Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012

CICLO DE CONFERÊNCIAS MODERNIDADE E TRADIÇÃO: ECONOMIA, SOCIEDADE E INOVAÇÃO NO MUNDO CONTEMPORÂNEO


No âmbito do ciclo de conferências «Modernidade e Tradição. Economia, Sociedade e Inovação no Mundo Contemporâneo», organizado pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, vão realizar-se amanhã, 19 de Janeiro de 2012, duas conferências:

*Às 14h *
"Legislar para as Colónias. As Colónias do Oriente no final do século
XIX/início do século XX
."
Por, Célia Reis, IHC-FCSH-UNL

Local: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Edifício ID, Sala Multiusos 2, Piso 4.

*Às 17h*
"A Administração Colonial Republicana: inovação ou continuidade ?"
Por, Maria Cândida Proença, IHC-FCSH-UNL

Local: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Edifício ID, Sala Multiusos 2, Piso 4.

Duas atividades a acompanhar com atenção e que merecem a melhor divulgação.

A.A.B.M.

SÉCULO CÓMICO


Continuando no seu excelente trabalho de digitalização e disponibilização online de algumas das coleções de periódicos que a Hemeroteca Municipal de Lisboa dispõe, foi hoje colocado uma parte da publicação Século Cómico (1918-1919).

Nesta publicação, agora disponibilizada, colaboravam entre outros: Acácio de Paiva, Amarelhe, Hipólito Collomb, Rocha Vieira, Jorge Barradas e João Valério.

A coleção pode ser consultada AQUI.

Uma chamada de atenção para alguns dos primeiros personagens de Banda Desenhada portugueses, criados por Stuart de Carvalhaes, Quim e Manecas, que podem ser vistos nesta publicação.

Um retrato picaresco sobre o período do sidonismo e os momentos que se seguiram.

A consultar com atenção.
A.A.B.M.

Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012

MÁRIO DE ALMEIDA



Tal como nos comprometemos, quando assinalamos o nosso aniversário, o Almanaque Republicano vai começar gradualmente a publicar algumas notas sobre alguns livros de memórias publicados sobre a 1ª Guerra Mundial. Mais, sempre que possível, tentaremos também dar a conhecer um pouco mais sobre os autores que as escreveram, sobretudo os menos conhecidos e pouco mencionados.

Damos então início a este percurso com um autor pouco conhecido chamado Mário de Almeida que deixou um livro de impressões sobre a guerra, cuja capa apresentamos em epígrafe.

Mário de Almeida nasceu em Lisboa a 24 de Outubro de 1889.

Oficial do Exército, formado em letras e jornalista, filho da atriz Maria Pia, escreveu duas peças em um ato. A peça Dó Sustenido foi representada no Teatro Nacional em 1910 e publicada com prefácio de Fialho de Almeida. Publicou ainda este livro de impressões sobre a guerra, O Clarão da Epopeia, publicado em 1919 e dedicado a Manuel Guimarães, que lhe solicitou a ida ao palco de guerra.

Traduziu também a peça de teatro de Pierre Wolf intitulada Coração de Todos.

Após a morte de Sidónio Pais, e por motivos de ordem política, foi para o Brasil, de onde regressa em 1920.

Desenvolve a partir dessa fase atividade como professor na Escola Veiga Beirão, em Lisboa.

Colabora em diversos órgãos da imprensa escrita, em particular na Capital, dirigida por Manuel Guimarães. Colaborou também na revista Vida Artística, que se publicou em Lisboa em 1911, dirigida por Pedroso Amado e Ernesto Zenoglio.

Publicou:
Dó Sustenido [Teatro], Peça em 1 ato, 1910;
A Arte Grega e o Mar (dissertação de concurso para Escola de Arte de Representar), 1912;
Lisboa do Romantismo, Lisboa, 1917;
A Cidade-Formiga, 1918;
O Clarão da Epopeia, 1919.

Faleceu em Coimbra a 3 de Outubro de 1922.

