
sacar
01. Conto do “Rei da Noite”
02. Meu Amor Pequenino
03. A Canção do País da Vontade
Shila – voz
Mário Viegas – voz
Sérgio Godinho – voz
João Paulo – piano, órgão
Zé Carrapa – viola, cavaquinho
Zé Martins – bateria, percussão, vibrafone
Luis Duarte – baixo
Luis Caldeira – sopros
Tomás Pimentel – sopros
produção – Shila
direcção musical – Luis Caldeira
A krida Shila deixa-nos aqui com um sabor amargo na boca: ela canta bem, ela escreve as músicas todas, ela até produz o disco, mas não há nada a fazer – é a última coisa que a Shilinha editará até ao presente momento (Shilinha, se estiveres a ler isto, nunca é tarde para voltar). A despedida, no entanto, é em grande. Sob o pretexto de musicar poemas e histórias de António Botto, a Shila produz uma espécie de single conceptual em que o poeta percorre os três temas, quer como autor dos textos quer como sua inspiração. O Conto do Rei da Noite, a abrir, começa como uma história narrada pela Shila, o Sérgio Godinho e o Mário Viegas e descamba rapidamente num reggae marado movido a trompetes e saxofones. No segundo tema, que dá nome ao disco, a bela composição da Shila consegue abafar a pífia letra do Filipe La Féria (que também desenha a pífia capa), e depois o single acaba em grande festa, com a Shila ainda animada com o destino deste país “da vontade” e com a transformação “a dar-se” (em 1981? ó Shila, não me parece...). Os músicos também são do camandro, até tem o João Paulo (Esteves da Silva) que começava aqui a dar os primeiros passos fora do jazz e da música erudita, seguindo logo depois para o Sérgio Godinho, Fausto, etc. Continuo a não compreender como é que sobrevivemos nos últimos 31 anos sem um disco da Shila. Se calhar, é por causa disso que as coisas não andam bem. As petições online parece que estão na berra, proponho uma para exigir novo disco da Shila. Com o Cavaco demitido e um novo disco da Shila púnhamos este país de novo a andar.
01. Conto do “Rei da Noite”
02. Meu Amor Pequenino
03. A Canção do País da Vontade
Shila – voz
Mário Viegas – voz
Sérgio Godinho – voz
João Paulo – piano, órgão
Zé Carrapa – viola, cavaquinho
Zé Martins – bateria, percussão, vibrafone
Luis Duarte – baixo
Luis Caldeira – sopros
Tomás Pimentel – sopros
produção – Shila
direcção musical – Luis Caldeira
A krida Shila deixa-nos aqui com um sabor amargo na boca: ela canta bem, ela escreve as músicas todas, ela até produz o disco, mas não há nada a fazer – é a última coisa que a Shilinha editará até ao presente momento (Shilinha, se estiveres a ler isto, nunca é tarde para voltar). A despedida, no entanto, é em grande. Sob o pretexto de musicar poemas e histórias de António Botto, a Shila produz uma espécie de single conceptual em que o poeta percorre os três temas, quer como autor dos textos quer como sua inspiração. O Conto do Rei da Noite, a abrir, começa como uma história narrada pela Shila, o Sérgio Godinho e o Mário Viegas e descamba rapidamente num reggae marado movido a trompetes e saxofones. No segundo tema, que dá nome ao disco, a bela composição da Shila consegue abafar a pífia letra do Filipe La Féria (que também desenha a pífia capa), e depois o single acaba em grande festa, com a Shila ainda animada com o destino deste país “da vontade” e com a transformação “a dar-se” (em 1981? ó Shila, não me parece...). Os músicos também são do camandro, até tem o João Paulo (Esteves da Silva) que começava aqui a dar os primeiros passos fora do jazz e da música erudita, seguindo logo depois para o Sérgio Godinho, Fausto, etc. Continuo a não compreender como é que sobrevivemos nos últimos 31 anos sem um disco da Shila. Se calhar, é por causa disso que as coisas não andam bem. As petições online parece que estão na berra, proponho uma para exigir novo disco da Shila. Com o Cavaco demitido e um novo disco da Shila púnhamos este país de novo a andar.






















