MIL: Movimento Internacional Lusófono

O MIL é um movimento cultural e cívico que conta já com cerca de 5 MIL adesões, de todos os países da CPLP. Defendemos o reforço dos laços entre os países lusófonos – a todos os níveis: cultural, social, económico e político -, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.
Se quiser aderir ao MIL, basta enviar um e-mail para: adesao@movimentolusofono.org
indicando o nome e a área de residência.

PRINCIPAIS PROPOSTAS
1. “Força Lusófona de Manutenção de Paz”
2. “Passaporte Lusófono”
3. Defesa de candidaturas independentes à Assembleia da República Portuguesa
4. Instituições à escala lusófona
PRINCIPAIS INICIATIVAS
1. Debates públicos
2. Recolhas de livros
3. Prémio Personalidade Lusófona do Ano

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PASC

Sabia que o MIL é uma das entidades que fazem parte da
PASC – Plataforma Activa da Sociedade Civil?
http://www.pasc-plataformaactiva.org/

Declaração Conjunta da Casa Agostinho da Silva e do MIL sobre o Encerramento da Livraria Camões no Rio de Janeiro

O destino da cultura de Língua Portuguesa sela-se de novo adverso, pois que se fecham as portas da Livraria CAMÕES, sediada na cidade do Rio de Janeiro.
Já não bastasse o ultraje da Academia Brasileira de Letras ter condecorado com a medalha Machado de Assis um jogador de futebol, agora é Portugal que desafortunadamente naufraga Camões.
Aos homens sábios como o fora Agostinho da Silva, fechar escolas, centro de estudos, bibliotecas ou livrarias é creditar força aos ignorantes ou desviados da servidão à Pátria da Língua Portuguesa.
Hoje, a cultura lusófona é já translusófona e desde muito seus falantes e leitores estão aconchegados vivamente ao espaço da Livraria CAMÕES que, apesar das mazelas políticas e econômicas, manteve por anos a fio a propalar as maneiras e feições plurais do modo de ser português por meio da presença de livros de tão rara excepcionalidade.
A Livraria CAMÕES é patrimônio da cultura de Língua Portuguesa e, mais do que isso, é ambiente absolutamente necessário para que possamos continuar a dar vivas a nossa Literatura e aos seus poetas e romancistas, a bem dizer a toda Arte de mares ainda a navegar.
Em tempos de descultura e massificação em todos os níveis social e mental a que a nossa contemporaneidade está atrelada, é inconcebível o fechamento da Livraria CAMÕES.
A Casa Agostinho da Silva e o MIL sentem-se afrontados pela decisão do governo português em fechar a Livraria Camões. Queremos fazer lembrar a todos que esta ação do governo português olvidou-se de uma máxima de um dos primeiros escritores a escrever para crianças e o primeiro a montar, no Brasil, uma editora, Monteiro Lobato: “Um País se faz com homens e livros.”
Não deixemos que toda a experiência humana e os avanços de espíritos venturosos como fora Camões e Vieira, Pessoa e Rosa, Mia Coto e tantos outros deixem de desfilar nas estantes da anciã Livraria CAMÕES, porém, sempre nova nas letras lusófonas.

O MIL acaba de criar o “Movimento Por uma União Lusófona”

O MIL acaba de criar o “Movimento Por uma União Lusófona”. Através do apoio via facebook, o movimento mais popular ganha o direito a reunir com o Primeiro-Ministro.

Para apoiar o “Movimento Por uma União Lusófona”, basta ir até http://www.portugal.gov.pt/pt/o-meu-movimento/ver-movimentos.aspx?m=262
E clicar no botão “Apoiar” (registando-se primeiro).

Não se esqueça também de divulgar o endereço do “Movimento Por uma União Lusófona” por mail, no seu Mural, Grupos e Páginas.

Obrigado pelo Apoio e peço a máxima divulgação possível!
www.movimentolusofono.org

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“O Meu Movimento” é uma forma de dar uma oportunidade a todos de participar no debate sobre o futuro do nosso país.

De uma forma lúdica e simples, qualquer cidadão português pode defender as causas em que acredita, fazendo-se ouvir por todos – e especialmente pelo seu Governo.

Muitos portugueses, especialmente os mais novos, abstêm-se de utilizar os modos constitucionalmente consagrados de se expressar democraticamente.

“O Meu Movimento” inspira-se nos melhores exemplos de comunicação digital existentes no mundo e constitui uma plataforma formativa, transparente e fácil de usar, por cujo intermédio qualquer português, de qualquer idade e em qualquer lugar, pode participar com uma ideia ou uma opinião para melhorar o nosso país.

Não quer adquirir uma Estatueta MIL?

Caro Membro do MIL

Vamos em breve produzir uma série de Estatuetas MIL em bronze (ver anexo), para venda, de modo a financiar as nossas iniciativas.
O custo de cada uma, para venda, será de 300 euros.

