razia fosse tão delirante.

Então, foram corridos os seguintes colaboradores:

- Pedro Mexia, Luciano Amaral, Miguel Gaspar, Joana Amaral Dias, Sarsfield Cabral, Pedro Rolo Duarte, pelo menos. É uma razia e peras.

Mudemo-nos para o Público. Hoje comprei um jornal do qual já me tinha desabituado e, logo por azar, deparei-me com um texto verdadeiramente inacreditável da Helena Matos sobre um Salazar-incapacitado-a-cair-da-cadeira-e-a-ser-hospitalizado e um José Sócrates que, diz a brilhante comentadora, está a fingir ser Primeiro-Ministro. No meio de umas comparações escabrosas, sem nexo ou casualidade, há uma clara tentativa de passar um atestado de incapacidade ao PM (com que argumentos? O debate engenheiro/licenciado em engenharia?) Por favor, se a governabilidade de um país se medisse pelo grau académico dos titulares políticos há muito que os doutorados tinham a vida feita. Bom, seria como dizer que a opinião da Helena Matos é credível e bem fundamentada. Quem acreditaria?

Honestamente não entendo como é que gente desta qualidade medíocre tem espaço de escrita, e, penso, é paga por isso.

Resumo. Tchau DN, Publico nem ver... e depois ainda me perguntam porque é que não compro jornais?...

Podem ver aqui e aqui algum do feedback que a questão do DN tem levantado.

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