Domingo, 15 de Janeiro de 2012

QUANDO AS LOJAS ERAM O 'CHAPÉU-DE-CHUVA' DAS OPOSIÇÕES


Quando as lojas eram o ’chapéu-de-chuva’ das oposições, por Nuno Ribeiro - jornal Público, 15 de Janeiro 2012, p.p. 18-19 [via jornal Público, com a devida vénia] - clicar em "View Fullscreen" para ler melhor.

J.M.M.

Sábado, 14 de Janeiro de 2012

JOSE LEITE DE VASCONCELOS



"Como quer V. Exª ser enterrado?. - perguntaram-lhe na hora do trespasse.
- Como quero? Religioso. À maneira dos meus pais. Com um padre de sobrepeliz, lanternas e cruz alçada. É mais etnográfico."

AGENDA 2012 da INCM - Homenagem a José Leite de Vasconcelos [organização de Luís Raposo]

J.M.M.

GOVERNO DE PIMENTA DE CASTRO


LIVRO: Governo de Pimenta de Castro. Um General no labirinto político da I República;
AUTOR: Bruno J.[osé] Navarro;
EDIÇÃO: Assembleia da República (Colecção Parlamento).

APRESENTAÇÃO:

DIA: 19 de Janeiro 2012 (18,30 horas);
LOCAL: Biblioteca da Assembleia da República (Lisboa).
ORADOR: Ernesto Castro Leal.

"O trabalho que agora apresentamos, propõe uma nova leitura historiográfica de um dos períodos mais controversos e porventura menos estudados da I República portuguesa: o Governo do General Pimenta de Castro (25 de Janeiro a 14 de Maio de 1915), primeira tentativa conservadora de inverter a orientação radical que o regime tivera até esse momento, sob a direcção do Partido Republicano Português (Partido Democrático), que foi bruscamente interrompida pela revolução mais sangrenta da I República, saldada num número superior a duzentos mortos e mais de mil feridos. Pretendemos analisar a orientação política nacional e internacional desta governação, apontando as suas principais linhas de força, contextualizadas no quadro de grande instabilidade social, conflitualidade político-partidária e crise internacional, que caracterizaram a vigência do regime republicano português, com especial incidência no período da Grande Guerra, questionando as visões históricas mais tradicionalistas que identificaram, desde sempre, esta governação como a primeira experiência ditatorial da I República, “um elo mais na cadeia de sucessivas aproximações autoritárias ao sistema político português”, iniciada por João Franco nos anos finais da Monarquia Constitucional e que cristalizou com o Estado Novo, de Oliveira Salazar" [ler - AQUI]

J.M.M.

Terça-feira, 10 de Janeiro de 2012

CONFERÊNCIA: SENSO MORAL E POLÍTICA: UMA HISTÓRIA DA IDEIA POLÍTICA DE FRATERNIDADE NOS SOCIALISMOS DO SÉCULO XIX


Vai realizar-se no próximo dia 12 de Janeiro de 2012, a conferência em epígrafe, pelas 14.30h, numa organização do CEHC-IUL.

Afirma-se na divulgação da conferência:

O objectivo do trabalho que está na origem desta conferência é apresentar uma história da ideia política de fraternidade nos socialismos do século XIX. Para compreender a trajectória dessa ideia, tão incisiva durante a Revolução Francesa e que se esvaiu durante a modernidade, ao contrário de liberdade e igualdade, seleccionamos algumas obras de autores clássicos da filosofia política e cujos pensamentos ajudaram a formar o conjunto de ideias do que hoje é chamado de socialismo: Pierre-Joseph Proudhon, Karl Marx/Friedrich Engels e Eduard Bernstein. Em seguida, voltamos os nossos olhos para Portugal e dedicamos a nossa atenção à obra política de Antero de Quental, poeta e militante político socialista português do século XIX.

Uma actividade a acompanhar com interesse.

A.A.B.M.

LER HISTÓRIA Nº 61



Foi recentemente publicado o novo número desta revista de História. A Ler História, foi fundada em 1983 e tem sido publicada de forma ininterrupta desde então.

É uma revista semestral de História e Ciências Sociais, com circulação internacional e com arbitragem científica. Está classificada no ERIH da European Science Foundation e no CAPES (Brasil), indexada no Latindex e na EBSCO.

