Quinta-feira, 5 de Maio de 2011
O Cachimbo de Magritte mudou de casa
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Paulo Marcelo
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21:55
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Triste como tudo
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Jorge Costa
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17:56
O Sequestro
Teixeira dos Santos esteve desaparecido praticamente todo o mês de Abril. Desde o dia 8 que não lhe ouvimos uma palavra. Na última vez que falou, em entrevista ao Jornal de Negócios, foi para precipitar o pedido de ajuda externa ao FEEF/FMI consumando um facto contra o qual o primeiro-ministro se vinha a opôr há meses. Desde aí escondeu-se, ou melhor, foi escondido. Faltou a tudo o que fosse cerimónia pública. Faltou até ao 25 de Abril em Belém. Contactos com jornalistas, nem pensar.
Há razões plausíveis para supor que o sequestrador de Teixeira dos Santos anda por aí, em liberdade. É um sujeito perigoso, com antecedentes perigosos. Chama-se José Pinto de Sousa, embora use José Sócrates.
O bacharel em Engenharia Técnica tem, é verdade, um forte motivo contra o sequestrado. Em Outubro de 2010, Teixeira dos Santos avisou que, se os juros passassem os 7%, seria impossível não recorrer ao FMI. Em Novembro, Dezembro, Janeiro, os juros da dívida ultrapassaram a barreira dos 7%. Em Março, quando Sócrates e Teixeira dos Santos vão a Berlim conferenciar com Ângela Merkel, os juros da dívida atingem os 7,4%.
O país andou, portanto, durante meses a brincar aos juros insustentáveis, só porque Sócrates não queria admitir que tinha falhado. Em Abril as finanças estoiram. Perante o buraco de tesouraria que já comprometia o pagamento dos salários das Forças Armadas e a pressão pública e desesperada dos bancos, Teixeira dos Santos decide finalmente agir contra o chefe e antecipa, sem avisar Sócrates, o pedido de ajuda.
A partir daí Teixeira dos Santos ficou impedido de falar e é atirado borda fora das listas para deputados. Ao antecipar o pedido de ajuda, admitiu que o país estava em bancarrota e deixou o chefe descalço. Pior, sabendo-se que o fez contra a vontade imperturbável do chefe dias antes de os pagamentos às forças armadas se atrasarem, revela que Sócrates estava determinado (essa sua grande qualidade) a sacrificar o país em nome da sua estratégia eleitoral. Tudo o que dissesse seria agora fatalmente comprometedor para Sócrates. Teixeira dos Santos acabou sequestrado para não poder ser colocado sobre perguntas sobre o revelador episódio.
Sabemos que na sua aparição de hoje Teixeira dos Santos irá falar, mas será em regime de liberdade controlada.
Enquanto Sócrates, com um júbilo ofensivo, descrevia aquilo que o acordo com a Troika não tem: “não mexe no subsídio de férias, nem de Natal, nem no salário mínimo”, “mantém a escola pública” e “não é precisa revisão constitucional”, alguém deveria lembrar a esta extraordinária figura que há, de facto, um ponto que não está no acordo.
Ninguém nos vai ressarcir dos juros proibitivos e criminosos que Sócrates nos forçou a pagar todo este tempo em que protelou um pedido de ajuda, para no fim acabarmos com um programa de governo detalhado e liberal imposto de fora para os próximos anos, que não é o PECIV e que não só nos transforma num protectorado como impõe muito daquilo que o governo disse que jamais faria.
Mas Sócrates não vê meios nem fins. É capaz de sacrificar um país inteiro aos seus calendários e às suas manipulações.
A verdade é que não foi só Teixeira dos Santos o único sequestrado. Fomos todos.
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Miguel Morgado
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17:33
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How is this even possible?
"(...)José Sócrates, the leader of the Portuguese Socialist Party (PS), achieved something that his predecessors had pursued in vain throughout more than three decades of democratic rule: an absolute single-party majority for the Socialists. Six years have now elapsed since that historic achievement. Unemployment has risen from 7.6% to 11.1%. The economy has grown at a meager average rate of 0.6% per year. Consumer confidence has reached the lowest level ever recorded. Central government debt represents now 93% of GDP, up from 71% in 2005. And the budget deficits in 2009 and 2010 were close to -10% of GDP, the largest in the last 160 years.(...).
A look at several short-term correlates of electoral behavior in the recent polls would certainly increase one’s near certainty about an incoming electoral landslide: PM Sócrates’s approval ratings are extremely low; close to 80% of the electorate evaluates the government’s performance as “bad” or “very bad”; and more than 90% describe the situation of the economy in the same way.
Therefore, what follows will probably come as a surprise: in fact, nothing like an electoral landslide is anticipated for the coming June election (...)How is this even possible? (...)"
A ler.
