Friday, April 30, 2010
o paninho amarelo
(it's not spam, it's voluntary!)
Each month I like to share a “container of the month,” but with spring in the air and spring cleaning on my to-do list this month, my product pick isn’t a container. Instead, it’s a handy, dandy cleaning tool—the micro-fiber towel.
It’s very possible you’ve been using micro-fiber cloths for years. But for me, this is a fairly recent discovery and one that’s made me quite happy. So I just have to share!
What’s so great about micro-fiber cloth? Well, it picks up dust like nobody’s business, without using any added sprays or chemicals. It’s also very handy during the cleaning stage of an organizing project. I used one recently while organizing my bathroom drawers and was amazed at how much easier it picked up all the tiny stuff you can find lurking in a bathroom drawer. (I’ll spare you the gory details, as I’m sure you can imagine the kinds of things I’m talking about.)
I love my micro-fiber towel because it saves me time cleaning and dusting. It saves me money on dusting sprays and paper towels, and using fewer paper towels is a good thing for Mother Nature, too. Plus micro-fiber towels can be found in bright happy colors—which makes cleaning day just a notch more fun. These helpful cleaning companions are readily available—I found mine at Target and Meijer’s.
Happy spring cleaning!
(esta newsletter já andava a ficar cada vez mais tonta e inútil, mas hoje foi o limite. Cinco parágrafos sobre "use um paninho"? E ainda a noçao incómoda de que eu às vezes em textos de trabalho também escrevo assim, a fazer render o peixe num tom simpático? E que a última limpeza de Primavera que fiz deve ter sido quando me mudei? Inutilidades, uma noçao incómoda, gritinhos excitados de dona de casa e uma mao na consciência? Acabou-se Aby, és demais para mim)
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Rita Maria
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Wednesday, April 28, 2010
esta minha segunda pátria
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Rita Maria
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22:34
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é só para avisar que neste blog os sapatos vao começar a ter um tratamento sobreproporcional
Estava aqui ia virar-me para a música mediaval, mas a cultura também nunca é propriamente bem tratada pela política, pelo que tive de me decidir por alguma coisa melhor protegida por organismos internacionais, como o consumismo.
Com o que vos deixo com este preciosismo da minha sabedoria: acho que se podem usar padroes animais se todo o resto da roupa for muito, muito básica. Ou muito, muito espalhafatosa, claro. Hoje, por exemplo, tenho umas sabrinas muito giras. Estou a pensar cortá-las à frente (sao de tecido grosso) e fazer peep toes. Será que é possível? Ou vai dar uma grande barraca e vou destruir os sapatos? Será que o sapateiro lá do bairro fazia isso? Ou a costureira?
(está visto que nao tenho jeito nenhum para isto. Vou tentar antes um post sobre a tal da minha desilusao, a Alemanha e a crise grega. Stay tuned)
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Rita Maria
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ainda sobre....
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Rita Maria
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09:56
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Tuesday, April 27, 2010
o link que me faltava
Ando há semanas completamente encantada com este blog. Gosto das coisas que ela partilha, porque temos um gosto semelhante em muitas coisas, do Português delicioso, da forma como conta a história da sua família que tantos paralelos tem com a minha, tanto a verdadeira como algumas emprestadas, da atitude, da escrita, da estética, enfim, de quase tudo. Hoje tive de copiar a fotografia porque são eles, os meus montes, a Peneda, o Soajo, e de linkar o post que refere Sampriz, outra das minhas aldeias de pequenina. De certa forma, a blogosfera fica mais aconchegada quando sabemos que há mais alguém que reconhece o Livramento à distância.
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Rita Maria
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19:29
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lisboa, tens cá namorados, que dizem, coitados, com as almas na voz
Se também estao cheios de saudades desta cidade, recomendo vivamente este artigo da British Airways (também no Twitter, aqui).