Caso possa, faça-nos chegar, por e-mail, a sua encomenda – até 20 de Janeiro.
Para além de adquirir uma obra de arte, da autoria de Henrique Gabriel, estará também a ajudar o MIL.

Uma das Estatuetas será entregue ao Professor Adriano Moreira, como Personalidade Lusófona do Ano de 2011 – sessão a decorrer no dia 24 de Fevereiro, na Sociedade de Geografia de Lisboa, às 17h. Fica desde já o convite.

Contamos com a sua colaboração.

Debate Público Património Musical Português

Com os oradores Edward Luiz Ayres d’Abreu e Maurícia Teles da Silva, na Sociedade da Língua Portuguesa – Lisboa, Rua Mouzinho da Silveira, 23 (junto ao Marquês de Pombal), no dia 28 de Janeiro, Sábado, 18h (o debate inicia-se às 16h), com entrada livre.

Com projeção do filme:
Sinfonia Imaterial
Um registo das práticas musicais de tradição oral portuguesa, que estão vivas e que prevalecem nas várias regiões de Portugal continental e ilhas; os ritmos mais raros e relevantes, o desempenho das vozes e talentos amadores num concerto único.

Ficha técnica:
Produção: Fundação INATEL
Realização: Tiago Pereira
Direcção de Produção: Quiviart
Duração: 56 minutos
Classificação Etária: M/6
Ano Produção: 2011
Formato Exibição: DVD

Trailer: http://www.youtube.com/watch?hl=pt&v=Wfh5Mo8WR8o

Declaração MIL sobre as Migrações Lusófonas

O Primeiro-Ministro do Governo de Portugal incitou recentemente à emigração para outros países lusófonos de técnicos qualificados portugueses desempregados – nomeadamente, de professores. Fê-lo, porém, em termos a nosso ver desadequados.
Sempre defendemos que, na área do ensino – como também em muitas outras áreas –, se deveria estimular a migração lusófona: quer a emigração, quer a imigração, entre todos os países e regiões do Espaço da Lusofonia. Sem que isso desobrigue os vários Governos a, antes de mais, proporcionar condições de vida aos seus concidadãos.

Defendemos, contudo, que essas migrações devem ser reguladas, desde logo por acordos políticos. Nessa medida, incitamos o Governo de Portugal a estabelecer esses acordos que enquadrem devidamente essa emigração – no caso, de professores, sempre que, como é óbvio, haja disponibilidade dos próprios. É sabido que em vários países e regiões do Espaço da Lusofonia há uma real necessidade de professores que possam ensinar, as mais variadas matérias, em Língua Portuguesa. Porque esse é também um interesse estratégico de Portugal, o Estado Português deveria assumir, pelo menos em parte, no âmbito desses acordos políticos a realizar e eventualmente em parceria com outras entidades públicas e particulares, os respectivos encargos financeiros dessa emigração.

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Declaração MIL sobre a venda da EDP à “China Three Gorges”

Sabendo que Portugal, sem escamotear a questão dos direitos humanos, deve manter relações diplomáticas com a China, desde logo por causa da Região de Macau – parte integrante e inalienável do espaço lusófono, independentemente dos estatutos políticos –, o MIL não pode aprovar a venda da quota detida pelo Estado Português na EDP à candidata chinesa, a empresa “China Three Gorges”, quando havia duas candidatas brasileiras, as empresas “Eletrobas” e “Cemig”.

Não questionamos que a proposta chinesa fosse financeiramente mais vantajosa no imediato. Simplesmente, os Governos devem reger-se por desígnios estratégicos. Ora, neste caso, consideramos que, estrategicamente, seria preferível que uma das candidaturas brasileiras tivesse saído vencedora. Recordamos que o MIL tem defendido que, em relação às privatizações em curso, o Governo Português deve procurar que as empresas a vender sejam adquiridas, sempre que tal for possível, por outras empresas lusófonas.

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Declaração MIL sobre a última Cimeira Europeia

Passada mais uma Cimeira Europeia, na qual apenas a Grã-Bretanha fez frente à consagração da hegemonia alemã sobre toda a União Europeia, o MIL declara:
- Como sempre previmos, a hegemonia alemã sobre a União Europeia é inevitável e acentuar-se-á ainda mais no futuro. Ao contrário do que pretendem muitas vozes em Portugal, a Alemanha, como mais uma vez ficou evidente, não irá mudar de atitude.

- A “fuga para a frente” que muitas vezes em Portugal e por essa Europa fora reclamam, defendendo uma solução federalista para a União Europeia, apenas iria acentuar essa hegemonia alemã sobre toda a União Europeia, sendo por isso uma hipótese a recusar em absoluto.

