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Sexta-feira, 28 de Outubro de 2011

2.º Aniversário do Mente Livre e Regresso do Política Dura

O Mente Livre de Carlos Faria também está de parabéns, um blogue que aprecio e de visita diária obrigatória. Dois anos de reflexões em prol do país, dos Açores e do seu Faial em particular.

Também, apraz registar o regresso do Política Dura à actividade regular, depois de um Verão intermitente. Um dos melhores blogues de política insular à esquerda.

Terça-feira, 18 de Outubro de 2011

Análise transferências OE2012 para os Municípios dos Açores

Análise efectuada tendo em conta o Mapa XIX da Proposta de Orçamento de Estado para 2012.

Os mais interessados que pretendam a folha Excel podem solicitar na caixa de comentários.





@Todos os direitos reservados.

Análise Transferências OE2012 para as Freguesias dos Açores

As freguesias têm direito a uma participação nos impostos do Estado provenientes da receita do IRS, IRC e do IVA, nos termos referidos no n.º 2 do artigo 19.º da Lei das Finanças Locais, a qual constitui o Fundo de Financiamento das Freguesias (FFF).

Deste modo, analisamos o quadro XX da Proposta de Orçamento de Estado para 2012 para a Região Autónoma dos Açores.

Os mais interessados que pretendam a folha em excel podem solicitar na caixa de comentários.








 
 @Todos os direitos reservados.

Segunda-feira, 5 de Setembro de 2011

Opinião Convidada: Menos e melhor poder local e regional, mais voz para as ilhas

Por Rogério Pereira*

Quero começar por agradecer o convite que este blog me endereçou. Em especial por actualmente estar muito próximo do PS, partido em que não me revejo. Revela espírito democrático e respeito pela diferença de opiniões, bem escasso nos dias que correm.

Vivemos tempos perigosos. Mas também únicos. São tempos de oportunidade e de mudança que deviam ser aproveitados.

Como o texto tem de ser o mais curto possível vou directo ao assunto: a região devia aproveitar o reordenamento autárquico para tornar a governação e gestão das ilhas mais eficazes e baratas e simultaneamente fazer avançar o necessário aperfeiçoamento da autonomia política da região.

Os pressupostos desta minha reflexão são os seguintes: à excepção de S. Miguel, nenhuma das ilhas tem dimensão geográfica e demográfica que justifique a existência de mais que um município por ilha. E mesmo em S. Miguel, dois seriam mais que suficientes, em minha opinião. Nem falo do número de freguesias, pois creio que é facilmente consensual ser exagerado.

No caso particular da Terceira, as vantagens parecem-me evidentes. Gestão única de uma série de atribuições actualmente duplicadas, como por exemplo a gestão da água e dos resíduos, e um quadro de pessoal resultante menor que a simples soma das duas câmaras. A lista de vantagens que podia enunciar seria longa, pelo que me abstenho de o fazer aqui.

Por outro lado, e a avaliar apenas pelas opiniões de alguns líderes de várias ilhas que tenho lido na imprensa local, também é consensual que o actual modelo autonómico está esgotado e já não serve a totalidade da região. Precisa, portanto, de mudanças. Grandes mudanças.

O reordenamento autárquico seria, portanto, uma excelente oportunidade para dar a cada uma das ilhas atribuições que são hoje do Governo Regional. Por outras palavras, das aos habitantes de cada uma das ilhas a oportunidade de se governar e de decidir sobre aspectos que os afectam directamente, em lugar de isso acontecer em Ponta Delgada, em Angra ou na Horta, tal qual como antes do 25 de Abril acontecia em Lisboa. Só mudaram as distâncias. O espírito centralista é o mesmo, se não pior em alguns aspectos.

O modelo ideal para promover essa governação não o sei indicar, confesso, mas pessoalmente sou da opinião que deve ficar afastado dos municípios. Deixo aos nossos juristas a oportunidade de reflectirem e de se pronunciarem sobre o assunto. Mas um Governo Regional menor e com menos atribuições a nível interno e eventualmente mais ao nível externo, creio que seria uma vantagem.

No médio prazo algo vai ter de ser feito nestas duas áreas, nem que seja por imposição conjuntural. Apesar disso não tenho grandes expectativas. A classe política, no poder e na oposição, está, em minha opinião, confortável com os actuais modelos. Demasiado confortável. Não terá pois nem vontade e, talvez, nem coragem para grandes mudanças.

