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28 de junho de 2010

Civilização na Islândia II


Entrou hoje em vigor na Islândia a lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

A primeira-ministra Johanna Sigurdardottir e Jonina Leosdottir, mulher com quem vivia há vários anos, foram as primeiras a casar (1).

A partir de hoje, a Islândia é o nono país a permitir o casamento entre pessoas do mesmo sexo, juntando-se à lista actual onde orgulhosamente Portugal se situa (como se diz na velha linguagem da diplomacia e do direito internacional público) entre as "nações polidas e civilizadas":


Holanda (2001), Bélgica (2003), Espanha (2005), Canadá (2005), África do Sul (2006), Noruega (2008), Suécia (2009), Portugal (2010), Islândia (2010).

12 de junho de 2010

Civilização na Islândia


O Althingi, o parlamento islandês, aprovou, com 49 votos a favor e nenhum contra, uma lei que autoriza o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Quando esta lei entrar em vigor a Islândia, passará a ser o nono país a permitir o casamento entre pessoas do mesmo sexo, juntando-se à lista actual onde orgulhosamente Portugal se situa (como se diz na velha linguagem da diplomacia e do direito internacional público) entre as "nações polidas e civilizadas":


Holanda (2001), Bélgica (2003), Espanha (2005), Canadá (2005), África do Sul (2006), Noruega (2008), Suécia (2009), Portugal (2010).

11 de junho de 2010

Islamofobia na Holanda


O “Partido Popular para a Liberdade e Democracia” (VVD) venceu as eleições, em que os Holandeses privilegiaram os partidos cujo programa dava grande ênfase á economia. Os resultados de ontem ditam que o VVD elegeu 31 deputados, em 150 possíveis, tendo um lugar a mais que o Partido Socialista (PvdA).

Contudo, a latitude politica dos Holandeses não se restringe á economia. Grande importância foi à imigração. Deu-se mais importância á anti-imigração. Minto, deu-se mais importância ao combate ao Islão e aos muçulmanos.

Na onda da crista, abertamente racista, esta Geert Wilders, que arrecadou 24 assentos parlamentares para o “Partido da Liberdade” (PVV). No seu discurso aos militantes, Geert Wilders afirmou que “Somos os maiores vencedores hoje. A Holanda escolheu mais segurança, menos crime, menos imigração e menos Islão”.

Agora existe um dilema. O vencedor das eleições, o VVD, precisa de fazer uma coligação para assegurar os 76 lugares que constituem uma maioria parlamentar. Em teoria, o Geert Wilders e o seu “Partido da Liberdade” poderão ter um papel determinante no formação do Governo. Algo preocupante, visto que este mesmo “Partido da Liberdade” e o seu líder Geert Wilders que queria introduzir um imposto sobre a burqua, que demonstram um racismo latente perante o Islão e que diz que “não odiamos muçulmanos, odiamos o Islão” podem ascender ao poder.

As palavras e propostas de Wilders vão mais além. Como para Geert Wilders o “Islão quer dominar a Holanda” (existem 5% de muçulmanos nos Países Baixos), ele propõe um fim para a imigração vinda de países não ocidentalizados, banir o Corão, e a deportação de todos os muçulmanos que quebrem a lei. As coisas vão aquecer e muito. Tanto se bate numa minoria religiosa, que quando esta dá uma resposta á altura, aponta-se o dedo e rotula-se de terrorismo. O que Geert Wilders esta a fazer é terrorismo, é aproveitar a crise financeira para exacerbar o medo social, canalizando para um bode expiatório que são os muçulmanos.