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Rita Maria
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Friday, April 23, 2010
e agora os ingleses
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Rita Maria
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toda a (minha) verdade sobre a frieza dos alemaes
Às vezes penso que este blog devia pelo menos tentar corresponder de alguma forma à pesquisa mais comum que o Google traz para aqui: os homens alemaes. Mas como eu nao tenho muito jeito para análises de pacote baseadas no género, vao ter de levar com os alemaes todos, homens, mulheres e tudo o que existir nas entrelinhas. Em categorias, claro, que nenhuma divagaçao supercificial de Rita Maria fica completa sem categorias. Entao é assim:
os pais e os filhos
Quando eu tinha uns catorze anos, a minha mae contou-me que tinham feito na Alemanha uns cartazes para os pais abraçarem mais os filhos porque achavam que isso nao acontecia o suficiente. Na altua também achei que isso podia ser um sinal da tao aclamada frieza, embora eu no meu contacto diário com alemaes nao tivesse exactamente essa impressao. Hoje vejo a coisa de outra forma e com as campainhas críticas ligadas: alguém da minha família me abraçava, durante toda a minha adolescência? Essa revoluçao familiar nao ficou por fazer, claro, mas olhando para o passado acho que esses cartazes no Portugal desse ano teriam feito pelo menos tanto sentido como na Alemanha: havia pais severos, pais extremosos a quem ainda nao tinha ocorrido que podia haver ali uma parte física da coisa pós idade-das-fraldas e, já nessa altura, mesmo antes dos baby blogs, pais algodao doce, que davam muitos beijinhos e ainda falavam mais sobre os beijinhos que davam e a quem nao consigo deixar de pensar que falta alguma coisa.
Na Alemanha conheci muitas coisas diferentes, de relaçoes muito próximas a relaçoes mais distantes, as duas potenciadas na sua clareza por gente a sair de casa muito mais nova. Talvez o facto de as pessoas próximas se cumprimentarem com um abraço potencie uma maior proximidade física, talvez também o facto de a educaçao ser muito mais discutida em público leve a comportamentos mais conscientes e menos instintivos, mas de resto nada de especialmente teutónico a declarar. Por outro lado, quando discuto a ligaçao à minha família com os meus amigos, alemaes, americanos, indianos, e até portugueses, só com a minha amiga grega é que sinto que estamos a falar da mesma coisa.
os amigos
Os amigos alemaes cumprimentam-se com um abraço, às vezes assim mais para o meio abraço. Se nao os vejo há muito tempo, nalguns casos chega uma semana, a coisa passa a abraço apertado. Os amigos portugueses cumprimentam-se com dois beijinhos, que sao mais complicados de intensificar, quer se tenham visto há três semanas, há seis meses ou ontem. Em balanço, diria que a minha relaçao com os meus amigos alemaes, independentemennte do género, é muito mais física do que a que tenho com os portugueses. Mas nao avalio a intensidade da minha relaçao com os meus amigos, o calor real, pelo contacto físico que tenho com eles. O calor humano, o tal que seria oposto à lendária frieza teutónica, mede-se noutras coisas também, talvez noutras coisas acima de tudo, ou nao, na verdade, sempre num todo: tenho amigos mais chegados e menos chegados, amigos para sempre e outros que se vao afastar quando um de nós trocar de paragens, amigos que sao como irmaos a quem até um beijinho me parece estranho e gente cheia de abraços que nao me diz nada. Mais país menos país, nao vejo uma enorme diferença.
amantes, namorados e outras constelaçoes de natureza análoga
Entao é assim amiguinhos: quando as relaçoes estao bem, as pessoas dao muitos beijinhos e abraços. Quando estao mal, dao poucos. Algumas relaçoes sao muito físicas, outras sao menos, dependendo das duas pessoas que estao nelas. As minhas sempre foram como eu sou, independentemente da nacionalidade, suponho que porque as terei também escolhido assim. Recomendo vivamente que façam o mesmo. Quanto ao resto, acho que os alemaes sao amantes generosos e competentes ou, quando nao, dispostos a aprender, mas também é verdade que nunca dormi com os que beijavam mal, um erro que só cometi duas vezes na minha vida, sempre com resultados desastrosos (e nunca com alemaes) (e com isto despachei só numa linha de um aparte o que as pessoas queriam realmente saber - que desilusao!).
os conhecidos
Acho que aqui há algumas diferenças a notar. Eu acho dificílimo nao ter algum grau de intimidade com pessoas com quem estou todos os dias. De certa forma, a internet e o blog também me dessocializaram e acho que têm alguma culpa, a juntar com as itinerâncias geográficas, do facto de eu me ter esquecido de algumas fronteiras evidentes, mas eu tendo a só existir em dois modos: modo networking e modo verdade. O primeiro, no qual até sou bastante boa, é trabalho. No fim trocam-se cartoes de visita. Consigo fazer isto fora do trabalho, claro, mas fico sempre com a sensaçao de que alguém me devia estar a pagar horas extraordinárias. No modo verdadeiro, sou eu, às vezes com uma barragenzita ou outra, às vezes com pessoas de quem sou muito íntima até sem nenhuma, só as margens do costume.
