Porque é que chamamos ano novo ao que nos envelhece mais um?
Cada vez que ouça falar n'O Canhão da Nazaré soa-me a coisa porca mas não sei bem o quê.
No fundo o pobre Diabo foi o primeiro anjinho a perceber que quem se mete com o patronato fica sempre a arder.
Tenho passado os dias a ler e tirar notas. Mas os sacanas dos velhos estão cada vez mais difíceis de assaltar.
Por desilusões que este ano vos tenha trazido, que sempre saibam não perder a capacidade de se criançarem no Natal. Esquecer a vida "terrena" e viver apenas as emoções, as independentes das crenças, o simples prazer de DAR.
Descobri um defeito no meu relógio na hora h.
Sempre tive curiosidade em saber a que distância da praia ficava de facto a cabana junto à praia do José Cid. Penso nisso sempre que ouço a música, tá bem, junto mas tipo, já na areia? duna? Ou ainda há uma estrada entre a cabana e a praia?
Eu tenho muitos defeitos, mas nenhum deles funciona bem.
Posso provar-vos por imagens que tenho uma fotografada madrinha.
Os vampiros bebem sangue falso do de cinema e teatro como descafeinado.
Era 13 de Maio. E como é que tinha ido parar ao cimo daquela oliveira e porque é que estavam três putos a olhar para ela é que gostava de saber.
Eu um dia gostava de ver a senhora da linguagem gestual discutir com a pessoa que está a traduzir.
- Como é que percebeste que estavas com o período?
- Ocorreu-me.
As testemunhas de jeová agora tocam sempre duas vezes, para fingir que são o carteiro.
Andava amofinado. Um dia deixou de andar amo.
Eu gostava que houvesse vida noutros planetas porque era um desperdício um universo sem vida inteligente.
Nunca faço coisas determinado. É uma estupidez. A fazer, faço de início.
Vou abrir agora uma casa e depois vou chulear. Só em português é que é possível isto ser conversa de costureira.
Admiro pessoas como Camões ou o José Cid, que têm que acreditar no amor à primeira vista.


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