Hamza Ali Al-Kateeb, um rapaz de 13 anos, foi torturado até à morte por polícias sírios há uns dias atrás. O crime: ter ido com a família a uma manifestação pela liberdade e democracia na Síria.Quinta-feira, 2 de Junho de 2011
Imperdoável
Hamza Ali Al-Kateeb, um rapaz de 13 anos, foi torturado até à morte por polícias sírios há uns dias atrás. O crime: ter ido com a família a uma manifestação pela liberdade e democracia na Síria.Sexta-feira, 1 de Outubro de 2010
Em casa de ferreiro, espeto de pau
Posted by
Daniel Melo
at
23:19
0
comments
Labels: Coisas bizarras, morte
Sexta-feira, 21 de Maio de 2010
Até a morte era negócio (só mais um esforço: criem as farmácias sociais, há 10 anos no papel)
Posted by
Daniel Melo
at
23:32
1 comments
Labels: cartoon, cartoonista Andy Davey, humor, interesse público, interesses particulares, morte, reciclagem, terceiro sector
Terça-feira, 27 de Abril de 2010
Que a polícia aproveite este caso para rever procedimentos
Posted by
Daniel Melo
at
22:44
0
comments
Domingo, 11 de Abril de 2010
Dupla maldição na Polónia
Posted by
Daniel Melo
at
22:24
0
comments
Labels: II Guerra Mundial, massacre, memória colectiva, morte, Polónia
Domingo, 21 de Março de 2010
Corações brancos para MC Snake
Segunda-feira, 8 de Março de 2010
ONG's assumem novo compromisso de vigilância crítica
O recente suicídio duma criança de 12 anos no rio Tua, por agressão continuada de colegas de escola (bullying), foi o detonador duma inédita acção de solidariedade e crítica por parte dum conjunto de ong's portuguesas. Mais detalhes na carta aberta dirigida a várias entidades públicas, «Morreu para evitar agressão de colegas», subscrita pela Amnistia Internacional Portugal, AMI- Assistência Médica Internacional, Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, Margens- Associação para a Intervenção em Exclusão Social e Comportamento Desviante e OIKOS- Cooperação e Desenvolvimento.
Posted by
Daniel Melo
at
00:08
1 comments
Labels: bullying, carta aberta, cidadania, escolas, espaço público, morte, Solidariedade, terceiro sector, violência
Segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010
Da degradação das relações laborais
Um dos lugares essenciais do nosso futuro, da nossa sanidade e qualidade de vida - individual e colectiva - é o trabalho, a empresa em que se trabalha. Para se ter uma ideia de como a relação directa do indivíduo com a sua empresa é uma tendência mundial (onde os sindicatos, contratos colectivos e outros modalidades colectivas são cada vez mais hostilizados) e está a assumir facetas bem preocupantes, é imperdível esta excelente reportagem com o psiquiatra e professor Christophe Dejours, «Um suicídio no trabalho é uma mensagem brutal». O lado positivo do depoimento é que há empresas, incluindo multinacionais, que dão prioridade a um bom ambiente para os seus trabalhadores, tendo algumas delas conseguido tornar-se mais competitivas quando afastaram o mal-estar causado pela avaliação individual e optaram por outros métodos, que implicam cooperação, sinergias, mas, que de par, estimulam a confiança, a lealdade e a crítica aberta. Donde, a tendência dominante não é uma fatalidade, apenas uma má opção...
Posted by
Daniel Melo
at
21:08
1 comments
Labels: comportamentos sociais, confiança, democracia, emprego, empresas, morte, neoliberalismo, Solidariedade, trabalhadores
Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010
A velhice: o fim do fardo de Sísifo, segundo Joan Margarit
Num belo poema do catalão Joan Margarit, a velhice é vista como «uma espécie de pós-guerra».Em entrevista que passou na RTP2 («Bairro Alto»), o poeta desenvolveu esta ideia interessante, que eu nunca topara. Para Margarit, a velhice é como se fosse a interrupção do mito de Sísifo, pondo fim à condenação pelos deuses de ter de empurrar sem cessar uma rocha até ao cimo duma montanha, donde a pedra voltava a cair, e assim indefinidamente.
Para os velhos cessou a canseira, a canseira da guerra, ou seja, o fardo do futuro. Já pouco haverá de futuro, sobrando o presente e o pretérito. Como ele diz na entrevista: «Ser velho é a vida deixar-nos com muito passado e muito pouco futuro, e o futuro é onde estão as cargas. [...] Acaba-se o futuro, o peso do futuro, esse peso tantas vezes inútil que a pessoa jovem e madura é tantas vezes obrigada a carregar como a pedra de Sísifo [...] Há um momento em que essa pedra desaparece. Esta idade é maravilhosa». Quanto aos refúgios (ou casas da misericórdia), os verdadeiros são poucos, e um deles é justamente a poesia. A entrevista pode ser acompanhada aqui, o poema a que aludo no começo vem transcrito em baixo.
Ser Velho
Entre as sombras daqueles galos e cães
dos quintais e currais de Sanaüja,
há um buraco de tempo perdido e chuva suja
que vê os meninos ir contra a morte.
Ser velho é uma espécie de pós-guerra.
Sentados à mesa da cozinha
em noites de braseiro a escolher lentilhas
vejo os que me amavam.
Tão pobres que no fim daquela guerra
tiveram de vender a miserável
porção de vinha e o casarão gélido.
Ser velho é a guerra já ter acabado.
Saber onde estão os refúgios, agora inúteis.