O presente número é dedicado ao dossier temático «Novas Perspetivas na História dos Transportes» que inclui artigos de Luís Espinha da Silveira (IHC – FCSH – Universidade Nova de Lisboa), Daniel Alves (IHC – FCSH – Universidade Nova de Lisboa), Nuno Miguel Lima (IHC – FCSH – Universidade Nova de Lisboa), Ana Alcântara (IHC – FCSH – Universidade Nova de Lisboa) e Josep Puig-Farré (IHC – FCSH – Universidade Nova de Lisboa), « Caminhos de ferro, população e desigualdades territoriais em Portugal, 1801-1930)» e de Magda Pinheiro (CEHC- Instituto Universitário de Lisboa), Nuno Miguel Lima (IHC – FCSH – Universidade Nova de Lisboa) e Joana Paulino (IHC – FCSH – Universidade Nova de Lisboa), « Espaço, tempo e preço dos transportes: a utilização da rede ferroviária em finais do século XIX»

O númeo 61 da «Ler História» Integra ainda Estudos de David Martín Marcos (CHAM – Universidade Nova de Lisboa), «Visiones Españolas de algunos anhelos prohibidos en el Portugal de los Braganza (1668-1700): en torno a una nueva unión ibérica; Ismael Cerqueira Vieira (CITCEM-FL- Universidade do Porto), « O pioneirismo da Madeira no tratamento da tuberculose em meados do século XIX»; Maria Fernanda Rollo (IHC – FCSH – Univiersidade Nova de Lisboa), Maria Inês Queiroz (IHC – FCSH – Universidade Nova de Lisboa) e Tiago Brandão (IHC – FCSH – Universidade Nova de Lisboa), «Pensar e mandar fazer ciência. Princípios e pressupostos da criação da Junta de Educação Nacional na génese da política de organização científica do Estado Novo» e José D’Assunção Barros (Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRRJ) – Brasil), « A Historiografia pós-moderna».

A Ler História n.º 61 está à venda nas livrarias ou pode ser pedida para ler.historia@iscte.pt

A consultar com toda a atenção.
A.A.B.M.

Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012

O SUFFRAGIO UNIVERSAL. SEMANARIO REPUBLICANO



O SUFFRAGIO UNIVERSAL. SEMANARIO REPUBLICANO – Ano I, nº 1 (18 Agosto 1881) ao nº 4 (4 de Setembro de 1881); [continuado pela “A Época”, 1882; depois pela “A Republica Portugueza”]; Adm: Rua do Salitre, 291; Redactores: Paulo da Fonseca, J. Fernando Alves; Colaboradores: A. J. Vieira, Cesar da Silva, E. Maia, Jorge Dario, Julia Trindade, L. A. G., M. d’A,M. Bruno, Pinhão e Costa; 1881, 4 numrs [via Biblioteca Nacional, com falta do nº2 e 3]

O SUFFRAGIO UNIVERSAL. SEMANARIO REPUBLICANO, AQUI digitaliazado.

J.M.M.

MAGALHÃES LIMA: UM IDEALISTA IMPENITENTE


Vai realizar-se no próximo dia 11 de Janeiro de 2012, pelas 18.30h, a apresentação do livro Magalhães Lima: Um Idealista Impenitente, da autoria do Professor Doutor António Ventura.

O evento vai realizar-se na Biblioteca da Assembleia da República.

A personalidade de Magalhães Lima já tem sido por diversas vezes tratado neste espaço e as entradas sobre ele podem ser consultadas AQUI.

Podem encontrar-se algumas notas biográficas mais ou menos completas AQUI, AQUI ou AQUI.

Mais um evento e um livro a não perder.

A.A.B.M.

Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2012

A QUESTÃO ECONOMICA PORTUGUEZA



José Relvas: A QUESTÃO ECONOMICA PORTUGUEZA. Aspectos do Problema Agrícola - Conferencia realisada no Centro Commercial do Porto em 3 de Março de 1910, Typographia Bayard, Lisboa, 1910

"[José] Relvas, histórico republicano, igualmente conhecido pela sua dedicação à artes em geral e à fotografia em particular, surge aqui a discursar na qualidade de ministro das Finanças do Governo Provisório que sucedeu à implantação da República" [ler AQUI]

via FRENESI

J.M.M.