Quarta-feira, 8 de Junho de 2011

Deputados e petição popular contra tourada incluída no programa do Dia dos Açores

Alguns deputados da Assembleia Legislativa regional contestam a inclusão de uma tourada no programa do Dia dos Açores, a comemorar a 13 de Junho.

O argumento é que “o Estado está a subverter o seu papel, promovendo e instigando a violência e a discriminação e a fomentar a discórdia e a desunião, entre os açorianos, quando opta por esbanjar dinheiro público num espetáculo que cada vez mais pessoas contestam”.

Como Praiense, Terceirense e Açoriano, sinto-me insultado (com vários graus de irritação), pelos os senhores deputados que estão a armar esta barraca.

O dia da Região visa celebrar as gentes e costumes das nossas 9 ilhas, sendo um desses costumes, com quase 400 anos de história, a tourada à corda típica da ilha Terceira. Neste caso os senhores Deputados e gentes afins que estão contra a tourada no areal da Praia da Vitória, deviam assumir primeiro uma posição muito clara…

… são contra os costumes terceirenses? são contra o povo desta ilha celebrar a sua história centenária? E já agora, vão comer ao almoço de sopas que decorrerá durante as celebrações? É que essa carne que irá ser servida provem de atos de verdadeira barbárie contra bovinos e suínos… esses bichos não merecem a vossa atenção?

O “Dia dos Açores” já correu meio mundo e até o Corvo, mas nunca antes na 2ª maior ilha da região. Antecipando um levantamento popular na Terceira contra o dia da pombinha, o Governo Regional decidiu em toda a sua benevolência, celebrar junto dos terceirenses em geral e dos praienses em particular, este feriado regional…

Sexta-feira, 13 de Maio de 2011

Paulo do Caldeirão

Natural de
Serpa, no Alentejo, iniciou os seus estudos nessa mesma cidade, tendo ingressado no Seminário Diocesano de Beja, em 1979. Em meados da década de 1980, prosseguiu os estudos na Escola Secundária Diogo de Gouveia, seguindo para a Universidade de Évora, onde se licenciou em História, em 1995. Iniciou a sua vida profissional na ilha Terceira, tendo sido igualmente professor nas ilhas do Faial, Pico e Corvo. Foi presidente do Conselho Executivo da Escola Básica Integrada Mouzinho da Silveira, entre 2001 e 2008. Ingressou na política como militante do Partido Popular, tendo dirigido a Comissão Política do Faial e integrado, como vice-presidente, o Directório Regional, entre 1996 e 1999. Entrou no Partido Popular Monárquico em 2000, chegando a presidente do Directório Regional, no mesmo ano. Foi eleito vice-presidente do Directório Nacional do PPM, em 2005, e presidente da Comissão Política Nacional, em 2010. Foi membro das Assembleias Municipais da Horta(1997 - 1998) e do Corvo (2005 - 2009 e 2009 -). Em 2009 foi o primeiro candidato do PPM a ser eleito, pelo círculo do Corvo, deputado à
Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores.

Uma pequena Biografia tirada da página wikipédia do Deputado Regional, pelo PPM, pela ilha do Corvo, Paulo Estêvão. Um exemplo de político “self-made”, este centrista, social-democrata, monárquico, correu meio mundo, concorrendo a tudo quanto era cargo político, com o objectivo muito claro de defender os costumes e tradições açorianas na Assembleia Legislativa dos Açores, sendo finalmente eleito pelo círculo eleitoral do Restaurante “O Caldeirão” na ilha do Corvo.

No entanto, e por ventura resultado da falta de tempo do honroso deputado para editar a sua própria página wikipédia, esta biografia aqui citada apresenta-se algo desactualizada.