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Eugénia Gambôa
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16:56
Por email
Dizem os americanos:
"We have Barack Obama, Stevie Wonder, Bob Hope, and Johnny Cash."
Respondem os portugueses:
"We have José Socrates, no wonder, no hope, and no cash."
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Paulo Pinto Mascarenhas
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16:13
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Somos todos parvos?
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Miguel Morgado
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15:29
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Medidas não teriam sido mais leves se pedido tivesse sido feito mais cedo
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Alexandre Homem Cristo
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13:19
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Chumbo do PECIV fez descer os juros em 5%
FMI vai exigir 3,25% nos primeiros três anos.
Como diria Sócrates, ainda vamos ter saudades do PECIV.
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Pedro Lomba
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12:38
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O plano e a democracia representativa
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Pedro Pestana Bastos
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11:05
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Um bom acordo ?
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Duarte Schmidt Lino
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10:21
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Lenocínio
Não é um exercício difícil transpor este género de misérias para outros espaços e outros tempos. É só preencher as reticências.
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Carlos Botelho
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01:09
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Os "sucessos" que o "sucesso" não disfarça (2)
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Miguel Morgado
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00:09
Grande Finale (127)
Das Wachsfigurenkabinett,
Paul Leni, Leo Birinsky, 1924
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Carlos Botelho
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Etiquetas: Grande Finale
Quarta-feira, 4 de Maio de 2011
O veneno de Sócrates
Ler mais ali.
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Paulo Pinto Mascarenhas
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23:30
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Grandeza
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Carlos Botelho
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23:20
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Sócrates e os funcionários públicos
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Miguel Morgado
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21:42
Pelos vistos ainda não abriram o armário dos esqueletos.
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Duarte Schmidt Lino
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20:09
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Da Série: Frases que Impõem Respeito ou Nem com Teleponto lá vai
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Duarte Schmidt Lino
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19:24
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Os "sucessos" que o "sucesso" não disfarça
A actividade económica portuguesa vai cair 2% este ano. Uma recessão bastante mais grave do que a prevista pelo Governo no PEC IV e que era de 0,9%
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Miguel Morgado
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17:10
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Sempre a descer
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Alexandre Homem Cristo
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16:56
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Quem paga, manda
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Paulo Pinto Mascarenhas
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15:56
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«Não podemos entrar em clima de euforia»
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Alexandre Homem Cristo
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15:49
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Câmara, Luzes, Acção... e desgraça
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Miguel Morgado
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12:54
Um embuste claro como a água.
Quando ontem ouvi as "boas notícias" dadas pelo primeiro-ministro Sócrates, a propósito do "pré-acordo" (?) para o resgate financeiro de Portugal a "celebrar" com a Troika, percebi pelo menos três coisas. Que foi o Governo que encheu os jornalistas e os media com notícias mentirosas sobre aquelas que seriam algumas medidas "muito dolorosas" exigidas por BCE, FMI e Comissão Europeia a troco da concessão da tão necessária "ajuda" financeira. Que muitos jornalistas, ao transmiti-las, foram enganados, fizeram de idiotas úteis ou aceitaram, de livre vontade, enganar os portugueses. Por fim, percebi que a razão para tamanho embuste (a colocação diariamente nos media de falsas notícias sobre os termos do regate), foi muito clara e simples: proporcionar a Sócrates, ontem à noite pouco depois das oito e meia, uma vitória política com alcance imprevisível.
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Fernando Martins
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12:09
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De joelhos
«NENHUM jornal foi autorizado ontem a fazer fotografias da importante comunicação ao país do primeiro-ministro José Sócrates. A decisão foi, mais uma vez, só haver fotografias feitas pelo fotógrafo oficial do gabinete do primeiro-ministro, Ricardo Oliveira. Decisão inaceitável a todos os títulos, apesar de nenhum jornal se atrever hoje a referi-la. Alguns jornais escondem mesmo tratar-se de fotos oficiais – o Público assina a foto como sendo da AFP, o Correio da Manhã como sendo da Lusa. Uma “conferência de imprensa” (como lhe chamou o primeiro-ministro) sem fotógrafos (e já agora sem perguntas) é uma conferência de imprensa? Ou apenas a confirmação de que o jornalismo português está de joelhos?»
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Alexandre Homem Cristo
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12:02
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Alguém tem o telefone da 'troika'?
Liguei para as páginas amarelas a perguntar mas disseram que não tinham.
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Paulo Marcelo
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08:19
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Terça-feira, 3 de Maio de 2011
Participação na RR
Perante o desapontamento que os portugueses sentem em relação ao sistema político tornou-se consensual ver no aumento da participação política o princípio da cura do mal. As recomendações e as exortações à participação sucedem-se, e lamenta-se o “sistema” por desencorajá-la. Os especialistas revelam o mal-estar apontando para as taxas de abstenção eleitoral e para estudos de opinião que consecutivamente mostram o afastamento da generalidade das pessoas face a instituições e processos políticos que contam com o que não têm e, o que é mais grave, não permitem.