Terça-feira, 3 de Janeiro de 2012

ANTÓNIO JOSÉ DE ALMEIDA: O TRIBUNO DA REPÚBLICA


Vai ser apresentado no próximo dia 11 de Janeiro de 2012, o livro António José de Almeida, O Tribuno da República, da autoria da Doutora Ana Paula Pires.

O evento vai ter lugar pelas 18.30h, na Biblioteca da Assembleia da República.

Para apresentar a obra está convidada a Professora Doutora Maria Fernanda Rollo.

Pode ler-se no currículo da Doutora Ana Paula Pires, de onde destacamos alguns elementos de maior importância:

2000 - Conclusão da Licenciatura em História pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com a média de 15 valores.
Dezembro de 2004 – Mestre em História dos Séculos XIX e XX (Secção do Século XX) pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com a classificação de “Muito Bom”.

19 de Abril de 2010 – Doutoramento em História, especialidade História Económica e Social Contemporânea na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa tendo obtido o grau apresentando uma dissertação intitulada Portugal e a I Guerra Mundial. A República e a Economia de Guerra, com a classificação de Muito Bom, com distinção e louvor, por unanimidade do Júri.


Prémios e Distinções:
Prémio de História Alberto Sampaio 2006.

Publicações:

"Persistência, tenacidade, ideia e arte: a metalurgia portuguesa durante a 1ª metade do século XX” in Engenho e Obra – uma abordagem à história da engenharia em Portugal do século XX, (coord.) José Maria Brandão de Brito, Manuel Heitor e Maria Fernanda Rollo, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2002, pp.150-155.

“Das oficinas metalúrgicas (séc. XIX) ao fabrico de precisão em série (1948)” in Engenho e Obra – Memória de uma Exposição, (coord.) Manuel Heitor, José Maria Brandão de Brito, Maria Fernanda Rollo, Henrique Cayatte, José Pessoa e Rui Trindade, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2003, pp.61-63.

“Da emergência à reconversão da metalomecânica pesada” in Engenho e Obra – Memória de uma Exposição, (coord.) Manuel Heitor, José Maria Brandão de Brito, Maria Fernanda Rollo, Henrique Cayatte, José Pessoa e Rui Trindade, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2003, pp.113-116.

“Presistência, tenacidade, ideia e arte: a metalurgia portuguesa durante a 1.ª metade do século XX” in Momentos de Inovação e Engenharia em Portugal no século XX – Grandes temas, Vol. II (coord) Manuel Heitor, José Maria Brandão de Brito et Maria Fernanda Rollo, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2004, pp.195-217.

“Contributos para a história da metalomecânica pesada em Portugal” in Momentos de Inovação e Engenharia em Portugal no século XX – Grandes temas, Vol. II (coord) Manuel Heitor, José Maria Brandão de Brito et Maria Fernanda Rollo, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2004, pp.861-879.

A Indústria de Moagem de Cereais. Sua organização e reflexos políticos do seu desenvolvimento durante a I República (1899-1929), Dissertação de Mestrado em História dos Séculos XIX e XX, Secção do Século XX, Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Lisboa, Setembro de 2004(Policopiado).

“Os “tentáculos do polvo” atravessam o Oceano: a aventura africana da Companhia Industrial de Portugal e Colónias durante a I República” in Ler História, n.º 47, 2004, pp.5-27.

“António de Sommer Champalimaud, um Marechal da Indústria e da Finança” in Memórias da Siderurgia. Contribuições para a História da Indústria Siderúrgica em Portugal, (Cord.) Maria Fernanda Rollo, Lisboa, História Publicações, Junho de 2005, pp.119-137.

Portugal e a I Guerra Mundial, Caleidoscópio, Lisboa, 2011.


Uma obra imprescindível para se compreender melhor a figura de António José de Almeida e como ele se tornou um "ídolo" para as populações da época.

Um evento e uma obra a não perder.

A.A.B.M.

