U2, Bad
Janeiro 16, 2012
U2, Bad
Janeiro 16, 2012
Os autarcas laranjas eram, em tempos de listas para deputados, um embaraço por causa do clientelismo, do aparelhismo, das acumulações e incompatibilidade de cargos.
Mas já não o são para ocuparem cargos no Estado que ainda tem carne agarrada aos ossos?
Pedro Passos Coelho envelheceu muito precocemente os seus ideais.
Só falta mesmo render-se à ao Jardim.
Desculpas já uma vez lhe pediu e todos bem nos lembramos como foi gozado.
Janeiro 16, 2012
Janeiro 16, 2012
Janeiro 16, 2012
Para quem gosta de falar em descentralização da gestão escolar:
What Is School-Based Management?
What Do We Know About School-Based Management?
E agora uma citação tirada do primeiro estudo:
Notwithstanding the basic theory of SBM, no theorist disputes the interdependence of governments, school administration, teacher classroom behavior, and, in most cases, parental attitudes. So by defiition, putting SBM into practice involves ensuring that all of these actors work together in a system of mutual dependence. However, devolving power to the school level means that some groups outside of the school, such as district or local education offices, are likely to lose some of their power, thus changing the power dynamics within each school. For instance, this might mean that teachers have to surrender some control over how they run their classrooms or that local education offi ces lose control over funds and, hence, the power that comes with that. Thus, describing SBM in terms of the transfer of powers will inevitably make it difficult to implement because, while some stakeholders will gain, others will lose.
Se bem dá para perceber, a descentralização de que aqui se fala é diferente da municipalização… Devolver a gestão às escolas não é meter lá dentro os jogos partidários e os senhores autarcas…
Janeiro 16, 2012
Quer inovação? Contrate alguém de humanidades
Quantas pessoas na sua organização são pensadores inovadores que podem ajudar nos seus problemas de estratégia mais espinhosos? Quantos possuem uma compreensão interessada das necessidades dos clientes? Quantos sabem o que é preciso para assegurar que os funcionários se envolvam no trabalho?
(…)
Isto acontece porque os nossos sistemas educativos se centram em ensinar os alunos de ciências e de gestão a controlar, prever, verificar, garantir e testar dados. Não ensinam como navegar nas questões “e se…” ou em futuros desconhecidos. Como Amos Shapira, o CEO da Cellcom, a operadora de rede móvel líder em Israel, afirmou: “O conhecimento que eu uso como CEO pode ser adquirido em duas semanas … A principal coisa que se deve ensinar a um estudante é como deve estudar e analisar as coisas (incluindo) história e filosofia.”
As pessoas formadas em humanidades que estudam poesia de Shakespeare, ou os quadros de Cézanne, por exemplo, aprenderam a lidar com grandes conceitos e a aplicar novas formas de raciocínio aos problemas difíceis que não podem ser analisados de forma convencional.
Janeiro 16, 2012
E então quando é que chega a minha vez?
O Governo português, liderado por Pedro Miguel Passos Relvas Coelho, já nomeou 1.682 pessoas desde que assumiu funções em Junho de 2011.
Janeiro 16, 2012
(com direitos de autor da expressão para a minha amiga Leide)
Há dias assim. Em que se sabem coisas que é bom saber, que nos fazem perceber que, em tempos, se fizeram coisas bem feitas, se cumpriu o dever, mas que deixam um travo amargo por se saber que o crédito nunca nos será dado, mesmo se por cá não se anda para palmadinhas nas costas.
Não me interessa se o post fica cifrado para quase toda a gente, se é um momento de descarga pessoal de um misto de bílis e auto-complacência: Mas apetece-me, até que mais não seja para que o estado d’alma tenha um registo para a posteridade.
E porque este blogue não serve só para o que os outros querem ler, mas também para aquilo que me apetece escrever. E porque a minha vida, que existia, existe e existirá muito para além deste espaço, nem por isso deve ser invisível em todos os aspectos.
