PROSIMETRON
Os universos culturais, mas também o quotidiano mais prosaico.
Quinta-feira, 30 de Junho de 2011
Quarta-feira, 29 de Junho de 2011
No dia de S. Pedro
Estes dois manjericos do Santo António já estão muito crescidos. Espero que sobrevivam.
No dia de S. Pedro
Vamos todos à sardinha,
Neste ano vou escolher
A que for mais pequenina.
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Quadra Popular
Retratos com História, de Eduardo Gajeiro-2
Gina Lolobrígida, no auge da sua carreira no estrelato cinematográfico, na célebre Festa Patiño, em Alcoitão, em 1968. Na foto, está também a então Begum Aga Kan III, a francesa Yvette Labrousse.
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Eduardo Gageiro (1935-),
Fotografia
Guias - 7
Já que o Filipe anda por São Petersburgo, resolvi colocar os guias que tenho da cidade e um do casa-museu Puchkine.
Porto: Civilização, 2001
23,30 €
A minha edição é de 2000 e tem uma capa ligeiramente diferente, com a fachada do Hermitage e o título em amarelo.
Passei a comprar os guias American Express (desde que haja, claro), desde que aprendi a manejá-los. Estão dividos por zonas da cidade, com um itinerário para cada uma delas. Tem ainda uma secção de «Indicações ao turista», com hotéis, cafés e restaurantes, lojas e divertimentos; um «Manual de sobrevivência» com informações úteis (excursões, etiqueta, pagamento e língua, endereços, visitos, embaixadas, segurança e saúde, bancos e moedas, comunicações); «Como chegar a Sampetersburgo» e deslocações na cidade. No final um mapa da cidade e um guia de ruas (muito útil).
S. Petersburgo: Ivan Fiodorov, 2005;
São Petersburgo e subúrbios tem uma história sumária da cidade, muito ilustrado e com os principais locais a visitar. Uma boa recordação da cidade.
O livro sobre Puchkine, para além de uma biografia do poeta, trata da estada dele cidade.
Reconstituição do escritório do poeta.
Para além de ter gostado de visitar o Hermitage e o Museu Russo, lembro-me das casas de Puchkine e de Dostoievsky (não vi o museu dedicado a Anna Akhmatova), do Teatro Mariinsky (visitei, mas não consegui bilhetes para nenhum espectáculo), do Café Literário (na Nevsky prospekt, avenida Nevsky, acho que já felei dele no Prosimetron, a propósito de Puchkine e de Dostoievsky) e sobretudo dos rios e das pontes.
Na última casa em que Dostoievsky viveu, abriu um museu em 1971, constituído com base na colecção do neto do escritor que, durante muitos anos, recolheu livros, fotografias, gravuras, etc., sobre o seu avô. A partir da foto tirada a seguir á morte do escritor, reconstitui-se o escritório one Dostoievsky escreveu as últimas páginas da sua obra. O museu tem uma grande biblioteca e uma exposição sobre a vida e obra do escritor. Quando a visitei só havia catálogo em russo, mas pouco ilustrado, senão talvez o tivesse adquirido. Quando visitamos um país como a Rússia é que vemos o que os estrangeiros sofrem em Portugal quando as obras nos nossos museus só estão legendadas em português, etc.
Perto deste casa-museu há um mercado maravilhoso.
Visitei ainda o cruzador Aurora, que deu sinal para o assalto ao Palácio de Inverno, em 1917, e o Instituto Smolny. Foi neste edifício que Lenine se instalou para dirigir a revolução. Podem-se ver as salas de trabalho de Lenine.
Na última casa em que Dostoievsky viveu, abriu um museu em 1971, constituído com base na colecção do neto do escritor que, durante muitos anos, recolheu livros, fotografias, gravuras, etc., sobre o seu avô. A partir da foto tirada a seguir á morte do escritor, reconstitui-se o escritório one Dostoievsky escreveu as últimas páginas da sua obra. O museu tem uma grande biblioteca e uma exposição sobre a vida e obra do escritor. Quando a visitei só havia catálogo em russo, mas pouco ilustrado, senão talvez o tivesse adquirido. Quando visitamos um país como a Rússia é que vemos o que os estrangeiros sofrem em Portugal quando as obras nos nossos museus só estão legendadas em português, etc.
Perto deste casa-museu há um mercado maravilhoso.