Casa da Misericórdia, Ovni, 2009
Posted by
Daniel Melo
at
21:21
6
comments
Labels: envelhecer, mitologias, morte, poesia catalã, vida
Domingo, 6 de Dezembro de 2009
Crónica duma morte anunciada
Perante isso, o premiê espanhol cometeu um duplo e grave erro: 1.º) rejeitou a intermediação por parte do rei espanhol; 2.º) em vez de recorrer à forte arma de pressão que seria a ameaça de boicote da admissão de Marrocos à UE, optou insensivelmente pela opção mais fácil: «“Às vezes, como é normal, surgem dificuldades, mas deve prevalecer o que é do interesse geral [para o país]”».
Resposta de Haidar: «“Volto a dizer, o Governo de Espanha é cúmplice de Marrocos e ambos os governos querem empurrar-me para a morte”, denunciou Haidar.».
É duma estupidez tamanha esta opção do governo espanhol. Zapatero irá pagar caro este erro tremendo.
Como diz o actor espanhol «Bardem: ’Si Haidar cierra los ojos, el Gobierno de España será verdugo’».
Posted by
Daniel Melo
at
23:53
3
comments
Labels: Aminatu Haidar, Espanha, Independências, morte, Política, resistência, Sara Ocidental, Zapatero
Terça-feira, 28 de Abril de 2009
A epopeia da pesca do bacalhau
Trabalho, epopeia, bacalhau: um fado português. Sobre esta relação, é imperdível o documentário The white ship. The Portuguese 1966 cod fishing fleet Grand Banks (1967), de Hector J. Lemieux e chancela da National Film Board of Canada. O barco que o cineasta acompanha é o Santa Maria Manuela, na campanha de 1966, pelo mares de Grand Banks (Este de Newfoundland, Terra Nova, Canadá) e Davis Straits (a Oeste da Gronelândia). Este filme foi premiado no International Festival of Films on People and Countries (La Spezia, Itália), em 1969.Nb: cortesia de Miguel Soares; para uma versão em formato menor vd. aqui.
Posted by
Daniel Melo
at
00:01
4
comments
Labels: Canadá, cinema canadiano, cinema documental, Estado Novo, fado, Igreja católica, morte, pesca do bacalhau, portugueses, trabalho
Sexta-feira, 17 de Abril de 2009
Nova autópsia a Ian Tomlinson nega a sua morte por causas naturais
Posted by
Daniel Melo
at
23:19
3
comments
Labels: cimeira G20, Ian Tomlinson, morte, Polícia
Quarta-feira, 8 de Abril de 2009
Ian Tomlinson, afinal, sempre foi agredido pela polícia londrina
Foi preciso a iniciativa da imprensa para se confirmar aquilo de que já se desconfiava: o cidadão Ian Tomlinson, que morrera de ataque cardíaco durante os protestos da cimeira do G20, foi agredido pouco antes de falecer pela polícia londrina. Tomlinson não era manifestante, estava a regressar do trabalho, uma banca de jornais na City londrina, quando passou por um dispositivo policial. Um dos polícias resolve dar-lhe bastonadas, sem que se perceba o motivo, pois a vítima limitara-se a caminhar para o seu destino. Nenhum dos outros polícias esboçou uma reacção de repúdio daquela violência despropositada. Este vídeo mostra como a vida duma pessoa pode ser tão insignificante para um poder cego e desumano. Após as evidências trazidas por outrém, o governo inglês lá concedeu os mínimos, uma investigação criminal.
Posted by
Daniel Melo
at
22:08
2
comments
Labels: cimeira G20, Estado e etc), Ian Tomlinson, morte, Polícia, Reino Unido, violência
Segunda-feira, 6 de Abril de 2009
Natureza vs. homem?
Não, ambas as partes. Sempre que um terramoto espalha a destruição, é quase certo ser isso que sucede. Desta feita, foi na região de Abruzzo, em Itália: morreram 150 pessoas, 1500 ficaram feridas e 70 mil desalojadas (estimativas provisórias).
Mas porquê humano? É simples. Porque o homem continua a construir habitação e estradas onde não deve, em locais inadequados (em leitos de cheia, etc.) ou habitações fragéis. Ou a não escutar a opinião dos peritos, como agora parece ter novamente acontecido.
Em 1755, Lisboa foi atingida por um dos maiores terramotos de sempre. Apesar do impacto, até muito recentemente (porventura, ainda hoje, parcialmente) nem todos os edifícios são anti-sísmicos. Ou seja, pode voltar a suceder uma catástrofe em Lisboa. Por muita tecnologia que tenhamos desenvolvido, a natureza ainda nos prega partidas.
Este é mais um dos milhares de terramotos que já sucederam, mas quando tal ocorre muitos de nós sentimo-nos mais pequenos e vulneráveis. Como se, subitamente, fossêmos obrigados a relembrar quão contingente é a existência. A existência humana.
Posted by
Daniel Melo
at
22:37
5
comments
Labels: catástrofes naturais, ciência, Itália, morte, natureza, tragédias humanitárias
Quarta-feira, 21 de Novembro de 2007
Blogofrase da semana
A morte é o que nos faz esgalhar o carapau.
Posted by
Daniel Melo
at
00:11
3
comments
Labels: blogofrase da semana, morte, neo-realismos, vida
Quinta-feira, 1 de Novembro de 2007
A morte aberta
Posted by
Renato Carmo
at
09:08
0
comments
Labels: camponeses, dia de finados, João de Pina-Cabral, Minho, morte

.jpg)