Para colocar a coisa em termos simples: como muita outra gente, mas a mim doem-me mais as minhas coisas, nestes últimos anos aguentei com muita merd@ (desculpai-me as almas sensíveis, mas o que é, é, e deve ser nomeado enquanto tal) em matéria de PPP: nos planos Pessoal, Profissional e Político.
O último pouco me interessa, o primeiro não é para aqui chamado se não no sentido de ser afectado pelos outros dois. Resta, portanto, o plano profissional, sobre o qual, no seu comezinho quotidiano, raramente aqui me debruço por várias razões, quase todas elas facilmente compreensíveis e já explicadas. Mas que tem sofrido várias caneladas ao longo do tempo, umas à distância, outras mais de proximidade.
E são as de proximidade que mais me custam. Em especial em duas vertentes: quando se é objecto de acusações injustificadas e por vezes a roçar a demência e quando se não vê o trabalho reconhecido, talvez por se o fazer como se fosse fácil e natural.
Quanto às primeiras, de que vou tendo as costas cicatrizadas ou já quase imunes, o tempo acaba por demonstrar o seu disparate, mais tarde ou mais cedo.
No caso das segundas, infelizmente, por vezes passa demasiado tempo e nem sempre quem deveria reflectir sobre certas coisas que não aconteceram e agora acontecem o faz. Ou, pelo menos, não dá sinal de o fazer. O que vai dar quase ao mesmo.
Ao longo dos anos sempre tive poucas regras na minha conduta profissional, que raramente obedece a mais do que a um conjunto de características que nem toda a gente associa a mim: prevenção de situações friccionantes, respeito pelos outros, algum tacto e transparência de processos. Quase sempre, na parte que a mim directamente diz respeito e às funções desempenhadas, as coisas correm bem e os potenciais conflitos são desarmadilhados antes da fase de explosão. Quase sempre, fiz os possíveis por proteger quem deveria ser protegido e tentei que fosse compreendido o que é compreensível, não escondendo o que estava evidentemente mal. Nem sempre fui assim tratado, mas esse é todo um outro campeonato a três voltas, incluindo uma em campo neutro.
E assim certas coisas pareceram correr sem problemas, de modo fácil. Talvez tenha sido esse o erro, não aumentar as insignificâncias, deixar gangrenar situações, ser arrogante, não prestar explicações. E depois armar-me em vítima. Talvez a conduta certa seja andar com queixinhas, sempre em romaria para… sempre em busca de cobertura.
É sempre interessante saber que certas coisas acontecem, em condições bem mais favoráveis, quando antes não aconteceram quando as ditas condições eram bem menos propícias.
O erro de fazer parecer fácil o que não é. O erro de tentar sempre proteger todos os envolvidos de conflitos desnecessários: alunos, professores, famílias. O erro de, como profissional, ter buscado sempre a transparência e a frontalidade. Para depois ver serem protegidos aqueles que cultivam a vitimização e o coitadinhismo, capas bem fininhas para outras coisas.
Pois… afinal o iracundo e irascível… sempre soube retirar a tempo as cavilhas das minas espalhadas no terreno, que gente bem mais competente e preocupada vai pisando com fragor.
O tempo passa, deixa-nos mais velhos, menos pacientes, mas… às vezes dá-nos o (único) afago que nos resta.
Obviamente, este é um post que cede aos meus humores, não carecendo de grandes comentários.
Janeiro 16, 2012
Não comento muito, que ainda vou para o debate instrutório, mesmo se é por delito de expressão e opinião e não por prevaricação.
Maria de Lurdes Rodrigues julgada por prevaricação
Ex-ministra e João Pedroso foram hoje pronunciados. Em causa está a celebração de um contrato entre o ministério e o advogado para um trabalho de recolha de legislação.
Vamos lá a ver se fico sem alguma testemunha de acusação.