Sábado, 31 de Dezembro de 2011

Terça-feira, 20 de Dezembro de 2011

LUTA ARMADA NO MARCELISMO


DEBATE - Luta Armada no Marcelismo
DIA: 21 de Dezembro 2011 (18 horas);
LOCAL: Aljube (ao lado da Sé de Lisboa);
PARTICIPANTES: Fernando Pereira Marques (LUAR); Carlos Antunes (BR) e Raimundo Narciso (ARA);
ORGANIZAÇÃO no âmbito da Exposição A Voz das Vítimas

"O recurso à luta armada foi uma opção relevante da oposição ao regime ditatorial, designadamente no consulado marcelista, que antecedeu o 25 de Abril de 1974.

O lançamento de acções armadas como via para o derrube do regime e de apoio às lutas de libertação dos povos coloniais foi uma das expressões dos debates ideológicos e políticos que marcaram essa fase final do regime fascista.

A diferente natureza das organizações envolvidas nessas acções corresponde à pluralidade do posicionamento político dessas iniciativas – cuja influência se alargou a momentos posteriores
"

J.M.M.

Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011

MANIFESTO - HISTORIADORES CONTRA A SUPRESSÃO DO FERIADO DA "IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA" E DO "DIA DA RESTAURAÇÃO"




MANIFESTO DE 40 HISTORIADORES CONTRA A SUPRESSÃO DOS FERIADOS DE 5º DE OUTUBRO E DO 1º DE DEZEMBRO [clicar, no documento acima, em View Fullscreen para ler melhor]

"... Apelamos a que os cidadãos deste país se oponham determinadamente a tal propósito. Atacar os marcos simbólicos da memória e da cidadania é o primeiro passo para ofender os direitos que eles representam e protegem..." [sublinhados nossos]

J.M.M.

Terça-feira, 13 de Dezembro de 2011

PRAÇA VELHA, Nº30



Vai ser apresentada, no próximo dia 15 de Dezembro de 2011(quinta-feira), a partir das 18 horas, na Biblioteca Municipal da Guarda, na Sala Tempo e Poesia da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, o nº 30 (2º semestre de 2011) da revista de cultura do município da Guarda, Praça Velha.

O 30º número conta com colaborações de Aires Dinis, António Morgado, Augusto Moutinho Borges, Carlos d´Abreu e Emilio Rivas Calvo, Francisco Manso, Franklin Braga, Hermínio Ferraz, Jesué Pinharanda Gomes, José d´Encarnação, José Luís Lima Garcia e Roberto Merino.

Este número conta com a Grande Entrevista à Pintora Evelina Coelho é conduzida por Américo Rodrigues.

Poemas e Contos conta com a participação de Daniel Rocha, João Esteves Pinto e José Ferraz Alçada.

Portfolio é da responsabilidade de Pedro Carvalho.

Recensões críticas de livros e Cd’s inclui colaborações de António Morgado, Carlos Canhoto, Cecília Falcão, Cristina Fernandes, Daniel Rocha, Helena Santana, Jorge Torres, José António Afonso Rodrigues, José Pires da Cruz, José Pires Manso, Manuel Abrantes Domingos, Manuel Sabino Perestrelo, Maria Antonieta Garcia e Rosário Santana.

Este número termina com a já habitual Súmula de Actividades Culturais.

Uma interessante revista semestral que se publica na cidade da Guarda há vários anos e que conta habitualmente com vários artigos de interesse para a história regional e local.

A acompanhar com todo o interesse.

A.A.B.M.

ABECEDÁRIO SIMBIÓTICO - JOSÉ ADELINO MALTEZ


LIVRO: Abcedário Simbiótico - Um digesto político contemporâneo com exemplos sagrados e profanos;
AUTOR: José Adelino Maltez;
EDIÇÃO: Campo da Comunicação.

APRESENTAÇÃO:

DIA: 16 de Dezembro 2011 (18,30 horas);
LOCAL: Hotel Holiday Inn Lisbon – Continental (Sala Lisboa), Rua Laura Alves, nº 9.
ORADOR: Paulo Teixeira Pinto.

"De muitas sementes e alegrias está feito este novo e inesperado livro do Adelino Maltez! Abecedário Simbiótico poderia ser mais um livro sobre Maçonaria. O conteúdo de muitas das suas entradas são sobre temas, símbolos, significados, história da Maçonaria ou Maçon e a eles também se referem as siglas ou a biografia. Mas o livro é mais do que tudo isso: tem uma relação de mútua dependência com as coisas do mundo, em benefício mútuo" [Fernando Lima, in prefácio - AQUI]

J.M.M.