Na Alemanha, podemos trabalhar anos com alguém e conversar todos os dias no intervalo sem ter uma conversa mais privada e podem-se ter relaçoes absolutamente superficiais com pessoas que para todos os efeitos nao conhecemos, e isto ao longo de três anos a fio, o que me parece estranhíssimo. Algumas destas minhas colegas almoçam juntas todos os dias sem que haja nisto alguma alteraçao. Se calhar a isto chama-se a idade adulta, mas a mim continua a parecer-me bizarro. E difícil, estou sempre quase a tentar iniciar uma conversa genuína. Mas claro que no fim acabamos rodeados dos nossos semelhantes e, independentemente do país, acabaremos a dizer mal do mundo à volta de um copo de vinho com alguém que nos conhece por dentro.
os desconhecidos
Berlim é muito original. Acho que as pessoas sao muito prestáveis, mas existe uma certa rudeza, quase camponesa, que às vezes pode parecer antipática (e às vezes é mesmo, claro). A minha história favorita é de uma rapariga que vai comprar uma salsicha. A vendedora olha para o paozinho, para a salsicha, para a rapariga, parte a salsicha ao meio com as maos e diz com um ar muito satisfeito: "Já lha parti e tudo". So much said, gosto muito do ritual de saída das lojas (entao obrigada, obrigado nós, tenha um bom dia, para si também, adeus, adeus) e nunca vi ninguém precisar de ajuda na rua sem que alguém lha viesse oferecer, em tempo record. Uma vez passei por uma senhora na estaçao de metro na Alameda, em frente a uma escadaria, ao lado de uma cadeira de rodas. Estava ali há cinco minutos, contou-me e ainda ninguém se tinha oferecido para ajudar. Na Alemanha existe um certo sentido de dever, um sentir-se sociedade, que torna um caso destes muito mais difícil. Portugal perde um pouco a solidariedade quando se deixa o mundo das aldeias e cidades pequenas, onde existe um forte sentido de comunidade (uma análise baseada no IPT, o meu índice pés torcidos), aqui sinto que há uma noçao geral de sociedade que resiste mesmo a grandes aglomerados de gente (embora este meu aglomerado particular seja mais uma colecçao de aldeias). Por outro, se alguém quiser resmungar comigo, tem o direito implícito de ser incrivelmente mal-educado e eu às vezes acho que se uma qualquer Maria lhes puxasse o lustro, nao vinha mal nenhum ao mundo.
in conclusio
Acho algumas coisas na Alemanha bem mais calorosas do que em Portugal, mas por vezes tenho algumas saudades de um tipo de calor que falta realmente, aquele que é falso mas é um polir do mundo, um caiar da realidade, uma decisao colectiva da dose de simpatia que queremos no dia-a-dia. No mundo onde cresci e fui educada, ser sempre muito simpático é o mínimo do profissionalismo e da boa educaçao. Aqui nao. Às vezes faz-me falta, nao nego, mas nao abdico da minha parte e nao consigo deixar de pensar que é uma vantagem competitiva, no trabalho, nos serviços, na vida.
Quanto aos outros calores, acho que o universo os terá distribuído de forma razoavelmente equitativa, até porque quanto mais entramos pelos quentes adentro, menos as nacionalidades sao um conceito operativo e mais despidos estamos (inserir, à vontade do freguês, sorrisinho emocionado e/ou piscar de olhos maroto).
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Rita Maria
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Wednesday, April 21, 2010
e do outro lado do espectro
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Rita Maria
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indulgências
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Rita Maria
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Tuesday, April 20, 2010
e no mesmo tom
(agora a sério, a teoria das mulheres nao me parece muito melhor que a teoria dos terramotos e vulcoes como vingança da natureza às malfeitorias que lhe fazemos - sobre isto seguir para o maradona a partir da Estaçao Central)
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Rita Maria
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só em jeito de aforismo que estou cheia de pressa
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Saturday, April 17, 2010
uma primavera emprestada
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Rita Maria
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Friday, April 16, 2010
knight in shining armour
Com isto acordei a horas, sem o despertador de que me tinha esquecido e com um sorrisinho idiota à prova de tudo. Nunca tinha sido salva por um cavaleiro andante, mas estava capaz de me habituar.
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Rita Maria
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Monday, April 12, 2010
o blog como casa de arrumos
Uma descriçao económica, elegante e muito boa. E que, a usá-la já para vigésima vez, o que implica sempre uns cinco minutos de pesquisa, aqui fica entao para a posteridade e para vossas mercês.