Janeiro 16, 2012
“Caso Facebook”. Cinco arguidos condenados a penas suspensas, um absolvido
O tribunal condenou hoje a penas suspensas cinco dos seis arguidos envolvidos no caso de agressões a uma adolescente em Benfica, com as imagens divulgadas na rede social Facebook, absolvendo um.
As penas variaram entre um ano e seis meses e dois anos e noves meses de pena suspensa por ofensas à intregridade física agravada.
A pena mais gravosa, de dois anos e nove meses, foi aplicada a Bárbara Oliveira, a única agressora que tinha 16 anos na altura do crime (maio de 2011).
Quase todos os alunos do 4º e 6º fazem erros de concordância
Apenas 8% dos alunos do 4.º e 6.º ano consegue escrever frases sem erros de concordância. Em ambos os anos de escolaridade, este foi o item das provas de aferição de Língua Portuguesa, realizadas em Maio por cerca de 216 mil estudantes, que obteve a taxa de sucesso mais baixa, revelam os relatórios com a análise pormenorizada do desempenho dos estudantes divulgados sábado pelo Ministério da Educação.
Espero que, entretanto, no site do I paguem a mensalidade do corrector ortográfico, seja qual for o acordo que usem.
Janeiro 16, 2012
As dificuldades difíceis de 2012
Os cidadãos do país cujos salários estão entre os mais baixos da Europa e cuja taxa de desemprego é das mais altas, interrogam-se periodicamente acerca dos tempos em que vivem. Serão estes tempos muito fáceis, ou apenas moderadamente fáceis? Por sorte, todos os anos, o Presidente da República revela os resultados da análise exaustiva que fez a Portugal e comunica a todos que, na sua opinião, estes tempos são difíceis.
Janeiro 16, 2012
… porque raios não é possível fiscalizá-la com um mínimo de eficácia?
Vendas sem factura valem mais de 40 mil milhões de euros
Janeiro 16, 2012
Se a luta deu resultados porque se abandona a negociação?
A questão essencial é: a meia hora caiu em troca do quê?
As conquistas permitiram o abandono de uma proposta inaceitável e em vez dela vai surgir exactamente o quê?
Janeiro 16, 2012
“Vice” do PSD nomeado para director distrital da Segurança Social
Grupo AdP abre este ano mais de 30 vagas para administrador
Nomeações acalmam máquinas partidárias, mas enervam cidadãos
Janeiro 16, 2012

Janeiro 16, 2012
La décision de S&P confirme une zone euro à quatre vitesses
Sur les marchés, les Etats de la zone euro n’ont longtemps fait qu’un, les investisseurs achetant indifféremment de la dette allemande et grecque. Une convergence que la crise a fait voler en éclats. En dégradant les notes de neuf des dix-sept Etats de l’union monétaire, vendredi 13 janvier, Standard & Poor’s (S&P) scelle un peu plus cette zone euro à plusieurs vitesses.
L’agence a dégradé d’une note cinq pays : la France, l’Autriche, Malte, la Slovaquie et la Slovénie. Elle a baissé de deux crans les évaluations de quatre Etats : Espagne, Italie, Portugal, Chypre. Et quatorze pays, dont la France, sont sous le coup d’une “perspective négative”, ce qui signifie qu’ils ont au moins une chance sur trois d’être dégradé dans les deux ans.
Janeiro 16, 2012
The Clandestine Life of the Neo-Nazi Terror Cell
Holger G., who was arrested in November, was one of a network of people who allegedly helped the Zwickau neo-Nazi cell, suspected of murdering at least 10 people. Unlike the one surviving member of the cell, he is talking to investigators. His statements provide a chilling insight into the trio’s activities during their time in the underground.
Janeiro 16, 2012
Janeiro 16, 2012
Removing bad teachers – panel verdict
Underperforming teachers could be dismissed within a term instead of a year, under powers being introduced in September.
Até porque tudo isto contém um enorme paradoxo: querem copiar um modelo que tem dado maus resultados e que precisa expelir os seus professores ao fim de um período (!!!) de mau desempenho?
Janeiro 16, 2012