Segunda-feira, 12 de Dezembro de 2011

A MAÇONARIA NA SOCIEDADE - DO SÉCULO XVIII AO SÉCULO XXI


CONFERÊNCIA: A Maçonaria na sociedade – do século XVIII ao século XXI;
DIA: 15 de Dezembro de 2011 (14 horas);
LOCAL: Sala Multiusos 2(Edifício ID, Piso 4) da FCSH da Universidade Nova:
ORADOR: António Lopes (FCSH-UNL);
ORGANIZAÇÃO: Instituto de História Contemporânea - Ciclo Modernidade e Tradição (FCSH-UNL).

"A tradição constitui-se como uma memória do passado, fundada na transmissão, onde estão presentes sinais, símbolos ou outras formas de registo, que desembocam no enriquecimento intelectual desde que também se constitua como um acto refletido e na maior parte das vezes simbólico. Constituindo uma forma de interiorizar valores, ela é também mais do que um depósito de saberes que passa de mão em mão.

Entendeu-se desde sempre em maçonaria de que o Conhecimento não se dá nem se recebe. Ele é fruto de um trabalho continuado baseado no estudo, na reflexão, na transmissão de saberes, mas muito especialmente, em simultâneo com uma crescente elaboração dos esquemas mentais de racciocínio.

Estão assim criadas as bases para a existência de dois mitos: um primeiro da tradição, perdido na poeira dos tempos e outro de modernidade, criado com base no aperfeiçoamento individual. O primeiro justifica a repetição e a segurança, o segundo permite-lhe inventar-se todos os dias, criando uma dinâmica interna, que a Maçonaria transporta desde o século XVIII até aos dias de hoje
" [AQUI]

NOTA: Esta conferência integra-se no Ciclo Modernidade e Tradição (Economia, Sociedade e Inovação no Mundo Contemporâneo) que se tem vindo a realizar durante este mês e que prossegue até ao próximo mês de Janeiro de 2012.

J.M.M.

ESTUDOS DO SÉCULO XX DE 2011



Vai ser apresentada amanhã, 13 de Dezembro de 2011, a partir das 18 h., no Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra, o volume 11 (2011) da revista Estudos do Século XX.

O apresentante deste volume será o Doutor Fernando Catroga.

O presente volume era subordinado ao tema: Fazer História Contemporânea e foi coordenado pelo Doutor Luís Reis Torgal.


Uma iniciativa a acompanhar com toda a atenção.
A.A.B.M.

REVISTA DE HISTÓRIA E TEORIA DAS IDEIAS 2011



Foi recentemente apresentado o último volume da Revista de História e Teoria das Ideias da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

Do Índice pode retirar-se o seguinte:

Nota de Apresentação

João Gouveia Monteiro, A arte militar na Europa dos séculos XI-XIII – um vade mecum

Fernando Taveira da Fonseca, As Artes no Colégio e na Faculdade. (Coimbra, 1535-1555)

José Abreu e Paulo Estudante, A propósito dos livros de polifonia impressa existentes na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra. Uma homenagem ao musicólogo pioneiro Manuel Joaquim

Frederico Lourenço, Schopenhauer e a metafísica da música

Joana Duarte Bernardes, A eterna repetição de Ícaro. Para uma poética da dança

Luís Calheiros, A metade nocturna do belo: o horrível nas artes. (Subsídios críticos para um estudo diacrónico da fealdade artística)

Maria de Lurdes Craveiro, Arte, história da arte e historiografia artística

Anabela Bravo, Ensaio sobre o mundo da arte e a sua relação com a crítica institucional

Maria João Cantinho, Da fotografia e dos seus efeitos

Delfim Sardo, Retrovisor

Fausto Cruchinho, Cinema e Portugal: não reconciliados

Jorge Seabra, Análise fílmica

Sérgio Dias Branco, Film noir, um género imaginado

Abílio Hernandez Cardoso, Cinema e poesia, ou o coração da memória

Ricardo Revez, Fialho de Almeida e as correntes estético-literárias no final do século XIX em Portugal