Num esforço para estender a mão ao deputado alentejano, terceirense, faialense, picoense, corvino, irei enumerar mais alguns pequenos grandes feitos por si protagonizados:
  • Foi o candidato número dois do PPM às eleições europeias;
  • Foi candidato à liderança Nacional do PPM, e ganhou com o lema de campanha: “O PPM é o Belenenses da Política Nacional”;
  • Fez greve de fome com vista a garantir uma delegação da Assembleia Regional no Corvo. O protesto, a greve, e a fome, tiveram lugar junto a delegação da assembleia em… Ponta Delgada, na ilha de S. Miguel;
  • Desfraldou a bandeira da monarquia na montanha do Pico, na ilha do Pico… para assinalar o fim da segunda grande guerra (na qual Portugal não participou);
  • Irá ser cabeça de lista pelo PPM nas próximas eleições legislativas, mesmo depois de ter dito: "Em circunstância alguma serei candidato à Assembleia da República", “tenho um compromisso com o Corvo”;
  • Propôs a formação de uma nova aliança democrática com vista à eleição de deputados, dele, pelo PPM à Assembleia da República, mesmo depois de ter dito: "Em alguma circunstância candidato serei à Assembleia da República".
Caros leitores do In Concreto, este “tipo”, que na edição de ontem (dia 12 de Maio) do Diário Insular, se fez passar como o supremo defensor das gentes e identidade Açorianas, tem o péssimo hábito de querer abandonar quem lhe mete o pãozinho na boca. Deixou o Alentejo, deixou a Terceira, o Faial, o Pico, e tem feito tudo nos últimos anos para deixar o Corvo e os Açores.

Ridículo...

Quinta-feira, 7 de Abril de 2011

Abstenção eleitoral dos Açores em legislativas nacionais sob análise

A abstenção é per si um indicador da saúde das democracias, a participação dos eleitores nas grandes decisões do país é por excelência o indicador máximo da política nacional.

Enquanto tema, a abstenção encontra-se distanciada do debate político e público. Mesmo em termos de movimentos cívicos não ideológicos, não se encontra movimentos que tenham como objecto combater a abstenção. Na verdade, a abstenção é apenas uma preocupação a partir das 12 horas do dia de escrutínio, pois é quando são conhecidos os primeiros dados. A abstenção, enquanto tema, tem poucas horas de glória, entre as 12 horas e as 20 horas do dia de eleição. A partir dai, voltam a ser esporádicas as análises sobre o tema.

As razões das elevadas percentagens da abstenção têm causas várias: cadernos eleitorais desactualizados; desorganização entre localização dos eleitores e mesas de voto; voto antecipado incipiente e inexistência de mobilidade das mesas de voto; descrédito nos partidos e políticos; descrédito nas políticas; sentimento da inutilidade do voto na globalidade dos votos apurados.

Portugal tem dado passos importantes no sentido da actualização dos cadernos eleitorais, contudo, mantêm-se em grande parte desactualizados. Este esforço tem também defeitos, criando em muitos casos constrangimentos. A desorganização da localização entre eleitores e mesas de voto advém, em grande parte, do esforço efectuado para actualização dos cadernos eleitorais. A actualização automática e sem conhecimento do eleitor, pode em último caso, impedir um potencial votante de votar – caso que aconteceu nas últimas presidenciais. O voto antecipado e a mobilidade das mesas de voto, é a meu ver, a solução para grande parte da abstenção. A mobilidade do cidadão nos dias que correm é incomparável com a de alguns anos atrás, pensemos em casos simples. No fim-de-semana da eleição não podem votar, aqueles que não estejam na localidade da sua mesa de voto por motivos académicos, de trabalho, de férias/viagem ou até mesmo de lazer – fazer praia ou outra actividade. O descrédito nos partidos, políticos e políticas afigura-se como responsável de uma boa cota de abstenção, contudo, creio que o sentimento é de descrédito em relação a qualquer pessoa que se candidate a um lugar público. Repare-se que analisando os vários tipos de eleição em Portugal, temos elevados níveis de abstenção independentemente dos candidatos independentes, dos grupos de cidadãos, dos novos partidos ou de eleições uninominais – caso das presidenciais.

Ora, no meu entender, a abstenção em Portugal é uma abstenção não futuramente participativa na causa pública, dado que, não se traduz em novos partidos, movimentos ou grupos de cidadãos. Como referi, creio que a abstenção representa um sentimento de descrédito em qualquer pessoa que se candidate a um lugar público, vulgarmente traduzido na expressão: votar em quem? São todos iguais.

Nos Açores, grosso modo, há um argumento que tem colhido alguma aceitação, o que os cadernos eleitorais dos Açores são os mais desactualizados devido à emigração. Afasto completamente esta tese, na medida em que a evolução da abstenção não se enquadra com nenhum grande fluxo migratório. Só quiçá, no inter-ilhas.

Outro dos argumentos feitos sempre que se fala na abstenção é a sua ligação a períodos de crise ou de que os jovens são um segmento que não vota em massa. Ora, nos quadros apresentados compreende-se a evolução da abstenção, marcada por grandes variações e pontuais retrocessos. Também, percebe-se que desde cedo os Açores detêm uma elevada taxa de abstenção, já em 1983 cifrava-se na casa dos trinta pontos percentuais. Portugal só uma década depois igualaria.