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Rita Maria
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Sunday, April 11, 2010
pre-birthday 90's party blast
E foi para esse cenário que passei a tarde a reunir música dos anos noventa, do pior ao melhor. Das que ouvirei sempre às que já não posso ouvir (a quem estou a mentir? Nunca deixamos realmente de gostar das coisas de que gostamos muito)(vá, uma regra universal que não se aplica nem ao Gold Strike, nem a paixonetas do passado caídas em desgraça, nem aos Ace of Base)(quantas excepções sao aceitáveis numa regra universal?).
Com o que numa tarde recordei os Bon Jovi (argh!), os 4 Non Blondes, a minha banda favorita do sétimo ano; o Creep, a melhor canção da minha primeira cassete, os êxitos do ano pelas mãos insuspeitas do Fido Dido; a viagem de turma do oitavo ano em que só ouvíamos Green Day, Toten Hosen e Die Ärzte(e não é que a canção não se chamava mesmo Arschloch?); o ano em que toda a gente ouvia Nirvana; a altura em que descobrimos o Brasil; os tempos em que ainda havia Violent Femmes, que eu só descobri depois do último concerto que deram em Portugal; o ano em aprendemos com os miúdos fixes da geração acima a ouvir Nick Cave e nos baldávamos a Física para fumar maçãs. E depois a altura em que descobri a ópera, o jazz, a música do mundo e a revolução e passei a marcar os anos pelas descobertas que fazia, sem que elas tivessem uma relação directa, assim espelhada, com o passar do tempo.
É estranho que tenham existido uns nineties, que os anos em que cresci se tenham tornado uns -ties quaisquer. Suponho que as gerações posteriores à nossa os saibam identificar melhor, eu só reparei que este ano se usaram outra vez camisas aos quadrados e que já existem festas sobre os anos noventa. Como a nossa.
Daqui a duas semanas cantarei a plenos pulmões What's Up, ao frio, com vista para esta cidade que, lentamente, é mais minha do que todas as outras. No meu aniversário cruzar-se-ão colegas de trabalho com o medo de sermos apanhadas pelo Herr Nied, fantasias com o colega de carteira recordadas nos braços da paixoneta segunda, drinking games evocativos das viagens de turma enquanto se discutem viagens que, querendo, podemos mesmo fazer, porque afinal já somos crescidos. Eu comecei já esta tarde enquanto investigava o estado dos recursos para a playlist. Pelo que achei que vocês também podiam.
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Rita Maria
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Friday, April 09, 2010
em dias como hoje
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Rita Maria
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das paixonetas em banho maria
(de certa forma, um pouco como o granulado de peças de lego com que ando na carteira, que ameaça envergonhar qualquer troca séria de cartoes de visita - ameaça de resto muito bem vinda)
Ontem, troquei primeiras impressoes com a paixoneta primeira, confessei-lhe o impulso que tinha representado para uma coisa mais maior e, depois de inaugurar com sucesso a época dos biergartens, seguimos para casa no lusco-fusco por um caminho à beira do Spree e, nesta partilha de quotidianos ciclistas, pusemos mais uma pedra numa intimidade cheia de primeiras.
É como vos digo: o início de uma bela amizade.
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Rita Maria
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Thursday, April 08, 2010
ideias de negócio grátis III
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Rita Maria
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loiras pela manha
- Ahhhh....
(nao é uma anedota, aconteceu mesmo no elevador hoje de manha)(a parte mais engraçada merecia um update deste post, mas terei de ir partilhar essa indiscriçao discretamente para a caixa dos comentários)
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Rita Maria
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12:01
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Tuesday, April 06, 2010
easter at the baltic soup
O céu estava nublado, o Báltico sem ondas como de costume, as Fischbouletten esgotadas, o comboio porque estávamos à espera há quarenta minutos afinal só circulava a partir de Maio. E de repente estava sol, exploramos os edifícios abandonados em redor da estaçao para matar o tempo (incluindo a fábrica de muros de Berlim) e fomos felizes, mesmo se enregelados, com areia dentro dos sapatos e hálito de Butterfisch (acabo de ir ver o peixe à Wikipedia, entao sabia tao bem e depois era esta coisa horrível?).
PS: Aqui entre nós, as gaivotas deles são bem mais giras, não são?
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Rita Maria
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Thursday, April 01, 2010
dias úteis
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Rita Maria
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segurança no trabalho
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Rita Maria
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