Paulo Archer, Mitopeia. Notações para uma poiética do tempo e da história nos estilhaços da antropodiceia pessoana

Maria António Hörster e Isabel Pedro dos Santos, Memórias culturais na literatura infanto-juvenil portuguesa contemporânea. O caso da série “Triângulo Jota”, de Álvaro Guimarães

António Pedro Pita, Da centralidade política da arte no século XX português

Maria João Simões, Impressões do sensível: elos entre literatura e estética

João Maria André, Artes e multiculturalidade: o teatro como campo de diálogo intercultural

Norberto Ferreira da Cunha, A arte do ensaio: a vocação socrática de Proteu

Varia
Ana Vaz Milheiro, Escolas em Angola durante o Estado Novo: arquitectura e arte
Paulo Archer de Carvalho, Para uma perspectiva da historiografia da cultura (1916-1958). Joaquim de Carvalho: metodologia e epistemologia II

Uma das reputadas revistas científicas de História que se publica em Portugal.

A ler com toda a atenção.

A.A.B.M.

Domingo, 11 de Dezembro de 2011

ALBERTO SOUSA (1880-1961): OS ROSTOS DA REPÚBLICA NA IMPRENSA DA ÉPOCA



Na Hemeroteca de Lisboa, vai realizar-se no próximo dia 14 de Dezembro de 2011, pela 17 horas, na Sala do Espelho, uma conferência por António Valdemar (Jornalista e Membro da Academia de Ciências de Lisboa) intitulada Alberto Souza (1880-1961): Os Rostos da República na Imprensa da Época

Uma pequena biografia sobre a personalidade pode ser consultada AQUI, AQUI, uma outra nota mais detalhada pode ser consultada AQUI.

Uma interessante iniciativa que o Almanaque Republicano não podia deixar de divulgar.

A acompanhar com todo o interesse.

A.A.B.M.

Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2011

SEBASTIÃO MAGALHÃES LIMA (1850-1928)


Sebastião de Magalhães Lima (1850- 7 de Dezembro de 1928)

Ontem - dia 7 de Dezembro - passou mais um aniversário da morte de Sebastião de Magalhães Lima, um dos apóstolos da República.

FOTOS: "O bilhete postal da esquerda é o nº 8 de uma série editada por A Editora, desenhada por Alfredo Cândido. Tem a legenda 'Pela Pátria e pela República e...pelas (Loiras)', está assinado e datado: 'Alfredo Cândido, 1906'

O da direita é uma 'Edição do Grémio Lusitano - Lisboa- Portugal'. Tem a legenda "Sebastião de Magalhães Lima 1850-1928 - Advogado, jornalista, pacifista, propagandista republicano. Fundador da Liga Portuguesa dos Direitos do Homem, Grão-Mestre da Maçonaria Portuguesa."


via Memória da República, com a devida vénia.

J.M.M.

A PRIMEIRA REPÚBLICA E OS CONFLITOS DA MODERNIDADE (1919-1926)


LIVRO: A I República e os Conflitos da Modernidade (1919-1926): A Esquerda Republicana e o Bloco Radical;
AUTORA: Ana Catarina Pinto;
EDIÇÃO: Caleidoscópio.

"Propomos uma hipótese de inteligibilidade do período terminal, aparentemente caótico, da Primeira República: à semelhança de outros países europeus, a especificidade dos anos 20 portugueses reside num fenómeno de polarização política da sociedade, na mobilização e organização de forças mediante os quadrantes da esquerda e da direita modernas.

À luz desta linha interpretativa, avançamos com um estudo exploratório onde se evidencia o processo de autonomização da esquerda republicana, bem como a existência de um bloco radical, agregando diversas manifestações do fenómeno de polarização à esquerda.

Esperamos demonstrar que o ocaso do regime republicano não foi um mero caso de definhar de idiossincrasias políticas anómalas, nem as atribulações dos anos de 1919 a 1926 foram meros figurinos de conteúdos antigos e decadentes, mas sim a expressão de novos modelos políticos que se insinuavam. Em Portugal, como na maioria dos países europeus, o modelo ditatorial venceu, perdurando aqui durante quase meio século, cristalizado no regime do Estado Novo.