Mas parece-me quimérico supor num movimento hipotético de ressurgimento da participação política a salvação da democracia nacional. Mais participação institucionalizada nos partidos? Talvez com isso se conseguisse estender a influência já excessiva que os partidos têm na sociedade portuguesa. Mais participação política fora dos partidos? Isso trataria de acentuar a politização já excessiva das nossas práticas sociais. Enquanto não for muito mais clara a distinção entre o Estado e a sociedade, o aumento da participação por estas duas vias produzirá resultados bem perversos. Até porque o que talvez frustre os portugueses seja a carência, não de participação, mas de responsabilidade no “sistema”.
É preciso que os portugueses participem mais, de facto, mas nas pequenas coisas, nos pequenos grupos, nas pequenas associações e agremiações, que constituem o tecido institucional de uma sociedade livre, enérgica e vitalizada. É preciso que dêem mais do seu tempo, da sua vontade, do seu dinheiro, dos seus dotes e talentos, para tudo o que envolve, afinal, o quotidiano das nossas vidas.
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Miguel Morgado
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23:57
«Paga o que tiver a pagar»
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Alexandre Homem Cristo
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23:22
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Contra factos...
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Ricardo Rio
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22:16
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A única coisa que está completamente errada no Ocidente é pensar que este tipo de alucinação é um caso de alienação sem representatividade
Bin Laden, whom all Muslim nations despised, was simply a stooge in the hands of the Zionist regime [of Israel] to show a violent image of Islam following the 9/11 attacks. Boas leituras.
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Jorge Costa
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21:45
Não há boas escolas sem bons professores
DEFENDE QUE UM DOS SEGREDOS DO SUCESSO FINLANDÊS É A QUALIDADE DO ENSINO PRIMÁRIO. POR QUE É QUE OS PROFESSORES DA PRIMÁRIA TÊM TANTA POPULARIDADE?Tem muito a ver com a nossa história. A Finlândia só é independente há 100 anos e os professores primários eram colocados por todo o país para espalhar a identidade nacional. É umas razões que explicam uma popularidade tão alta. Ser professor primário é tão prestigiado como ser médico ou advogado: os pais querem que os filhos sejam professores primários e, quando perguntam aos miúdos que acabaram o secundário que carreira querem seguir, a profissão surge nos dois primeiros lugares. E muitos dos que têm essa ambição não a conseguem alcançar, porque é muito difícil entrar para o curso.A POPULARIDADE ESTENDE-SE AOS PROFESSORES DO SECUNDÁRIO?Depende das áreas. No secundário, muitas vezes ir para professor não é uma primeira escolha, é um recurso, e isso tem reflexos na motivação dos professores e na aprendizagem.POR QUE É QUE SER PROFESSOR PRIMÁRIO É TÃO APELATIVO?Uma das coisas mais importantes é a autonomia, em que cada professor organiza o trabalho como entende, por isso a questão da avaliação é muito sensível. As aulas estão muito fechadas sobre si mesmas, o que é uma força do sistema mas também uma fraqueza. Mas o facto é que os pais confiam nos professores e nas escolas.[Excerto da entrevista a Jouni Välijärvi, director do Instituto Finlandês para a Investigação em Educação, no Público (negritos meus)]
Em primeiro lugar, os professores na Finlândia usufruem de autonomia para a escolha de metodologias lectivas e de estratégias para assegurar a aprendizagem dos seus alunos. E, porque a autonomia não pode existir sem reforço de autoridade, a Direcção da Escola existe para apoiar os professores nas suas escolhas e dar-lhes todos os meios que considerem necessários. É, nesse sentido, uma carreira estimulante, além de bem remunerada: a diferença entre o rendimento de um novo professor e o de um professor com 15 anos de experiência é curta.
Em segundo lugar, quando se diz que é preciso bons professores, não está em causa apenas o dar condições aos professores para exercerem a sua profissão (essa é uma pré-condição, e que muita falta faz em Portugal). Na Finlândia, o acesso à profissão de professor não é fácil, i.e. está apenas ao alcance dos melhores. Ou seja, não é professor quem quer, mas quem consegue os melhores desempenhos na universidade, um pouco à imagem do que acontece, em Portugal, no acesso ao curso de Medicina, embora numa fase posterior. Ora, estas duas características produzem uma consequência: os professores têm prestígio social. Pela responsabilidade que têm e pelo facto de serem uma classe composta pelos melhores do país.