- Tendo-se percebido há muito que a solução para a crise financeira que nos assola nunca será “A Alemanha que pague!”, resta a Portugal inverter o catastrófico caminho que seguiu nestas últimas décadas, procurando refazer, gradualmente, o tecido produtivo que, em nome da integração europeia, aceitou destruir, visando promover uma economia o mais auto-sustentável que nos for possível.

- Cumulativamente, Portugal deve reforçar os laços com todos os países e regiões do espaço da lusofonia – no plano cultural, mas também social, económico e político. Economicamente, e atendendo às privatizações em curso, o Governo Português deve procurar que as empresas a vender sejam adquiridas, sempre que tal for possível, por outras empresas lusófonas.

As Uniões Políticas só podem sustentar-se em comunidades histórico-culturais, mais ainda, em comunidades de afecto – porque só nestas há real solidariedade. Por isso, a União Europeia nunca foi nem nunca será uma real União Política. Por isso, a dita “solidariedade europeia” sempre foi um logro.

Se Portugal quiser, no futuro, integrar uma real União Política, essa União só poderá ser a União Lusófona, tal como o MIL sempre defendeu.

MIL: Movimento Internacional Lusófono
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Declaração MIL sobre o Ensino do Português no Estrangeiro

O MIL: Movimento Internacional Lusófono tem perfeita consciência dos fortes constrangimentos financeiros que impendem sobre Portugal, no rescaldo de um penoso processo por todos conhecido, o qual, a nosso ver, denota o colapso estratégico do país – tendo, desde há várias décadas e através de sucessivos Governos, apostado tudo na integração europeia, voltando por inteiro as costas ao Espaço da Lusofonia, Portugal é hoje um país com a sua independência assaz diminuída, para não dizer anulada, que se vê num beco sem saída, sem perspectivas imediatas de futuro.

Dito isto, o MIL não pode aceitar que, apesar desses fortes constrangimentos financeiros, “mais de meia centena de cursos da rede de ensino de Português no estrangeiro sejam suprimidos em Janeiro”, conforme tem sido amplamente noticiado. Isso seria persistir na cegueira estratégica que nos levou até aqui. A única via de futuro para Portugal, como se tem tornado cada vez mais evidente, está em apostar na Comunidade Lusófona. Para tal, é absolutamente imprescindível, caso não seja possível alargá-la, pelo menos manter a “rede de ensino de Português no estrangeiro”, favorecendo, ao mesmo tempo, a circulação de Professores e Estudantes no Espaço da Lusofonia (conforme proposta nossa anterior). Fazer o contrário será, a nosso ver, mais um erro colossal.

MIL: Movimento Internacional Lusófono
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Personalidade Lusófona 2011: Adriano Moreira

Adriano Moreira (www.snpcultura.org)

Adriano Moreira (www.snpcultura.org)

Após ter ouvido o parecer do seu Conselho Consultivo – constituído por 70 membros, representando toda a Comunidade Lusófona –, a Direção do MIL decidiu atribuir o Prémio Personalidade Lusófona de 2011 ao Professor Doutor Adriano Moreira, por todo o seu trabalho em prol do reforço dos laços entre os países e regiões do espaço da lusofonia, no plano cultural, social, económico e político – desígnio estratégico do MIL.

Recordamos os anteriores premiados: Embaixador Lauro Moreira (2009) e Bispo Ximenes Belo (2010).

A sessão pública de entrega do Prémio, que decorrerá no dia 24 de Fevereiro, será anunciada em breve.

MIL: Movimento Internacional Lusófono
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Deixe o seu comentário à nossa escolha (enviando para info@movimentolusofono.org) – os melhores comentários serão lidos na sessão pública de entrega do Prémio.

Homenagem a Pinharanda Gomes

Lançamento “Moçambicanidades disputadas”, de Eugénio Santana

1ª reunião do MIL Norte

Caros amigos e simpatizantes do MIL:

Serve a presente para de acordo com o documento em anexo convidar-vos a estarem presentes na 1ª reunião do MIL Norte.

Saudações MIL,
Miguel Magalhães Ferreira
Joaquim Paulo Silva

Convite 1ª reunião MIL Norte

PARA A CONSTITUIÇÃO DA “PLATAFORMA CIDADANIA, ECOLOGIA E LUSOFONIA”

Um dos grandes bloqueios do nosso regime democrático é a asfixia partidocrática que sobre ele os partidos exercem, exponencialmente agravada pela dificuldade de renovação do próprio sistema partidário.

Com efeito, enquanto que nos outros países europeus é relativamente natural a emergência de novos partidos – e a correlativa extinção de outros –, em Portugal isso parece ser cada vez mais impossível. Há uma espécie de “clubismo partidário” que isso parece impedir – por mais que o nosso partido “jogue (leia-se: governe) mal”, e até corrompa, ele é o “nosso partido”. Logo, não mudamos.

