«Alargamento do terminal de contentores de Alcântara chumbado por razões ambientais», por Ana Henriques
nb: vd. historial do caso aqui.
«Alargamento do terminal de contentores de Alcântara chumbado por razões ambientais», por Ana Henriques
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Daniel Melo
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Labels: caso do terminal de contentores de Alcântara, escândalo político, Lisboa, terceiro sector
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Labels: arte gráfica, Conferências, cultura portuguesa contemporânea, Lisboa, Stuart Carvalhais
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João Miguel Almeida
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Labels: Aquilino Ribeiro, Lisboa, literatura portuguesa
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Labels: Arquivo Municipal de Lisboa, Cultura, Fórum Cidadania Lisboa, Lisboa, política cultural, política municipal, Propostas por Lisboa
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Labels: democratização, Lisboa, regionalização, sustentabilidade
É hoje inaugurada a rota da biodiversidade de Lisboa. São 14 km com 18 pontos de interesse assinalados para se poder apreciar a fauna e flora, entre a zona ribeirinha e o Parque de Monsanto. A pé ou de bicicleta. Toda a informação na ponta de um clique. Clic!
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Labels: biodiversidade, Câmara Municipal de Lisboa, Lisboa
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Labels: cp, Lisboa, Livro de Reclamações, segurança
Há males que vêm por bem: à indignação suscitada pelo alheamento dos poderes alfacinhas face à questão ambiental juntaram-se as inundações diluvianas na baixa da cidade na 6.ª passada, um derradeiro alerta sobre os perigos da abertura à impermeabilização total dos solos.
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Labels: Câmara Municipal de Lisboa, Gonçalo Ribeiro Telles, Lisboa, política ambiental, política municipal
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Labels: agenda cultural, cosmopolita, festas, Lisboa
Já está aí a bombar o DocLisboa. Abriu com um filme sobre José Saramago e Pilar del Rio (José & Pilar, de Miguel Gonçalves Mendes), lotadíssimo. Mas foram mais as sessões lotadas, como a de Spanish earth e Indonesia calling, dois excelentes documentários de Ivens, o primeiro sobre a Guerra civil espanhola e o segundo sobre um episódio pouco conhecido do movimento de independência indonésia (repetem amanhã).Este ano o DocLisboa está ainda mais ambicioso, estreando uma secção de história do documentário, que ainda por cima abre com vários patronos do género, como Joris Ivens e Marcel Ophuls.
Surgiu também a secção A cidade e o campo, que conta com boas obras de Manoel de Oliveira, Alberto Cavalcanti e outros.
Nb: a imagem em cima é do filme Claude Lévi-Strauss: regresso à Amazónia, de Marcelo Fortaleza Flores.
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Labels: cinema documental, Lisboa, terceiro sector
O seu nome de registo é José Manuel Mendes, mas assina como Zé Manel nos trabalhos que faz. Começou muito cedo a desenhar, e aos 6 anos o Século Ilustrado mostrava os seus primeiros desenhos 'públicos'. Estreou-se como caricaturista na revista Parada da Paródia, aos 17 anos. Estávamos então em 1961!Depois disso, fez muita ilustração para publicidade, destinada a empresas como a Regisconta. Há uma amostra sua muito boa aqui. Mas continuou a publicar trabalhos livres em muitos revistas e jornais. Nesta área, p.e., colaborou para a revista O Fungagá da Bicharada, que acompanhava um programa para o público infantil surgido na RTP em 1976, apresentado por Júlio Isidro e José Barata Moura (este também o autor da música homónima). Ainda nesse ano, editou um álbum sobre a revolução dos cravos, In Politiquices, ed. Estaminé. Entre outras publicações conhecidas em que colaborou, refira-se ainda Os Ridículos e Pão Com Manteiga, de épocas bem diferentes (esta última foi reunida em livro em 2007).
Em 1980, por ocasião das eleições presidenciais lançou uma mini-bd de sátira política, Os 7 magníficos pretendentes.
