ANOVIS ANOPHELIS
Este blog é a continuação de www.franciscotrindade.com que foi criado em 11/2000. 24000 posts em 5 anos e meio.Contacto: franciscotrindade4@gmail.com ACTUALIZADO TODOS OS DIAS ACTUALIZADO TODOS OS DIAS ACTUALIZADO TODOS OS DIAS ACTUALIZADO TODOS OS DIAS "Por trás de uma grande fortuna está um grande crime" - Honoré de Balzac - Quando a injustiça se torna lei, a resistência torna-se um dever! I write the verse and I find the rhyme I listen to the rhythm but the heartbeat`s mine
Sábado, Janeiro 21, 2012
Sexta-feira, Janeiro 20, 2012
Para um final de noite...
Pallas - Ghost Dancers
Pallas - Ghost Dancers
The thin red line it was my life to fight for King and country
But Boney's gone, the job was done, old King George has no use for me
There were times we laughed and danced, life was good we loved our land
But now we starve in our backyard, the children die in their mothers' arms
We're sailing to America on a ship of dreams
Going to start a new life in the New World
We're sailing to America on a ship called Destiny
Gone to make our fortune where the land is free
This great land we fought across to build the mighty iron horse
The red man fought with bow and lance, he paid in blood for his savage arrogance
We're spreading 'cross America, build ourselves a dream
Come to make a new life in the New World
The vastness of America shapes our destiny
Here to make our fortune where the land is free
And skies will burn and hearts will break and tears will fall for these dreams we make
And fires will rage and hopes will fade through the wars we wage till the end of days
In a fortress called America shadows haunt our dreams
Poisoning the new life in the New World
Our wayward son America betrayed our destiny
Threw away our fortune, chained a land that's free
The land was free
White man came here long ago, he stole our land killed our buffalo
He made us clowns in his Wild West show, ghost dancers sing he must go
E aquela jogada fantástica de deixar cair a meia hora de trabalho grátis por tudo aquilo que conseguimos em alternativa!...
Quinta-feira, Janeiro 19, 2012
Quarta-feira, Janeiro 18, 2012
Terça-feira, Janeiro 17, 2012
Islândia triplicará o seu crescimento em 2012 após a prisão de políticos e banqueiros
Islândia conseguiu acabar com um governo corrupto e parasita. Prendeu os responsáveis pela crise financeira, mandando para a prisão. Começou a redigir uma nova Constituição feita por eles e para eles. E hoje, graças à mobilização, será o país mais próspero de um ocidente submetido a uma tenaz crise de dívida.
É a cidadania islandesa, cuja revolta em 2008 foi silenciada na Europa por temor a que muitos percebessem. Mas conseguiram, graças à força de toda uma nação, o que começou sendo crise se converteu em oportunidade. Uma oportunidade que os movimentos altermundistas observaram com atenção e o colocaram como modelo realista a seguir.
Consideramos que a história da Islândia é uma das melhores noticias dos tempos atuais. Sobretudo depois de saber que segundo as previsões da Comissão Europeia, este país do norte atlântico, fechará 2011 com um crescimento de 2,1% e que em 2012, este crescimento será de 1,5%, uma cifra que supera o triplo dos países da zona euro. A tendência ao crescimento aumentará inclusive em 2013, quando está previsto que alcance 2,7%. Os analistas asseveram que a economia islandesa segue mostrando sintomas de desequilíbrio. E que a incerteza segue presente nos mercados. Porém, voltou a gerar emprego e a dívida pública foi diminuindo de forma palpável.
Este pequeno país do periférico ártico recusou resgatar os bancos. Deixou-os cair e aplicou a justiça sobre aqueles que tinham provocado certos descalabros e desmandos financeiros. Os matizes da história islandesa dos últimos anos são múltiplos. Apesar de transcender parte dos resultados que todo o movimento social conseguiu, pouco foi falado do esforço que este povo realizou. Do limite que alcançaram com a crise e das múltiplas batalhas que ainda estão por se resolver.
Porém, o que é digno de menção é a história que fala de um povo capaz de começar a escrever seu próprio futuro, sem ficar a mercê do que se decida em despachos distantes da realidade cidadã. E embora continuem existindo buracos para preencher e escuros por iluminar.
A revolta islandesa não causou outras vítimas que os políticos e os homens de finanças costumam divulgar. Não derramou nenhuma gota de sangue. Não houve a tão famosa "Primavera Árabe". Nem sequer teve rastro mediático, pois os meios passaram por cima na ponta dos pés. Mesmo assim, conseguiram os seus objetivos de forma limpa e exemplar.
Hoje, o seu caso bem pode ser o caminho ilustrativo dos indignados espanhóis, dos movimentos Occupy Wall Street e daqueles que exigirem justiça social e justiça económica em todo o mundo.
É a cidadania islandesa, cuja revolta em 2008 foi silenciada na Europa por temor a que muitos percebessem. Mas conseguiram, graças à força de toda uma nação, o que começou sendo crise se converteu em oportunidade. Uma oportunidade que os movimentos altermundistas observaram com atenção e o colocaram como modelo realista a seguir.
Consideramos que a história da Islândia é uma das melhores noticias dos tempos atuais. Sobretudo depois de saber que segundo as previsões da Comissão Europeia, este país do norte atlântico, fechará 2011 com um crescimento de 2,1% e que em 2012, este crescimento será de 1,5%, uma cifra que supera o triplo dos países da zona euro. A tendência ao crescimento aumentará inclusive em 2013, quando está previsto que alcance 2,7%. Os analistas asseveram que a economia islandesa segue mostrando sintomas de desequilíbrio. E que a incerteza segue presente nos mercados. Porém, voltou a gerar emprego e a dívida pública foi diminuindo de forma palpável.
Este pequeno país do periférico ártico recusou resgatar os bancos. Deixou-os cair e aplicou a justiça sobre aqueles que tinham provocado certos descalabros e desmandos financeiros. Os matizes da história islandesa dos últimos anos são múltiplos. Apesar de transcender parte dos resultados que todo o movimento social conseguiu, pouco foi falado do esforço que este povo realizou. Do limite que alcançaram com a crise e das múltiplas batalhas que ainda estão por se resolver.
Porém, o que é digno de menção é a história que fala de um povo capaz de começar a escrever seu próprio futuro, sem ficar a mercê do que se decida em despachos distantes da realidade cidadã. E embora continuem existindo buracos para preencher e escuros por iluminar.
A revolta islandesa não causou outras vítimas que os políticos e os homens de finanças costumam divulgar. Não derramou nenhuma gota de sangue. Não houve a tão famosa "Primavera Árabe". Nem sequer teve rastro mediático, pois os meios passaram por cima na ponta dos pés. Mesmo assim, conseguiram os seus objetivos de forma limpa e exemplar.
Hoje, o seu caso bem pode ser o caminho ilustrativo dos indignados espanhóis, dos movimentos Occupy Wall Street e daqueles que exigirem justiça social e justiça económica em todo o mundo.
Segunda-feira, Janeiro 16, 2012
Domingo, Janeiro 15, 2012
Sábado, Janeiro 14, 2012
Sexta-feira, Janeiro 13, 2012
Quinta-feira, Janeiro 12, 2012
Quarta-feira, Janeiro 11, 2012
Terça-feira, Janeiro 10, 2012





