A única relativa excepção foi o Bloco de Esquerda – mais muito relativa. Em primeiro lugar, porque o Bloco não foi propriamente um partido novo – antes uma fusão de três forças existentes: PSR, UDP e Política XXI. O PSR sozinho, de resto, encabeçado pelo incansável Louçã, por várias vezes esteve perto de conseguir representação parlamentar – e escusado será recordar que a UDP, em tempos mais remotos, chegou a tê-la.

Para mais, o Bloco de Esquerda foi, como agora se vai tornando cada vez mais evidente, um fenómeno muito particular – levado ao colo, literalmente, pelos “media” em Portugal, grande parte deles alinhados à esquerda, com uma agenda sobretudo centrada nos costumes, o Bloco nunca teve um projecto político consistente. Queria, apenas, parecer menos intransigente do que o PCP sem, porém, renegar a sua atitude adolescente de raiz: “Há Governo? Estou contra!”. Nestas últimas eleições, contudo, o eleitorado mostrou-se um pouco mais adulto e o Bloco perdeu, de uma vez só, metade da sua base eleitoral.

Para além de tornar evidente a inconsistência do Bloco de Esquerda, estas últimas eleições tornaram também, uma vez mais, evidente essa dificuldade de renovação do sistema partidário. Com efeito, dos ditos pequenos partidos, nenhum vingou: o PCTP-MRPP, do eterno Garcia Pereira, teve mais uns votos e mesmo com um acréscimo substancial de cartazes, não chegou, uma vez mais, lá. O recém-nascido PAN conseguir agregar o seu nicho eleitoral – as pessoas de inspiração budista (inspiração clara do próprio partido) e as mais ligadas às Associações de Defesa dos Animais –, mas, por mais que reencarne, nunca passará desse nicho. Os outros tiveram, uma vez mais, em geral, resultados francamente decepcionantes.

Bem sei que há muitas diferenças entre os pequenos partidos – às vezes, parece mesmo que “quanto mais pequenos, mais diferenças há” –, mas, ainda assim, arrisco sugerir uma margem de convergência entre alguns deles – assente em três princípios estratégicos:

- o princípio do reforço da Cidadania: até porque têm sido vítimas da asfixia dos grandes partidos, estes pequenos partidos não podem senão promover esse reforço, o que inclui, entre muitas outras coisas, a defesa das instâncias intermédias do Estado (Municípios e Regiões).

- o princípio da defesa da Ecologia: sem cair em extremismos, de cariz mais religioso do que político, a Ecologia não pode deixar de ser uma prioridade estratégica de qualquer força política emergente.

- o princípio da Convergência Lusófona: cada vez mais pertinente, agora que, como também se tornou evidente para todos, a projecto da “União Europeia”, em que Portugal apostou tudo nestes últimos trinta anos, se encontra em manifesta implosão. Não que o reforço dos laços com os restantes países lusófonos – desde logo, com o Brasil – seja a panaceia para os nossos males. Mas porque esse caminho é, decerto, mesmo havendo ainda “União Europeia”, aquele que melhor garante a nossa independência e a nossa importância geo-estratégica, à escala não apenas europeia como, sobretudo, global.

Arrisco adivinhar que, à luz deste três princípios, mais do que suficientes para compor um programa político consistente e inovador, alguns dos ditos pequenos partidos, mais alguns movimentos que se quisessem juntar, poderiam estabelecer uma Plataforma, a dita “Plataforma Cidadania, Ecologia e Lusofonia”, que seria mais do que suficiente para garantir representação parlamentar – mesmo no cenário previsivelmente adverso de diminuição do número de deputados.

Entraves, há decerto alguns. Desde logo, falemos sem hipocrisias, o da constituição das listas. Como todos nós nos achamos melhores do que os outros, é a constituição das listas que, em geral, tem feito abortar todos os projectos de convergência política. Pois bem: para grandes males, grandes remédios. Neste caso, salvo melhor entendimento posterior, o ponto de partida teria que ser o do sorteio – ou seja, a ordem dos elementos dos vários partidos e/ ou movimentos seria sorteada. E se a representação parlamentar não garantisse lugar a todos os partidos e/ou movimentos dessa Plataforma? Simples – estabelece-se, à partida, a rotatividade dos deputados eleitos, de modo a garantir a paritária representação de todos.
Fica a ideia. Muito provavelmente, não passará disso mesmo. E assim, de novo, nas próximas eleições, ouviremos a mesma lamechice de sempre sobre a não atenção dos “media”. A menos, claro está, que, nas próximas eleições, lhes apresentemos algo de realmente diferente – um “novo paradigma”, em suma. Fica a ideia, fica o desafio.

In Finis Mundi, Lisboa, nº 3, 2011, pp. 85-86.

Renato Epifânio

19 de novembro: Assembleia Geral e Homenagem ao Professor Pinharanda Gomes