"Cada um arrasta um corpo atrás de si, debaixo do sossego das estrelas" Fernando Pessoa
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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008
Fado Maluda
Nasceu guardiã dos sonhos
Tem a magia nos olhos
Traz os segredos na mão
Torna Lisboa mais bela
Quando pinta uma janela
Logo se abre o coração
Torna Lisboa mais bela
Quando pinta uma janela
Logo se abre o coração
São quiosques, são telhados
E há pardais alucinados
Embriagados no Tejo
E uma cegonha perdida
Confusa, pediu guarida
Numa tela de Além Tejo
E uma cegonha perdida
Confusa, pediu guarida
Numa tela de Além Tejo
Tonalidades secretas
Azuis de Prússia, violetas
Ardências de chão queimado
E onde a noite princípia
Para não morrer a magia
Pousa os pincéis, canta o fado
E onde a noite principia
Para não morrer a magia
Pousa os pincéis, canta o fado
Fado incluído no album “Fados”, de Carlos Zel
Letra: Rosa Lobato de Faria
Música: Carlos da Maia
Nota - Este video vai para a minha mãe que faria hoje anos, porque não tive tempo de fazer o Postal que queria. A minha mãe gostava de Maluda, embora não gostasse de Fado. Mãe, a letra é bonita, embora seja daquela senhora bonita de voz irritante que declamava nos programas de David Mourão Ferreira, lembras?
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