Até mesmo o pós 25 de Abril, período no qual o furor democrático fez espoletar vários partidos e havia um sentimento de participação política, os Açores foram marcados por uma menor afluência às urnas do que no todo nacional. Importa salientar que a eleição de 1975 é referente à constituinte, período no qual discutiu-se abundantemente a criação das Regiões Autónomas e mesmo após a consagração constitucional da autonomia a participação eleitoral tendeu sempre a baixar. Desta forma, é potencialmente admissível a interpretação que a autonomia e os órgãos de governo próprio fizeram decair a importância das eleições legislativas nacionais. Não obstante, creio que é uma tese a afastar, na medida em que os Açores são marcados por uma forte implementação da abstenção independentemente das vitórias da autonomia – vide 1976 e 1991.


Relativamente à abstenção na Região Autónoma dos Açores, decomporemos por ilhas, de forma a compreender em que ilhas a abstenção tem maior incidência e quais as variações.

Na globalidade, as tendências são as mesmas, salvo os casos da Ilha Terceira em 1983 e a tendência contrária da Graciosa e Corvo em 1999. A Ilha de Santa Maria desde 1979 que é a campeã da abstenção nas legislativas nacionais. Razões? Não se encontra nenhuma especificidade que diferencie a ilha de Gonçalo Velho das restantes.


 Os dados utilizados para os gráficos foram recolhidos nos sites da CNE e da DROAP.

Segunda-feira, 11 de Outubro de 2010

História em imagens

Via My Web Time de Rogério Pereira cheguei a umas imagens da construção da Base das Lajes, mais alguma pesquisa encontrei outros dois vídeos dignos de registo: Terramoto em São Jorge de 1964 e a Erupção do Vulcão dos Capelinhos. Créditos: British Pathé

"Azores, North Atlantic, Portugal.
Various shots of British warships off the Azores. Long shots of the small ships taking the men ashore from warships. Close up shot of a map showing position of Azores. Union Jack flying. Pan to main town of Azores. Various shots of the supplies arriving at the small harbour, bren gun carriers, lorries oil, etc. R.A.F. (Royal Air Force) and Naval officers talking with Portuguese official. Various shots of the military personnel together with Portuguese workers busy building airfield. They use bulldozers and excavators. RAF B.17 bomber landing. Various shots of the soldiers eating at open air cookhouse. A casualty in the airfield erection is carried on a stretcher into the local hospital. Various shots of the Portuguese women helping our men with their washing. Several shots of the two Dakotas arriving, one bringing Air Commodore Brackley, the other Air Commodore Powell. The meeting means a link with east and west in mid-Atlantic. Several long shots, some aerial, of airfield." Vídeo

"Island of Sao Jorge, Azores.
LS. From sea of island of Sao Jorge in the Azores Islands. GV. Travelling shot from car moving along mountain road with some debris in the road. GV. Some of the wreckage caused by earth tremors. Various shots of damage caused by the earthquake and refugees carrying goods along road, some are on trucks. A small tent village that is for temporary accommodation. Various shots in ward of temporary hospital. Various shots of the refugees waiting at small harbour to be taken off. They have food given to them while they wait. More shots of the earthquake damage." Vídeo

"Azores, Atlantic Ocean.
Various air shots of volcano erupting in Atlantic Ocean. Volcano erupting and showing mass of lava spouting. More air shots of volcano erupting" Vídeo

Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010

Açores no Telegraph.co.uk

Açores no Telegraph.co.uk The Azores is the best place in Europe to see a large range of whales and dolphins up close. It is also affordable. Direct return flights start from £180 and there’s a growing choice of self-catering options, as well as keenly priced three-star hotels. Tour operators advise booking b & b deals as restaurants offer better value and often better food than hotels. It’s perfectly possible to find dinner for two with a bottle of wine for £30. Spring comes early to the islands; daytime highs average 60F (16C) by March. For whale-watching, the best bases are the islands of Pico and Faial as whales pass through the channel between them nearly every day from April to October. Norberto Diver (www.norbertodiver.com) will take children over five in a solid-hull boat. A half-day’s whale-watching costs about £45 for adults and £30 for children. The specialist agent Archipelago Azores (www.azoreschoice.com), based in the UK, has a knowledgeable sales team for all aspects of travel to the islands.

