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3 de agosto de 2011

O julgamento do ditador Mubarak


O ex-presidente egípcio Hosni Mubarak começa hoje a ser ouvido em tribunal pelo seu envolvimento na morte de centenas de pessoas. O ditador que governou o Egito durante três décadas está acusado da morte de opositores e de enriquecimento ilícito.

Mubarak tem 83 anos e tem estado hospitalizado, conforme a imagem da Televisão Estatal Egípcia. Os seus opositores afirmam que apenas está a tentar evitar ser julgado pelos seus crimes.

O julgamento será transmitido em direto. O povo quer ver o julgamento do ditador, é um sinal da democracia: o ditador não é nem reciclado, nem linchado, é julgado. Um sinal positivo para o futuro do Egito.

1 de fevereiro de 2011

Hoje Largo Camões, 18:30



Concentração de Solidariedade com o povo egípcio


A 25 de Janeiro eclodiu no Egipto uma revolta popular de contestação à situação do país e ao seu Presidente de longa data, Hosni Mubarak, considerado globalmente como um ditador. Esta revolta segue-se a uma revolução na Tunísia, apelidada pelos próprios como a Revolução do Jasmim. Este movimento no Norte de África que está a mostrar a tendência em se expandir coincide com governações consideradas ditatoriais em que a falta de liberdade de expressão política e de imprensa é óbvia e criticada internacionalmente.

Consideramos que a liberdade de expressão é essencial em qualquer democracia, facto que não se verifica no Egipto. Temos assistido ao longo dos últimos dias de protestos, além de uma violenta repressão policial que já causou cerca de duas centenas de mortos, ao corte de internet, corte de comunicações móveis e intimidação da imprensa internacional. Apesar disso, tornaram-se públicas as manifestações do povo egípcio e a sua demanda de liberdade.

Por considerarmos a causa do povo egípcio e a esperança de um país livre um facto que deve apelar à solidariedade de todas as pessoas internacionalmente, convocamos uma concentração no Largo de Camões no Chiado, na terça-feira dia 1 de Fevereiro às 18h30.

O objectivo desta concentração será reunir assinaturas para posteriormente entregar na Embaixada do Egipto em Portugal a pedir o fim da repressão e da violência para com os manifestantes.

A iniciativa conta com o apoio do Comité de Solidariedade com a Palestina e da Solidariedade Imigrante.


Francisco Silva
Nuno Moniz