Visitei ainda o cruzador Aurora, que deu sinal para o assalto ao Palácio de Inverno, em 1917, e o Instituto Smolny. Foi neste edifício que Lenine se instalou para dirigir a revolução. Podem-se ver as salas de trabalho de Lenine.
Estive quatro ou cinco dias em São Petersburgo, o que é manifestamente pouco. Hei-de voltar para rever, ver o que não vi na cidade e nos arredores.
Estas colecções de caixas de fósforos comprei-as no Instituto Smolny.
Um quadro por dia - 185
Embora por cá se associe o dia de hoje apenas a São Pedro, sendo feriado municipal em várias partes do país, a verdade é que o calendário cristão reserva o dia a estas duas personalidades fundadoras do Cristianismo: São Pedro e São Paulo.
Escolhi a visão de El Greco, que mostra bem o contraste entre os dois santos e terá sido pintada entre 1587 e 1592, encontrando-se hoje no Hermitage ( São Petersburgo, Rússia ).
Escolhi a visão de El Greco, que mostra bem o contraste entre os dois santos e terá sido pintada entre 1587 e 1592, encontrando-se hoje no Hermitage ( São Petersburgo, Rússia ).
Anna Calvi
Não consigo deixar de ouvir o cd, homónimo, desta britânica. E dia 6 ela vai actuar em Algés...
Citações - 175
(...) Temo que o que venha aí seja pior do que tudo o que tivemos. Temo que não existam hoje homens da têmpera de Willy Brandt e de Mitterrand, de de Gaulle e de Churchill, de Helmut Schmidt e de Helmut Kohl, que conduziram a Europa em tempo de crise e pós-guerra e lhe conferiram uma identidade que a tornou parceira da América.
(...) Um continente como a Europa devia ter criado esta identidade, este sentido de pertença, este sentido histórico, este respeito da matriz comum e do orgulho transnacional que cobre os egoísmos nacionais. A Europa escolheu o alargamento e o mercado comum, não soube criar a unidade nem a bandeira. Criou uma burocracia e uma potestade em Bruxelas que não a serve nem salvará. A Europa escolheu a desunião. Iremos para o fundo juntos.
- Clara Ferreira Alves, Iremos para o fundo juntos, na ÚNICA do passado sábado.
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Clara Ferreira Alves,
Revista Única,
União Europeia
Humor pela manhã - 26
Quando isto acontece num evento hípico tão chique como as corridas de Ascot, começam a fazer sentido as previsões apocalípticas para 2012...
Jean Béraud
Cologne, Paris: Taschen: Wildenstein Institute, 1999. (Jumbo)
Gosto muito da pintura de Jean Béraud. Não que o ache um pintor excepcional, longe disso, mas aprecio a sua pintura que retrata o quotidiano e o ambiente de uma cidade, no caso Paris.
Quando o conheci, quis comprar um livro sobre ele. Na altura encontrei esta edição da Taschen, da autoria de Patrick Offenstadt, com 378 p. e 784 reproduções a cores e a preto e branco, que custava (parece-me) €38,00. Não o comprei. Passado uns tempos andava à beira dos €100,00. Fiquei à espera que descesse. E o que aconteceu? Desde há talvez dois anos que o livro atinge preços à roda dos €1000,00.
Há três dias procurei-o novamente na Amazon: na francesa, havia três à venda a €979,00, €995,00 e €1197,00; na americana, dois, por $1195,00 e $2483,20.
Mesmo noutros livreiros ele atinge preços desta ordem: no Abooks está por €995,00.
O que aconteceu com este livro? Porque atinge estes preços? Porque não voltou a ser reeditado? Um mistério que gostaria de desvendar. :)
Mesmo uma apresentação em vídeo da exposição dedicada a Béraud pelo Musée Carnavalet e deste livro/catálogo, que eu queria colocar aqui, custa €0,99:
Terça-feira, 28 de Junho de 2011
Les soirs de Paris
Hoje não caía mal uma sidra - desta, Loïc Raison, a melhor que já bebi - e uns mexilhões Au Trappiste. :)
Duas ilustrações para o Pensamento abaixo
No Terrasse do Café des Plaires, ca 1920-1930
Lisboa, Museu do Chiado
António Soares (1894-1978) tem várias pinturas e desenhos com mulheres em cafés. É um pintor que muito aprecio.
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Cafés
PENSAMENTO(S) - 177
UNE FEMME SEULE DANS UN CAFÉ ATTEND-ELLE TOUJOURS UN HOMME?