A compreensão da contemporaneidade portuguesa depende do estudo e conhecimento da história da Primeira República do pós-guerra e dos conflitos da modernidade
" [ler AQUI]

J.M.M.

ASSOCIAÇÃO ESCOLA 31 DE JANEIRO (PAREDE)


LIVRO: Associação Escola 31 Janeiro: 100 anos de Instrução, Educação e Progresso (Parede) [livro Comemorativo do seu Centenário];
AUTOR: Rui Pinto;
EDIÇÃO: Associação 31 de janeiro, com apoio da C. M. de Cascais.

" ... A Associação-Escola 31 de Janeiro é uma das muitas instituições de ensino fundadas no alvorecer da República. Perseguindo o ideal republicano do direito à instrução e face à insuficiência da oferta prestada pela rede de ensino público da época, a 1 de janeiro de 1911 esta associação sem fins lucrativos fundou [um dos 12 fundadores foi Abeillard de Vasconcelos - ver AQUI] uma escola privada com o intuito de contribuir para a cobertura da escolaridade obrigatória no concelho de Cascais.

'O grande desafio para os fundadores da Escola e dos seus seguidores foi conciliar a sobrevivência de uma instituição privada de ensino com os ideais republicanos da educação', refere o autor do livro, agora editado com o apoio da Câmara Municipal de Cascais. A opção pela gestão direcionada para o alargamento do ensino ao maior número de crianças possível e não para a obtenção de lucros criou algumas dificuldades à sustentabilidade da escola que durante os primeiros anos funcionou sem instalações próprias e totalmente dependente do pagamento das quotas dos associados, do financiamento camarário e da angariação de fundos através do desenvolvimento de atividades lúdicas e culturais. Frequentemente a sua missão estendia-se para além das obrigações educacionais e, a partir de 1927, a escola passou a prestar apoios sociais aos alunos mais necessitados ...
[ler AQUI - ler Origem e História AQUI]

J.M.M.

Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2011

CINQUENTENÁRIO DA REPÚBLICA - SEARA NOVA


SEARA NOVA: Número Comemorativo do Cinquentenário da República, nº 1378-79-80. Agosto-Setembro-Outubro de 1960

Na Capa: Foto do Comício republicano realizado em Lisboa "para tratar de assuntos municipais" (21 de Março de 1909)

SUMÁRIO: Editorial [sobre o cinquentenário da República, com curioso desenho (1955) de Lima de Freitas] / "República Desconhecida", por António José Saraiva / "As primeiras leis da República e a mulher", de Maria Lamas / "José Félix Henriques Nogueira o primeiro republicano português", por José Tengarrinha / Jaime Cortesão [com um desenho "alusivo à tomada do forte de Monsanto ocupado pelos sediciosos monárquicos em 1919", de Francisco Valença] / "Passado e Presença da Seara Nova", por Câmara Reys / "Uma obra republicana fracassada: as Escolas Primárias Superiores", de J. Sant'Ana Dionísio / "A República e o Ensino Superior Científico", de J. Sant'Ana Dionísio / "Recordações de há meio século", por Galino Marques [curioso texto rememorativo da instauração da República] / "4 de Outubro de 1910", por Alexandre Miranda / "Unidade Republicana", de José Magalhães Godinho [com foto de Machado Santos] / "Cinquentenário da República e cinquenta anos de evolução económica portuguesa", de Armando de Castro / "O 5 de Outubro comemorado em França, Inglaterra e Brasil" [com fotos da deposição de flores no túmulo de Afonso Costa e do banquete que reuniu, em França, "centena e meia" de democratas portugueses] / "O Velho Gervásio", por Mayer Garção / "Jaime Cortesão - Notas para o estudo da sua figura e obra", por A. H. de Oliveira Marques / "Angelina Vidal e a sua contribuição para a implementação da República", de Lília da Fonseca / "Subsídios para o estudo do movimento Democrático em Portugal", por Alexandre Cabral / "Os homens da República e o ensino de teatro em Portugal", de Rogério Paulo / "A República e o Ultramar", por Augusto Casimiro [um texto bem curioso] / ... /

J.M.M.