Terça-feira, 29 de Dezembro de 2009

Há grandes ideias neste PSD

Não há dúvida que 2009 foi um ano arrebatador para o PSD/Açores e brincando com o slogan de Costa Neves, ainda em 2008, melhor é (im)possível. Mas, como às vezes quando se junta tanta asneira junta, mais uma ou duas em final de ano, ninguém leva a mal.

Castanheira Barros, candidato à liderança do PSD nacional, veio aos Açores dizer nada de especial - salvo, o número de assinaturas que recolheu. E aproveitou para dar umas grandes ideias para os Açores, que deviam ser aproveitadas para 2012 - Uma ideia para os Açores.

Castanheira Barros, candidato à liderança do Partido Social-democrata (PSD), defende a construção de dois túneis entre o Faial e o Pico e um outro desta ilha para S. Jorge, ao mesmo tempo que preconiza a criação da figura do presidente para as regiões autónomas.

Não sei se é daquelas ideias para levar tão a sério como o comboio à volta de São Miguel, mas está bem. Já agora, fazíamos um TGV de Santa Maria ao Corvo e poupávamos as horas das ligações marítimas. Mas, melhor mesmo, era puxar as ilhas todas umas para as outras, com uma grua gigante ou assim, para ficarem todas juntinhas.

De facto, as directas do PSD começam a ganhar muita piada. Basta dar umas ideias malucas e somos candidatos à liderança do maior partido da oposição.

Terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

Sabe bem ter vizinhos destes...

... e pedir emprestado um bom post ao Candilhes.

Eis uma excelente notícia: o nosso Peter Café Sport está entre os melhores dez bares para marujos do Mundo. E está sempre a subir - ao meio dia de 21 de Dezembro já tinham votado nele 3076 cibernautas. Vamos lá dar uma ajudinha:


Wight Vodka - Best Sailor's Bars

Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

Eu adoro ajudar



"Em Janeiro a Zon Açores vai instalar Internet no IAC em São Miguel, na Cáritas da Ilha Terceira e na Associação de Pais e Amigos dos Deficientes da ilha do Faial. A internet é um meio essencial para o desenvolvimento pedagógico e cognitivo da criança. Estas instituições sem Internet são como um deserto para uma criança. E a ZON decidiu criar um pequeno oásis. Internet grátis para todos. No entanto, só Internet não chega. Computadores também fazem falta, pois quantos mais computadores, mais crianças a navegar em simultâneo, a aprender e a partilhar experiências. Por isso, a sua ajuda é essencial. Contribua com um computador antigo, ou com um donativo para a conta: IAC -00350627000731293034, Cáritas da Ilha Terceira –0059 000 11087260002169ou a APADIF -0010 0000 42362180001 58. Em Janeiro, contamos com a sua presença na instalação da Internet e também com a presença do Ricardo Moura, que irá dar uma volta no seu carro de rally com as crianças do IAC. Mas este evento não fica por aqui. Todos aqueles que contribuirem terão direito a um presente dos meninos das várias instituições. Eu adoro ajudar e já sei que vou contar com todos aqueles que também adoram ajudar. Para mais informações: euadoroajudar@gmail.com ou para 296 301 428 ."

Mais no blog Eu Adoro Ajudar.

Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

Blogosfera Açórica

Enquanto se espera pela nota de Obrigações - já vão 15 dias à espera - passeio mais longo do que é normal pela blogosfera açoriana. Descobri novos blogues, alguns já adicionado à barra de favoritos, entrei pela blogosfera de cada ilha deste arquipélago. A determinada altura questionei-me qual a ilha com melhor e mais activa blogosfera.
Constatei que diariamente visito apenas blogues com sede em quatro ilhas, destacando-se a blogosfera micaelense, de longe a mais activa e pertinente. Também, é a que alberga maior diversidade de conteúdos, com elevado pendor técnico. A maioria das minhas visitas vai para a São Miguel. Refira-se que a blogosfera micaelense é a que pensa a região com mais profundidade, nas restantes ilhas critica-se o centralismo da Ilha Verde - também sou crítico -, mas, a verdade é que são os micaelense a pensar a região na blogosfera, nas restantes ilhas escreve-se mais sobre a realidade local do que regional.
Segue-se um grupo de três ilhas com blogues muito activos e interessantes, Faial, Pico e Santa Maria. Contudo, com abrangência mais de ilha do que propriamente regional. O Faial e Santa Maria mantêm uma blogosfera muito semelhante, com poucos blogues mas muito activos e actualizados. Já o Pico é do mais apaixonados e irreverentes. Com posts fantásticos sobre história e cultura da Ilha Montanha, não esquecendo uma visão crítica muito atenta à realidade da ilha, talvez, fruto da actual situação do Pico no mapa regional a reivindicar mais presença e poder negocial.
A Terceira tem uma blogosfera pobre, espelhando a dormência critica da ilha, resumem-se a meia dúzia de blogues de interesse crítico, são bem melhores os blogues temáticos, com especial relevo para os espaços tauromáquicos. Flores e Graciosa, mantêm espaços interessantes, mas resumem-se a dois ou três. Em ambas as ilhas, os blogues de referência assumem-se como principal lugar de debate das questões locais. Uma provocação, a blogosfera praiense é bem melhor do que a angrense!
Reparei que não sigo nenhum blogue de São Jorge e do Corvo, talvez nunca os tenha encontrado...

Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008

Hospital da Horta pelo TC

"A taxa de absentismo geral, verificada em 2001, 22%, foi reduzida para metade em 2006, 11%." Ainda em sede de absentismo, note-se que é o pessoal dirigente com maior percentagem de absentismo, 16.4%. No global e pelo pouco que li, a gestão do Hospital da Horta é bem melhor do a do Hospital de Angra do Heroísmo. A consultar Relatório do TC ao Hospital da Horta.

Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008

Isto é Serviço Público

As 13 freguesias da ilha do Faial oferecem, a partir de 2009, um novo serviço: a Internet gratuita vai chegar à casa de cada um dos munícipes.
A Câmara pretende que o concelho da Horta seja o primeiro do país a facultar essa facilidade às populações, ou seja, que todas as pessoas passem a aceder, por computador, à rede da Internet da autarquia, não importando o local, podendo fazê-lo em qualquer das 13 freguesias da ilha do Faial.
in RTP/Açores

Terça-feira, 18 de Novembro de 2008

PSD Perdido

Confesso que a certa altura senti-me atraído pelo PSD por ser garante de alguma coerência e seriedade, mas dois episódios seguidos é demais:
  1. O PSD do Faial denunciou esta manhã o "esvaziamento político da ilha", alegando que o novo governo regional "é o segundo do partido socialista a ficar na História por não ter membros naturais ou residentes no Faial", pelo que o executivo "não terá nenhuma voz conhecedora da realidade económico-social e cultural desta zona do arquipélago", disse Luís Garcia, em conferência de imprensa. (...) Para o social-democrata "sem secretários regionais, com menos uma direcção regional e sem a presidência do parlamento, o lugar dado ao Faial no equilíbrio dos poderes regionais é agora claramente secundário, não tendo qualquer importância prática na vida quotidiana da ilha e dos Açores", lamentou o líder do PSD local. (...) in nota de imprensa.
    O aproveitamento político da querela no interior do PS é triste, parece que o partido não tem discurso além das pequenas provocações. O PSD Faial a vir falar em esvaziamento político é mote para a abertura da mais decadente discussão da política açoriana,o peso das ilhas e a sua importância política. Enquanto não se ultrapassar esta discussão que não nos leva a lugar nenhum, nunca poderemos querer ser Povo Açoriano devido aos bairrismos. Também acho que há assimetrias, mas de desenvolvimento e de importância estratégica na política, no entanto passar isso para o debate político é triste. Segundo o PSD Faial teria de haver um secretário de todas as ilhas. Ou os Açores deixam de olhar para a naturalidade dos políticos, ou o desenvolvimento harmonioso será sempre uma miragem. Começa mal o PSD pós eleições...
  2. "E até não sei se a certa altura não seria bom haver seis meses sem democracia, mete-se tudo na ordem e depois então venha a democracia" Manuela Ferreira Leite via Público.
    MFL começa a perder o controlo da sua actuação e já não consegue medir e preparar ao pormenor todas as suas aparições públicas. A deixa, mesmo descontextualizada e sendo apenas uma hipótese é miserável para uma líder de um partido que se diz social-democrata. Colocar a hipótese a vida democrática do país, mesmo por simples sugestão é um cenário que pensava arrumado desde 1976. A continuar este discurso, é provável que perca muito eleitorado e é uma deixa daquelas que o PS é especialista em retirar proveito, em especial Sócrates.