Uma interrogação formulada em 1929 pelo filósofo francês Jean-Baptiste Botul ( 1896-1947 ).
Uma interrogação formulada em 1929 pelo filósofo francês Jean-Baptiste Botul ( 1896-1947 ).
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Filosofia
Uma afirmação perturbadora
Leonora-Carrignton, s/título

Embora não concorde com a afirmação ela não deixa de ser surpreendente.
O tempo não nos torna mais sábios, apenas mais cobardes.
Carlos Ruiz Zafón, Marina, Lisboa: Planeta, 2010, p.259 (trad. Maria do Carmo Abreu)

Embora não concorde com a afirmação ela não deixa de ser surpreendente.
O tempo não nos torna mais sábios, apenas mais cobardes.
Carlos Ruiz Zafón, Marina, Lisboa: Planeta, 2010, p.259 (trad. Maria do Carmo Abreu)
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Carlos Ruiz Zafón
António de Almeida Mattos: A ilusão do breve
Quando te digo entende que me digo:
o entender-me vem pelas palavras
neste monólogo contigo.
Um lento haver de busca, e combinar
sentidos que consigo, a decifrar
o linear abismo que persigo.
António de Almeida Mattos
Fafe: Ed. Labirinto, 2010
Com um agradecimento a APS.
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O nosso Filipe
O nosso Filipe V.Nicolau está de férias nesta bela cidade russa e a adorar. Não fico supreendido, já que é uma cidade deslumbrante.
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Novidades - 188
A nossa vinheta lembrou-me esta obra que já tem uns meses valentes, portanto é uma novidade relativa, mas que é a mais recente que conheço a abordar a vida e a obra do mais famoso aviador/escritor europeu.
Humor pela manhã... - 25
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Segunda-feira, 27 de Junho de 2011
Os meus franceses - 145
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Paris
CONCERTO DE ENCERRAMENTO FESTAS DE LISBOA'11
Concerto com Cristina Branco, Carlos do Carmo e Camané, acompanhados pela Orquestra Metropolitana de Lisboa.
5.ª feira, 30 de Junho | 22h00
Alameda D. Afonso Henriques
Quem vai estar no balcão?
Boa tarde!
A Abertura da Ópera Genoveva de Robert Schumann.
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Ópera
Retratos com História, de Eduardo Gageiro -1
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A arte do retrato
Guilhermina Suggia - uma homenagem
Nasceu no Porto em 27 de Junho de 1885. Violoncelista com assinalável carreira internacional. Um nome que nos orgulha e pode ajudar à nossa auto-estima, que tem andado tão por baixo.
Kol Nidrei ("Todos os votos", da liturgia judaica) de Max Bruch, tocado pela grande virtuose.
Kol Nidrei ("Todos os votos", da liturgia judaica) de Max Bruch, tocado pela grande virtuose.
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Guilhermina Suggia (1885-1950)
Autenticidade
Almada Negreiros, Meninos


A autenticidade é verdadeiramente um ideal que merece ser abraçado.
Charles Taylor, A Ética da Autenticidade, Lisboa: Edições 70, 2009, p.80
Museu do Chiado – Museu Nacional de Arte Contemporânea
Léon Blum
Léon Blum (1872-1950), primeiro-ministro da França por três vezes, nasceu nesta casa da Rua Saint Denis (Paris), em 9 de abril de 1872.
«Toute société qui prétend assurer aux hommes la liberté, doit commencer par leur garantir l'existence.» (Nouvelles conversations de Goethe avec Eckermann)
«L'homme libre est celui qui n'a pas peur d'aller jusqu'au bout de sa pensée.»
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Paris
Cromos - 10
«J'ai beaucoup étudié les philosophes et les chats. La sagesse des chats est infiniment supérieure.»
Hippolyte Taine (1828-1893)
Domingo, 26 de Junho de 2011
Boa noite!
Poema de Rosalía de Castro (1837-1885), música de José Niza.
A ROSALIA CASTRO
Não sei como foi a sua vida
nem da morte que teve.
Sei os versos e basta-me.
É sua a voz, e Amor com ela,
que divididos nunca andaram:
um povo que se desterra
porque a fome o ordena,
mas deixa atrás a alma
e os olhos mais ela
(tão rasos d'água e
tão dali que enraizam
e em cada primavera
de saudades florescem,
roxas flores da mágoa
irmãs das que o mar leva,
de letras e sinais,
nas cartas de quem ficou).
