A UGT - União Geral dos "Trabalhadores - na pessoa do seu secretário-geral João Proença, assinou um acordo em sede de concertação social que irá provocar o maior retrocesso social a nível de direitos laborais, sociais e económicos na história da Democracia portuguesa - desvalorizando os salários, embaratecendo as remunerações e liberalizando totalmente os despedimentos. Os participantes deste evento vêm desta forma afirmar o seu repúdio com esta traição da UGT , para com quem vive do seu salário, e deixar claro que nunca se filiará em nenhum sindicato da UGT.
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19 de janeiro de 2012
Eu nunca me filiarei num sindicato da UGT!
A UGT - União Geral dos "Trabalhadores - na pessoa do seu secretário-geral João Proença, assinou um acordo em sede de concertação social que irá provocar o maior retrocesso social a nível de direitos laborais, sociais e económicos na história da Democracia portuguesa - desvalorizando os salários, embaratecendo as remunerações e liberalizando totalmente os despedimentos. Os participantes deste evento vêm desta forma afirmar o seu repúdio com esta traição da UGT , para com quem vive do seu salário, e deixar claro que nunca se filiará em nenhum sindicato da UGT.22 de junho de 2011
Mas são verdes
"Co-presidente do grupo ecologista no Parlamento Europeu, Cohn-Bendit, começou por dizer à Renascença que o deputado bloquista terá preparado transição para "Os Verdes" há dois meses.Se Rui Tavares estiver a dizer a verdade e Cohn Bendit a mentir estão reunidas as condições para este perder a confiança pessoal e política pelo seu mais recente líder e mudar de grupo parlamentar.
A ter em atenção:
Prefiro os coxos por Andrea Peniche(Arrastão)
Lealdade Política por Vital Moreira(Causa Nossa)
Rui Tavares, devolve-me o voto pá! por J.J. Cardoso (Aventar)
Dos Independentes por Daniel Rosário (Correio Preto)
A insustentável leveza do Ego I (Spectrum)
Rui Tavares por Zé Neves (Vias de Facto)
O assento é seu, seu, seu por Helena Borges (5dias)
Todos os caminhos vão dar a Roma por Manuel Castelo-Branco (31 da Armada)
Luísa Mesquita por Rodrigo Moita de Deus (31 da Armada)
2 de maio de 2010
Sindicalismo de Classe

Passadas as manifestações do Dia do Trabalhador, é sempre curioso no rescaldo constatar, que a UGT - União Geral dos "Trabalhadores" continua a servir o propósito da sua criação.
Apesar de ter convocado para o dia 1 de Maio com o lema "Contra o Desemprego Melhores Salários, o discurso de João Proença - secretário-geral da UGT - lá correspondeu ao sindicalismo de classe da UGT:
Num discurso muito centrado na actualidade, João Proença aproveitou para "saudar o diálogo entre o Governo e o maior partido da oposição", a propósito do encontro esta semana entre o líder social democrata, Passos Coelho, e o primeiro ministro, José Sócrates. "Mas este tem de ser um diálogo com o objectivo de melhorar a vida dos mais fracos", lembrou o líder sindicalista, para quem este 1º de Maio se comemora "num momento difícil, quando o desemprego atinge o nível mais alto de que nos lembramos" e lançou o "desafio ao governo de iniciar as negociações com vista a um pacto de emprego". [1]
Se não se conhecesse o percurso de João Proença, até se poderia achar que era ingénuo ou que esteve em coma nos últimos meses, e em especial, na última semana.
Por um lado elogia o pacto de regime, por outro espera que de lá saia um "pacto de emprego". Porventura com tanta faixa que andou a pintar durante a semana passada escapou-lhe a notícia dos cortes nas prestações sociais e em especial nos subsídios de desemprego.
Apesar de ter convocado para o dia 1 de Maio com o lema "Contra o Desemprego Melhores Salários, o discurso de João Proença - secretário-geral da UGT - lá correspondeu ao sindicalismo de classe da UGT:
Num discurso muito centrado na actualidade, João Proença aproveitou para "saudar o diálogo entre o Governo e o maior partido da oposição", a propósito do encontro esta semana entre o líder social democrata, Passos Coelho, e o primeiro ministro, José Sócrates. "Mas este tem de ser um diálogo com o objectivo de melhorar a vida dos mais fracos", lembrou o líder sindicalista, para quem este 1º de Maio se comemora "num momento difícil, quando o desemprego atinge o nível mais alto de que nos lembramos" e lançou o "desafio ao governo de iniciar as negociações com vista a um pacto de emprego". [1]
Se não se conhecesse o percurso de João Proença, até se poderia achar que era ingénuo ou que esteve em coma nos últimos meses, e em especial, na última semana.
Por um lado elogia o pacto de regime, por outro espera que de lá saia um "pacto de emprego". Porventura com tanta faixa que andou a pintar durante a semana passada escapou-lhe a notícia dos cortes nas prestações sociais e em especial nos subsídios de desemprego.
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