Julgo que a experiência finlandesa poderia servir de base para a reflexão sobre a situação dos professores em Portugal, que se queixam, nem sempre com razão, da sua situação profissional. Por um lado, há que reconhecer que não têm a autonomia que precisam (nem as escolas a têm, pelo que muitas vezes não conseguem proteger os seus professores), e que isso afecta o potencial do seu trabalho. Por outro lado, há que admitir que muitos dos nossos actuais professores entraram para o ensino porque não tinham para onde ir. Temos bons e maus professores, e tenho a certeza que na Finlândia também será assim. O que difere nos dois países é a proporção: nós não fixámos um padrão de exigência à altura da responsabilidade do cargo, e eles sim, pelo que certamente terão menos professores maus do que nós. Um detalhe que faz toda a diferença quando se discute a perda do prestígio social dos professores em Portugal.
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Alexandre Homem Cristo
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19:44
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"Fala" ao País às 20,30h (no intervalo do Barcelona - Real de Madrid)
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Fernando Martins
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19:19
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Nunca pensei fazer isto
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Nuno Gouveia
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18:34
Inimigo
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Alexandre Homem Cristo
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17:34
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Obama a assistir em directo à morte de Ossama
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Paulo Pinto Mascarenhas
em
16:33
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Ainda a morte de Bin Laden
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Paulo Marcelo
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11:44
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Na minha Rua
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Pedro Pestana Bastos
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11:25
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Antes vazio
"(...) nas actuais circunstâncias, os programas vêem o seu protagonismo ainda mais reduzido.
De facto, ao invés de um leque alargado de opções políticas, estes Programas serão uma espécie de escolha múltipla entre as opções alternativas que os financiadores externos imporão como contrapartida.
E, sendo assim, é no mínimo um acto de honestidade política não avançar com qualquer programa formal antes de ser conhecido o resultado do trabalho e das negociações com a Troika externa.
Ao fazer de conta, como o PS fez na passada semana, que nada disso importa para os anos que virão, José Sócrates apenas está a ser coerente e a dizer aos Portugueses que nada do que ali está escrito deve ser tomado a sério, tal como sucedeu em 2005 e 2009.
Por isso, cumpre-me rejeitar as críticas de quem destacou que cerca de 30% das páginas do Programa Eleitoral do PS (entre títulos e separadores) estão em branco. Afinal, essas são as mais verdadeiras desse documento…"
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Ricardo Rio
em
10:41
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O governo da 'troika'

Vamos conhecer amanhã o que nos espera nos próximos anos. Mudanças profundas em áreas como a Justiça, administração pública, arrendamento, sistema fiscal, transportes, leis laborais. Ou seja: aquelas reformas estruturais que nos diziam estar feitas (lembram-se?), mas que vamos ter de fazer agora da pior forma, qual “supositório” rápido imposto por tecnocratas estrangeiros, com prejuízo da nossa soberania e orgulho nacionais.
Com o cobrador do fraque à porta, vale a pena notar as diferentes atitudes dos partidos. A extrema-esquerda colocou-se de fora. Prefere contestar na rua do que negociar à porta fechada nos gabinetes do Terreiro do Paço. Uma atitude porventura ‘comunista’, mas muito pouco democrática, que deixa quase 20% do eleitorado sem uma voz nas negociações. O PSD mantém-se à espera. Passos Coelho reafirmou que o seu programa eleitoral aguarda pelo “quadro macro económico” resultante das negociações em curso, mas não deixou de prometer que não fará despedimentos e mais cortes de salários.
Os socialistas são mais previsíveis. Preferem ignorar as medidas de austeridade por eles próprios negociadas nos últimos dias. Escondem o ministro das Finanças e apresentam um programa eleitoral irrealista, com um défice desactualizado e que omite os pontos apresentados por José Sócrates, no PEC IV, como sendo inevitáveis: a reforma laboral e o congelamento de salários até 2013. Mas por mais que se procure esconder, a verdade é que o próximo governo terá um sotaque estrangeiro. Os próximos orçamentos e programas serão decididos por quem nos empresta dinheiro.
[versão integral no Diário Económico]
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Paulo Marcelo
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10:00
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Segunda-feira, 2 de Maio de 2011
E ninguém faz nada? Claro que na
Mas se aquilo que se passou, e tal como fica contado, é uma vergonha e uma desgraça em si mesmo, maior vergonha e desgraça será o facto de se saber que nenhuma responsabilidade será apurada e nenhum culpado será encontrado e punido. Ou seja, vivemos na selva e não é só por causa da dívida, do défice ou do desemprego. É por tudo (porque aquilo que não é não chega para nada).
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Fernando Martins
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22:24
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A noiva de Drácula
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Duarte Schmidt Lino
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21:20
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Combate de Blogs
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Miguel Morgado
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19:31
A face do Hamas
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Nuno Gouveia
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17:55
Aviso à navegação
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Nuno Gouveia
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16:47
A troika do nosso descontentamento
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Paulo Marcelo
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Morto
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Nuno Gouveia
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04:21