Sei só os versos e basta-me.
E que é mentira que morresse.
Pedro da Silveira
DEZ OU DOZE VERSOS PARA ROSALIA
xxEsta névoa
como no poema de Blake
sobre a terra molhada.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxTerra
que proonga a minha,
onde a pobreza trabalha
cada leira, cada palavra.
E a melancolia
rói e remói
os ossos, a pedra.
Terra de Rosalia.
1985
Eugénio de Andrade
Talvez o nosso viajante na Galiza passe por Padrón...
http://www.rosaliadecastro.org/
O Futuro e Saint Exupery
A escolha da vinheta desta semana recaiu em Antoine de Saint Exupery, que nasceu em 29 de Junho de 1900 e morreu em 31 de Julho de 1944, no Mar Mediterrâneo, onde o avião que pilotava se despenhou. Poeta e ilustrador, foi com "O Principezinho" que se eternizou na memória literária.
Num tempo em que nos interrogamos e tememos o futuro, é desse belo livro, que retirei esta frase que nos pode servir de guia:
"O futuro não é um lugar onde estamos indo, mas um lugar que estamos criando. O caminho para ele não é encontrado, mas construído e o acto de fazê-lo muda tanto o realizador quando o destino."
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Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944)
Guias - 6
Vieiras ou conchas peregrinas, entre produtos da cozinha galega.
Mexilhões à galega
Para quem não gosta de mexilhões confeccionados deste modo, há mexilhões em escabeche - duas delícias! E, como não há duas sem três, existem as vieiras. Tudo acompanhado - regado - com Ribeiro.
E depois disto vou preparar uns mexilhões para o jantar. Sem Ribeiro, talvez com Adega de Pegões. :-)
Rio de Mouro: Everest, 2006
€7,75
Segundo o guia, é de experimentar o restaurante Gato Negro (também em Santiago há um Chat Noir!). Fica na Rua da Raiña, sendo a taberna mais característica da rua. «Com um visual que não foi modificado nas últimas décadas, a comida à base de rações (pequenas doses) é a melhor opção, assim como o vinho que é oferecido em jarra ou copo. São muito recomendados os chocos em tinta, as lamujinhas na época, as amêijoas à marinheira, os mexilhões em escabeche, as empadas do dia e o fígado de cebolada. Preços moderados.»
A empada galega é outra especialidade da cozinha da região, feita com diferentes recheios e feitios.
Estes pequenos guias «Vive e descobre» da Everest para além de nos darem uns itinerários para conhecermos a cidade, têm partes significativas dedicadas ao alojamento, à gastronomia, ao divertimento nocturno, bem como o que há na cidade que possa ter interesse para a criançada.
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Restaurantes
Livros de cozinha - 49

http://www.gastronomias.com/receitas/rec1266.htm
Gaspacho à Andaluza
Ingredientes:
1,5 kg de tomate maduro
1 pimento verde
1 pepino médio
1 cebola pequena
4 dentes de alho
sal grosso
4 colheres de sopa de azeite
5 colheres de sopa de vinagre de vinho
150 g de pão duro
óregãos
Confecção:
Tire a pele e as sementes ao tomate.
Corte 1 tomate grande em quadradinhos e reserve.
Tire as sementes ao pimento e corte metade em quadradinhos.
Descasque o pepino e corte igualmente metade da porção em quadradinhos.
Pique meia cebola e disponha os legumes cortados em recipientes separados.
Reduza a puré, batendo num copo misturador os restantes tomate, pimento, pepino e a cebola juntamente com os dentes de alho, um pouco de sal grosso e o azeite.
Deite o puré numa tigela e junte o vinagre*.
Mexa, verifique a quantidade de líquido e adicione água fresca apenas na quantidade necessária para a sopa (cerca de litro e meio no total).
Corte o pão em quadradinhos e aloure-os no forno.
Coloque num recipiente.
Sirva a sopa numa terrina e, ao mesmo tempo, os legumes e o pão em recipientes separados.
Polvilhe o gaspacho com óregãos.
*Se gostar do sabor dos cominhos, junte 1/2 colher de café ao mesmo tempo que o vinagre.
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In: Maria de Lurdes Modesto - As receitas escolhidas. 1.ª ed. Lisboa: Verbo, 1996. Com fotos de Miguel Fonseca e Costa.
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