Mais inf. no perfil biográfico inserto no Dicionário dos Autores de Banda Desenhada e Cartoon em Portugal, de Leonardo De Sá e António Dias de Deus, 2001.
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Labels: banda-desenhada, cartoon, cartoonista Zé Manel, cultura portuguesa contemporânea, humor, Lisboa
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Labels: Câmara Municipal de Lisboa, escândalo político, Justiça, Lisboa, Parque Mayer, política urbanística
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Labels: cidades, Lisboa, qualidade de vida
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Labels: caso do terminal de contentores de Alcântara, Lisboa, parlamento, Ética
É verdade que este ano, apesar da antecipação não favorecer os passeios de fim de dia, a Feira do Livro de Lisboa está com maior adesão.
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Daniel Melo
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Labels: Feira do Livro, Lisboa, Livro de Reclamações, Propostas por Lisboa
«Orçamento participativo deixa de ser exclusivo da Net», por Inês Boaventura
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Daniel Melo
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Labels: Câmara Municipal de Lisboa, democratização, Lisboa, orçamento participativo
A abertura da 80.ª Feira do Livro de Lisboa ocorre às 15h de hoje. Finda a 16 de Maio. Além da antecipação, também o horário muda: os pavilhões abrem às 12h30 (11h nos fins-de-semana e feriados) e passam a fechar às 23h30 (todos os dias).
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Labels: agenda cultural, Feira do Livro, Lisboa, livros
O ministro que afiançou «jamais» se construir o novo aeroporto de Lisboa em Alcochete já saiu de cena, mas parece ter contaminado os seus correlegionários. Ora vede aqui 2 exemplos recentes: o edil António Costa em piruetas com o dinheiro do mexilhão («A “indignação” dá-lhe asas») e o ministro António Mendonça em delírios turístico-tecnológicos, que saltam do futuro («Lisboa pode-se transformar por exemplo na praia de Madrid») para o passado enquanto o diabo esfrega um olho, e sempre com grande sentido de oportunidade e argumentação (vd. balancete em «Dos carroceiros tristes aos burros felizes»).
Madrid?! Qual quê! Riviera do Mundo e mai nada!
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Daniel Melo
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Labels: António Costa, blogosfera da semana, citações, Câmara Municipal de Lisboa, governo, humor, Lisboa, neo-realismos, praia
O Hot Clube de Portugal, um dos clubes de jazz mais antigos do mundo (com 61 anos de vida), foi forçado a suspender a sua actividade devido a um incêndio no prédio onde estava sediado e que obrigou os bombeiros ao seu apagamento por inundação. Ignora-se ainda quando e se poderá retornar à velha casa, situada bem no centro da cidade, e próxima dum outro antigo espaço cultural também ele encerrado recentemente, o Ritz Club.
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Daniel Melo
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23:05
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Labels: Câmara Municipal de Lisboa, desenvolvimento sustentável, especulação imobiliária, governo, Hot Clube de Portugal, incêndios, Lisboa, música jazz, património, política urbanística
Hoje os funcionários da câmara municipal andaram a presentear os lisboetas com caixotes de lixo para reciclagem. Na minha rua inclinada já havia um trio de grandes boiões para receber lixo de vidro, papel e plásticos/metais na base da rua e outro no cimo. Mas chegou o momento de uma nova fase do processo: retirar os grandes boiões nos extremos da rua e introduzir caixotes maneirinhos de reciclagem no interior de cada prédio, mais próximos da fonte do lixo. A operação camarária deparou com resistência para não escrever insurgências. Uma velhota minha vizinha refilou contra os homens que lhe queriam atufalhar o átrio de entrada do prédio com três caixotes de tampos coloridos. O funcionário camarário declarou, formal e solene: «Todos temos de contribuir. Portugal tem quotas para cumprir.»
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João Miguel Almeida
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Labels: ecologia, Lisboa, reciclagem